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#axe365dias

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🎶🎺🎻🎷🎸🎹🥁🎤“Faço qualquer negócio pra te ver na avenida ou no show. Grudo no pé, dou bandeira, fico de bobeira só pra te ver passar. Teu olhar iluminado, meu coração disparado. Se o teu olhar, de repente, cruzar com o meu olhar envergonhado. Olá... eu sou seu fã! O número um, sou seu fãã... não durmo direito, não como, não bebo, só vivo de te ver passar. Você realiza o meu sonho, é a minha razão de sonhar.”🎤🥁🎹🎸🎷🎻🎺🎶
Galera, hoje é dia de homenagear esses artistas que trabalham de sol a sol para preencher os nossos dias com ritmo e harmonia. Uma turma toda trabalhada na criatividade, que não é de ficar só no mimimi... vai lá, chama a responsabilidade pra si e bota seus projetos pra andar – nem que seja de ré! (a gente tentou fazer uma brincadeirinha usando o nome das notas musicais, mas não conseguimos encaixar o fá... é de dar dó, né gentes?) Hoje é o dia do músico e não dava pra uma página que homenageia a música deixar de demonstrar o respeito e a admiração por vocês, que através da sua arte, enchem as nossas vidas de mais vida! Parabéns pelo lindo trabalho que vocês fazem e obrigado, em nome da dupla Axé365, dos nossos seguidores e dos curtidores eventuais, por todas as vezes que nos inspirou, por cada uma das sensações que já nos fizeram sentir, por cada emoção que despertou com aquele acorde que nos faz reviver aquele momento especial... nosso muito obrigado para você, que faz aquele repique no timbau, você que faz aquele riff afiado na guitarra, você que faz a sanfona resfolengar e também pra você quem faz o cavaco chorar. Você que marca a harmonia direitinho no baixo, você que dá aquelas iradas animais na bateria, a galera dos metais (que botam a boca no trombone!) e o pessoal que faz da voz o seu instrumento. Todo axé do mundo para vocês! E lembrem-se que aqui no Axé365, desde 1º de janeiro, todo dia é dia de vocês! Colem na gente, que ainda tem 39 dias de festa! 🎤🥁🎹🎸🎷🎻🎺🎶❤️❤️
#diadomusico #326 #axe365dias #axe365 #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration
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Pra dar um confere no trabalho de músicos que fizeram e fazem parte da história do axé, cola no nosso perfil lá no Spotify: axé365

Amamos! ❤️ #Repost @axe365dias: 🎤“Esse sol tão lindo gostoso de se ver, essa vida boa correndo pelas mãos, esse povo todo cantando para valer, solte essa cabeça, acelere o coração”🎤
Hoje é dia de falar de coisa boa! É dia de apresentar um capítulo especial da história do axé... desses que dão gosto de lembrar, assim como Luiz Caldas cantando o Fricote, o Olodum apresentando Faraó para o mundo (que está completando 30 anos) ou aquele show de Daniela no vão do Masp (que completou 25 anos no dia 4 de junho e ganhou postagem aqui)! No dia 16 de dezembro de 2006, Ivete fez um mega show no templo sagrado do nosso futebol. E o espetáculo foi bonito de ver! Ela convocou vários craques e formou um time de primeira: Samuel Rosa, Saulo, Durval, Buchecha e Alejandro Sanz entraram em campo esbanjando habilidade, mas naquele dia a nossa Marta... o nosso Pelé era mesmo a Ivete Maria Dias de Sangalo (que ainda não era Cady). E ela não estava para brincadeira: chegou arrepiando tudo, montada numa Suzuki Hayabusa – então a moto mais rápida do mundo – que ficou pequena perto daquela máquina vestida num figurino de couro todo coladinho (suspiros)! Mais de 70 mil pessoas foram à loucura a cada uma das 28 músicas do show. O show virou CD e DVD e, se em 1950 nós não conseguimos conquistar o mundo no Maracanã, em 2007 veio o título! O DVD Multishow ao Vivo - Ivete no Maracanã bateu nomes como Britney Spears, U2 e Amy Winehouse, recebeu o título de DVD mais vendido no mundo inteiro em 2007, com mais de 1,2 milhão de cópias vendidas (fora os piratex da passarela do Iguaremi). Além da vendagem incrível, o álbum rendeu os Prêmios Multishow de 'Melhor CD' e 'Melhor Show', e recebeu três indicações ao Grammy Latino (Melhor Canção Brasileira, Melhor Álbum de Música Pop Brasileira Contemporânea e Melhor Videoclipe de Formato Longo). Abalou, abalou, balançou, sacudiu o mundo inteiro! Isso sim, é um show de verdade!!! 🏟️🎤👸🎶🎵🎶🌍🌎🌏❤️❤️❤️❤️
@ivetesangalo #319 #axe365dias #axe365 #riachão #axé #ivetesangalo #ivete #ivetenomaracana #salvador #bahia #carnaval #ilustration

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🎶“Rebolou, vem no ziriguidum. Rebolou, vem no ziriguidum. Eu gosto da nega mulata, eu gosto da nega que samba! O pé faz assim: mãozinha pro ar. Balança o pescoço pra lá e pra cá. Ziguiriguidum, ziguiriguidum...”🎶
Hoje é dia de trazer uma meninada porreta, que devem deixar o tal do Jorge todo orgulhoso! Eles que começaram em 2007, com o nome de Mamacita e tocando música caribenha... mas mudaram de nome em 2009, para homenagear esse guerreiro que a gente não tem a sorte de conhecer, mas com tanto filho, já achamos que é o Catra baiano! A galera faz um som cheio de suingue, que mistura uma base forte de axé percussivo baiana com várias vertentes da música mundial, principalmente os ritmos latinos que eram a especialidade da casa no tempo da Mamacita... e quem foi a algum dos ensaios de verão que essa galera fazia no Mercado Modelo, lá no começo dessa década, sabe do que essa mistura tá no nível acarajé+pimenta. E foi no finalzinho de 2012 que os Filhos do nosso querido Jorge mostraram que têm ziriguidum e colocaram a Bahia inteira pra fazer assim com o pé e balançar o pescoço pra lá e pra cá! Aliás, a música foi um marco na história da banda: música mais executada do carnaval de 2013 e, logo depois, acabou virando pivô de uma polemiquinha, por não ser uma composição 100% da banda e sim uma versão (como também são ‘Não chore mais’ de Gil, ‘É isso aí’ de Ana Carolina e ‘Cuida de mim’ de Tomate, por exemplo) – polêmica, aliás, desnecessária... porque era só alguém se dar o trabalho de ler o encarte do CD da banda ou ler os créditos do clipe oficial, que foi publicado no YouTube para ver que os créditos são dados ao compositor e coloca os irmãos Gileno e Gilmar Gomes (2 filhos de Jorge [isso parece nome de filme, né?🎬]) como autores de uma versão. Filhos de Jorge faz um som carregado de influências, que vão do afro-baiano de raiz, passam por ritmos caribenhos como a salsa e o merengue, voltam para a MPB de Caetano, Djavan e Gil, e seguem para o pop internacional de Madonna e Michael Jackson... uma musicalidade dessas, bicho, deixa a gente molinho, molinho! 🎤🥁🎸🎹👏🎶🎵🎶
@oficialfilhosdejorge #313 #axe365dias #axe365 #filhosde

