verdades_quase_secretas verdades_quase_secretas

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verdades quase secretas  Aqui se vê o que a mídia não mostra. "Se não há justiça para o povo, que não haja paz para o governo". 🚫 Trollou = bloqueado!! 🚫

Se rir não vai pro céu

A esposa do juiz Sérgio Moro trabalha no departamento jurídico  Federação das APAEs (Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais), controlada por Flávio Arns (http://migre.me/rGisb), cujo principal escritório de advocacia terceirizado é o do sobrinho de Arns. O advogado de Cláudia Cruz é Marlus Arns. LIGUEM OS PONTOS

Foram denunciados cerca de 50 mascarados estavam armados e infiltrados entre os manifestantes para prejudicar os atos da CUT e Força sindicais, PM nada fez.

Que juiz maravilhoso!!

Ebaaa.... Vivaaa!!

"Somos todos Moro", disse o Pato, mas antes era "Somos milhões de Cunhas"

Contrariando as expectativas, o juiz Sérgio Moro absolveu nesta quinta-feira, 25, a jornalista Cláudia Cruz, mulher do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) dos crimes de lavagem de dinheiro e de evasão fraudulenta de divisas, no âmbito da operação Lava Jato.

Segundo Moro, faltou 'prova suficiente de que (Cláudia Cruz) agiu com dolo' ao manter conta na Suíça com mais de US$ 1 milhão, dinheiro supostamente oriundo de propina recebida pelo marido. "Absolvo Cláudia Cordeiro Cruz da imputação do crime de lavagem de dinheiro e de evasão fraudulenta de divisas por falta de prova suficiente de que agiu com dolo", assinalou Moro.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, Cláudia Cruz era a única controladora da conta em nome da offshore Köpek, na Suíça, por meio da qual pagou despesas de cartão de crédito no exterior em montante superior a US$ 1 milhão num prazo de sete anos (2008 a 2014)'. O Ministério Público Federal apontou que o valor de US$ 1 milhão gasto por Cláudia é 'totalmente incompatível com os salários e o patrimônio lícito de seu marido'. Quase a totalidade do dinheiro depositado na Köpek (99,7%) teve origem nas contas Triumph SP (US$ 1.050.000,00), Netherton (US$ 165 mil) e Orion SP (US$ 60 mil), todas pertencentes a Eduardo Cunha.

Na mesma ação, também eram réus Jorge Luiz Zelada, ex-diretor da Área Internacional da estatal petrolífera, pelo crime de corrupção passiva; João Augusto Rezende Henriques, operador que representava os interesses do PMDB no esquema, por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas; e Idalecio Oliveira, empresário português proprietário da CBH (Companie Beninoise des Hydrocarbures Sarl), pelos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Como eles não quebraram uma vitrine e não queimaram uma lixeira, então vamos deixar

A desculpa agora é que as urnas são manipuláveis, em 2014 quando seu deputado foi eleito ela não era; em 2016 quando o PT perdeu a prefeitura de São Paulo para Dória não era, mas hoje vai que Lula ganhe, você já tem uma desculpa pronta para outro golpe.

Isso mesmo Francisco, não é para fingir...

"No fundo elas são como eu". Preconceituosas, racistas, xenófobas, falso moralistas ou homofóbicas. Eles se veem no outro, ele serve de espelho.

Fragilizado após uma onda imensa de críticas, Michel Temer recuou e revogou o decreto presidencial que convocava as Forças Armadas para atuar nas ruas do Distrito Federal por uma semana a fim de "garantir a lei e a ordem" após manifestação contra as reformas do governo nesta quarta-feira 24.

Temer foi abandonado até mesmo pelo Exército, que avaliou ontem que a polícia de Brasília tinha capacidade de garantir a ordem, e pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, que disse que ele agiu fora da lei. Rollemberg também não foi avisado sobre a decisão anunciada pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, como manda o protocolo. A decisão do peemedebista foi criticada também por parlamentares da base aliada, além da oposição.

A revogação foi anunciada menos de 12 horas depois de o decreto da GLO (Garantia da Lei e da Ordem) ter sido instituído. A decisão foi tomada em reunião entre Temer e Jungmann e os ministros Sergio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Gera da Presidência) nesta manhã no Palácio do Planalto.

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