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#literaturacontemporânea

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Mais uma leitura concluída. Nesse livro, novamente Adriana Lisboa aborda a temática do deslocamento e do luto. Vanja, uma adolescente de treze anos, muda-se de Copacabana para o Colorado, nos EUA, em busca de seu pai. Lá, ela mora com Fernando, ex-marido de sua mãe (mas não é seu pai) e ex-guerrilheiro brasileiro na época da ditadura. Fernando a acolhe como um pai e, com ela, entrega-se à jornada de busca aos familiares da protagonista. A autora intercala a história de Vanja, de sua mãe, de Fernando na época da guerrilha e de outros personagens encantadores, como o vizinho Carlos, pessoas que se deslocaram de seus países de origem em busca de uma nova vida. Com uma escrita simples, porém bem articulada, a narrativa é construída aos poucos e mistura passado e presente de modo a instigar o leitor a descobrir o enredo. Fernando, o padrasto de Vanja, é um dos personagens mais bacanas da literatura contemporânea e me encantou. Recomendo a leitura, pois a escrita de Adriana Lisboa merece muito a nossa atenção. Meu preferido, no entanto, continua sendo o primeiro livro que li dela: "Sinfonia em branco". #azulcorvo #adrianalisboa #amoler #literaturacontemporânea #literaturabrasileira

Um livro doído. Nele temos a pequena Halla, uma criança exposta a vulnerabilidades que a obrigam a atingir a maturidade mais depressa, ao assimilar a morte da irmã gêmea. Sente que não só perdeu a irmã, mas também sua infância e revela: “a morte é um exagero. Leva demasiado. Deixa muito pouco.” E aprende: “ O inferno não são os outros (...). Eles são o paraíso, porque um homem sozinho é apenas um animal. A humanidade começa nos que te rodeiam, e não exatamente em ti”. E absorve toda a desumanização que está ao seu redor. E intui: “Talvez encontrasse o sentido da vida na prova do meu afeto.” E arremata, como sábia forjada das experiências: “Quem não saber perdoar só sabe coisas pequenas”. #literaturacontemporânea #valterhugomae #adesumanizacao #paixaopeloslivros 💚📚💚

Porque o primeiro autógrafo tinha de ser deles. #chegouAllegra Para comprar, acesse www.bit.ly/compreallegra #literaturacontemporânea

COMETENDO O CLICHÊ PRA COLAR COM POESIA:

Não me venham falar em acasos
os que tiveram teto de vidro
e hoje têm pisos de cacos (Luís Mingau)

O chão aí é de um penetrável de Cildo Meireles

#poesiaautoral
#literaturacontemporânea
#haicai
#cildomeireles

#dicaLichia
Mesmo se não for viajar esse mês, que tal uma leitura gostosa? Nossa sugestão é a tetralogia da Elena Ferrante, escritora italiana que virou fenômeno editorial nos últimos anos. ⠀📚

Quem tem mais dicas conta pra gente aqui nos comentários!
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#tetralogia #elenaferrante #literaturacontemporânea #férias

LIVRO #39

Sabe aquele livro que transporta para as lembranças da infância e adolescência numa cidade interiorana? Então, esse é o caso.

Com leveza, bom humor, espanto e simplicidade, os contos constróem o clima nolstálgico que permeia a Nova Lima de Eduardo Sabino, povoada por garotos em fliperamas e quartos escuros, dos loucos ou delirantes partes do imaginário de uma cidade, os velhos, adultos e jovens e suas imensas transformações, o sagrado e o profano, tudo se misturando num estranhamento tão natural quanto cotidiano, a grande matéria-prima dos contos.