As 3 letrinhas que você respeita, bicho!! 🤘🏼❤️🎶#Repost @axe365dias (@get_repost)
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🎶🚛“E voando bem alto (Eva) me abraça pelo espaço de um instante (Eva). Me cobre com teu corpo e me dá a força pra viver...”🚛🎶
No final dos anos 70, um grupo de amigos do Marista formou um grêmio para se reunir fora da escola e se divertir tocando e cantando. As reuniões rolavam no sítio de um dos membros, na Estrada Velha do Aeroporto (das iniciais do lugar, surgiu o nome EVA); no verão de 1980 veio a ideia de criar um bloco. Eles se organizaram e, no dia 4 de junho, já fizeram o primeiro show do EVA, com a banda Scorpius. Em 1981, o bloco já estava na rua – e ele é caso único de bloco tradicional que nasceu grande: no primeiro ano de avenida, já desfilou com 2 mil foliões, número que só Filhos de Ghandy, Traz os Montes e Apaxes do Tororó tinham. Além disso, era um dos poucos blocos a desfilar com trio elétrico próprio – um dos mais modernos da época... com som transistorizado e com caixas de som no lugar das, então tradicionais, cornetas – só ele e os trios do Traz os Montes, Dodô & Osmar e Novos Baianos tinham essa tecnologia no começo dos anos 80. O bloco ajudou a escrever a história do nosso carnaval: junto com Camaleão e Traz os Montes, participou do primeiro desfile de blocos tradicionais na Barra, em 1983. Em 1993, foi responsável por outra evolução da festa – a troca da mortalha pelo abadá. O EVA nasceu grande e, graças à visão empreendedora dos diretores e a nomes como Luiz Caldas, Jota Morbeck, Carlinhos Caldas, Marcionílio, Ricardo Chaves, Asa de Águia e Banda Eva (Ivete, Emanuelle Araújo, Saulo e, atualmente, Felipe Pezzoni), se manteve sempre um gigante. O que dizer de um bloco que surgiu das reuniões de amigos de colégio e se tornou uma das marcas mais admiradas e valorizadas da maior festa popular do planeta? Só pedir pra ele não esquecer da gente no próximo carnaval, né não?! Ô leva nóis: EVA, EVA! Leva também os nosso amô: EVA, Leva! E vamos juntos na avenida, no carnaval de Salvador!!! 🚛🎸🎹🎺🥁🎤🔊🔉🔊🎵🎶🎼🎼❤️❤️
@bandaeva #297 #axe365dias #axe365 #axemusic #blocoeva #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

#Repost delícia do @axe365dias, do querido @peudourado, nosso grande parceiro e designer que fez nossa marca e faz nossas artes. Sigam a página e viva Cosme e Damião!!
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🥘🎶“Ê Cosme, ê Cosme, Damião mandou chamar... que viesse nas carreiras para brincar com Iemanjá! Cosme e Damião vem comer seu caruru... Cosme e Damião vem que tem caruru pra tu!”🎶🥘
Hoje é dia de festejar os santos-meninos. Ibéji é o nome que o povo de Ketu dá ao orixá-erê (orixá-criança) que, na verdade, são duas divindades gêmeas infantis que são ligadas a todos os orixás e seres humanos; Conhecido como Ibéji pelo povo de Ketu (ou Yorubá), o orixá-erê é conhecido como Vunji pelo povo Banto (ou Angola, como também é chamada). No processo de sincretismo religioso, Ibéji foi associado aos santos católicos Cosme e Damião – e não podiam ser melhor associados: são dois irmãos gêmeos, médicos, que curavam pessoas e animais sem cobrar nada por isso! Infelizmente, viveram no auge da perseguição aos cristãos e acabaram sendo aprisionados e mortos por ordem do imperador romano Diocleciano. Graças ao nosso sincretismo, essa história triste, trazida para o Brasil pelos portugueses, por volta de 1530, deu origem a uma das mais deliciosas tradições que se tem notícia! Dia de distribuir doces entre as crianças e de preparar o caruru de Cosme e Damião – respeitando a tradição, é dia de chamar sete crianças para comer o caruru juntos, em uma bacia e de mão. Essas crianças representam cada um dos membros da Ibeijada (Taiwo, Kehinde, Dou, Alabá, Crispim, Crispiniano e Talabi). Hoje é dia de festejar a alegria e a inocência da criança que cada um de nós traz dentro de si... e para uma ocasião tão especial, nada mais justo do que um banquete com caruru, vatapá, milho branco, feijão fradinho, xinxim de galinha, arroz branco, farofa de dendê, banana da terra frita, pipoca, rapadura, cana cortada, acarajé e abará. Um cardápio tão rico, múltiplo e delicioso quanto a identidade que essa grande mistura deu para esse povo lindo, maravilhoso, malemolente, bicho-solto – ou seja: nós. No meio da tarde... vai um ssstomazil pra rebater, né? 🥘🙎🏿‍♂️🙎🏾‍♂️ 🥘 ❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️
#axe365dias #axe365 #cosmeedamiao #VelhoEspanha

#tbt pra gente reviver a noite histórica com @scheilacarvalhooficial na @utopicamarcenaria que aconteceu no dia 10 de novembro do ano passado! O caldeirão ferveu!!! 🙌 #ragamofe #ragamofeéumadelícia #scheilacarvalho #tchan #eotchan #30anosdeaxe #axe30anos #axe365dias 📷 @hiquerabelo

#Repost @axe365dias (@get_repost)
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🎶“Olodum… Salvador, minha Bahia capital: grande rei Olodum! E eu vou, e eu vooou! E eu vou, na sexta-feira eu vou, vou subindo a Ladeira do Pelô. E eu vou, e eu vooou! E eu vou, meu coração palpitou, vou subindo a Ladeira do Pelô”🎶
Tudo começou em 1984, quando os diretores do Bloco Mel resolveram montar uma banda fixa. Queriam um nome de peso para assumir o comando da banda e, entre os convidados para tocar o projeto, estava Buk Jones (não o astro dos bang-bang americanos, mas o jovem cantor que havia feito bonito no Tapajós e encantou Alberto Tripodi, que o convidou para assumir os vocais dos Novos Bárbaros ao lado de Sarajane, em 1982). Buk fez uma única exigência: que a banda gravasse um disco. A exigência virou acerto e no ano seguinte Buk desembarcou no grupo Mel, levando as irmãs Janete e Jaciara para serem as vozes femininas da nova banda. E Buk também levou para a Banda Mel uma coisa que fazia muito com Sarajane nos Novos Bárbaros, que era levar para o trio elétrico a música que se fazia nas quadras dos blocos afros e nos terreiros de candomblé – uma mistura que acertou em cheio os nossos corações! Em 87 o prometido disco foi gravado: ‘Força Interior’ foi um sucesso estrondoso, vendendo mais de 800 mil cópias; se transformando em um dos discos mais vendidos no Brasil naquele ano e recebendo o título de maior sucesso fonográfico do axé music (que manteve até a chegada do furacão O Canto da Cidade). Essa formação da Banda Mel durou até 1989, foi uma das precursoras do samba-reggae e ajudou a redefinir a música de carnaval da Bahia. Além de ‘Força Interior’, essa primeira formação da Banda Mel também gravou o disco ‘E Lá Vou Eu’. Nos pouco mais de 4 anos de Banda Mel, foi responsável por músicas que são sucesso até hoje... hinos como Faraó, África do Sul, Asas do Prazer, Ladeira do Pelô, Carambola, Protesto Olodum, Levada do Povão, Bagdá e Guerrilheiros da Jamaica. A Banda Mel é um dos nomes mais conhecidos e respeitados da história do axé e foi essa turma aí que iniciou essa história com o pé direito! Banda, banda, banda, Banda Mel! 🐝🍯🎹🥁🎸🎤🎶🎵🎶🎵
@bukjonesoficial #312 #axe365dias #axe365 #mandamel #bukjones #j

