vailapoa vailapoa

205 posts   1,056 followers   1,149 followings

#vailaPOA  Um guia de escolhas conscientes, justas e honestas nas cidades. Criado pela Contente. Em Porto Alegre, tem a colaboração da @luanasilva_arq.

Recebemos um convite super bacana da @renathamores, uma das idealizadoras do @a_pezito! Eu (@luanasilva_arq), que sou pedestre de carteirinha e arquiteta apaixonada por urbanismo, amei a ideia! Olha só:
“De sexta-feira a domingo (04 a 06/05), a capital gaúcha vai ganhar a primeira edição do festival mundial de caminhadas gratuitas, intitulado Jane’s Walk, para homenagear a vida e obra da ativista americana atuante no urbanismo, Jane Jacobs. As atividades com passeios a pé integram a programação da Segunda Semana Translab Urb, que consiste em ações ligadas ao urbanismo.
A programação é composta por 13 atividades e dez delas são caminhadas que vão percorrer vários bairros da capital. Haverá atividades nos três turnos com propostas que utilizam o caminhar como ferramenta, dispositivo ou recurso. O propósito é trabalhar e desenvolver a percepção do território com finalidade pedagógica.
Além disso, haverá rodas de conversas e o encerramento vai contar com a projeção do filme Citizen Jane: Battle for the City, às 18h, na Praça do Aeromóvel (rua Gen. Salustiano), no domingo (06/05).
Jane’s Walk – consiste em um festival de passeios a pé liderados por cidadãos que abrem espaço para as pessoas observarem, refletirem, compartilharem, questionarem e repensarem de forma coletiva os lugares em que vivem, trabalham e brincam. É formada por uma rede internacional, que reúne 245 cidades em 43 países, a fim de homenagear a vida e obra de Jane Jacobs. No Brasil as caminhadas acontecem em Aracaju, Brasília, Cajamar, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Maceió, Rio de Janeiro, Santos e em São Paulo (https://janeswalk.org/). Em Porto Alegre, as caminhadas são ativadas pelo coletivo autônomo de inovação social urbana, Translab Urb. O coletivo reúne um grupo transdisciplinar que utiliza abordagens oriundas do urbanismo tático, placemaking, acupuntura urbana, urbanismo hacker, sociologia, psicologia, pedagogia, etnografias, cartografias e de mapeamentos.”
Vamos? #vailaPOA #vailaPOAapé

Vai lá: 1ª Jane’s Walk Porto Alegre | 2ª Semana Translab Urb. De 04 a 06/05.
Programação completa: bit.ly/janeswalkpoa

Na Semana Fashion Revolution, temos mais uma novidade bacana para compartilhar! De 21 a 24/05, vai acontecer aqui em Porto Alegre o “Curso de Moda Limpa”, que foi idealizado pela Marina de Luca e tem passado por várias cidades do país. A Marina é estilista e hoje atua como professora, ativista e pesquisadora, e acredita que a moda pode transformar o mundo, por isso trabalha com uma moda com propósito, mais ética e sustentável. Assim, criou um curso para quem gosta de moda, porém não conhece muito sobre o mercado, mas também serve para quem já trabalha com moda e quer reciclar seus conhecimentos e ideias. Pode ser feito ainda por profissionais de outras áreas que gostariam de migrar para o mundo da moda e fazer a diferença… Enfim, é indicado para mentes inquietas e curiosas que acreditam que a moda pode mudar o mundo, querendo conhecer maneiras mais sustentáveis e éticas de fazer moda. O curso fala sobre o panorama da moda hoje, sobre os novos caminhos que ela está traçando e sobre como o profissional da moda pode ser um agente transformador, tudo isso através de um passo a passo para criar uma coleção, um serviço ou uma marca com propósito. Ah, não é um curso de costura nem de desenho, e para fazer o curso não precisa saber desenhar. Demais, não é mesmo? #vailaPOA

