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FACÇÃO NELES  3° Integral (os épicos) A NOSSA ETERNA FACÇÃO Fica aí de lembrança nossos melhores momentos. Vídeo de Ramonzin 👇👇👇

Tudo nessa sala da bagunça
Obrigada @fabricio.historia pelas imagens

"virou luxa"

Jonathan 2.0
É PUC @gustavo_vianac

Não importa a música,a dança é a mesma

THE END

500 doll só de carne

Se liga nessa facção

E ACABOUUUUUUUUUU

queria colocar duas provas por trimestre e foda-se simulado, mas nós, como belos ativistas, conseguimos mudar essa merda. O ano em que “Maguilão pega no meu pão” revelou para nós gostar da cobra atrás e aprendeu a nunca mais perguntar sobre provas, principalmente para um homem do tamanho de Fabrício. Nesse ano, Marcusão se descobriu um bombeiro e se entregou à ideia de pegar na mangueira grande, grossa e roliça, desde então nunca mais foi para a aula, tendo sua cara divulgada nos desaparecidos da conta de luz. Tivemos alguns momentos um pouco estranhos como Francisco Chorando na sala e vários professores chingando a gente por indisciplina, mas a verdade é que tenho orgulho disso. Apesar de não sermos a “melhor sala”, sempre soubemos conciliar as brincadeiras e o estudo, e isso demonstra que não nos tornamos meros robôs, mas sim seres humanos com felicidades e angústias. O ano em que finalmente os humilhados foram exaltados, GANHAMOS OS JOGOS INTERNOS, por meio de momentos de extrema união e torcida fervorosa, tenho certeza que esse “facção” vai ficar na história. Essa foi uma breve retrospectiva do muito que nós vivemos. Nós sabemos que essa, talvez, seja a última ocasião em que estamos todos juntos, mas temos ciência também que, desde o ponto em que nos encontramos, os nossos destinos foram traçados de forma que, mesmo distantes, estaremos unidos afetivamente. E como diz Guimarães Rosa
O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem
Então, vamos corajosos rumo ao que nos espera, sabendo que os futuros desafios serão pequenos diante da nossa amizade.

possível nos jogos, e conseguimos; afinal, o segundo lugar para uma turma, aparentemente, inofensiva é sim muita coisa. O ano em que Roberta se declarou de uma forma peculiar para Joãozinho, o coitado não podia nem soluçar que já recebia um sermão. Foi o ano em que nosso querido “Marcola” chegou, e vimos que, apesar de sua cara de sonso e retardado, ele é um cara engraçado e mais retardado do que a gente imaginava; afinal, ter a audácia de chamar Neto de “Netinho” é pra poucos. E, nas aulas de Karine, aprendemos, com todos os detalhes, o que não fazer quando estivermos na faculdade, coisas tipo ir para uma praia com desconhecidos sem falar com os pais e voltar 5 dias depois, é claro que, em algumas aulas, também aprendemos um pouco de biologia. Foi o ano em que Danilão nos deixou, o que, para alguns, foi indiferente, mas, para outros, também foi indiferente; tô zuando, não tiro aqueles olhos verdes do pensamento desde que eles nos deixou (seria ele “D.”?). O ano em que aprendemos como não colar no Enem com nosso amigo John John das cremosa (galera, colar uma folha enorme e deixar em cima da mesa não dá certo). E, finalmente, o Terceirão... Ah, esse ano foi épico e, sem dúvidas, um dos que mais marcou essa fase. A começar pela divisão da turma, foram dois minutos pensando tipo “Vamos nos unir e nos manter juntos” até umas oito pessoas falaram que ia para outra sala. Daí para frente, algumas coisas mudaram e, sinceramente, sabíamos que estávamos nos distanciando de alguns amigos e colegas, mas fazer o quê... nem tudo estava perdido, pois muitos continuaram em nossas histórias e momentos de descontração. Nessa divisão, o único novato que ficou foi Mateus, mal ele sabe que o projeto era depois dos jogos mandar ele para o dourado, mas, já que ele entrou na comissão de formatura, não pudemos fazer isso. Nesse ano, tínhamos a esperança e quase a obrigação de ganharmos a quadrilha, e, infelizmente, não foi como o esperado, porém sabemos que cada ensaio, cada momento e cada discussão seja de qualquer uma das três quadrilhas ficarão para sempre em nossas memórias, e é isso que fez valer todo o esforço. Foi o ano em que a “Logística” do prisma (até hj não sei o que é isso)

No início de 2016, começávamos uma nova etapa de nossas vidas, uma fase marcada pelo pressão de um futuro vestibular, pela cobrança de boas notas e pela vivência de novas experiências, o ensino médio. Apesar de muitos de nós não estarmos juntos nesse ano, cada um viveu em seu íntimo o medo de como seria esse período, seja pela vinda de outras cidades em direção ao desconhecido, pela troca de escolas ou até mesmo por aqueles que se mantiveram aqui no prisma. Durante o primeiro ano, vivemos diversas experiências que ficaram marcadas, experiências que nos enriqueceram (tanto é que o povo do vermelho gostou tanto que quis fazer de novo kkkk). Foi o ano também que nós mais apanhamos nos jogos, mas aprendemos como devíamos tratar o primeiro quando a gente estiver no terceiro ano. O ano em que Emanuel feriu o coração de Netinho, a partir da perda de sua identidade, deixando o primeiro lugar do PAES para nós, meros mortais, buscarmos. Ao longo do segundo ano, o nosso verdadeiro amarelo se formou, vivendo momentos de extrema união e outros de alguns desentendimentos. No início do período letivo, ainda havia uma certa resistência, o povo que era do integral olhava para os outros com uma cara tipo: “quê q cê tá caçando aqui?!”, mas, com a convivência, eles cederam à extrema beleza e simpatia dos novatos, tirando a de Marcus, é claro. Foi um ano, também, de muito crescimento, muitas felicidades, algumas angústias e muita luta (Isadora e Roberta que o digam, esse dia foi épico). O ano em que o nosso ídolo Luan nos deixou, alguém duvidava que ele ia passar na faculdade? É claro que não, uma nítida história de superação do preconceito geral; afinal, Noêmia mandou ele colocar um abacaxi na cabeça para chamar mais atenção. Tinha também Camila, que não conversava com ninguém, é claro que ela foi mais uma vítima das rufiações de Christian, mas ela deu um toco e ele teve que ficar com a samambaia. Foi nesse ano que conhecemos o mito das geografias, o senhor das projeções cartográficas, o melhor prof da América Latina, o famoso Euclides (mano, eu não sabia se chorava ou se ria na aula). Foi o ano em que nossa sala, de forma intensa e verdadeira, se uniu para buscar o melhor resultad

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