#Repost @axe365dias with @repostapp
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🎶🎤“Na massa... tá massa... na massa... ôôô mãe, some na massa.”🎶🎤
Ele aprendeu a tocar só olhando o pai fazendo som com os amigos, aos 12 anos se apresentou no Palco Mundo do Rock in Rio – tocou Brasileirinho num cavaquinho elétrico –, e acabou se transformando em um dos mais talentosos guitarristas do país. Tá certo que o pai era Moraes Moreira e os amigos que faziam o tal som com ele eram Pepeu, Baby, Paulinho Boca e Galvão... mas Davi Moraes fez mais do que aprender a tocar igual aos Novos Baianos (o que, diga-se de passagem, já seria uma grande coisa): ele criou um estilo próprio de tocar, com claras influências do reggae, rock, do samba e do afoxé, principalmente. Guitarrista, cantor, compositor, arranjador e produtor musical, Davi já tocou com alguns dos maiores nomes da música brasileira. Caetano Veloso, Marisa Monte, Adriana Calcanhoto, Vanessa da Mata, Ivete Sangalo e Maria Rita, por exemplo. O talento com o instrumento e o sucesso que fazia entre o público feminino lhe renderam o apelido de guitarra doce. A guitarra pode até ser doce... mas os solos são sempre muito apimentados!🌶🎶🌶
@davimoraesfc #074 #axe365dias #axe365 #davimoraes #bahia #carnaval #axé #ilustration

🎶“O azul de Jezebel no céu de Calcutá. Feliz constelação reluz no corpo dela... ai, tricolor colar! Ás de Maracatu no azul de Zanzibar. Ali meu coração zumbiu no gozo dela”🎶
Em 1975, Moraes Moreira deixou os Novos Baianos para seguir carreira solo. Mas carreira solo é jeito de falar, né? Porque, a não ser que a pessoa vá fazer voz e violão em barzinho, ela vai precisar de companheiros para fazer a coisa acontecer... gente com a mesma sintonia, que ajude a transformar o projeto em realidade! Ivete tem a Banda do Bem, Tim Maia tinha a Vitória Régia, Jorge Benjor tem a Banda do Zé Pretinho... e Moraes, que não é besta nem nada (besta é tu!), montou logo uma banda de notáveis: ele e Dadi, que saíram na mesma época dos Novos Baianos e já chamaram Gustavo, Armandinho e Mu Carvalho. A banda acompanhava Moraes, mas aos poucos foi ganhando um espacinho aqui e outro ali... quando viu, estava com um contrato para gravar o próprio disco, pela Warner. Era 1977 e a A Cor do Som ganhava, enfim, vida própria. Ary chegou pra reforçar o time para a gravação do primeiro disco. A banda caiu no gosto do brasileiro e ocupou um espaço que os Novos Baianos tinham deixado na nossa música... com músicos de qualidade inquestionável e letras que caíram no gosto da galera, A Cor do Som virou sucesso no país inteiro. A banda trazia uma sonoridade rica, que misturava rock, ritmos regionais e música clássica, carregada da malemolência que só uma banda recheada de baianos pode ter, e virou um desses casos raros em que a galera gosta da suingueira e os críticos aprovam o som. Armandinho se despediu do grupo em 1981 e Gustavo, em 87. Mas para se ter uma ideia do nível do grupo, eles se reuniram em 96 para fazer um show no Circo Voador, o show virou disco e eles acabaram recebendo o Prêmio Sharp de melhor grupo instrumental do país naquele ano. A Cor do Som tocando é beleza pura, pai! 🌈🎶😍❤️❤️❤️
@acordosomoficial @acordosom @armandinhomacedo #323 #axe365dias #axe365 #axé #acordosom #salvador #bahia #carnaval #ilustration
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Pra ouvir alguns sucessos da A Cor do Som e outras músicas que fizeram na história do axé, cola em nosso perfil lá no Spotify: axé365

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🎶🎺🎻🎷🎸🎹🥁🎤“Faço qualquer negócio pra te ver na avenida ou no show. Grudo no pé, dou bandeira, fico de bobeira só pra te ver passar. Teu olhar iluminado, meu coração disparado. Se o teu olhar, de repente, cruzar com o meu olhar envergonhado. Olá... eu sou seu fã! O número um, sou seu fãã... não durmo direito, não como, não bebo, só vivo de te ver passar. Você realiza o meu sonho, é a minha razão de sonhar.”🎤🥁🎹🎸🎷🎻🎺🎶
Galera, hoje é dia de homenagear esses artistas que trabalham de sol a sol para preencher os nossos dias com ritmo e harmonia. Uma turma toda trabalhada na criatividade, que não é de ficar só no mimimi... vai lá, chama a responsabilidade pra si e bota seus projetos pra andar – nem que seja de ré! (a gente tentou fazer uma brincadeirinha usando o nome das notas musicais, mas não conseguimos encaixar o fá... é de dar dó, né gentes?) Hoje é o dia do músico e não dava pra uma página que homenageia a música deixar de demonstrar o respeito e a admiração por vocês, que através da sua arte, enchem as nossas vidas de mais vida! Parabéns pelo lindo trabalho que vocês fazem e obrigado, em nome da dupla Axé365, dos nossos seguidores e dos curtidores eventuais, por todas as vezes que nos inspirou, por cada uma das sensações que já nos fizeram sentir, por cada emoção que despertou com aquele acorde que nos faz reviver aquele momento especial... nosso muito obrigado para você, que faz aquele repique no timbau, você que faz aquele riff afiado na guitarra, você que faz a sanfona resfolengar e também pra você quem faz o cavaco chorar. Você que marca a harmonia direitinho no baixo, você que dá aquelas iradas animais na bateria, a galera dos metais (que botam a boca no trombone!) e o pessoal que faz da voz o seu instrumento. Todo axé do mundo para vocês! E lembrem-se que aqui no Axé365, desde 1º de janeiro, todo dia é dia de vocês! Colem na gente, que ainda tem 39 dias de festa! 🎤🥁🎹🎸🎷🎻🎺🎶❤️❤️
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Hoje é dia de subir no salto, pegar a pistola d’água e sair tropeçando pela avenida (porque andar de salto não é pra qualquer um... quem faz isso todo dia tem todo nosso respeito)! É dia de Muquiranas desfilarem simpatia, irreverência e, porque não dizer, sensualidade aqui na página do Axé365!! As Muquiranas é um dos blocos mais tradicionais de Salvador: apesar do corpinho de vinte e tantos, já são 52 fevereiros nas costas dessa senhora espevitada. Tudo começou quando, por conta da morte de um dos diretores, o bloco carnavalesco de travestidos Nega Maluca acabou, deixando sêo Charita sem a sua principal diversão na folia de Momo. Charita, que gostava de brincar mas não era brincadeira, organizou logo o baba e formou um bloco com os amigos pra continuar saindo de molier no carnaval de Salvador. Pouco depois, eles batizaram o bloco de As Muquiranas. Aí foi aquele negócio, né? A alegria da galera era contagiante... aí o amigo do amigo acabava saindo no outro carnaval... depois o amigo do amigo do amigo até que o número de amigas passou das duas mil. A passagem do bloco é uma festa à parte dentro da festa do carnaval! Em um clima de pura descontração e irreverência, aquele bando de cover da Fiona (com todo respeito à senhora Shrek) passam de pernas, costas e barrigas à mostra, molhando todo mundo com as tradicionalíssimas pistolas d’água e fazendo todo mundo participar da grande brincadeira que é o bloco! E as donzelas são ordinárias, viu? No carnaval deste ano, foram puxadas por Guig Guetto, Psirico, Léo Santanna e É o Tchan... aí o desafio é quebrar usando salto 15, mainha! E em 2018, as meninas vêm de Carmem Miranda: serão 2 mil pequenas notáveis para a avenida! Prepara pro concurso de turbante com frutas, que nego vai querer fazer um mais chamativo do que o outro... vai faltar banana e laranja na Feira de São Joaquim. Uh, é Muquiranas!
😂🤣😂🤣😂🎉✨🎉✨🎉✨🎉
@asmuquiranas #325 #axe365dias #axe365 #axé #asmuquiranas #salvador #bahia #carnaval #ilustration
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@Regrann from @axe365dias - 🎶“Eu sou o sol da Jamaica, sou a cor da Bahia! Eu sou você (sou você) e você não sabia. Liberdade, Curuzu, Harlem, Palmares, Soweto sou eu! Nosso céu é todo blue e o mundo é um grande gueto. Apesar de tanto não, tanta dor que nos invade... somos nós, a alegria da cidade! Apesar de tanto não, tanta marginalidade... somos nós, a alegria da cidade”🎶
Hoje é o Dia Nacional da Consciência Negra. Não é um dia para comemorar nada... pelo menos ainda não evoluímos a esse ponto. Aliás, a escolha da data mostra que este é mais um dia de levantar uma bandeira do que para festejar: em 20 de novembro de 1695, era assassinado Zumbi dos Palmares – que liderou o mais importante quilombo brasileiro e personificou a luta contra a escravidão no país. Como o próprio nome já fala, hoje é dia de reforçar a consciência da nossa negritude e reafirmar a luta pela qual Zumbi deu a vida. É dia de demonstrar o orgulho de ser quem somos e das nossas raízes. Um trabalho que várias entidades afro culturais de Salvador fazem ao longo do ano inteiro, através de projetos artísticos, esportivos, educacionais ou profissionalizantes. Hoje é dia de render homenagens aos que lutaram para garantir o respeito ao povo negro e pela busca da igualdade – como Zumbi dos Palmares e Luíza Mahin –, e aos que ainda batalham para promover a negritude, fortalecer a cultura negra e promover a igualdade. Nosso axé de hoje vai para Ilê Aiyê, Os Negões, Filhos de Gandhy, Malê Debalê, Comanches, Ara Ketu, Banda Didá, Olodum, Cortejo Afro, Apaches, Muzenza e todas as entidades que fazem da música um instrumento de afirmação da negritude e de inclusão social. Obrigado pelo exemplo, parabéns pelo trabalho de vocês. Axé! 🖤🖤🖤
#diadaconsciencianegra #324 #axe365dias #axe365 #axé #20denovembro #negritude #salvador #bahia #carnaval #ilustration
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Pra ouvir alguns sucessos da história do axé e perceber como a cultura negra foi importante para a formação da nossa identidade e da nossa música, cola em nosso perfil lá no Spotify: axé365 - #regrann

