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verdades quase secretas  Aqui se vê o que a mídia não mostra. "Se não há justiça para o povo, que não haja paz para o governo". 🚫 Trollou = bloqueado!! 🚫

Fechem o Brasil e apaguem as luzes. "Gilmar Mendes é sorteado relator de inquérito contra Aécio"

Tiroteio no ninho tucano. O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), rebateu as críticas feitas a ele pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: "Respeito e admiro muito o ex-presidente Fernando Henrique, mas acho que ele está precisando sair um pouco de seu apartamento e visitar São Paulo", disse Doria ao jornal O Estado de São Paulo.  Durante uma palestra na manhã dessa sexta-feira, 23, na capital paulista, Fernando Henrique Cardoso disse que Doria não mudou São Paulo, mas que sabe usar muito bem o celular. O ex-presidente se referia à constante presença do prefeito por meio de vídeos e outras postagens em redes sociais.Para FHC, o PSDB precisa arejar seus quadros e ter alguém "que saiba dialogar com as novas gerações". Não é a primeira vez que Doria e FHC se bicam em público. Em março, FHC criticou indiretamente a possibilidade de Doria concorrer à Presidência. "Se você for um gestor não vai inspirar nada, tem que ser líder", afirmou em referência ao mote do prefeito, que se diz um  gestor em vez de político. Doria respondeu a alfinetada dizendo que ganhou as prévias e a eleição para prefeito.

A Polícia Federal concluiu que não houve edição na gravação da conversa entre o empresário Joesley Batista e o presidente Michel Temer no dia 7 de março no Palácio do Jaburu, segundo a Folha apurou.

A perícia foi finalizada nesta sexta (23) pelo INC (Instituto Nacional de Criminalística). A análise dos peritos identificou mais de 180 interrupções "naturais" no áudio, de acordo com a apuração da reportagem.

A perícia indica que o equipamento utilizado pelo empresário da JBS, que fez um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República, possui um dispositivo que pausa automaticamente a gravação em momentos de silêncio e a retoma quando identifica som.

O relatório e o laudo pericial devem ser entregues ao STF (Supremo Tribunal Federal) apenas na segunda-feira (26). Ao todo, os peritos verificaram quatro áudios.

A perícia da PF é aguardada com expectativa porque a defesa de Temer questiona a autenticidade das gravações.

O relatório tratará de obstrução de Justiça. No começo da semana, a PF entregou ao Supremo a conclusão sobre o crime de corrupção passiva que, segundo a polícia, foi cometido por Temer e pelo seu ex-assessor especial Rodrigo Rocha Loures.

A expectativa é que, com a conclusão do inquérito pela PF, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresente até terça (27) uma denúncia contra Temer ao STF.

Parabéns Trouxas, foi esse país que vocês nos entregaram.

Por falta de provas, segundo ele. Não é piada!

A Polícia Federal apreendeu, nesta sexta-feira (23), pelo menos 15 joias que pertenceriam à ex-primeira-dama do Estado do Rio Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sergio Cabral (PMDB), no apartamento de Nusia Ancelmo Mansur, irmã de Adriana. O objetivo era encontrar 149 joias - de um total de 189 - que teriam sido compradas para lavar dinheiro de corrupção.
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Cabral e Adriana são réus em ação penal por lavagem de dinheiro na compra de joias em espécie. De acordo com a denúncia, o casal adquiriu 189 joias e pedras preciosas em joalherias, que somam R$ 11 milhões. Uma delas chegou a custar R$ 1,8 milhão.
Quarenta joias já haviam sido apreendidas no apartamento de Cabral, que foram avaliadas em R$ 2 milhões. A PF está em busca de outras peças que estariam desaparecidas.
As investigações são um aprofundamento da Lava Jato, e apontam que joias e pedras preciosas compradas pelo casal seriam prova de crime. Segundo as apurações, Adriana e Sérgio gastaram mais de R$ 11 milhões em joalherias, e a maioria das peças ainda não foi encontrada.

As buscas foram feitas no apartamento onde vive a ex-governanta de Adriana, Gilda Maria de Souza Vieira da Silva, na Rua Lopes Quintas, no Jardim Botânico; e no imóvel de Nusia Ancelmo Mansur, irmã da ex-primeira dama, em Ipanema. Foi na casa de Nusia que as joias foram apreendidas.

Nusia era funcionária do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), onde era lotada, desde 2010, no gabinete do conselheiro Aloysio Neves Guedes, que foi eleito presidente do TCE. A irmã de Adriana Ancelmo tinha o salário bruto de R$ 17,2 mil. Ela pediu exoneração em dezembro do ano passado.

Lênio Streck, no Conjur - Recentemente, o conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) Valter Shuenquener concedeu liminar (aqui) para anular a questão número 9 do 54º concurso público para promotor de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais. No voto, o conselheiro cita coluna Senso Incomum, na qual denunciei o exotismo das teorias perquiridas no certame, como a teoria (sic) da graxa e do Estado vampiro. O CNMP, assim, dá importante passo para desbaratar embustes epistêmico-concurseiristas, como o uso de questões exóticas e quiz shows. Bingo, conselheiro Valter. Estava na hora de passar um recado às bancas de concursos. Há que se avisar que o concurso não é da banca; é do “público”; é res publica. Não é res concurseira.

