#axe365dias

268 posts

TOP POSTS

🎶“Traz os montes de gente colorindo as ruas. Do punguista ao pingente, a cidade é sua! Em nosso carnaval: Serpentina - Serpente, Bicho - Portugal!!”🎶
O bloco Traz os Montes foi fundado em 1973 por um grupo de estudantes da Barra, ainda na época dos confetes serpentinas, pierrôs, colombinas e dos frevos e marchinhas. Até 1979 o bloco foi puxado por trios como o Tapajós e bandas formadas por músicos contratados para tocar no carnaval... e foi exatamente em 1979 que o bloco foi puxado pela primeira vez por uma banda de baile que tinha nome e levada de banda de rock: a Scorpius. Em 1980, o Traz os Montes desfilaria pela primeira vez com um trio elétrico próprio; mas foi em 1982 que o bloco levou para a avenida a maior revolução que o carnaval viu, desde a modernização que Orlando Tapajós trouxe para o trio elétrico. Por sugestão do engenheiro de som Wilson Silva, a lateral inteira do trio foi fechada com alto-falantes e equipamentos de som transistorizados foram usados no trio elétrico Traz os Montes, levando todos os músicos para a parte de cima do trio (até ali, a percussão ficava nas laterais inferiores e só os músicos de corda ficavam na parte superior). A novidade aumentou - e muito - a potência dos trios e permitiu modular o som para, por exemplo, destacar a voz do cantor; essa foi a maior revolução do trio elétrico dos anos 80! E quem estreou o equipamento, com grande sucesso, foi o cantor da Scorpius... um certo Bell Marques – irmão do engenheiro de som Wilson Silva. No ano seguinte, o Traz os Montes (já sem o Scorpius, que havia mudado o nome para Chiclete com Banana e agora puxava o bloco Traz a Massa) foi dos três primeiros blocos a desfilar no circuito Barra/Ondina (que na época era Ondina/Barra, já que os trios fizeram o trajeto no sentido contrário do de hoje), junto com EVA e Camaleão. Pode agradecer porque, além de trazer o Chiclete para o carnaval, o bloco trouxe montes de novidades que enriqueceram muito a nossa festa! 🚚🎤🎷🎹🎺🎸📯🥁🔉🔊🔉🔊🎵🎶🎼
@chicleteoficial @bellmarques #234 #axe365dias #axe365 #trazosmontes #blocotrazosmontes #chicleteiro #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

🎶🎹“Ei você, venha logo pra cá! O que é que tu espera dessa vida fera ou do carnaval? Quando a esperança é como lança nas lembranças, nas corridas que nos levam sem parar. Quero beijo, quero beijo, quero beijo, quero te beijar”🎹🎶
O nosso homenageado de hoje é um grande maestro, arranjador e compositor; regente respeitado e autor de obras que são executadas por grandes orquestras. “Ói a viagem dos cara: vem homenagear músico erudito na página de axé...”, você deve tá pensando, né? Pois saiba que, três décadas atrás, no controle de um teclado, ele foi um dos responsáveis por formatar musicalmente o que, mais tarde, ganhou o nome de axé music. Ele era conhecido como Alfredinho Moura e era o tecladista e arranjador da banda que Wesley Rangel montou no estúdio WR. Era um grupo formidável, que gravava jingles publicitários e servia como base para gravação dos sucessos da grande maioria dos artistas e bandas lançaram aqui na Bahia, no começo dos anos 80... no final de 82, os artistas resolveram fazer músicas próprias, adotar o nome de banda Acordes Verdes e puxaram o bloco. A banda, que contava com nomes como Luiz Caldas, Carlinhos Brown e Toni Mola, ainda é considerada por muitos a mais virtuosa das bandas de trio elétrico. Alfredinho era o principal arranjador do estúdio em que as bases da axé music foram moldadas. O maestro Alfredo não acha, como tanta gente, que o axé está chegando no fim... como bem disse Cezinha (que era o baterista da maravilhosa Acordes verdes): “Tão falando que tá acabando, mas tão falando da axé music”. Para Alfredo o axé mudou completamente, dos anos 80 para cá: “mudou tudo. Acompanhou o avanço da tecnologia... se profissionalizou ainda mais. Principalmente no que diz respeito a gravação e arranjos... enfim: consolidou, né?”. Se Alfredinho diz isso, você acha que é o Axé365 que vai desdizer?! Chama na dedilhada, maestro (lá ele)!!🎹🎹🎶🎵🎼
@alfredomoura2012 #192 #axe365dias #axe365 #alfredinhomoura #alfredomoura #salvador #bahia #axé #ilustration