🎶“Eu sou o sol da Jamaica, sou a cor da Bahia! Eu sou você (sou você) e você não sabia. Liberdade, Curuzu, Harlem, Palmares, Soweto sou eu! Nosso céu é todo blue e o mundo é um grande gueto. Apesar de tanto não, tanta dor que nos invade... somos nós, a alegria da cidade! Apesar de tanto não, tanta marginalidade... somos nós, a alegria da cidade”🎶
Hoje é o Dia Nacional da Consciência Negra. Não é um dia para comemorar nada... pelo menos ainda não evoluímos a esse ponto. Aliás, a escolha da data mostra que este é mais um dia de levantar uma bandeira do que para festejar: em 20 de novembro de 1695, era assassinado Zumbi dos Palmares – que liderou o mais importante quilombo brasileiro e personificou a luta contra a escravidão no país. Como o próprio nome já fala, hoje é dia de reforçar a consciência da nossa negritude e reafirmar a luta pela qual Zumbi deu a vida. É dia de demonstrar o orgulho de ser quem somos e das nossas raízes. Um trabalho que várias entidades afro culturais do mundo inteiro fazem ao longo do ano, através de projetos artísticos, esportivos, educacionais ou profissionalizantes. Hoje é dia de render homenagens aos que lutaram para garantir respeito e direitos ao povo negro – como Zumbi dos Palmares e Luíza Mahin –, e aos que ainda batalham para promover a negritude, fortalecer a cultura negra e conquistar a igualdade. Nosso axé de hoje vai para Ilê Aiyê, Os Negões, Filhos de Gandhy, Malê Debalê, Comanches, Ara Ketu, Banda Didá, Olodum, Cortejo Afro, Apaxes do Tororó, Muzenza e todas as entidades que fazem da música um instrumento de afirmação da negritude e da inclusão social. Obrigado pelo exemplo, parabéns pelo trabalho de vocês. Axé! 🖤🖤🖤
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🎶“O azul de Jezebel no céu de Calcutá. Feliz constelação reluz no corpo dela... ai, tricolor colar! Ás de Maracatu no azul de Zanzibar. Ali meu coração zumbiu no gozo dela”🎶
Em 1975, Moraes Moreira deixou os Novos Baianos para seguir carreira solo. Mas carreira solo é jeito de falar, né? Porque, a não ser que a pessoa vá fazer voz e violão em barzinho, ela vai precisar de companheiros para fazer a coisa acontecer... gente com a mesma sintonia, que ajude a transformar o projeto em realidade! Ivete tem a Banda do Bem, Tim Maia tinha a Vitória Régia, Jorge Benjor tem a Banda do Zé Pretinho... e Moraes, que não é besta nem nada (besta é tu!), montou logo uma banda de notáveis: ele e Dadi, que saíram na mesma época dos Novos Baianos e já chamaram Gustavo, Armandinho e Mu Carvalho. A banda acompanhava Moraes, mas aos poucos foi ganhando um espacinho aqui e outro ali... quando viu, estava com um contrato para gravar o próprio disco, pela Warner. Era 1977 e a A Cor do Som ganhava, enfim, vida própria. Ary chegou pra reforçar o time para a gravação do primeiro disco. A banda caiu no gosto do brasileiro e ocupou um espaço que os Novos Baianos tinham deixado na nossa música... com músicos de qualidade inquestionável e letras que caíram no gosto da galera, A Cor do Som virou sucesso no país inteiro. A banda trazia uma sonoridade rica, que misturava rock, ritmos regionais e música clássica, carregada da malemolência que só uma banda recheada de baianos pode ter, e virou um desses casos raros em que a galera gosta da suingueira e os críticos aprovam o som. Armandinho se despediu do grupo em 1981 e Gustavo, em 87. Mas para se ter uma ideia do nível do grupo, eles se reuniram em 96 para fazer um show no Circo Voador, o show virou disco e eles acabaram recebendo o Prêmio Sharp de melhor grupo instrumental do país naquele ano. A Cor do Som tocando é beleza pura, pai! 🌈🎶😍❤️❤️❤️
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🎶🎤“E a banda tá boa, ninguém vai sair desse lugar. Quem não veio, perdeu! A festa não para. Ficar com você no meio da multidão é mais que prazer: é pura emoção! Ôôôôô-ô, Ôôôôô-ô, Ôôôôô-ô”🎤🎶
Hoje é aniversário de um cabra que entrou no mundo do axé parecendo que veio direto de uma tirinha do Ziraldo, porque ainda era um menino... e era maluquinho da silva! Ele, que nasceu Fabrício Cardoso Kraychete mas virou Tomate aos 7 anos, quando passou as férias em Arembepe, com o cabelo raspadinho (estilo Ronaldinho)... dá pra imaginar a cor da cabeça quando ele voltou pra Salvador, né? Quando lhe viu, o amiguinho Fred não pensou duas vezes e tascou-lhe o apelido! Sorte de Fred que naquela época o nome disso ainda era mangação. Sorte também de Fabrício, que ganhou um nome que viraria sua marca. Aos 15 anos, Tomate já cantava em festivais de música e casas de show de Salvador, mas foi aos 17 que entrou no Rapazolla e começou a misturar a sua história com a do axé. Em 2005 ele gravou a música ‘Coração’ e virou sucesso no país inteiro. Com o cabelo vermelho, muita irreverência e uma energia inesgotável, Tomate se transformou em um dos principais nomes da geração 2000 do axé. Depois de Coração vieram os sucessos ‘Aqui É o Seu Lugar ‘e ‘Te Espero No Farol’, e em 2008 veio a decisão de deixar o Rapazolla para apostar em novos projetos. Aí Tomate pôde crescer como músico e cantor, além de ter um controle maior sobre o seu trabalho – atualmente ele dirige e produz os próprios shows! O resultado foi um som com a sua personalidade e energia; energia, aliás, que virou sua marca registrada! Parece que plugam ele na energia, quando tá num trio ou num palco... ele tem tanto, mas tanto pique, que é praticamente um trioatleta (sim, a piada foi péssima). Ele continuou lançando sucessos como Cuida de Mim, Parará, Eu Te Amo Porra, Anjo Bom, Uh Bebê, Balançaê e Eu Não Vou Embora, e acabou virando um dos cantores de axé mais requisitados, Brasil afora. A gente te ama, porra! 🍅⚡⚡🎤🎶🎵
@tomateofficial @#322 #axe365dias #axe365 #axé #tomate #salvador #bahia #carnaval #ilustration
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🎶🎤“Neném, olha que eu te quero comigo! Mas sei que estou na tua, gatinha, coisinha... te quero bem. Te quero, vem!”🎤🎶
Hoje é dia do rodo que você respeita passar na sua timeline. É dia de harmoniiiiiiiiiia! E eles vieram suingando, naquela quebradeira que conquistou o Brasil. Mas quem vê o Harmonia do Samba hoje não tem ideia de como era o Harmonia láááá dos anos 90... quando tudo começou lá na Capelinha, com Roque Cézar pedindo uns instrumentos pra sua mãezinha (Dona Graça - que é mãe dele, de Bimba e de toda a família Harmonia). Roque juntou o irmão e uns vizinhos, e começaram a brincadeira fazendo samba raiz na varanda da casa deles mesmo. Dona Graça viu a coisa crescendo e foi comprando novos instrumentos, como baixo e cavaquinho. Bimba começou a tocar baixo e assumiu a direção musical, arranjos e composições do grupo. Em 98 a banda já fazia algum sucesso nos bairros vizinhos e Dona Graça começou a procurar um cantor para fazer parte da banda. Acabou convidando um rapaz magricela que cantava na banda Gente da Gente e, virava e mexia, tava misturado com os meninos dela. E não é que o Manuel Alexandre deu um tempero novo pra banda? Ele brincava com o público e com os outros componentes da banda no meio dos shows, dançava e, principalmente, se dava bem demais com Roque Cézar, Bimba, Marthins, Deco, Luciano e Clayton; Manuel virou Xanddy e o Harmonia começou a virar O HARMONIA. Já em 98 a música Uva começou a tocar nas rádias de Salvador... aí veio Dança Nova, que tocou na Bahia inteira... e no finalzinho daquele ano mesmo, nasceu a música que botou a banda de vez no mapa da música! Nasceu Neném!!! Lá se vão 19 anos de Neném e, de lá pra cá, já são 16 CDs, 4 DVDs (mais o de Brasília, que daqui a pouco tá na rua), milhões de discos vendidos e outros milhões de fãs conquistados. São 24 anos de Harmonia e a galera não vacilou... fez a poeira subir! E faz até hoje, né mores? É eles passando e o povo se jogando! 🎸😢😭😢🎶🎵🎶😂🤣😂🤣❤️
@harmoniadosamba @xanddyharmonia @bimbaharmonia @marthinsharmonia @#321 #axe365dias #axe365 #axé #harmonia #harmoniadosamba #salvador #bahia #ilustration
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🎶🎤“Quero mais verão, quero mais tesão, quero mais fevereiro. Quero mais amor dentro do coração, quero mais dinheiro”🎤🎶
A história que vamos contar hoje começou em 1993, quando Tuca Fernandes, guitarrista e vocalista da banda de rock Diário Oficial convidou Beto Espínola, o outro guitarrista da banda, e Manno Góes, que era baixista da banda Carbono 14, para – pirem aí – formar uma banda de axé e tocar na boate Moby Dick. A ideia de uma banda de axé tocando em uma boate parecia meio doida, mas os meninos meteram um som com uma pegada diferente e, logo, os shows do ‘Jheremmias Não Bate Corner’ na Moby Dick ficaram falados em Salvador. Netinho ouviu falar da suingueira e foi lá ver. Viu e curtiu. Curtiu e conversou com o sócio, que deu a ideia cheque: chama esses moleques pra gravar um disco. A parceria do Jheremmias com a gravadora ME durou até 97, quando a banda assinou um contrato com a EMI e acabou precisando mudar o nome para Jammil e Uma Noites (um trocadilho com o livro Mil e Uma Noites). Em 97 mesmo, veio o álbum “Tanta Coisa Mudou”; três faixas viraram hits e a banda foi o sucesso da baêa, pai: Ê Saudade, Pra Te Ter Aqui e Milla. Pronto! A partir daí foram 10 álbuns e dezenas de sucessos como Praieiro, Chuva na Janela, É Verão, Tchau (i have to go now), Saudade Dói, Essa é a Minha Galera, Lança Lança... em 2002, Jammil se torna a primeira banda baiana a gravar um DVD ao vivo; gosta tanto da brincadeira que repete a dose em 2005, quando lança o CD e DVD “Praieiro ao Vivo”, que vira um grande sucesso! Em 2011, Tuca e Beto decidem deixar a banda para investir em um novo projeto. O menino Levi Lima é convidado, assume os vocais do Jammil e chega pra dar uma nova personalidade à banda. Já são dois discos gravados sob o comando de Levi e a banda segue a sina de fazer sucessos: Colorir Papel e Celebrar! Aliás, quando o som é do Jammil, o negócio continua sendo curtir como se amanhã o mundo fosse acabar! 🏖️🌴🎶❤️❤️
@bandajammil #320 #axe365dias #axe365 #axé #jammil #salvador #bahia #carnaval #ilustration
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Amamos! ❤️ #Repost @axe365dias: 🎤“Esse sol tão lindo gostoso de se ver, essa vida boa correndo pelas mãos, esse povo todo cantando para valer, solte essa cabeça, acelere o coração”🎤
Hoje é dia de falar de coisa boa! É dia de apresentar um capítulo especial da história do axé... desses que dão gosto de lembrar, assim como Luiz Caldas cantando o Fricote, o Olodum apresentando Faraó para o mundo (que está completando 30 anos) ou aquele show de Daniela no vão do Masp (que completou 25 anos no dia 4 de junho e ganhou postagem aqui)! No dia 16 de dezembro de 2006, Ivete fez um mega show no templo sagrado do nosso futebol. E o espetáculo foi bonito de ver! Ela convocou vários craques e formou um time de primeira: Samuel Rosa, Saulo, Durval, Buchecha e Alejandro Sanz entraram em campo esbanjando habilidade, mas naquele dia a nossa Marta... o nosso Pelé era mesmo a Ivete Maria Dias de Sangalo (que ainda não era Cady). E ela não estava para brincadeira: chegou arrepiando tudo, montada numa Suzuki Hayabusa – então a moto mais rápida do mundo – que ficou pequena perto daquela máquina vestida num figurino de couro todo coladinho (suspiros)! Mais de 70 mil pessoas foram à loucura a cada uma das 28 músicas do show. O show virou CD e DVD e, se em 1950 nós não conseguimos conquistar o mundo no Maracanã, em 2007 veio o título! O DVD Multishow ao Vivo - Ivete no Maracanã bateu nomes como Britney Spears, U2 e Amy Winehouse, recebeu o título de DVD mais vendido no mundo inteiro em 2007, com mais de 1,2 milhão de cópias vendidas (fora os piratex da passarela do Iguaremi). Além da vendagem incrível, o álbum rendeu os Prêmios Multishow de 'Melhor CD' e 'Melhor Show', e recebeu três indicações ao Grammy Latino (Melhor Canção Brasileira, Melhor Álbum de Música Pop Brasileira Contemporânea e Melhor Videoclipe de Formato Longo). Abalou, abalou, balançou, sacudiu o mundo inteiro! Isso sim, é um show de verdade!!! 🏟️🎤👸🎶🎵🎶🌍🌎🌏❤️❤️❤️❤️
@ivetesangalo #319 #axe365dias #axe365 #riachão #axé #ivetesangalo #ivete #ivetenomaracana #salvador #bahia #carnaval #ilustration