Vai lá: Curso de Moda Limpa (Casa Modaut: Av. Miguel Tostes, 897, Rio Branco). De 21 a 24/05.
Para mais informações e inscrições, manda um e-mail para a Marina: marinadelu@gmail.com
@cursodemodadamarina

Todo dia é dia para repensarmos nossas formas de consumo, mas esta prática pode ganhar um incentivo especial de hoje à sexta-feira, quando acontecerão pelo mundo diversas atividades ligadas ao movimento Fashion Revolution (@fash_rev_brasil). Esse movimento surgiu para aumentar a conscientização sobre o verdadeiro custo da moda e seu impacto em todas as fases do processo de produção e consumo quando um grupo relacionado à moda sustentável se uniu após o desabamento do edifício Rana Plaza em Bangladesh no dia 24 de abril de 2013 que deixou 1.133 mortos e 2.500 feridos. Assim, há 5 anos se celebra o Fashion Revolution Day em homenagem às vítimas, a quem segue trabalhando na indústria da moda, e também como ação de transformação! O movimento propõe um desafio: nas redes sociais, posta uma foto mostrando a etiqueta da roupa que tu estás usando e pergunta à marca “quem fez minhas roupas?”, usando #quemfezminhasroupas e #fashionrevolution. Aqui em Porto Alegre a programação estará intensa! Vai desde de bate-papo sobre os desafios da moda atual até oficina de desenvolvimento de projetos sustentáveis! Vai lá dar uma olhada! Caso tu não consigas participar, tudo bem! A dica é principalmente para repensarmos uma série de questões, que vão desde “quem fez as roupas que estou usando?” até “preciso mesmo comprar mais uma peça?”! Ah, e se tu já costumas fazer as tuas comprinhas direto das mãos de quem faz, valorizando o comércio local, maravilha! Só não esquece, como sempre diz a Laura, que faz @use_campana, que essas peças são feitas por uma pessoa, que tem um ritmo próprio de produção e muito amor e energia envolvidos. Por isso, é super importante respeitar isso também! #vailaPOA

Vai lá: Semana Fashion Revolution. De 23 a 27/04.
Saiba mais em: bit.ly/fashionrevolutionpoa

Coisa linda quando a gente está em sintonia, não é mesmo? Recebi a indicação deste evento, mas ele já estava “na agenda” do #vailaPOA! Olha só que demais: na próxima segunda (23/04), a partir das 19h, na Livraria Taverna, acontecerá o lançamento do sétimo livro da escritora Cris Lisbôa! "Tem Um Coração Que Faz Barulho de Água" fala de amor. Um amor que transborda e transforma. Através de poemas (cada um também tem a sua versão em espanhol), reúne cartas não enviadas, áudios apagados, bilhetes perdidos, notas esquecidas no celular e muitos trechos de músicas. "Estes textos são suspiros do meu processo criativo. Estou sempre de fone, amo programa de rádio e tenho um prazer secreto em decorar canção", revela Cris. Ela também é professora da escola itinerante de escrita criativa Go, Writers (@gowriters), com aulas acontecendo em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Portugal. A @acrislis não sabe, mas grande parte do @vailaPOA vem do Caderno Buena Onda, um “desmanual” de escrita com uma proposta recheada de “mapas de saída da inércia, sugestões de leituras, dicas pra colocar planos em prática, exercícios de escrita, auto-conhecimento e jeitos possíveis de atribuir palavras às experiências para criar significado e representação” (foi com essa apresentação que conheci o trabalho da Cris e me encantei). Eu (@luanasilva_arq) queria soltar um pouquinho a minha mão na escrita e acabei fazendo dele um lugar de (re)encontro e inspiração!
Bora dar um abraço na Cris? Já chamei as amigas escribas e apaixonadas por leitura que fiz aqui pela #internetafetiva… Agora te chamo também! Vai lá e aproveita para celebrar também o Dia do Livro!
Nos stories vai ter um tantinho na voz da Fernanda Takai…
Aqui neste link, outros trechos lidos por alguns alunos e amigos da Cris: bit.ly/crislisboa
Ah, e quem indicou o evento foi a @lilianlima. Gratidão! #vailaPOA #vailaPOACentroHistórico

