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A culpa é do Simão.
Hoje entrei a matar. Fiz um “pirete” para o condutor do eléctrico e estive por milímetros para “dar porrada” numa mãe que resolveu estacionar no meio da rua, para deixar a criança. Saiu um mitra dentro de mim.
A culpa é do Simão. O recém nascido, já não tão recém, que chora a noite inteira no andar de baixo. Nunca tive tão pouca ternura por um choro infantil. Queria dormir. Queria muito dormir, porque confio demasiado no sono de domingo para apaziguar o resto da semana. Mas o Simão chora a noite toda, com especial desatino pelas madrugadas...às tantas, o meu pensamento já estava tão mórbido, que me senti na obrigação moral de me lembrar da inocência do casal vizinho, com não mais de 25 anos e uma criança nos braços. Imaginar a ansiedade daquela mãe de primeira viagem e nas viagens que ainda vou fazer. Não tenho um grão de saudades de acolher ser tão pequenino. Sigo algumas contas de instagram onde há fotos de bebés pequenos, e por mais bonita que seja a fotografia, tenho mais ternura pela liberdade que conquistei, agora que elas são crescidas, que por qualquer criatura de refegos enfiada num fato de banho de folhos. A culpa é do Simão. Chora demais, chora as dores todas do prédio. E eu aproveito e choro as minhas também. Porra Simão, devem ser os dentes, mas se isso não te passa, eu ainda mordo alguém. #isaldanha #photography #words #praticaodesapego

Aguentou-se muita bem enquanto lhe desenhava o pé preto em caneta de feltro. Deve ser terapêutico tatuar no corpo a essência das nossas melhores coisas. É por isso que tenho toda uma “manga” em rascunho, para me oferecer à tinta assim que o Verão der tréguas 🙌🏻🦎Bom dia🖤👣 #gangdopépreto #isaldanha #photography #words

Há sempre um milhão de histórias que ficam por contar, os entretantos, os intermédios, os intervenientes, os interesses e os interessantes. Há sempre um milhão de fotografias que ficam por partilhar, as pontes, as poses, as pessoas, os selfies e os generosos. Mas no geral, a sensação soberana é sempre uma: Caraças, que a vida consegue ser tão “gordurosa” de boa como o melhor pata negra. Agarro-me a estes momentos, a estes sítios e estas pessoas, como uma criança lambona cheia de gomas nas mãos. É o melhor que levamos desta vida. No outro dia alguém me perguntou: - Mas tu poupas? -Não eu não poupo, eu gasto. Gasto os cartuchos todos que posso nas circunstâncias que me são apresentadas. E quando elas não existem, crio. Não disparo para o ar, não gosto de assustar, nem os sonhos, nem os pássaros. #praticaodesapego #isaldanha #photography #words #gangdopépreto

Hora de levantar âncora e ir abrir caminho por Santarém. Que esta vida de dondoca rural tem perna curta. Vou levar a nativa a passear👣😉 #isaldanha #photography #words #gangdopépreto

Estão 32 graus, com tendência para subir...não é mesmo a minha praia. Devo aguentar cerca de 1 minuto ao sol. A Marta rebola-se na espreguiçadeira, estorrica, bronzeia, e roda para uniformizar. Nunca tive feitio de 🦎, gosto da sombra para ler e depois recolho ao fresquinho da sombra, da casa e do copo com gelo. Ar quente só mesmo o arfar da lareira nas noites frias. Já me sinto a colar membros contra membros. Para ajudar à festa a piscina é aquecida, não é tipo jacuzzi, é convidativa para entrar, dar mergulho e pular fora. 1 minuto depois já tens os sovacos suados e vais lá outra vez. Neste ritual imparável que se repete todos os anos no Verão, sempre que se combina bafo+piscina. E dito isto, já passou 1 minuto e lá vou eu refrescar na sopa azul, enquanto a Marta vira preta aqui ao meu lado. 💦👱🏿‍♀️#isaldanha #photography #words #gangdopépreto #santarém