🎤“Esse sol tão lindo gostoso de se ver, essa vida boa correndo pelas mãos, esse povo todo cantando para valer, solte essa cabeça, acelere o coração”🎤
Hoje é dia de falar de coisa boa! É dia de apresentar um capítulo especial da história do axé... desses que dão gosto de lembrar, assim como Luiz Caldas cantando o Fricote, o Olodum apresentando Faraó para o mundo (que está completando 30 anos) ou aquele show de Daniela no vão do Masp (que completou 25 anos no dia 4 de junho e ganhou postagem aqui)! No dia 16 de dezembro de 2006, Ivete fez um mega show no templo sagrado do nosso futebol. E o espetáculo foi bonito de ver! Ela convocou vários craques e formou um time de primeira: Samuel Rosa, Saulo, Durval, Buchecha e Alejandro Sanz entraram em campo esbanjando habilidade, mas naquele dia a nossa Marta... o nosso Pelé era mesmo a Ivete Maria Dias de Sangalo (que ainda não era Cady). E ela não estava para brincadeira: chegou arrepiando tudo, montada numa Suzuki Hayabusa – então a moto mais rápida do mundo – que ficou pequena perto daquela máquina vestida num figurino de couro todo coladinho (suspiros)! Mais de 70 mil pessoas foram à loucura a cada uma das 28 músicas do show. O show virou CD e DVD e, se em 1950 nós não conseguimos conquistar o mundo no Maracanã, em 2007 veio o título! O DVD Multishow ao Vivo - Ivete no Maracanã bateu nomes como Britney Spears, U2 e Amy Winehouse, recebeu o título de DVD mais vendido no mundo inteiro em 2007, com mais de 1,2 milhão de cópias vendidas (fora os piratex da passarela do Iguaremi). Além da vendagem incrível, o álbum rendeu os Prêmios Multishow de 'Melhor CD' e 'Melhor Show', e recebeu três indicações ao Grammy Latino (Melhor Canção Brasileira, Melhor Álbum de Música Pop Brasileira Contemporânea e Melhor Videoclipe de Formato Longo). Abalou, abalou, balançou, sacudiu o mundo inteiro! Isso sim, é um show de verdade!!! 🏟️🎤👸🎶🎵🎶🌍🌎🌏❤️❤️❤️❤️
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🎶“Ai, meu Deus! Ai, meu Deus o que é que há? A nega lá em casa não quer trabalhar. Se a panela tá suja ela não quer lavar. Quer comer engordurado e não quer cozinhar. Se a roupa tá lavada não quer engomar”🎶
Hoje é dia de homenagear dois filhos ilustres da boa terra: o samba e Riachão! Dois meninos bem vividos... um tem 104 anos de muita história e o outro está completando 96 hoje. E falar de Riachão é homenagear o samba! São mais de 500 músicas compostas por ele, que nasceu Clementino Rodrigues mas acabou conhecido no Brasil inteiro como Riachão. Ele começou a fazer samba com uns 14 anos “um dia eu tava indo trabalhar, quando vi um pedaço de revista no chão. Nele estava escrito ‘se o Rio não escrever, a Bahia não canta’. Fiquei com aquilo no juízo... contando parece mentira, mas no outro dia eu acordei com minha primeira música na cabeça (eu sei que sou malandro, sei/conheço o meu proceder,/deixa o dia raiar,/a nossa turma é boa, é boa somente para batucar). A partir dessa, nunca mais faltou música”. Sua obra riquíssima inclui, por exemplo “Cada macaco no seu galho”, que foi a música escolhida por Caetano e Gil para oficializar a volta do exílio e “Vá morar com o diabo”, uma das faixas mais executadas do excelente Acústico MTV Cássia Eller – e é uma composição que o sambista menos gosta “Eu amo muito as mulheres para mandar uma delas pro Diabo. Fiz a música quando um malandro reclamou que a mulher dele não fazia nada. Canto, mas não gosto”. Riachão é um malandro da velha-guarda. Tá sempre de terno e sapatos brancos, anéis, correntes e pulseiras, lencinho no bolso do paletó, chapéu e boa e velha toalhinha no pescoço. Mas Riachão explica que “Malandragem é uma coisa, vagabundagem é outra... malandro trabalha, vive cantando pra levar alegria, só coisa boa. O vagabundo, como se sabe, é traiçoeiro e aí por diante.”. Malandro é malandro, já dizia outro grande sambista...
#318 #axe365dias #axe365 #riachão #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration👏🏾🎉👏🏾🎉
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Pra ouvir alguns dos pagodes que, pelo ritmo e pelas letras descontraídas, são descendentes diretas da música de Riachão, cola em nosso perfil lá no Spotify: axé365