Vai lá: Lançamento do livro "Tem Um Coração Que Faz Barulho de Água", da escritora Cris Lisboa (Livraria Taverna: rua Fernando Machado, 370,Centro Histórico). Segunda-feira (23/04), a partir das 19h.

Tá tendo mulher na marcenaria em Porto Alegre, sim senhoras!
Da vontade de compartilhar conhecimento e empoderar mais mulheres através da marcenaria, surgiu a ideia de criar um curso prático e dinâmico, voltado para mulheres que desejam ter a primeira experiência com marcenaria ou até mesmo aprimorar alguma prática que já tenham. Da necessidade de ver cada vez mais mulheres ocupando os mais diversos espaços (inclusive a marcenaria, a ferragem, a madeireira…), nasceu o @mulhernamarcenaria, curso que já era um desejo da Talita Demartini, marceneira e designer a frente da Ksulo, que busca uma aproximação com o universo maker (prinicipalmente da mulher maker) ao dialogar com movimento do “faça você mesma/o” através de objetos de decoração e/ou funcionais. Online lá do Recife, a Rubyane Borba, amiga querida do @decoracaoafetiva, também partilha o seu conhecimento de designer de interiores e de quem tem muito amor pelo nosso novo jeito de morar. E para ajudar a viabilizar tudo isso, a @lithadigital faz todas as conexões para deixar o ambiente virtual da aluna super atualizado, além de divulgar para o mundo que lugar de mulher é onde ela quiser sim, inclusive dentro da marcenaria! Os cursos são presenciais e a aluna leva para casa o móvel que executou. Já aconteceram 4 edições onde foram confeccionados criados-mudos e, além de outras novidades, já tem data marcada para a primeira turma do Curso Pocket Mini Pallet (#fofopallet), que é um movelzinho super versátil! Vai lá dar uma olhada! #vailaPOA #vailaPOAfeitoàmão

Vai lá: Curso de Marcenaria para Mulheres (@mulhernamarcenaria | @instaksulo | @decoracaoafetiva | @lithadigital). Próxima edição: Curso Pocket Mini Pallet (28/04).
Saiba mais em: bit.ly/mulhernamarcenaria

Abril é o mês de estreia da quinta edição da Calçada Cilada, iniciativa desenvolvida pelo instituto @corridaamiga, de SP, com o apoio de mais de 20 organizações parceiras Brasil a dentro! A Calçada Cilada é uma iniciativa que compreende atividades práticas e educativas para facilitar e fortalecer diálogo e ações entre sociedade, poder público e setor privado para que tenhamos calçadas caminháveis e acessíveis. Aqui em Porto Alegre, a campanha é articulada pelo @a_pezito e envolve a fiscalização de calçadas e a promoção de atividades variadas em torno da mobilidade a pé para engajar a população em favor de cidades caminháveis e acessíveis de forma efetiva.
No final de semana passado, durante a Virada Sustentável, o @a_pezito aproveitou a oportunidade para mapear parte das “Calçadas Ciladas de POA”, fazendo o chamado “bonde a pé” em direção ao Centro Histórico.
Tu também podes fazer este mapeamento através de um app gratuito, o Colab, onde tu te cadastras e faz o registro assim:
* Vai em mais (+) > “Fiscalize um problema”
* Seleciona a categoria “Pedestres e Ciclistas” e a subcategoria correspondente (por exemplo: “Calçada irregular”)
* Tira uma foto da Calçada Cilada
* Descreve o problema da calçada e usa a hashtag #cilada
* Confere o endereço da fiscalização, e, por fim, clica em “Publicar agora”
A campanha vai até 30/04, mas é super importante que a gente apure o olhar para o nosso trajeto diário! #vailaPOA #vailaPOAapé