Não bastasse, cada página, cada personagem nos toma pela mão e propõe uma imersão em seus universos. Somos dragados pelos buracos de Nova Lima, a ouvir o cavalo fantasma de "Almas do Halley", na tensão derradeira de "Assombros" (não pude não deixar de xingar o autor quando entrei no beco com Ana), os conflitos e mentiras de "Newtão", a solitude de "Jogo de Três", a melancolia e sofrência no (excelente) "Discografa do fim", nos diálogos ágeis de "Gabriel e os troianos". Ao chegar ao fim do livro, fiquei com a sensação incômoda de inadequação, pois nada naufraga na prosa de Eduardo Sabino, exceto o leitor que se vê cada vez mais imerso em uma Nova Lima gigante, graúda, mítica.
Senti-me o protagonista de cada história. Senti o incômodo entre o ceticismo e o transcedente. Senti os desencontros com os antigos amigos e a realidade dos sonhos que não vingaram.
Se gostei do livro? Adorei. Grato a Eduardo Sabino, pelo livro; a Patuá, pela publicação, e; ao Roberto Menezes, pela indicação.

#contos #literaturabrasileira #literaturacontemporânea #editorapatua

. "Los otros eran simulacros.
Tú eres el incendio."
[AM]
#ExpoPoesiaAgora #literaturacontemporânea #jovensescritorxs #errejota

Mesa com Marcelo Maluf e Jacques Fux no SESC durante a FLIP.

#literaturacontemporânea #literatura #literaturabrasileira #jacquesfux #marcelomaluf

#18
Comprei esse livro aleatoriamente numa promoção da cosacnaify, em 2014. Não conhecia o autor, mas o título me chamou muito a atenção. E aí o que aconteceu foi: ele ficou esse tempo todo parado na estante (quem sempre?) Então resolvi colocá-lo no desafio #12livrospara2017 e não fiquei com aquele pensamento "aaa, por que não li esse livro antes?!" porque acho que o li na época certa. "O frio aqui fora" se tornou num dos meus livros favoritos, mas ainda assim não acho válido recomendar pra todos, talvez ele não seja de um gosto muito geral.
Acompanhamos a história de Gustavo, que em cada lugar da sua vida possui uma identificação: Gustavo Luna, Gustavo, Luna, Gunga, Guga. São seus crachás, como o próprio personagem diz que cada um possui. Gustavo tem uma vida aparentemente segura até o momento em que perde uma promoção que não só ele, mas todos os outros funcionários na empresa, acreditava já ganha. E, também, enfrenta o fim de um relacionamento duradouro. A partir de então Gustavo se questiona e duvida de tudo, sofre para se adaptar às mudanças, repensa em tudo o que fez, no que vai fazer, tem a sua vida derrubada totalmente para o acaso. A narrativa não é linear, os acontecimentos vão e voltam num fluxo de consciência (que, sim, é feito em terceira pessoa, mas é uma voz tão íntima do personagem e que às vezes se mistura com a voz do próprio Gustavo) e faz um mergulho totalmente intimista do personagem. A escrita do Flavio Cafiero é simplesmente linda. Toda elegante e poética, mas ao mesmo tempo acessível e, não sei, totalmente natural. Uma das características que mais gostei no personagem é o papel importante que a linguagem tem na sua vida, apesar de ser sempre um mistério (e ele faz algo que, acredito eu, seja comum dentro da cabeça de cada um: Gustavo estranha determinadas palavras no momento em que as usa).
Enfim, é um livro, pra mim, maravilhoso. Entendo algumas pessoas que dizem que ficou cansativo em determinadas partes, e é um livro que merece um pouquinho mais de atenção, mas pra mim fluiu muito bem.
Quero tê-lo sempre por perto e espero poder conhecer outras obras desse autor. 😊

MOST RECENT

Enfim, publicado!
A natureza das coisas breves, uma antologia que é puro amor, organizada pelo @tiagonolima
Meu conto "Doce" tem a companhia de mais 43 textos de pessoas que, além de talentosíssimas, são extremamente queridas. Gostei muito de ter meu nome entre os de vocês.
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51 | A pele da terra, de João Anzanello Carrascoza.
Fim da "Trilogia do Adeus". Achei os três livros ótimos, a escrita do autor é incrível (já disse isso antes). Esse último foi o mais fraco na minha opinião. O primeiro, "Caderno de um ausente", se tornou um dos meus livros preferidos da vida. Dica: leiam Carrascoza! Fica aqui o meu adeus, mas espero voltar logo.