Na verdade, quando se está bem com quem se está, está se bem em qualquer lugar. Obrigada Santarém por teres dado aquele charme ao cenário, para as patroas fazerem bonito😉👣 #gangdopépreto #isaldanha #photography #words

Estamos à espera que o bafon passe para nos fazermos aos highlights de Santarém. Estar na piscina a ler é reconfortante mas aborreço-me com facilidade e não estamos na capital do gótico, para ficarmos na “Herdade” armadas em patroas. Banho de mangueira no alpendre e siga com o pé preto para as portas do Sol. Temos roteiro feito, obrigada a todos pelas dicas, em especial à Patricia @patmateiro_blogoteutiopedro que é uma anfitriã de se lhe tirar o chapéu e assegurou que aqui o pé preto, atracasse nos melhores apeadeiros. E agora sai das espigas ó Marta ! Que vamos passear para a cidade🌿🍃🍀#isaldanha #photography #words #liveforthestory #canonportugal #m50 #gangdopépreto

Quando estamos só as duas falamos, falamos e falamos, numa linguagem semi poética, metafórica, atropelamos temas, cruzamos destinos e viagens, revemos em mil episódios a natureza humana, falamos sobre nós, rimos das nossas incongruências e das teimosias a que carinhosamente apelidamos de carácter. Depois pegamos nos livros que estamos a ler, fazemos 20 minutos de silêncio profundo, em que se ouve apenas o folhear e a respiração acelerada dos melhores capítulos e voltamos a falar. Falamos sobre os livros que estamos a ler, sobre os livros que uns já leram e sobre tudo o que nos falta ler. Somos um casal de amigas em empatia profunda. O silêncio não nos incomoda, as palavras não nos atrapalham e de quando em quando fotografamos, mas falamos mais, nunca demais...📍🔗#isaldanha #photography #words #gangdopépreto

Estão 26 graus e não para de subir. Lá vai a velha ler para a sombra e o furacão fazer piscinas. 💦💦💦 #isaldanha #photography #words #biggirlsontheroad #santarém

Já estamos no repasto @tabernaobalcaoo. Estes ares do campo abrem o apetite (ainda mais) estou capaz de comer uma língua de touro, que é a iguaria de arranque, com meio copo de tinto regional, tudo vinhos do Tejo👌🏻. A Marta pediu ao chefe Rodrigo Castelo, para não me embebedar, que em Santarém não há ubers 😂Tranquilo, não há ubers mas há amigos. Alguém nos há de fazer chegar à Cabrita. Agora, com a vossa licença que isto que está em cima da mesa, merece dedicação. 😜#isaldanha #photography #words #gangdopépreto #santarém

A minha Fátima diz que há sempre uma mala à porta de casa. O que ela não sabe é que também há um milhão de portas abertas.👣🙌🏻🙏🏻#biggirlsontheroad #gangdopépreto #isaldanha #photography #words

Há um ano estávamos as duas no Porto a cantar Holocene do Bon Iver. O concerto não foi espectacular, porque à monumentalidade da sua voz merece cenário mais intimista, mas aquela era a nossa música. Para quem não sabe “holocene” é o período holoceno, à época em que vivemos. Pois essa música foi a celebração do nosso holocene. Uma conquista sob um passado atribulado, tu muito doente, eu em convalescença de amor. Naquela altura ainda íamos a meio da luta, mas achamos por bem celebrar. O presente merece gente acordada. Foram mesmo intensos aqueles minutos de música, como aliás, tem sido tudo nesta nossa amizade. Às vezes não me restam dúvidas que foi alguém muito engenhoso que desenhou isto para nós. Sem pretensão de exclusividade sobre o que é especial, sei reconhecer quando o é. E tudo nas nossas circunstâncias fez da nossa holecene uma cena muito especial. Daqui a 30 min chegas cá a casa e vamos em gang curtir. Desta vez a dupla mais pequena segue com o pai para compromissos familiares e aqui dupla grande, segue em maioridade para Santarém, onde nos esperam uns dias deliciosamente abrasadores. Tu dizes que somos duas “big girls on the road” e eu não podia estar mais por dentro da nossa holecene. (E sim, não te preocupes, levo a minha varinha mágica, no sentido mais electrodoméstico do batido). A outra varinha vai na mochila. 👣 #biggirlsontheroad #gangdopépreto #santarém #isaldanha #photography #words