#Repost @axe365dias (@get_repost)
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🎶“Olodum… Salvador, minha Bahia capital: grande rei Olodum! E eu vou, e eu vooou! E eu vou, na sexta-feira eu vou, vou subindo a Ladeira do Pelô. E eu vou, e eu vooou! E eu vou, meu coração palpitou, vou subindo a Ladeira do Pelô”🎶
Tudo começou em 1984, quando os diretores do Bloco Mel resolveram montar uma banda fixa. Queriam um nome de peso para assumir o comando da banda e, entre os convidados para tocar o projeto, estava Buk Jones (não o astro dos bang-bang americanos, mas o jovem cantor que havia feito bonito no Tapajós e encantou Alberto Tripodi, que o convidou para assumir os vocais dos Novos Bárbaros ao lado de Sarajane, em 1982). Buk fez uma única exigência: que a banda gravasse um disco. A exigência virou acerto e no ano seguinte Buk desembarcou no grupo Mel, levando as irmãs Janete e Jaciara para serem as vozes femininas da nova banda. E Buk também levou para a Banda Mel uma coisa que fazia muito com Sarajane nos Novos Bárbaros, que era levar para o trio elétrico a música que se fazia nas quadras dos blocos afros e nos terreiros de candomblé – uma mistura que acertou em cheio os nossos corações! Em 87 o prometido disco foi gravado: ‘Força Interior’ foi um sucesso estrondoso, vendendo mais de 800 mil cópias; se transformando em um dos discos mais vendidos no Brasil naquele ano e recebendo o título de maior sucesso fonográfico do axé music (que manteve até a chegada do furacão O Canto da Cidade). Essa formação da Banda Mel durou até 1989, foi uma das precursoras do samba-reggae e ajudou a redefinir a música de carnaval da Bahia. Além de ‘Força Interior’, essa primeira formação da Banda Mel também gravou o disco ‘E Lá Vou Eu’. Nos pouco mais de 4 anos de Banda Mel, foi responsável por músicas que são sucesso até hoje... hinos como Faraó, África do Sul, Asas do Prazer, Ladeira do Pelô, Carambola, Protesto Olodum, Levada do Povão, Bagdá e Guerrilheiros da Jamaica. A Banda Mel é um dos nomes mais conhecidos e respeitados da história do axé e foi essa turma aí que iniciou essa história com o pé direito! Banda, banda, banda, Banda Mel! 🐝🍯🎹🥁🎸🎤🎶🎵🎶🎵
@bukjonesoficial #312 #axe365dias #axe365 #mandamel #bukjones #j