Estão a fim de um livro que vai te fazer pirar pensando em tudo o que sua vida poderia ter sido? Link para a resenha aqui (e também na bio): bit.ly/2ieQMCT

#materiaescura #blakecrouch #poeiraliteraria #vorticefantastico #vorticefantasticopoa #literaturaamericana #literaturacontemporânea #gatodeschrodinger #multiverso

E no mês do horror, o que representa mais o nosso medo diário do que a violência?

Representando de maneira brutal a violência animalesca nos grandes centros urbanos, com foco no Rio de Janeiro, encontramos nesse livro de contos o suficiente para ficarmos abismados.

Desprezo pelo próximo, mortes, tiros, agressões desnecessárias, violência desmedida, população marginalizada, preconceito, falocentrismo, epifania, tudo isso aliado, acredite se quiser, à erudição. Ao mesmo passo em que Rubem usa a violência da linguagem para enfatizar a violência das ações, é possível se deleitar com várias passagens em francês e referências culturais.

Se você ama contos, mas nem tanto assim literatura brasileira contemporânea, esse livro vale um voto de confiança.

Não esqueçam de seguir as parceiras:
@paginasdeemocoes
@somaisalgumaspaginas
@naestanteamarela
@somaisumparagrafo
@ler_pra_viver
@livrosliberdade
@virando_a_folha

Adivinha quem é essa personagem? #fanart maravilhosa do @leonardo_alvespereira 💜💜💜 Compre Allegra em www.bit.ly/compreallegra ou ebook em www.bit.ly/allegraantesdoplay.
#literaturacontemporânea #literaturajuvenil

Lido| ❤️ 📖
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História do Novo Sobrenome é o segundo romance da série napolitana por Elena Ferrante. O livro inicia-se na fase da Juventude​, a narração da história é em 1ª pessoa, a partir das lembranças de Lenu, na primavera de 1966, onde Lila confidencia uma caixa com seus diários e solicita que não a abra, porém quando Lenu se ver no trem, desata os barbantes e inicia a leitura: “não era um diário, embora ali figurassem relatos minuciosos de fatos de sua vida a partir do final da escola fundamental. Mas parecia o rastro de uma teimosa autodisciplina de escrita. As descrições abundavam.”
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Lila, aos 16 anos se casa e, descobre brutalmente que seu casamento foi um jogo para perpetuar interesses familiares. Uma relação conflituosa marcada pela violência sexual, física e psicológica, em que, Lila resigna ao papel de subserviência do ser mulher “[...] tínhamos visto nossos pais baterem em nossas mães desde a infância. Tínhamos crescido pensando que um estranho não podia sequer nos tocar, mas que o pai, o noivo e o marido podiam nos encher de tapas quando quisessem, por amor, para nos educar, para nos reeducar”.
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Lenu com as oportunidades de ascensão instrucional alimenta uma fuga da pobreza do bairro, das pessoas que representam o domínio, controle e o medo, porém esses mesmos pensamentos contrapõem sua existência e seu papel como mulher. Partir dali ou continuar? A partida é um salto de liberdade e um grito a todos em não aceitar tais condições – a permanência, uma aceitação e/ou talvez um rumo igual ao de Lila. Esses conflitos dispersam Lenu dos estudos, momento em que descobre seu interesse por Nino, filho de Donato Sarratore. Uma relação que instintiva e instucionalmente faz Lenu sentir-se inferior diante de Nino e sua intelectualidade.
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Novamente, a ‘amizade’ de Lila e Lenu vivencia uma situação conturbadora e de distanciamento, gerada por uma relação entre Lila e Nino.
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(Continua nos comentários...)