Se eu ainda hoje recebo e-mails de casamentos é por vossa culpa 🙌🏻. A minha irmã Maria do Carmo tem uma boa expressão para isto: Suckers for Love. É o que somos todos. Se houver inteligência não há imunidade ao Amor. Por muito que haja trauma e solidão, uma história de amor é sempre uma narrativa de ambição, para todos os que aqui andam, mesmo quando desandam. Não sou piegas, nem sei bem definir o que me comove verdadeiramente. Às vezes choro quando me embeiço na lírica de uma canção, quando tenho a mão certa, com o aperto certo, no momento certo, choro de raiva e de saudade, daquela saudade das coisas que já não posso saciar. Mas quando vejo um beijo daqueles, daqueles e destes. E quando sei, porque fotografei, que a par do beijo, meio tremido, meio sôfrego, havia uma cara onde escorriam lágrimas sem desapego, e vi que o abraço apertado com força, era para apenas para deixar a marca de quem afirma, o quanto quer ficar. E quando vejo a mão do Pedro em concha sobre a tua bochecha tombada, a receber a tua expressão enternecida e a pintura desbotada. Porra! Comovo-me. E ainda, que não me embacie no momento, é mais tarde, na revisitação do baú, que cai aquela lágrima forreta... que esperou uns meses largos para se libertar. Não, hoje não chorei, que eu não minto. Foi mesmo para partilhar com vocês que andam a partilhar fotos “do amor”, que temos um fim de semana de Pedros para pôr em dia e que não há abébia alguma para não serem felizes. Porque eu não fotografo casamentos e há poucos beijos assim. Partilhamos na boa o #atévelhinhos, escolham vocês o vinho e o fim de semana. Sem crianças, claro. Lágrimas só de maturidade atestada e uma ou outra birra de crescidos. 😉#atévelhinhos #isaldanha #photography #words

Pronto(s). Ei-lo. O Verão. Para vosso deleite já suamos do bigode, já temos que soprar o volante como quem arrefece a sopa quente, arranjar as unhas dos pés, ligar o AC, redobrar os custos em gasolina e bebidas brancas e desparasitantes, procurar as ventoinhas do ano passado e colarmos-nos a uma sombra estreitinha para caminhar. Ei-lo. Em grande, sem cerimónias, só com uma brisa fresca para se fazer anunciar. Mas venha com modos sff, nada de investidas bruscas nem espírito incendiário. Preferimos banhistas a bombeiros, bronze a cinzas, churrasco a chamuscado. E se der para fazer um ou outro intervalo, agradecida.🙏🏻✨ #isaldanha #photography #words