☀️🛡️“Temporal de calor, tome um sorvete o tempo é bom para o amor! No polo sul tem vento frio pra namorar, vem todo mundo atrás do trio! Veja docinho: que estou doidinho pra te molhar a boca... insolação é de paixão, dei férias ao meu coração! E canto: paz, carnaval, futebol não mata, não engorda e não faz mal. Carnaval, futeboool... se joga para cima e vira sol!”🛡️☀️
Hoje é dia de proteção aqui no Axé365! E não estamos falando de contregum, colete a prova de balas ou da patrulha da PM, que atravessa a galera abrindo caminho na base da tonfa... hoje é dia de falar de protetor solar aqui na nossa página. Então nada de passar óleo no busto duzôto, hein coisinho?! Porque quem dá aquela segurada na pancada do sol é o protetor solar e se proteger do sol é fundamental em um Estado que tem 9 meses de verão por ano (menos este ano, que choveu mais do que em comercial de remédio de gripe). Como bem escreveu Mary Schmich e recitou Pedro Bial: “Usem filtro solar! Nunca deixem de usar o filtro solar!”. Protetor solar evita que a nossa pele envelheça mais rápido e previne o câncer de pele... tá certo que ele praticamente acaba com aquela cor que o verão dá pra gente... aquelas marquinhas que deixam a galera com gostinho de quero mais (ou, pelo menos, de quero muito). É o protetor solar que garante que você vá pro carnaval no sábado, domingo, segunda, terça e ainda encare o arrastão de Ivete e Brown na quarta sem precisar mudar de pele, feito uma cascavel. E com tanto fator de proteção solar, tem protetor pra todo o tipo de pele, gosto e bolso... como já dizia aquela poesia da banda Saraumania “ninguém resiste, ninguém resiste... 30, 60, 90, 120!”. Porque aqui na nossa festa, insolação... só de paixão mesmo! 🌞❤️❤️❤🎶🎵🎶❤️❤️❤️🛡️☀️
@babado_novo @claudialeitte @pedrobial #317 #axe365dias #axe365 #protetorsolar #filtrosolar #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration
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Pra ouvir algumas das músicas que incendeiam os verões brasileiros há 32 anos, cola no nosso perfil lá no Spotify: a̤x̤é̤3̤6̤5̤

🚛🚌🎶“Tem Babado lá, Chiclete aê, Ivete cá, Olodum no Pelô, Dodô & Osmar e Timbalada no gueto... vamos decolar nesse avião, sentir o fogo do Dragão: o maior trio do planeta”🚛🚌🎶
Hoje é dia de trazer um verdadeiro monstro que bota respeito quando entra na avenida... se ‘Caverna do Dragão’ tinha Tiamat, ‘Como Treinar o seu Dragão' tem Fúria da Noite, ‘Dragon Ball Z’ tem Shenlong e ‘Game Of Thrones’ tem Viserion, Rhaegal e Drogon (tá... a gente sabe que também tem Balerion, Silverwing, Vermithrax e os outros. Mas citando aqueles três, nosso recado já tá dado), nosso carnaval tem o Dragão da Folia! Um trio com dimensões e poder digno das mitológicas criaturas aladas que cospem fogo. Ele é o maior trio elétrico do mundo e é tão grande que precisou ser montado em duas carretas, pai! Se liga só nos números da fera: São 74 toneladas distribuídas em 34 metros de comprimento x 6 de altura e 5,5 de largura... ele tem capacidade elétrica para iluminar uma cidade de 40 mil habitantes e a potência sonora é de 200 mil watts. O Dragão tem três palcos – todos na carreta que vai à frente, que também conta com elevador hidráulico e um luxuoso camarim (TV, ar-condicionado, frigobar, forno de microondas, armário, banheiro, sofás, prateleiras e circuito interno de TV)... no segundo módulo ficarão os 120 convidados que terão todo conforto, com um bar interno e 6 banheiros à disposição. Quem mais tocou no trio, desde a sua inauguração foi o Durvalino! Ele (que, além de músico, é arquiteto),aliás, ajudou na elaboração do projeto e ainda dá dicas sempre que o trio passa por alguma modernização. Durvalino comandou o Dragão em todos os carnavais, desde a criação do gigante, em 2005; a química é tão forte que até homenagem nas músicas de Durval o trio já foi... e a galera costuma até achar que o trio é do Durval! O trio pertence, na verdade, à produtora paulista Talk Produções, mas passa a maior parte do ano aqui nas área mesmo! Que esse gigante continue botando fogo na avenida, pelos próximos carnavais!! 🐉🚛🚌🎶🎵🎶🎼❤️❤️
@triodragao @durvallelys #316 #axe365dias #axe365 #triodragao #dragaodaalegria #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

