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verdades quase secretas  Aqui se vê o que a mídia não mostra. "Se não há justiça para o povo, que não haja paz para o governo". 🚫 Trollou = bloqueado!! 🚫

VEJA descobriu que o Temer/PSDB querem estancar a sangria da Lava Jato, imagine se eles tivessem ouvido o áudio de Jucá?

Desabafo

Gilmar recebe salário de R$ 34 mil, gratificações, trabalha em ar condicionado, tem férias, folgas, dono de faculdade, mas quer se comparar com que faz trabalho escravo.

Início, meio e fim do GOLPE.

Diante de escândalos escancarados de corrupção protagonizados por Temer, Aécio e a turma do golpe, os famosos panelaços sumiram das varandas e sacadas gourmets, tais quais tinham no governo Dilma em que cada pronunciamento da Presidenta, era panelaços que enchiam o saco e eram ouvidos a distância, manifestações que pediam “ética e combate a corrupção”, marchas, agora no entanto, nem gravados, grampeados e os personagens favoritos da elite dizendo que “matariam antes de delatar”  mobilizam os movimentos pró-Impeachment, financiados e os paneleiros que pediam Lula na cadeia e Dilma fora, é a estranha esquizofrenia da política brasileira e um fenômeno social, que a história prova, nunca foi contra corrupção, era apenas ódio de classe, ódio a esquerda, ódio a inclusão dos mais pobres, como foi contra João Goulart, como foi contra Getúlio, os mesmos setores, que só precisam de uma desculpa para dar golpes.

Texto de Carlos A Barbosa

Na dinâmica atual da sociedade, em que a informação circula pelas redes sociais, onde há campo fértil para a criação de paródias, charges e "memes", é natural que uma figura pública influente seja objeto de desconstrução de sua imagem por veículos de informação. Assim entendeu, nesta terça-feira (18/10), a 10ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo ao negar recurso de apelação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ação de danos morais movida contra revista Veja, da Editora Abril.

Imagem de Lula como presidiário circulou quando ele ainda não respondia a nenhuma ação penal.

O ex-presidente ajuizou a ação alegando que, na capa da edição 2.450 da revista Veja, que passou a circular no dia 1º de novembro de 2015, a montagem de sua foto com trajes de presidiário junto à menção de pessoas condenadas em processos judiciais por corrupção retratava uma inverdade, tendo como objetivo denegrir sua honra e imagem, além de desrespeitar as instituições e a Constituição.

No primeiro grau, o juízo da 5ª Vara Cível de Pinheiros, em São Paulo, julgou improcedente a ação, entendendo que a editora — defendida por Alexandre Fidalgo, do escritório Fidalgo Advogados — não cometeu nenhum ato ilícito ou excesso nos limites da liberdade de imprensa.

O ex-presidente recorreu alegando que a publicação teria abusado de seu direito de imprensa, pois, na época dos fatos, não havia nenhum processo judicial contra ele. Também alegou cerceamento de defesa na produção de provas.

Relator da apelação na 10ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP, o juiz em segundo grau Ronnie Herbert Barros Soares também não viu excesso no material jornalístico que causasse dano à imagem do ex-presidente Lula.

Segundo o magistrado, todo agente público tem reduzido o campo de aplicação dos direitos de personalidade, tanto mais quanto mais importante o cargo que exerça, disse, a partir de trecho do voto do ministro Carlos Ayres Britto do Supremo Tribunal Federal no julgamento da ADPF 130.

O ódio ao PT falou mais alto e fez o povo de São Paulo fazer essa bela troca

Capa da revista Época 2013.

Confira abaixo reportagem da Agência Brasil que mostra as dificuldades impostas pelo governo de Michel Temer na fiscalização do trabalho análogo à escravidão:

O Ministério do Trabalho publicou portaria que estabelece novas regras para a caracterização de trabalho análogo ao escravo e para atualização do cadastro de empregadores que tenham submetido trabalhadores a tal condição, a chamada lista suja do trabalho escravo. As novas normas servirão também para a concessão de seguro-desemprego ao trabalhador que for resgatado em fiscalização do Ministério do Trabalho.