Vai lá: Calçada Cilada. Até 30/04.
Mais informações: @a_pezito
Para pessoas, escolas e empresas que tiverem interesse em apoiar as ações ou promover atividades em outras cidades, o contato é pelo e-mail: apezito@gmail.com

Repensar a cidade, colaborar com a construção de uma rede para recriar e fortalecer a nossa relação com Porto Alegre: este é o convite do Cura, um movimento que busca cocriar soluções urbanas acessíveis e eficazes por aqui. "Queremos reconectar a população à cidade, pra que a gente repense a nossa postura como cidadãos, se informe sobre quais são os obstáculos que Porto Alegre enfrenta hoje e como a gente pode tirar eles do caminho. Todo mundo junto, sem deixar ninguém pra trás.", assim o @cura.poa se apresenta em suas redes e chama para estar junto na sexta e sábado (06 e 07/04) para iniciar essa conversa. Serão várias atividades nesses dois dias, conduzidas por diversas pessoas que tem iniciativas super bacanas aqui em POA e que também querem entender o que fazer para a cidade ficar melhor. Bora?
O evento é gratuito e faz parte da @viradasustentavelpoa. E tem um financiamento coletivo acontecendo para viabilizar esse início! #vailaPOA

Vai lá: CURA (Fundação Iberê Camargo: av. Padre Cacique, 2000). Dias 06 e 07/04. O evento é gratuito e a agenda completa está nas fotos.
Financiamento coletivo até 05/04: benfeitoria.com/cura
Inscrições: bit.ly/curaeuvou

#vailaPOA por @tanise_medeiros | Porto Alegre me tem! É certo que aqui encontrei meu lugar no mundo, as companhias pro caminho e, apesar de muitos desafios de vir “morar na cidade grande”, a capital me acolheu. Injusto é que não acolha a todo mundo! POA é a capital do país com um dos melhores índices de qualidade de vida, porém é considerada entre as 10 mais violentas do Brasil e é comum hoje uma certa apreensão dos portoalegrenses em caminhar tranquilamente pelas ruas. A violência é fruto de uma sociedade desigual e o Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, ou seja, um dos que mais concentra renda nas mãos de poucos, portanto a violência se ameniza com políticas efetivas de educação, saúde, moradia, trabalho, geração de renda e segurança pública que vai muito além de policiamento nas ruas. Como estamos vivendo esses aspectos em nossa cidade? Os processos de urbanização e industrialização, que no Brasil ocorrem a partir da década de 1930, desenvolvem as relações de produção a custas de uma política higienista, com objetivo de “limpar” o espaço urbano, tornando-o para poucos. Em POA isso também acontece e é o que dá origem aos territórios periféricos de nossa cidade, num processo de gentrificação que expulsa do centro da cidade milhares de pessoas, os colocando à beira de qualquer garantia de vida digna. A população em situação de rua vem crescendo nos últimos anos em POA e a resposta que o poder público em nossa cidade tem dado a essa situação é uma nova política higienista de “limpeza urbana”. Como estamos nos relacionando com a nossa cidade, com o poder público, com os espaços de participação e controle social? Como estamos nos relacionando com as pessoas marginalizadas e violentadas, que fazem parte do nosso cotidiano e que também tem o direito à cidade? Compartilhamos sentimentos de medo, insegurança, porém é necessário saídas coletivas para os desafios de nossa cidade. Ocuparmos mais os espaços públicos, utilizarmos mais o transporte público, participar ativamente da construção da cidade que queremos. Vai lá e te informa, participa, reivindica uma outra cidade possível e justa para todos e todas!