Historiador e professor, Jaime Santana Sodré Pereira é Doutor em história social e PhD em história da cultura negra. É um dos maiores especialistas do mundo em religiões brasileiras de matriz africana e uma voz firma e ativa em defesa dos direitos da população afrodescendentes e periférica. Sodré costumava ostentar uma cabeleira black power, quando isso ainda era novidade em Salvador – e conta que isso lhe rendeu trocentos bacolejos e repreensões por parte da polícia, durante a sua juventude. Ele também se arriscou como cantor e baterista de uma banda de rock! Mas, com o tempo a música foi dando espaço aos estudos, até que a pesquisa e a carreira acadêmica deixaram de ser uma paixão e ganharam status de amor verdadeiro. Grande conhecedor das coisas da Bahia, Jaime Sodré costuma dizer que a sua vida é sustentada em 4 pilares principais: O primeiro deles é a religião “É o que rege minha vida e traz estabilidade”, afirma, após lembrar sua devoção aos terreiros Bogun e Tanuri Junçara, nos quais desempenha as funções de ogã e xincarongoma, respectivamente “E tenho ainda o costume de reservar tempo para visitar outras religiões, como a batista e a católica. É preciso respeitar e dialogar com outras religiões”, defende; o segundo pilar da sua vida é a capoeira, que lhe permite conservar um “corpo elétrico e alma vibrante”; outros pilares que regem a sua vida são o bom humor e o compromisso com a comunidade negra, segundo ele mesmo. Olhando os pilares da vida do brother... precisa nem ver os títulos acadêmicos ou conhecer todos os livros e peças escritos por ele pra saber que o Dr. Jaime Sodré sabe demais das coisas!👏🏾👏🏾👏🏾👏🏾✨✨✨📜📜📜
#231 #axe365dias #axe365 #jaimesodre #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

💿🎶“Vem no compasso que eu faço um verão com você, esquentando de tanto prazer... essa febre não acaba mais. Vem no abraço e levante a mão para ver, essa festa sou eu e você agitando a cidade demais”🎶💿
Em 1995 o Cheiro de Amor lança Agitando Todas, décimo disco da banda. O disco gravado pelo selo Polygram/Universal trouxe dois grandes sucessos “Pega no Balanço” e “Agitando Todas”, bateu a marca das 100 mil cópias vendidas e rendeu mais um Disco de Ouro para a banda. O álbum foi lançado oficialmente em um show, no dia 25 de novembro, no saudosíssimo Clube Espanhol, que recebeu o maior público daquele ano, com aproximadamente 20 mil pessoas. Agitando Todas foi o último disco da primeira passagem de Márcia Freire pelo Cheiro de Amor e marcou o fechamento de um ciclo vitorioso; aquele foi o penúltimo show do furacão loiro à frente do Cheiro, em Salvador. Agitando Todas é um disco eclético, recheado com músicas de vários estilos – o que era uma marca muito forte do Cheiro, à época – e chegou com uma capa ousada, que trazia um quê de surrealismo (e infelizmente não conseguimos descobrir quem fez... ela é sua, @darochapedrinho?) Deu vontade de ouvir essa maravilha? Então procura o disco no YouTube e dá um play logo... pois a vida passa (ê), tudo passa! Pois a vida passa (ê), tudo passa! Tem que aproveitar a viiida! 💿👃🏼❤️🎶🎶🎶🎶🌪👧🏼️ ❤️❤️❤️ @cheirodeamor @marciafreireoficial #233 #axe365dias #axe365 #agitandotodas #cheirodeamor #marciafreire #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

🎶🎶“Cheiro bom que vem da Argentina, que eu comprei lá no Paraguai…”🎶🎶
Nada a declarar sobre esse líquidozinho doooce, que vem comprimido dentro de um frasco de vidro e dá aquele barato. Dizem que o clássico tem o bico verde e que é prudente enrolar o vidrinho com fita crepe, porque é comum ele estourar e acabar causando algum corte. Mas nós, aqui do axé365, nunca vimos nem cheiramos, só ouvimos falar.
@tucafernandes @bandajammil #axe365dias #axe365 #salvador #bahia #carnaval #axé #ilustration

