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O que parecia ser apenas um flerte de alguns dias, mostrou-se algo maior ainda durante aquela viagem de Marina. “Fui embora de Washington para Nova York quatro dias depois de nos conhecermos. Em Nova York, no meu terceiro dia, ele pegou o carro e foi me encontrar pra jantar comigo (chegou às 6:00 da tarde e foi embora às 4:00 da manhã, já que tinha que estar no escritório às 9:00). Na volta pro Brasil, eu tinha uma conexão em Washington de 5 horas e nos encontramos de novo. Ele me deu um anel e disse que iria pro Brasil me visitar.” ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Apenas dois meses depois, Garret cumpriu o prometido. Pegou o avião rumo ao Brasil e à Marina. “No início, quando voltei ao Brasil, eu achava que nunca mais o veria, mas começaram a chegar as cartas, flores e mais cartas pelos Correios. Então ele veio ao Brasil e ficamos revezando. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Eu vinha para os EUA e ele ia para o Brasil. Isso durou dois anos. As despedidas eram a pior parte. Cada vez que nos despedíamos eu pensava: "Meu Deus, isso é muito triste, não vai dar certo.” (Parte 2 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Marina Gonçalves e Garrett Heath - Estados Unidos ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Foto: @isthisreal

Um #TBT da saudade | Boa Noite |

#Repost @kingstonbrasil (@get_repost)
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Com a proximidade dos cavalos, vieram muitos aprendizados. A responsabilidade de cuidar, a paciência em treinar o animal e aperfeiçoar sua técnica, tarefa que leva anos, a coragem em dominar um animal tão grande e imprevisível e a lição de que, na vida, nem sempre tudo dá certo o tempo todo - os cavalos também têm seus dias bons e ruins. “A magia do cavalo está muito além do que se pode imaginar. Está na convivência, nos sentimentos que ele é capaz de despertar dentro de cada um. Crescer e conviver com esses animais é uma experiência única. Eles me ensinaram, e continuam ensinando muito, sobre respeito, confiança, reciprocidade, amor e principalmente a acreditar e correr atrás de meus sonhos. Isso se reflete no meu dia a dia, e me faz crescer muito como pessoa.” (Parte 3 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil
Rafaela Slaviero - Brasil

Foto: @isthisreal

Este é o cartão micro SD XC da Kingston, ótimo para câmeras de ação e com uma velocidade muito boa, em breve nosso review vai ao ar em nosso site, fiquem ligados #Internerdz #Kingston #KingstonBrasil

(Parte 2 de 3) "Cheguei em Huanuco em janeiro de 2011 e, não vou negar, os primeiros meses foram difíceis", explica Carol Ferigolli, psicopedagoga que partiu para uma missão de um ano para transformar a realidade de uma comunidade peruana por meio da educação. Após um processo de adaptação cultural, ela pôs em prática seu projeto @acordandopalavras, que abrangeu desde a alfabetização de crianças e adultos até a preparação de líderes comunitários para reivindicar direitos ao governo, como saneamento básico. "O fato de eles não dominarem a escrita, por exemplo, deixava-os aquém de qualquer possibilidade de fazer uma petição pública, legalizar a própria comunidade, pedir água, luz... Esse foi meu primeiro desafio, ao mesmo tempo em que eu tentava fazê-los entender que eles também são gente e podem buscar seus direitos", explica. Foi o passo inicial de uma grande transformação: hoje, as famílias do assentamento humano Futura Generacion têm energia elétrica, criações de animais para combater a desnutrição e jovens alfabetizados e com uma visão muito mais abrangente de mundo. ⠀
#MemoriaMarcante
#KingstonBrasil

Carol Ferigolli - Huanuco, Peru.⠀

Foto: @paulodelvalle

Produção de fotos destinada as redes sociais para @kingstonbrasil , sai na frente quem entende a importância da imagem. #photography #stillphotography #lovemyjob #kingston #kingstonbrasil

E tem presente todo dia no #AsusOnBoard3 Valeu @asusbrasil #KingstonBrasil #Blizzard