Ando a fazer bonito no ginásio para fazer errado sempre que posso. Escrevo isto, depois de ter aviado uns mexilhões à espanhola e uma açorda de gambas, acompanhados de um branco e de um pão caseiro, absolutamente delicioso. Quando vou ao ginásio, o Alberto, com quem treino, utiliza frases de incentivo, do tipo: - Vamos suar o chouriço, ataca o porco preto, evapora-me esse vinho! Quem nos curte, conhece-nos e respeita-nos nos nossos vícios, mesmo enquanto os combate. Hoje, quando eu e o Pedro saímos do almoço às 17h30, fomos andar, só aquela desculpa necessária para comprar palmiers caseiros logo a seguir. Rio-me para a fotografia, com propriedade. Porque eu não tenho chouriço, eu tenho um PAIO gigante de ainda ser magra. Não sei quanto tempo é que a genética sustenta o hedonismo, não sei de prazos ou de viragens, sei só que sou uma gorda bem aprisionada num corpo magro. E vou escrever aqui, não por gabarolice digital, mas para que fique registado. Pode ser que o prazo de validade expire amanhã. O que eu sei, que não expira em mim, é a fome, no sentido mais metafísico dos sonhos e no sentido mais literal do apetite. Esta alma da comida de tacho, do petisco variado, do pão quente com manteiga, do porco preto grelhado com carradas de flor de sal em cima e muito vinho. A magreza não contabiliza a celulite, mas não vos vou dar a seca dos cremes. Quem consegue que beba água e aplique bonito nas zonas de acolchoamento. Dizem que o verão começa amanhã e a única coisa que eu queria mesmo, era que o peso não virasse. Não que eu tenha, acho que dá para perceber, alguma obsessão com a questão, mas há uma teoria que eu adorava poder dizer de punho erguido aos meus netos, muito magrinha, sentada numa cadeira de baloiço, a comer lagartinhos e a bebericar um tinto: - Que o prazer nunca engordou ninguém nesta família. O que engorda verdadeiramente é o vazio. Leiam e comam. O resto dos prazeres chegará. Agora vão lá brincar e deixem a avó beber.😉🍷👌🏻 #praticaodesapego #isaldanha #photography #words

Vivi 12 anos em Alfama. Foi lá que casei, foi lá que elas nasceram. Não houve ano que não víssemos a marcha, que não abríssemos a porta aos Santos, que não saíssemos para comer sardinhas no pão e comprar manjericos. Nesses dias a vizinhança avizinhava-se ainda mais. E as miúdas açambarcavam a festa, como se fossem pequenas embaixadoras da festa do bairro. Dizem com orgulho que são alfamistas porque foi aqui que fizeram a primeira morada e apesar de ainda serem pequenas têm uma tremenda consciência da herança que lhes deu o bairro. Foi a minha morada mais feliz. Talvez tenha sido a delas também. Este ano fugi dos santos, por esta hora, marcho novamente em direção ao mar. Viciei-me no ir, é onde estou. Para a semana quando o bairro ainda estiver mascarado e as ruas não tropeçarem nas pessoas que as percorrem, regressarei com as minhas alfamistas ao bairro, para o baile popular e para o fado da Saudade. Mesmo em todo o verbo IR há um pedaço de nós que quer permanecer e ficar, é com esse pedaço que vamos dançar. Viva Alfama, viva o Santo António e os Santos populares.🙌🏻✨ #bairrodasaudade #filhasdamãe #santospopulares #alfama #isaldanha #photography #words

NÃO FOTOGRAFO CASAMENTOS.

Não o faço por qualquer antipatia, arrogância ou trauma com a cerimónia em si. Não o faço, porque quem me conhece sabe que sou fã de pessoas e que a fotografia é para mim um momento privilegiado de conversa e empatia.
Não o faço, porque gosto demasiado de celebrar a vida para ser apenas espectadora. Os casamentos têm um protocolo definido, uma indumentária específica, um ritmo programado, nem toda a gente se conhece e nem toda a gente se quer conhecer. E para ser absolutamente honesta, acho a maioria dos casamentos aborrecidos. Já fotografei, e com a excepção de alguns bem pequenos e intímos, não gostei.
A relação quantitativa é demasiado desproporcional, sinto-me perdida e intimidada. Entre o tem que ser, o deve ser, e o gostava que fosse, perco-me…stresso com os planos que me fogem, com os beijos que não vejo, com os grupos que se amontoam à minha frente, esqueço-me das relações de parentesco, fico com fome de comida, de pessoas, de interacção, do palco onde me reconheço como sou, relacionando-me, dando e recebendo, para recolher naquela décima perfeita de segundos, a fotografia que eu sei que é a minha. Gosto da grandeza dos pequenos grupos, da intimidade, que se estabelece quando nos conseguimos ouvir uns aos outros. Gosto de provocar momentos, potenciar desbloqueios, fazer das sessões uma extensão da minha casa e no fim, regressar, com a sensação, que saí para tomar café com amigos com uma máquina na mão. Não gosto de fotografar casamentos. Amem como se não houvesse amanhã, comprometam-se sem medo, falem como quem não quer calar, entreguem-se sem hesitações a quem vos quer receber, abracem as vossas decisões, dêem corda aos vossos sentimentos. Estarei aqui, sempre, pronta para congelar em fotografias esse caminho feito de dúvidas e certezas, lágrimas e sorrisos até que a morte nos separe.
E depois, se quiserem e se gostarem, convidem-me para celebrar com vocês o momento, só não me peçam para fotografar o vosso casamento…vejo-me muito melhor a brindar ao vosso lado! (Para responder às centenas de pedidos que tenho, Obrigada pela confiança.) #isaldanha #photography #words #work #shooting #idontdoweddings