🎶É na levada, é na levada, é na levada que eu vou... é na levada do tambor! Lá tem axé, tem patuá, tem acarajé e também abará. Menina que vem com o seu balançar, balanço do barco é no balanço do mar. Xequerê, xequerêêê... som tribal! A onda me levou, eu vou, é no balanço do mar. E tem afoxé, também ijexá, tem leite de coco no seu vatapá. Balacobaco na paz de Oxalá, farofa no prato do seu Orixá. Danda no caruru, Danda no caruru aiêêê... água de cheiro pra você! Danda no caruru, Danda no caruru aiêêê... água de cheiro pra você!🎶
Nos últimos 314 dias, trouxemos informações sobre pessoas/agremiações/objetos/lugares/datas que ajudaram a moldar e ajudam a personalidade baiana... essa nossa malemolência... a tal da baianidade. Mas hoje o esquema vai ser meio diferente: a gente resolveu homenagear uma banda que estourou no começo dos anos 90, lançou três discos e, neles, duas músicas que fizeram muito sucesso: “Levada do Tambor” e “Canto de Primeira”. Hoje é dia de Banda Relógio no Axé365 e é dia de postagem colaborativa, hein?! Como não encontramos material sobre a Banda Relógio para fazer a nossa postagem, iríamos desistir dela mas aí pensamos – peraê! Mas a gente tem quase 1500 miserê que curtem e manjam de axé junto com a gente todo dia... então vamo fazer essa intéra de conhecimento e a postagem da Banda Relógio vai sair sim! Então a indéia é a seguinte: se você souber de alguma história da Banda Relógio, bota ela num comentário; se você conhecer alguém que fez parte da banda, marca ele(a) no comentário. Colem com a gente, que toda a renda dessa postagem será revertida em umas brama que a gente vai se juntar pra tomar ali ni Jagrabráu, em janeiro! 👫👬👭👫👬👭👭👫👬👭👬👫👬🎶🎵🎼👏👏👏👏
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🎶“Samba pra ser bom tem que ser igual a rapaziada...que swing é esse? É dos Kamaradas! Na boa, na fé, na manha, sem dar porrada. Que swing é esse? É dos Kamaradas! Não me chame não viu? Não me chame não que eu vou! Venha, venha, venha, venha...”🎶
Hoje o axé traz uma galera que fazia um som de primeira, tendo o samba – englobando desde o samba do recôncavo até o pagodão – como base de sua música, mas usando elementos de hip-hop e de afoxé para criar uma suingueira moderna e envolvente. A história começa em abril de 2005, quando um grupo de amigos da Estrada Velha do Aeroporto, que sempre tavam fazendo música juntos, resolveram experimentar essa mistura dos diversos estilos de samba com o batuque dos terreiro e esse novo som que estava fazendo a cabeça da galera das periferias do Brasil inteiro. E eles começaram a fazer um samba que conseguia agradar gregos e troianos... o som era moderno, mas entre as ferramentas de trabalho da galera, tinha banjo, cavaco, rebolo, surdo, pandeiro e cuíca: coisa de samba raiz, muzenza! E por falar em muzenza, quem é ligado nos paranauê lembra dos ensaios de verão que Uns Kamaradas faziam no Centro Cultural Senzala do Barro Preto, no Curuzu! Esses camaradas não eram os mais belos dos belos, nem eram a coisa mais linda de se ver quando subiam a ladeira do Curuzu... mas quando eles tavam fazendo aqueles ensaios, o bicho pegava lá na Liberdade e nem precisava me chamar pra eu ir. 🎸🥁👏👏🎶🎵🎶🎵❤️❤️❤️
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#Rensta #Repost: @axe365dias via @renstapp ···
“ 🎶“Rebolou, vem no ziriguidum. Rebolou, vem no ziriguidum. Eu gosto da nega mulata, eu gosto da nega que samba! O pé faz assim: mãozinha pro ar. Balança o pescoço pra lá e pra cá. Ziguiriguidum, ziguiriguidum...”🎶
Hoje é dia de trazer uma meninada porreta, que devem deixar o tal do Jorge todo orgulhoso! Eles que começaram em 2007, com o nome de Mamacita e tocando música caribenha... mas mudaram de nome em 2009, para homenagear esse guerreiro que a gente não tem a sorte de conhecer, mas com tanto filho, já achamos que é o Catra baiano! A galera faz um som cheio de suingue, que mistura uma base forte de axé percussivo baiana com várias vertentes da música mundial, principalmente os ritmos latinos que eram a especialidade da casa no tempo da Mamacita... e quem foi a algum dos ensaios de verão que essa galera fazia no Mercado Modelo, lá no começo dessa década, sabe do que essa mistura tá no nível acarajé+pimenta. E foi no finalzinho de 2012 que os Filhos do nosso querido Jorge mostraram que têm ziriguidum e colocaram a Bahia inteira pra fazer assim com o pé e balançar o pescoço pra lá e pra cá! Aliás, a música foi um marco na história da banda: música mais executada do carnaval de 2013 e, logo depois, acabou virando pivô de uma polemiquinha, por não ser uma composição 100% da banda e sim uma versão (como também são ‘Não chore mais’ de Gil, ‘É isso aí’ de Ana Carolina e ‘Cuida de mim’ de Tomate, por exemplo) – polêmica, aliás, desnecessária... porque era só alguém se dar o trabalho de ler o encarte do CD da banda ou ler os créditos do clipe oficial, que foi publicado no YouTube para ver que os créditos são dados ao compositor e coloca os irmãos Gileno e Gilmar Gomes (2 filhos de Jorge [isso parece nome de filme, né?🎬]) como autores de uma versão. Filhos de Jorge faz um som carregado de influências, que vão do afro-baiano de raiz, passam por ritmos caribenhos como a salsa e o merengue, voltam para a MPB de Caetano, Djavan e Gil, e seguem para o pop internacional de Madonna e Michael Jackson... uma musicalidade dessas, bicho, deixa a gente molinho, molinho! 🎤🥁🎸🎹👏🎶🎵🎶
@oficialfilhosdejorge #313 #axe365dias #axe3

#Repost @axe365dias (@get_repost)
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🎶“Rebolou, vem no ziriguidum. Rebolou, vem no ziriguidum. Eu gosto da nega mulata, eu gosto da nega que samba! O pé faz assim: mãozinha pro ar. Balança o pescoço pra lá e pra cá. Ziguiriguidum, ziguiriguidum...”🎶
Hoje é dia de trazer uma meninada porreta, que devem deixar o tal do Jorge todo orgulhoso! Eles que começaram em 2007, com o nome de Mamacita e tocando música caribenha... mas mudaram de nome em 2009, para homenagear esse guerreiro que a gente não tem a sorte de conhecer, mas com tanto filho, já achamos que é o Catra baiano! A galera faz um som cheio de suingue, que mistura uma base forte de axé percussivo baiana com várias vertentes da música mundial, principalmente os ritmos latinos que eram a especialidade da casa no tempo da Mamacita... e quem foi a algum dos ensaios de verão que essa galera fazia no Mercado Modelo, lá no começo dessa década, sabe do que essa mistura tá no nível acarajé+pimenta. E foi no finalzinho de 2012 que os Filhos do nosso querido Jorge mostraram que têm ziriguidum e colocaram a Bahia inteira pra fazer assim com o pé e balançar o pescoço pra lá e pra cá! Aliás, a música foi um marco na história da banda: música mais executada do carnaval de 2013 e, logo depois, acabou virando pivô de uma polemiquinha, por não ser uma composição 100% da banda e sim uma versão (como também são ‘Não chore mais’ de Gil, ‘É isso aí’ de Ana Carolina e ‘Cuida de mim’ de Tomate, por exemplo) – polêmica, aliás, desnecessária... porque era só alguém se dar o trabalho de ler o encarte do CD da banda ou ler os créditos do clipe oficial, que foi publicado no YouTube para ver que os créditos são dados ao compositor e coloca os irmãos Gileno e Gilmar Gomes (2 filhos de Jorge [isso parece nome de filme, né?🎬]) como autores de uma versão. Filhos de Jorge faz um som carregado de influências, que vão do afro-baiano de raiz, passam por ritmos caribenhos como a salsa e o merengue, voltam para a MPB de Caetano, Djavan e Gil, e seguem para o pop internacional de Madonna e Michael Jackson... uma musicalidade dessas, bicho, deixa a gente molinho, molinho! 🎤🥁🎸🎹👏🎶🎵🎶
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