A portaria foi publicada hoje (16) no Diário Oficial da União. Segundo a norma, para integrar a lista suja é necessário que seja constatada e comprovada a existência de trabalho análogo ao escravo. Pela definição do Código Penal, submeter alguém a atividade análoga ao escravo é submeter a trabalho forçado ou jornada exaustiva, quer sujeitando o trabalhador a condições degradantes, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída.

A portaria estabelece que, para que seja considerada jornada exaustiva ou condição degradante, é necessário que haja a privação do direito de ir e vir, o que no Código Penal não é obrigatório.

Além disso, agora, a divulgação da lista suja ficará a cargo do ministro do Trabalho e a atualização será publicada no sítio eletrônico do Ministério do Trabalho duas vezes ao ano, no último dia útil dos meses de junho e novembro. Antes, a organização e divulgação do lista suja era responsbailidade da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae) e a atualização da relação podia ocorrer a qualquer momento.

Reação

A nova portaria desagradou o Ministério Público do Trabalho (MPT), que a considerou ilegal e diz que adotará, junto com entidades públicas e privadas, medidas judiciais e extrajudiciais na sua esfera de atuação.

Um vereador evangélico de Ponta Grossa, no Paraná, lamentou a contratação de Pabllo Vittar para um show na cidade e ameaçou prender a drag queen tomando como base uma notícia falsa que começou a circular nas redes sociais. Um tweet, supostamente do deputado Jean Wyllys (PSOL), anunciava que ele e a artista fariam uma "turnê pelas escolas do Brasil" para ensinar crianças sobre diversidade sexual. O boato foi desmentido por Jean na página oficial do Facebook: "se trata de uma mentira qualquer notícia a este respeito, que tenta confundir o verdadeiro debate que precisa ser feito sobre o sofrimento das pessoas LGBT". Com o print da publicação falsa em mãos, o vereador Ezequiel Bueno (PRB-PR) fez um discurso na Câmara Municipal da cidade, na última segunda-feira (16), se posicionando contra a apresentação e afirmando que prenderia Pabllo caso ela decidisse "sair pra rua e ir nas escolas". A artista vai se apresentar na cidade no dia 5 de dezembro como parte da tradicional München Fest, que também terá Anitta, Henrique e Juliano, Capital Inicial, Thaeme e Thiago e outras atrações na programação. "Queria lamentar aqui por trazer essa pessoa para essa cidade, que é de família. Numa cidade na qual brigamos aqui para tirar a ideologia de gênero das escolas, na qual somos conservadores. Somos pais e mães trabalhadores. Quem quiser ir assistir, pode ir. Agora, se inventarem de sair pra rua e ir nas escolas, eu vou prender. Vou prender, nem que depois eu seja preso por abuso de autoridade", disse Ezequiel.
E acrescentou: "Não vamos deixar isso acontecer, não vamos deixar uma pessoa dessa ir na escola e ensinar sobre diversidade sexual para as crianças. 'Mas pastor, é só um show'. Eu não sei não. Abriu a porta, entrou e aí é complicado. Pelo amor de Deus, Ponta Grossa não é esses lugares em que pode tudo, vale tudo. Diante disso, eu quero saber a situação da guarda municipal, da polícia militar...".

O juiz federal Sergio Moro, que julga os processos da Lava Jato, em primeira instância, disse que sua foto sorrindo ao lado do senador Aécio Neves (PSDB-MG) não significa nada.

A declaração foi feita em entrevista ao jornalista Gerson Camarotti, da GloboNews, e exibida na noite desta terça-feria 17. Segundo ele, a foto foi tirada em um evento público e não significa qualquer aprovação ao senador. "Não tem nenhum processo dele comigo. A foto sugere mais do que de fato significa. Na verdade não significa nada", disse.

Aécio foi flagrado em um áudio pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, da JBS, e ameaçando de morte o primo, 'Fred', que receberia o dinheiro diretamente. Ele foi afastado do mandato pelo Supremo e obrigado a se recolher noturnamente, mas salvo pelo Senado, após compra de votos de senadores, na noite de ontem.

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