BLOSSOM.
Ou achavas que me tinha esquecido de ti? Das nossas metáforas, da tirania das nossas insónias, da escravidão dos sonhos que nos propomos a concretizar? Achavas que me acanhava no silêncio? Sem dizer o que penso, penso muito, penso sempre, penso demais. Blossom tem uma tradução lixada em vida. Não se faz blossom só porque sim. Faz-se num conjunto particular de circunstâncias, há quem nunca faça, há quem só faça uma vez. É uma virtude enorme saber “florir” e é ainda maior maior benção juntar te aos da tua espécie, aqueles cujo o blossom da vida é eterno, quase descontrolado, aos que não se acanham em se abrir. Foi nesse espírito que fotografei a tua coleção, sabendo que as flores mais bonitas que já vi florir, nascem nos catos mais duros. Saberás o que quero dizer. Agora BLOSSOM🌼🌼🌼 #isaldanha #photography #shooting #work #blossomwhileucan

Há um sítio em Portugal que as crianças deviam conhecer. E digo-o com toda a propriedade de quem para lá mandou duas loiras, directamente de Lisboa para a Póvoa de Lanhoso. E que sítio é este? E porque é que estou a falar disso agora? Porque anda tudo maluco, pelo menos, para os mais desorganizados, os menos precavidos e os mais optimistas, com os atl’s das crianças. São mais de dois meses de férias, dá para o pai, dá para a mãe e dá para elas também. E à medida que elas crescem e se tornam autónomas, procuro sempre campos de férias que as amplifiquem, onde possam conhecer pessoas novas, sítios novos, onde sintam o desconforto do desconhecido e a necessidade de o tornarem seu. Estes sítios existem, mas não ficam na porta ao lado. Ficam lá em cima para quem é de cá de baixo e lá em baixo para quem é cá de cima. O que eu gosto no Diverlanhoso são os hectares de natureza, as camaratas tipo flinstone, o espírito de campo de férias da literatura infantil, do facto de se terem que desembaraçar, montar tenda, arnês, comerem na cantina do campo, levantarem-se com as galinhas para andar nos rios e nas montanhas, e abraçarem um grupo de amigos novos, feitos na vizinhança maravilhosa das várias regiões do norte de Portugal. Dá-me gozo ir buscá-las e adivinhar na pronúncia carregada os amigos novos que fizeram, que não pertencem aos sítios onde vivem, nem às escolas onde estudam. É fazer crescer um país inteiro dentro delas. E quando as vou buscar há lágrimas sentidas e abraços apertados no Adeus. E isso é a maior certeza que correu para lá de bem, para lá do Sul e lhes deu o Norte certo. Na publicidade mais honesta que conheço, a partilha do que nos faz bem, aqui ficam os contactos:
As loiras lá estarão em Agosto.

Valor: 310€/ semana de estadia com tudo incluído .
Email: saravieira@diver.com.pt ||962 616 746
www.diver.com.pt

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Ouvimos dizer que se estava muito bem em Matosinhos....Rebenta a bolha e abraça a Segunda feira.🎢💪🏻#isaldanha #photography #words #filhasdamãe #háferiadoestasemana

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