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Esse é o DataTraveler 50 #kingstonbrasil

E a segunda sendo produtiva por aqui! #kingstonbrasil #work

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Um #TBT da saudade | Boa Noite |

O que parecia ser apenas um flerte de alguns dias, mostrou-se algo maior ainda durante aquela viagem de Marina. “Fui embora de Washington para Nova York quatro dias depois de nos conhecermos. Em Nova York, no meu terceiro dia, ele pegou o carro e foi me encontrar pra jantar comigo (chegou às 6:00 da tarde e foi embora às 4:00 da manhã, já que tinha que estar no escritório às 9:00). Na volta pro Brasil, eu tinha uma conexão em Washington de 5 horas e nos encontramos de novo. Ele me deu um anel e disse que iria pro Brasil me visitar.” ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Apenas dois meses depois, Garret cumpriu o prometido. Pegou o avião rumo ao Brasil e à Marina. “No início, quando voltei ao Brasil, eu achava que nunca mais o veria, mas começaram a chegar as cartas, flores e mais cartas pelos Correios. Então ele veio ao Brasil e ficamos revezando. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Eu vinha para os EUA e ele ia para o Brasil. Isso durou dois anos. As despedidas eram a pior parte. Cada vez que nos despedíamos eu pensava: "Meu Deus, isso é muito triste, não vai dar certo.” (Parte 2 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Marina Gonçalves e Garrett Heath - Estados Unidos ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Foto: @isthisreal

A distância faz ao amor aquilo que o vento faz ao fogo: apaga o pequeno, inflama o grande. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Marina Gonçalves e Garrett Heath viram o amor inflamar. A história começou numa viagem de Marina a Washington DC, nos Estados Unidos, há pouco mais de dois anos. Num jantar em um restaurante tailandês, ela e Garrett trocaram telefones. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
“Começamos a nos falar todos os dias por mensagem. No nosso primeiro encontro, faltando uma hora para o jantar, eu mandei mensagem dizendo que não iria porque não falava inglês (escrever mensagem com ajuda do Google tradutor é fácil)”, lembra Marina. “Aí ele disse que tudo bem, porque ele sabia falar um pouquinho de espanhol. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
No fim, o espanhol dele era pior que meu inglês”, brinca ela. (Parte 1 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Marina Gonçalves e Garrett Heath - Estados Unidos ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Foto: @isthisreal

Toda segunda, quarta e sexta uma nova história do #MemoriaMarcante 😍
Não deixe de acompanhar 😉
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#kingstonbrasil
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Foto: @isthisreal

Este é o cartão micro SD XC da Kingston, ótimo para câmeras de ação e com uma velocidade muito boa, em breve nosso review vai ao ar em nosso site, fiquem ligados #Internerdz #Kingston #KingstonBrasil

Confira o vídeo de Aniceto Cantero, contando sobre o passado e vislumbrando o futuro do seu país: Cuba
#MemoriaMarcante da #KingstonBrasil
Quer conhecer outras histórias inspiradoras? Visite o nosso canal do Youtube: Link na BIO 😉

Nessa semana você acompanhou a história de Aniceto Cantero, mostrando todo respeito pelo seu país 😍
Não perca o vídeo com a sua história nesta quarta-feira, aqui no nosso Instagram ❤❤❤
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#MemoriaMarcante #KingstonBrasil
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Foto: @isthisreal

Apesar de ter consciência da situação complicada e da falta de liberdade no país — na juventude, ele era proibido até de conversar com turistas, sob o risco de ser detido —, Aniceto é um admirador de Fidel Castro. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
“Nosso Fidel Castro era muito bom, porém seus seguidores eram muito ruins. Os maiores delitos foram feitos por essas pessoas. Fidel era deus de Cuba. Sempre expressou sua vontade e sempre ajudou a fazer a coisa certa”, defende ele. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Aniceto sonha com um futuro melhor para seus descendentes. “É hora de um governo que dê espaço para pessoas mais jovens com novas ideias. Eles são o futuro deste país.” (Parte 3 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil

Aniceto Cantero - Cuba

Foto: @isthisreal

Ele começou a trabalhar aos 16 anos como ajudante de pedreiro. Depois conseguiu trabalho como cortador de cana nas plantações de cana de açúcar. O salário mensal era de, atualizado para os dias de hoje, algo em torno de 8 euros por mês. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
“Com o dinheiro a comida não dava nem para a metade do mês. Não foi uma época fácil.” Ele depois passou por uma fábrica de cimento e finalmente encontrou uma vida um pouco melhor na agricultura familiar. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Seu maior sonho é um governo de Cuba que “mude a doutrina e comece a pensar que todos os seres humanos da ilha merecem uma vida melhor”. (Parte 2 de 3)  #MemoriaMarcante #KingstonBrasil

Aniceto Cantero - Cuba

Foto: @isthisreal

Quando Aniceto Cantero nasceu, em 1968, a revolução cubana estava completando oito anos. Em muitos aspectos, o governo liderado por Fidel Castro definiu o destino da vida de Aniceto. Uma vida de poucas oportunidades. Um de cinco irmãos, foi criado sem o pai. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
O sustento dos filhos dependia do trabalho da mãe, que lavava roupas nas casas da pequena elite do país. “Dormíamos os 5 irmãos na mesma cama.
A casa também não tinha paredes.” Aos 50 anos, Aniceto ainda mora na mesma casa, com dois dos irmãos, na pequena Trinidad, uma pequena cidade que foi um povoado dos espanhóis na época da colônia. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
A cidade preserva muito da arquitetura colonial, o que lhe garante um pouco de turismo, a maior fonte de receita do município. “Quando a União Soviética caiu no fim dos anos 1980, a situação piorou de vez por aqui”, conta ele. (Parte 1 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil

Aniceto Cantero - Cuba

Foto: @isthisreal

Prestes a lançar a terceira coleção da @onu.is, o designer Thomas Moon (@tmoon80) já projeta grandes planos pra empresa. "Nós estamos indo muito bem, graças à sorte de termos conhecido pessoas importantes ao longo do caminho - desde investidores que acreditam na nossa proposta até empresas grandes de esporte que nos deixam experimentar com seus materiais.". Sua ideia é, em um futuro breve, retribuir toda essa ajuda. "Quero criar uma plataforma que permita que novos designers criem e experimentem, mesmo que não tenham a capacidade ainda de fazer grande encomendas de tecidos e lidar com essas cifras altas. Se você não tem o dinheiro, não significa que você não tenha a mente pra fazer", diz ele. Como sua maior paixão é a criatividade e inovação que pode trazer para o vestuário, ele não se preocupa com competição. "Quanto mais pessoas tiverem acesso à essas tecnologias, mais pessoas estarão criando coisas incríveis!". A espontaneidade e paixão com que ele fala sobre seu negócio são traços claros de sua personalidade, presente em tudo o que faz. "Um dia espero ser bem sucedido ao ponto de poder empregar todos os meus amigos, pessoas criativas e em que confio. É a personalidade de cada um que pode impactar na hora de criar algo totalmente novo. Acho que esse é o objetivo de tudo isso!", conclui. (Parte 3 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil

Thomas Moon - EUA

Foto: @paulodelvalle

"Quando você começa a viajar mais, você percebe que a quantidade de coisas que você carrega pode fazer toda a diferença", explica o designer Thomas Moon (@tmoon80), criador da marca de roupas de performance @onu.is. Sua empresa surgiu a partir dessa percepção - de que camisetas e outras peças de tecidos tecnológicos, que não amassam, pegam cheiros ou sujam facilmente, poderiam ser um divisor de águas na vida de um viajante frequente. "Eu comecei desenhando roupas pra mim mesmo, porque eu viajava muito pra maratonas, escaladas e outras atividades, e queria levar o mínimo de peças necessário", conta. Mas, ao mesmo tempo, ele percebia uma lacuna grande nesse mercado: todas as roupas tecnológicas eram feitas exclusivamente para a prática de esportes, porque "ninguém quer entrar num avião com uma roupa que parece mais um collant do super-homem". Suas peças têm justamente essa proposta, de oferecer uma ampla variedade de usos, de forma eficiente e inovadora - com tecidos experimentais, materiais novos e muita tecnologia empregada. (Parte 2 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil

Thoman Moon - EUA

Foto: @paulodelvalle

O designer Thoman Moon (@tmoon80) tem aventura como combustível. Desde que começou seu trabalho projetando pranchas e skates na Califórnia, ele sabia que queria crescer, e fazer com que sua criação tivesse um impacto global. A receita pra isso? Largar tudo e se mudar para Nova York, a cidade que, segundo ele, reúne algumas das pessoas mais geniais e criativas do mundo. Foi participando de um concurso de design na Big Apple que ele descobriu o quanto estava certo, e assim sua carreira decolou. Seu objetivo? Criar roupas de performance que pudessem melhorar o desempenho de atletas e de viajantes, e assim criar soluções que tivessem impacto em suas duas paixões, a estrada e o esporte. (Parte 1 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil

Thoman Moon - EUA

Foto: @paulodelvalle

"Eu mudei por mim.
Agora mais magra, mais segura e casada com um marido incrível, só faltava mais um obstáculo: aprender a me amar!

Confesso que depois que me afoguei em alto mar aos 15 anos, nunca mais quis saber de saltar de um barco ou de alguma piscina que não desse para apoiar o pé no fundo. Eu tinha pavor de mar! Moro em uma cidade de praia há 7 anos e se entrei 2 vezes na beira da água, foi muito. Durante minha viagem ao México, onde conheci a Paty, decidi quebrar mais uma barreira: o medo.
Eu estava em uma viagem a trabalho e soube que na programação havia mergulho e passeios de barco, então pensei que, como sempre, ficaria no barco esperando as pessoas regressarem. Mas só é preciso um segundo de coragem para mudar alguma coisa, não é?! Então decidi tentar... morri de vergonha, mas abri meu coração e pedi ajuda!
O barco parou. Eu desci pela escada e a agarrei com toda a minha força, até que ouvi: "solte a escada, você está de colete, nada vai acontecer!". Me soltei. Tremi. Fiquei sem ar. Era como se estivesse me afogando alí novamente, com a cabeça fora da água, olhando o barco cada vez mais longe. Até que uma companheira de viagem chegou perguntando se eu estava bem e eu comecei a chorar de medo, em saber o quando aquilo era difícil para mim. Eu a pedi para segurar as minhas mãos (que pareciam suar mesmo debaixo d'água) para sentir que tinha alguém ao meu lado. Fui me acalmando, o barco se afastando, me concentrei e desfrutei aquele momento tornando-o uma memória ainda mais marcante que meu trauma. Notei que, pela primeira vez na vida, eu fiz isso por mim; eu amei, ME amei e me desafiei... mais uma vez. Hoje eu sou uma pessoa absolutamente feliz e procuro evoluir dia após dia, sabendo que a única responsável pela minha própria felicidade sou eu mesma!" (Parte 3 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil

Ana Lu - México

Foto: @patchinpixels

"Eu mudei pelos outros."
Essa mulher linda e auto-confiante aí da foto é a Ana Lu do @eunaovisto38. Acredito muito que o mundo coloca algumas pessoas no nosso caminho pra trazer algum tipo de lição ou aprendizado, e tenho certeza que a Ana Lu foi uma delas. "Quando eu era pequena, eu era uma criança atípica. Tinha uma família de pais divorciados, um olho estrábico, língua presa, coxas grossas, bumbum grande e um nariz largo. Apesar das imperfeições, eu era só uma criança que, como todas as outras, nasceu sem preconceitos ou estereótipos formados, então eu jamais saberia que eu era diferente se as pessoas não se sentissem bem em me contar da forma mais natural possível que eu era estranha... Sim, eu mudei por essas pessoas e me tornei a pessoa que elas queriam que eu fosse.
Fiz anos de fonoaudiologia, tratamentos nos olhos e até mesmo cheguei a operar o nariz com apenas 18 anos (antes mesmo de tirar a habilitação) pois meu sonho era ser mais 'normal'. Eu queria mudar para agradar os outros, queria que as pessoas gostassem de mim e, para isso, eu acreditava que precisava ser como elas, ou até mesmo melhor do que elas. Me vestia com roupas muito caras mascarando a beleza que eu achava que não tinha, tentava presentear aos outros a todo tempo e fazer todos se divertirem para que não notassem meus defeitos. Engoli muito sapo, muito choro e até mesmo o meu orgulho, que depois de um tempo já nem existia." (Parte 1 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil

Ana Lu - México

Foto: @patchinpixels

Confira o vídeo da Rafaela Slaviero (@rafaelasl), contando sua paixão sobre os cavalos #MemoriaMarcante da #KingstonBrasil ❤️
Quer conhecer outras histórias inspiradoras? Visite o nosso canal do Youtube: Link na BIO 😉

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Com a proximidade dos cavalos, vieram muitos aprendizados. A responsabilidade de cuidar, a paciência em treinar o animal e aperfeiçoar sua técnica, tarefa que leva anos, a coragem em dominar um animal tão grande e imprevisível e a lição de que, na vida, nem sempre tudo dá certo o tempo todo - os cavalos também têm seus dias bons e ruins. “A magia do cavalo está muito além do que se pode imaginar. Está na convivência, nos sentimentos que ele é capaz de despertar dentro de cada um. Crescer e conviver com esses animais é uma experiência única. Eles me ensinaram, e continuam ensinando muito, sobre respeito, confiança, reciprocidade, amor e principalmente a acreditar e correr atrás de meus sonhos. Isso se reflete no meu dia a dia, e me faz crescer muito como pessoa.” (Parte 3 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil
Rafaela Slaviero - Brasil

Foto: @isthisreal

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A paixão se transformou em profissão. Rafaela (@rafaelasl) se tornou amazona e hoje compete nas principais provas do Brasil e da América Latina da categoria. “Uma das memórias mais marcantes que tive foi ao lado do meu cavalo Mr Gray Zorrero, quando vencemos a maior prova da América Latina (Grand Prix Haras Raphaela), na categoria Aberta Feminino. Como em toda prova, sempre temos a vontade de conquistar o título de campeã. Quando terminei a passada e olhei no placar o meu tempo eu quase não acreditei. Meu tão esperado tempo na casa dos 16 segundos na maior prova, tempo esse que é o menor de minha carreira até hoje.” (Parte 2 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil
Rafaela Slaviero - Brasil

Foto: @isthisreal

#Repost @kingstonbrasil (@get_repost)
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A história de Rafaela Slaviero (@rafaelasl) com cavalos começou quando ela tinha apenas 4 anos e passava as férias de julho na fazenda do avô. Aos 6 anos experimentou o hipismo, mas seus olhos brilharam de verdade quando conheceu a modalidade de três tambores, prova que consiste em percorrer no menor tempo possível um triângulo formado por três tambores em uma arena. Ainda jovem, Rafaela ganhou seu primeiro cavalo. “Quando chegamos no endereço para vê-lo, ele estava em uma garagem. Era a "cocheira" dele. Me lembro bem quando montei e fiquei maravilhada com a sua cor. Nessa época eu não fazia três tambores, estava comprando pra passear. Não me lembro qual o nome que chamavam ele. Mas como eu adorava o salgadinho Doritos, e o cavalo era alazão, eu dei o nome pra ele de Doritos. E depois de algum tempo, eu e ele conhecemos e aprendemos juntos os três tambores. Minha primeira prova também foi com ele.” (Parte 1 de 3) #MemoriaMarcante #KingstonBrasil
Rafaela Slaviero - Brasil

Foto: @isthisreal

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