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#fiodordostoievski

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Um livro que me fez não só acompanhar as auto-investigações psicológicas de Raskólnikov, mas também, em dados momentos, ver reflexos em mim próprio. Página após página a personagem mergulhava e me arrastava com ela num dilúvio de dúvidas, angústias e, vez ou outra, em respingos de alegrias extasiantes, descomapssadas e até mesmo medíocres.

#crimeecastigo #fiodordostoievski #literaturarussa #soumaisdoidodoquepensava

A UM LIVRO
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[...]
Estranho livro aquele que escreveste
Porta da saudade e do sofrer
Estranho livro em que puseste
Tudo o que eu sinto sem poder dizer!
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Parece que folheio toda a minh’alma!
O livro que me deste, é meu e salma
As orações que choro e rio e canto!
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[...]
______ Florbela Espanca: “Poemas”, em “Livro de Mágoas” (1919). @colecoesfolha
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E Dostoiévski:
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“[...] Uma coisa que lhe digo, minha filha, acontece mesmo de a pessoa viver sem saber que ali, do lado dela, tem um livro no qual toda a sua vida está exposta como os dedos da mão. E coisas que antes, por si mesma, não havia sido capaz de adivinhar; aí, assim que começa a ler num livro desses, já por si mesma vai aos poucos recordando, descobrindo e adivinhando tudo.”
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_______Dostoiévski, em “Gente Pobre” (1846). #editora34
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“[...] quase cada página que lia parecia-me já conhecida, como se eu tivesse vivido aquilo há muito; [...] em cada livro lido por mim, se encarnavam as leis do mesmo destino, o mesmo espírito de aventura que reinava sobre a existência humana [...]”
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_______Dostoiévski, em “Niétotchka Niezvânova” (1846-1849). #editora34
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Adoro quando os autores conversam... ➰

El Jugador, es una de esas novelas que debes leer en este 2018, la misma fue fruto de la ludopatía de Fiódor Dostoievski, escrita ¡en menos de un mes! 26 días para ser exacta.
Aquí 🃏♣♠♥♦se refleja esa vana pretensión del ser humano a retar la suerte.
En definitiva, debemos volver a la lecturas clásicas , después de tantas "fast food" literatura de hoy día.
#eljugadorfiodor
#dostoievski #Instagram #instabook #fiodordostoievski
#rusia #book 🃏🀄🎴 La recomiendo, sin duda alguna.

“Gente Pobre” foi o primeiro romance publicado de Fiódor Dostoiévski. Narrado em forma epistolar, o livro conta a história de Makar Diévúchkin, um senhor que trabalha como copista em uma repartição pública e da jovem Várvara Dobrossiélova, órfã e parente distante de Makar.

Várvara e Makar são vizinhos, moram em uma espécie de vila. Várvara faz pequenos trabalhos de costura, mas tem saúde frágil, o que por vezes a impede de trabalhar. Depois de perder os pais e ficar sem nenhum dinheiro, a jovem passa por uma situação financeira bastante complicada. Makar apesar de ter um emprego, vive na mesma situação, mas mesmo em extrema pobreza, faz de tudo para dar um pouco de felicidade à jovem, comprando doces e outras miudezas, mesmo quando não tem dinheiro nem para suas vestimentas.

Ambos tem um grande sentimento de amor e cuidado um pelo outro, mas mesmo morando tão perto, raramente se encontram, devido a extrema preocupação de Makar com a reputação da moça.

Através de cartas que contam detalhes do seu dia-a-dia, vamos conhecendo a moral e sensibilidade dos personagens. Entre acontecimentos diários, as cartas também contam um pouco do passado e os pensamentos mais profundos de cada um, suas dificuldades, tristezas, esperanças.

O livro me deixou bastante envolvida com a narrativa e os personagens, é o tipo de livro que fica gravado na memória devido a sua intensidade. O livro tem várias "cenas fortes" que retratam a extrema pobreza, fome, frio e morte. Mas também têm seu lado doce, que mostra que apesar de todas as provações, essa "gente pobre" ainda mantém o que têm de mais valioso: o caráter e a bondade.
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"E depois a gente rica não gosta de ouvir os pobres se queixando da sua má sorte – dizem que incomodam, que são impertinentes! A pobreza é sempre impertinente mesmo – talvez porque seus gemidos famintos lhes perturbem o sono!”
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Li esse livro para o projeto de leitura em ordem cronológica #dostôesselindo organizado pela @isavichi

24livroslidos2018... Li este Ebook para o desafio de fevereiro do #dostôesselindo . .."....Ah meu amigo! A infelicidade é uma doença contagiosa "..."os pobres e desgraçados devem se afastar uns dos outros para não se contagiarem ainda mais ... " ... " gente pobre é caprichosa"... 😋 Amei a discussão deles em relação aos livros😍📚Eu achei esta história maravilhosa 🙂no fundo seja pobre ou rico só damos valor as coisas ou pessoas quando elas nos faltam ... #livrolindo #book #booktagram #fiodordostoievski #gentepobre

Escrito en poco menos de cuatro semanas en 1866, como resultado de una apuesta con su editor: "El jugador" de Dostoievski ➡ Iniciamos ▶
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Église orthodoxe russe de Genève (1866) #fiodordostoievski #genève

Meu canto, meu gato, meu livro ilustrado do #desafiolivrada2018 vulgo 'Os irmãos Karamazov' (rumo ao fim do volume I).
#osirmãoskaramázov #fiodordostoievski #dostoievski #literaturarussa #livroilustrado #editora34

My Favorite Writer 💙📚
#федор Достое́вский
#fiodordostoievski

(...) No deseaban nada y estaban tranquilos, no ansiaban conocer la vida como lo hacemos nosotros, porque su vida había alcanzado toda la plenitud. Sin embargo, sus conocimientos eran más profundos y elevados que los de nuestra ciencia, pues ésta busca explicar la vida, tendiendo a su vez a adquirir conciencia de ella con el fin de enseñar a vivir a otros; ellos, por el contrario, sabían cómo habían de vivir incluso sin la ciencia, y yo lo entendí, pero no conseguí comprender sus conocimientos. Me mostraban sus árboles, y yo no conseguía comprender el grado de amor con que los contemplaban: parecía enteramente que hablaban con seres semejantes. Y ¿saben?: probablemente no me equivocaría si dijera que hablaban con ellos. Sí, habían encontrado su idioma y estoy convencido de que los árboles les entendían. Del mismo modo contemplaban toda la naturaleza (...) Ellos eran tan veloces y alegres como los niños. (...) Se alegraban cuando nacían sus hijos por ser nuevos partícipes de su dicha. No había disputas entre ellos, ni celos, y ni siquiera comprendían lo que eso significaba. Sus hijos eran de todos, porque todos componían una familia. (...) No tenían templos, pero sí un contacto vital e ininterrumpido con el Todo universal (...) #fiodordostoievski #elsueñodeunhombreridiculo

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