#vailaPOA por @tanise_medeiros | Fazer memória do lugar onde moramos é sempre um desafio! O compromisso com o passado é uma tarefa não só de historiadores e historiadoras, mas também de todos e todas que se compreendem como protagonistas e construtores de sua própria história. Porém, para escrevermos nossa história de maneira efetiva, é preciso também compreendê-la! Nesse processo de conhecer existem diferentes condicionantes históricos, políticos, sociais, econômicos e culturais que devem ser compreendidos para apreendermos a essência dos fenômenos que acontecem em nossa sociedade na sua totalidade. Ou seja, tem partes importantes de nossa realidade que não conseguimos enxergar bem “a olho nu”, precisamos de diferentes ferramentas para conseguir enxergá-las. Quando vemos uma notícia na mídia, por exemplo, não nos basta uma única fonte, é preciso olhar os diferentes pontos de vista de uma mesma questão que existe, que é real, concreta. Esses são alguns pressupostos da construção do conhecimento histórico, a partir da perspectiva que assumo. Poderia nesta semana compartilhar com vocês algumas narrativas sobre os fatos ditos importantes da história de Porto Alegre, porém, minha tarefa enquanto historiadora é principalmente instigar o pensamento lógico histórico daqueles e daquelas que não assumiram esta tarefa como profissão. Tentando colaborar um pouquinho nisso, compartilho com vocês alguns espaços que podem nos trazer diferentes ferramentas para compreendermos melhor a história de Porto Alegre e do RS. Embora ainda tenhamos muito que avançar na política de memória e patrimônio em nossa cidade, temos importantes espaços arquivísticos e de educação patrimonial que estão abertos à visitação. São museus e arquivos que podem nos proporcionar uma mirada diferente para a história da nossa cidade e que, distinto daquilo que muitas vezes povoa nosso imaginário, não são “lugares de coisas velhas, imóveis, com cheiro de mofo”, mas espaços que guardam a memória viva e que contam com profissionais capacitados para nos receber e apresentar os materiais disponíveis. Segue 👇#vailaPOA #vailaPOAconvidados

#vailaPOA por @tanise_medeiros | Quantas vezes caminhamos pelas ruas de Porto Alegre e pensamos sobre as histórias que as longas avenidas que intercruzam a cidade ou as pequenas ruelas carregam? Certamente já estivemos no Mercado Público, no Gasômetro, na Redenção, já passamos pela Azenha, pelo viaduto Obirici, já andamos pela Rua da Praia, pela Esquina Democrática e assistimos ao pôr do sol no Guaíba. Provavelmente já ouvimos histórias sobre a chegada dos casais açorianos, sobre a enchente de 1941 (a maior registrada na cidade!), já imaginamos o Dilúvio despoluído, o Guaíba próprio para banho, e as histórias dos crimes da Rua do Arvoredo já devem ter povoado nosso imaginário. Quando estudamos História na escola (ou até mesmo na Universidade, como é o meu caso) quase nunca nos é provocado entender melhor sobre nossa história local. Nossos livros didáticos são sempre cheios de homens europeus que vieram para o Brasil povoar nosso lugar e ensinar o nosso povo (charrua, guarani, kaigang) a “ser gente”. Quais foram as muitas mãos que construíram a história de Porto Alegre? Com certeza não são apenas as mãos de imigrantes europeus, mas principalmente de negros e indígenas, trabalhadores e trabalhadoras que constituíram nosso modo de ser portoalegrense, nossos prédios e avenidas, nossos bairros (do IAPI à Restinga, do São Geraldo ao Rubem Berta!) as cores e sabores de nossa cidade. Quando observamos o lugar que moramos, por vezes não enxergamos que seu território é espaço de disputa, marcado por remoções urbanas forçadas, por arranjos que nem sempre respeitaram as pessoas que aqui residem, e por problemáticas que não dão conta de garantir uma vida digna para todos e todas. Mas também podemos não enxergar que são territórios marcados por ocupações, por resistências, por construções coletivas e diferentes manifestações políticas, culturais, sociais… #vailaPOA #vailaPOAconvidados
.
Vai lá: Observa teu lugar de outro ponto de vista, te apropria das histórias, descobre o porquê do nome da tua rua, a origem do teu bairro, quem ajudou a construí-lo. É preciso compreender nossa história para construirmos a cidade que queremos! A propósito, que projeto de cidade que queremos?