🍹🎶“Toma, toma, toma na boquinha engole tudo, chegou o príncipe maluco! Ô pega, pega o limãozinho corta ele com cravinho. Essa noite vai ter tudo,vai ter príncipe maluco!”🎶🍹
Oficialmente proibido no carnaval desde 2014, o Príncipe Maluco é uma das bebidas favoritas pelos foliões da melhor festa do mundo! Além de deliciosa, a batida é a preferida por quem quer ficar no jeito gastando pouco – sua majestade, o príncipe, é capaz de deixar qualquer um bobo da corte quando menos se espera. A receita pode variar de produtor para produtor... normalmente leva cachaça destilada + vodka + catuaba + cravo + canela + mel + guaraná em pó; mas também pode levar casca de jatobá, gengibre, ginseng e mais uma ou outra cocita. Apesar de proibida, só não toma do príncipe maluco quem não quiser: só este ano, foram apreendidos mais de 400 litros da bebida nos circuitos do carnaval de Salvador e, por baixo, o quíntuplo disso foi saboreado pela galera, na festa (porque vamos combinar: não dá pra viver só de Schin e Skol, né meu povo?). Se tem discussão para saber quem é o rei da rua e a rainha do axé, um posto já tem dono definido – o do príncipe regente da folia momesca soteropolitana! E o danado ainda é afrodisíaco, hein pai?! Então... muito cuidado pra não exagerar na dose e acabar encomendando brinquedinho pra novembro 😂😂😂🍹🍹🍹🤰👼🏽 🎶🎶
#206 #axe365dias #axe365 #principemaluco #salvador #bahia #carnaval #axé #ilustration

O carro de apoio é aquele segundo caminhão que desfila nos blocos, nos carnavais e micaretas pelo Brasil afora. Eles surgiram de uma mistura das necessidades com a oportunidade que o crescimento dos blocos trouxe: a partir de meados dos anos 80 os blocos de carnaval explodiram e os blocos ficaram cada vez maiores, até que chegou a um ponto em que o som do trio elétrico não podia ser ouvido claramente por foliões que estivessem no começo e no final da corda – era comum que o folião que estivesse no final de um bloco escutasse o trio do bloco que vinha atrás do seu, em vez da atração que escolheu seguir (já pensou... você todx pintadx dentro do bloco da Timbalada e ouvindo Jorge e Mateus tocando no Pirraça? Ou você sai no Yes pra curtir Bob Sinclar e tá lá no fundo do bloco ouvindo A Bronkka rumano-la nisgraça?). Aí os pessoal do bloco tinham que dar os pulo deles pra não precisar diminuir o número de associados dos blocos e tiveram a ideia de meter um caminhãozinho de som no meio do bloco, retransmitindo o que era tocando no trio em que a banda estava. Aí foi só o danado tá ali, pra aparecer serviço pra ele! Organizaram os banheiros pra galera do bloco e arrumaram um jeito de transformar as laterais do caminhão em balcão de bar. Daí uns carros de apoio foram ganhando posto médico, que era pra atender os foliões que tomava aquela botada matreira na queixada... ou que exagerava na dose... ou ainda os que acabam sendo acertados pelas maldiçoadas latinhas de cerveja voadeiras. Enquanto ganhavam funções os carros de apoio foram crescendo e recebendo mais tecnologia. Hoje, alguns carros de apoio são do tamanho dos trios elétricos e a parte superior deles virou espaços VIP dos blocos – um tipo de camarote dentro do bloco. Nada mal para quem surgiu pra servir de telefone-sem-fio do trio para o folião do fundo do bloco... quantas curtidas esse guerreiro merece?
🎶🎶🚚🚚🍺🍺⛑⛑
#232 #axe365dias #axe365 #carrodeapoio #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

🎤🎶“Quebra aê, quebra aê. Olha o Asa aê!”🎤🎶
O Asa já se deu bem no swing da tartaruga, já topou a dança da manivela, já brincou de pintor e até se satisfez na dança do vampiro. Mas o barato dessa banda sempre foi botar a galera pra se mexer. Aliás… qua galera é essa, meu irmão? 🦅❤🦅
@bandaasadeaguia @durvallelys #0035 #axe365dias #axe365 #salvador #bahia #carnaval #asadeáguia #axé #ilustration