Quer uma dica de #LiteraturaNacional? 🇧🇷️📚
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📚 A obra "As Perguntas", lançada agora em agosto pela #CompanhiaDasLetras, mescla a vida urbana contemporânea com toques de horror e mistério em torno da personagem Alina.
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✒️ A garota faz doutorado em história das religiões, e após saber que uma série de surtos psicóticos vêm acontecendo em #SãoPaulo, ela decide investigar por conta própria qual a origem desse surto e o possível envolvimento das vítimas com uma seita religiosa. 😱
📘 A sinopse oficial do livro você encontra lá na página da #BookishBR no Facebook.
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📌 #AsPerguntas é o terceiro romance do autor gaúcho #AntônioXerxenesky, que também já publicou outras duas coletâneas de contos. [E não é de hoje que eu tenho vontade de conhecer o trabalho dele! Beijo, Fran. 😍]
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😎 O livro parece aproximar a nova geração de leitores, por possuir uma protagonista da geração "millennial" (nascida entre os anos 80 e 90), e ao mesmo tempo mantém certa distância narrativa com o uso da terceira pessoa. 💭
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🔗 Confira um trecho da obra, disponibilizado pela #CiaDasLetras: goo.gl/o4f33m {Digite o link no navegador}
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#LiteraturaGaúcha #LiteraturaBrasileira #ObraNacional #CulturaNacional #Livros #Literatura #Book #Bookaholic #LiteraturaContemporânea #AutorContemporâneo #Bookstagram #ValeAPenaLer

Um livro doído. Nele temos a pequena Halla, uma criança exposta a vulnerabilidades que a obrigam a atingir a maturidade mais depressa, ao assimilar a morte da irmã gêmea. Sente que não só perdeu a irmã, mas também sua infância e revela: “a morte é um exagero. Leva demasiado. Deixa muito pouco.” E aprende: “ O inferno não são os outros (...). Eles são o paraíso, porque um homem sozinho é apenas um animal. A humanidade começa nos que te rodeiam, e não exatamente em ti”. E absorve toda a desumanização que está ao seu redor. E intui: “Talvez encontrasse o sentido da vida na prova do meu afeto.” E arremata, como sábia forjada das experiências: “Quem não saber perdoar só sabe coisas pequenas”. #literaturacontemporânea #valterhugomae #adesumanizacao #paixaopeloslivros 💚📚💚

Conceição Evaristo - Olhos D’água

O meu amor pela literatura tem muito da vontade de conhecer o que não me é cotidiano, ter o prazer de encontrar personagens amáveis como David Copperfield escrito por Charles Dickens, ou conseguir entender as razões, mesmo não concordando com suas ações, do oficial Javert que o grande Victor Hugo nos entregou. E nessa obra da Conceição Evaristo, encontramos personagens poucos comuns nas artes, personagens à margem da sociedade, personagens que suas histórias geralmente morrem com os filhos.
A escrita de Conceição Evaristo é pulsante, reta, forte, assim como seus personagens, apesar de carregar um mar de sentimentos na prosa, ela espanca com palavras, suas narrativas nos incomodam e nos tira do eixo, e isso eu amei na autora, mas tenho que confessar que algumas abordagens em determinados contos me incomodaram um pouco, mas pode ser problema pontualmente meu.

Como quase todo livro de contos, esse tem seus contos incríveis e os que não me tocaram tanto assim, mas a escrita da autora vale uma conferida. Recomendo principalmente os contos, Olhos D’água, Maria, Luamanda, Lumbiá, Ayoluwa, a alegria do nosso povo.
#olhosdagua #conceicaoevaristo #livro #livros #lidos2017 #leituras #leitura #instalivros #instalivro #instabooks #instabook #contos #brasil #literaturabrasileira #literaturacontemporânea

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