Pois parece que o recado do CNMP não retumbou em certas teorias utilizadas pelo Ministério Público Federal nas alegações finais subscritas recentemente no processo criminal movido contra o ex-presidente Lula. Que o procurador signatário da peça cite em seu livro teorias exóticas e incompatíveis com qualquer perspectiva contemporânea acerca da prova, OK. Mas que queira fazer uso de teorias, teses ou posturas acopladas a fórceps no Direito é outra coisa. Qual é o limite ético do uso de determinadas teses, tratando-se de uma instituição que deve ser imparcial (MP deveria ser uma magistratura) e zelar pelos direitos e garantias dos cidadãos e da sociedade?

É possível, na ânsia de condenar, jogar para o alto tudo o que já se ensinou e escreveu nas mais importantes universidades do mundo sobre a prova e a verdade no processo penal? Aliás, nas alegações finais que tive a pachorra de ler (e só o fiz depois que fiquei sabendo que o procurador usou o bayesianismo e o explanacionismo), sequer são citados os livros nos quais ele se baseia.

O que diz o signatário? Vamos lá. “As duas mais modernas teorias sobre evidência atualmente são o probabilismo, na vertente do bayesianismo, e o explanacionismo. Não é o caso aqui de se realizar uma profunda análise teórica delas, mas apenas de expor seus principais pontos, a fim de usar tal abordagem na análise da prova neste caso”. (grifei)

Lula humilhando Alckmin e ensinando como se faz uma política externa.

Quando o Brasil era um país respeitado e soberano

Uma reportagem da Folha de S.Paulo finalmente admitiu a falta de provas para uma eventual condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Lava Jato. "Às vésperas da primeira sentença do ex-presidente Lula na Lava Jato, acusação e defesas vêm travando um debate: indícios são suficientes para condenar?

A questão ganhou corpo nas últimas manifestações do processo que julga se o petista recebeu propina por meio de um tríplex em Guarujá. O centro da discussão é a prova indiciária, ainda controversa no meio jurídico.

A força-tarefa da Lava Jato é uma das principais defensoras desse tipo de prova, e considera que indícios, somados a outras circunstâncias probatórias, podem levar a uma condenação em casos de crimes graves e complexos, que não deixam provas diretas -caso da corrupção e da lavagem de dinheiro.

As defesas do ex-presidente e de outros réus rebatem esse ponto de vista, que, para eles, contraria o princípio da presunção de inocência." As informações são de reportagem de Estelita Hass Carazai na Folha de S.Paulo.

"Será que o Brasil está pronto para ter um presidente negro?" A pergunta foi feita pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, durante encontro com artistas na casa de Caetano Veloso, no Rio de Janeiro.

No jantar, ele afirmou que sua tendência é não disputar a presidência da República em 2018. "A verdade é que eu resisto. Estou mais para não ser", disse ele, segundo relato da coluna de Mônica Bergamo. Barbosa disse que ainda que preza muito a sua liberdade – e que isso não tem preço.

Entre os presentes, estavam artistas como Marisa Monte, Lázaro Ramos, Fernanda Torres, Fernanda Lima, Caetano Veloso e Thiago Lacerda, que o convidaram para um encontro e tentaram convencê-lo a mudar de ideia

Segundo pesquisas recentes, Barbosa teria potencial para chegar a um segundo turno e até vencer a disputa, uma vez que conta com baixa rejeição, num ambiente de descrédito geral da classe política.

A Corregedoria Nacional do Ministério Público instaurou na quarta-feira um procedimento para investigar a comercialização de palestras por parte do procurador da República Deltan Dallagnol, segundo informa o jornalista Ricardo Mendonça, do Valor Econômico.

Dallagnol é o coordenador da força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba e autor da denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que será julgada em breve pelo juiz Sergio Moro.

Quando veio a público a informação de que as palestras de Dallagnol estavam sendo comercializadas por cerca de R$ 40 mil, o procurador divulgou nota e informou que estava utilizando os recursos para doação ou para um fundo de combate à corrupção.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) reagiu e disse que os integrantes da força-tarefa estavam usando a Lava Jato para fazer fortuna. "Hoje mesmo Dallagnol tem palestra agendada em um evento corporativo. Ele irá falar no Expert2017, 'o maior evento da América Latina para a indústria de investimentos', informa o site da entidade organizadora, a XP Investimentos, cuja fatia foi adquirida recentemente pelo Itaú. O ingresso, ou 'passaporte', como anunciam, custa R$ 800,00. Nem Dallagnol nem a XP informaram ao Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor, se a participação do procurador, nesse caso, será remunerada", diz ainda a reportagem de Mendonça.

A Reclamação Disciplinar contra Dallagnol no CNMP recebeu o número 553/2017-36. Foi levada ao órgão pelos deputados federais Wadih Damous (PT-RJ) e Paulo Pimenta (PT-RS)

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