#vailaPOA por @tanise_medeiros | De tempos em tempos, chamamos alguém para mostrar um pouquinho da cidade pelo seu ponto de vista. Desta vez será através da história! Por isso gostaríamos de apresentar a Tanise Medeiros, convidada que na verdade já colaborou conosco também na Semana da Consciência Negra. Assim ela se apresenta: “Mulher, estudante, militante, pisciana. Mestranda em Educação (UFRGS), Graduada em Licenciatura em História (UFRGS). Moradora de Porto Alegre a 10 anos, admiradora do pôr do sol no Guaíba, das luzes dos morros, da Esquina Democrática com um mar de gente, do povo da Restinga e da Lomba e do carnaval que resiste nos bloquinhos e nas quadras de samba! Fã de Elis, Lupicínio e Mário Quintana.” Bem-vinda, Tanise! Será maravilhoso compartilhar a tua visão histórica e questionadora da cidade! #vailaPOA #vailaPOAconvidados

Hoje Porto Alegre completa 246 anos e nós retornamos também comemorando nosso primeiro ano! O @vailaPOA se tornou ativo pela vontade que eu (@luanasilva_arq) tinha de me reconectar com a cidade e poder partilhar as diversas iniciativas bacanas que acontecem por aqui relacionadas à escolhas conscientes. E esse primeiro ano foi lindo e bem colaborativo! Por isso, trouxe a fala de 3 convidadas que expressaram as suas relações com POA. Olha só:
@conselheiraliteraria: “Fiquei 5 anos distante mas não teve um dia que a cidade não me chamasse, o que me fez decidir retornar para o Sul. Em resumo, a minha Porto Alegre afetiva transita entre a tranquila zona sul e o pulsar do Centro e seus bairros vizinhos, e não importa onde eu esteja, o jeitinho porto-alegrense de viver nunca me abandona.”
@ninecopetti: “A minha relação com Porto Alegre é de amor e ódio. A cidade ainda tem muito que aprender e oferecer, mas às vezes parece perdida no tempo. O que faço para que o amor prevaleça é apurar meu olhar para o que já existe. Tento enxergar cada lugar com olhos de doçura. Tento mostrar que há caminhos possíveis, que ocupar os espaços acaba tendo um efeito mágico em quem te vê saindo da toca. Não podemos colocar limitações nos nossos passos só porque coisas ruins estão nas notícias o tempo todo.”
@mary_poulain: “Hoje Porto Alegre e eu baixamos a guarda e conseguimos estabelecer uma relação de afeto. (...) Com o passar do tempo Porto Alegre foi chamando minha atenção. E aprendi que eu iria ditar o ritmo pra conhecer essa nova cidade. Aqui conheci pessoas incríveis, criei laços que vou levar pra sempre no coração onde quer que eu esteja e elegi os meus lugares favoritos. Fiz da minha saudade uma Porto Alegre boa pra se viver. E também fui exercendo sensibilidade para coisas que eu nem imaginava ser capaz de fazer. Porto Alegre fez de mim um milhão de possibilidades e me fez ter coragem pra abraçar o mundo e alçar voos cada vez maiores.”
.
E tu, o que tens a partilhar com a gente? Como é a tua relação com Porto Alegre?
.
Feliz aniversário, POA! E feliz aniver pra gente também, que segue no desejo de tornar essa conexão com a cidade cada vez mais afetiva! #vailaPOA 📸: @carmelsilveira

Most Popular Instagram Hashtags