A Casa D'Italia é uma rede de instituições italianas instaurada ao redor do mundo, durante a década de 1930, com o objetivo de abrigar e agrupar, num mesmo local, todas as associações italianas das localidades que as recebiam. Tudo muito bonito, tudo muito legal mas, no fundo, no fundo (lá ele) a intenção era garantir que as ideias fascistas defendidas pelo governo italiano da época fossem disseminadas entre as comunidades italianas espalhadas pelo mundo. O fato é que o fascismo passou e as casas ficaram! E a de Salvador oferece um conceituado curso do idioma italiano e tem um restaurante que... mamma mia! Além disso, o casarão é um espetáculo à parte e fica localizado numa esquina da Av. Sete, bem em frente à Praça Azevedo Fernandes, onde fica o Forte de São Pedro. E durante o carnaval, aquela esquina se transforma em um dos picos mais frenéticos do nosso brasêo varonêo: quem está ali acompanha os trios que estão começando o desfile e os que estão terminando, ou seja, todo artista passa duas vezes, para a alegria daquele mar de gente que se forma e balança mais do que as águas do Cabo da Boa Esperança! Êêêêê Casa D’Itália do nosso agrado!! 🏛️ 🇮🇪 🍕🍷❤️❤️❤️❤️
@camarotefolia #218 #axe365 #axe365dias #casaditalia #carnaval #salvador #bahia #axe #ilustration

MOST RECENT

🎶“Traz os montes de gente colorindo as ruas. Do punguista ao pingente, a cidade é sua! Em nosso carnaval: Serpentina - Serpente, Bicho - Portugal!!”🎶
O bloco Traz os Montes foi fundado em 1973 por um grupo de estudantes da Barra, ainda na época dos confetes serpentinas, pierrôs, colombinas e dos frevos e marchinhas. Até 1979 o bloco foi puxado por trios como o Tapajós e bandas formadas por músicos contratados para tocar no carnaval... e foi exatamente em 1979 que o bloco foi puxado pela primeira vez por uma banda de baile que tinha nome e levada de banda de rock: a Scorpius. Em 1980, o Traz os Montes desfilaria pela primeira vez com um trio elétrico próprio; mas foi em 1982 que o bloco levou para a avenida a maior revolução que o carnaval viu, desde a modernização que Orlando Tapajós trouxe para o trio elétrico. Por sugestão do engenheiro de som Wilson Silva, a lateral inteira do trio foi fechada com alto-falantes e equipamentos de som transistorizados foram usados no trio elétrico Traz os Montes, levando todos os músicos para a parte de cima do trio (até ali, a percussão ficava nas laterais inferiores e só os músicos de corda ficavam na parte superior). A novidade aumentou - e muito - a potência dos trios e permitiu modular o som para, por exemplo, destacar a voz do cantor; essa foi a maior revolução do trio elétrico dos anos 80! E quem estreou o equipamento, com grande sucesso, foi o cantor da Scorpius... um certo Bell Marques – irmão do engenheiro de som Wilson Silva. No ano seguinte, o Traz os Montes (já sem o Scorpius, que havia mudado o nome para Chiclete com Banana e agora puxava o bloco Traz a Massa) foi dos três primeiros blocos a desfilar no circuito Barra/Ondina (que na época era Ondina/Barra, já que os trios fizeram o trajeto no sentido contrário do de hoje), junto com EVA e Camaleão. Pode agradecer porque, além de trazer o Chiclete para o carnaval, o bloco trouxe montes de novidades que enriqueceram muito a nossa festa! 🚚🎤🎷🎹🎺🎸📯🥁🔉🔊🔉🔊🎵🎶🎼
@chicleteoficial @bellmarques #234 #axe365dias #axe365 #trazosmontes #blocotrazosmontes #chicleteiro #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

💿🎶“Vem no compasso que eu faço um verão com você, esquentando de tanto prazer... essa febre não acaba mais. Vem no abraço e levante a mão para ver, essa festa sou eu e você agitando a cidade demais”🎶💿
Em 1995 o Cheiro de Amor lança Agitando Todas, décimo disco da banda. O disco gravado pelo selo Polygram/Universal trouxe dois grandes sucessos “Pega no Balanço” e “Agitando Todas”, bateu a marca das 100 mil cópias vendidas e rendeu mais um Disco de Ouro para a banda. O álbum foi lançado oficialmente em um show, no dia 25 de novembro, no saudosíssimo Clube Espanhol, que recebeu o maior público daquele ano, com aproximadamente 20 mil pessoas. Agitando Todas foi o último disco da primeira passagem de Márcia Freire pelo Cheiro de Amor e marcou o fechamento de um ciclo vitorioso; aquele foi o penúltimo show do furacão loiro à frente do Cheiro, em Salvador. Agitando Todas é um disco eclético, recheado com músicas de vários estilos – o que era uma marca muito forte do Cheiro, à época – e chegou com uma capa ousada, que trazia um quê de surrealismo (e infelizmente não conseguimos descobrir quem fez... ela é sua, @darochapedrinho?) Deu vontade de ouvir essa maravilha? Então procura o disco no YouTube e dá um play logo... pois a vida passa (ê), tudo passa! Pois a vida passa (ê), tudo passa! Tem que aproveitar a viiida! 💿👃🏼❤️🎶🎶🎶🎶🌪👧🏼️ ❤️❤️❤️ @cheirodeamor @marciafreireoficial #233 #axe365dias #axe365 #agitandotodas #cheirodeamor #marciafreire #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

O carro de apoio é aquele segundo caminhão que desfila nos blocos, nos carnavais e micaretas pelo Brasil afora. Eles surgiram de uma mistura das necessidades com a oportunidade que o crescimento dos blocos trouxe: a partir de meados dos anos 80 os blocos de carnaval explodiram e os blocos ficaram cada vez maiores, até que chegou a um ponto em que o som do trio elétrico não podia ser ouvido claramente por foliões que estivessem no começo e no final da corda – era comum que o folião que estivesse no final de um bloco escutasse o trio do bloco que vinha atrás do seu, em vez da atração que escolheu seguir (já pensou... você todx pintadx dentro do bloco da Timbalada e ouvindo Jorge e Mateus tocando no Pirraça? Ou você sai no Yes pra curtir Bob Sinclar e tá lá no fundo do bloco ouvindo A Bronkka rumano-la nisgraça?). Aí os pessoal do bloco tinham que dar os pulo deles pra não precisar diminuir o número de associados dos blocos e tiveram a ideia de meter um caminhãozinho de som no meio do bloco, retransmitindo o que era tocando no trio em que a banda estava. Aí foi só o danado tá ali, pra aparecer serviço pra ele! Organizaram os banheiros pra galera do bloco e arrumaram um jeito de transformar as laterais do caminhão em balcão de bar. Daí uns carros de apoio foram ganhando posto médico, que era pra atender os foliões que tomava aquela botada matreira na queixada... ou que exagerava na dose... ou ainda os que acabam sendo acertados pelas maldiçoadas latinhas de cerveja voadeiras. Enquanto ganhavam funções os carros de apoio foram crescendo e recebendo mais tecnologia. Hoje, alguns carros de apoio são do tamanho dos trios elétricos e a parte superior deles virou espaços VIP dos blocos – um tipo de camarote dentro do bloco. Nada mal para quem surgiu pra servir de telefone-sem-fio do trio para o folião do fundo do bloco... quantas curtidas esse guerreiro merece?
🎶🎶🚚🚚🍺🍺⛑⛑
#232 #axe365dias #axe365 #carrodeapoio #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

Historiador e professor, Jaime Santana Sodré Pereira é Doutor em história social e PhD em história da cultura negra. É um dos maiores especialistas do mundo em religiões brasileiras de matriz africana e uma voz firma e ativa em defesa dos direitos da população afrodescendentes e periférica. Sodré costumava ostentar uma cabeleira black power, quando isso ainda era novidade em Salvador – e conta que isso lhe rendeu trocentos bacolejos e repreensões por parte da polícia, durante a sua juventude. Ele também se arriscou como cantor e baterista de uma banda de rock! Mas, com o tempo a música foi dando espaço aos estudos, até que a pesquisa e a carreira acadêmica deixaram de ser uma paixão e ganharam status de amor verdadeiro. Grande conhecedor das coisas da Bahia, Jaime Sodré costuma dizer que a sua vida é sustentada em 4 pilares principais: O primeiro deles é a religião “É o que rege minha vida e traz estabilidade”, afirma, após lembrar sua devoção aos terreiros Bogun e Tanuri Junçara, nos quais desempenha as funções de ogã e xincarongoma, respectivamente “E tenho ainda o costume de reservar tempo para visitar outras religiões, como a batista e a católica. É preciso respeitar e dialogar com outras religiões”, defende; o segundo pilar da sua vida é a capoeira, que lhe permite conservar um “corpo elétrico e alma vibrante”; outros pilares que regem a sua vida são o bom humor e o compromisso com a comunidade negra, segundo ele mesmo. Olhando os pilares da vida do brother... precisa nem ver os títulos acadêmicos ou conhecer todos os livros e peças escritos por ele pra saber que o Dr. Jaime Sodré sabe demais das coisas!👏🏾👏🏾👏🏾👏🏾✨✨✨📜📜📜
#231 #axe365dias #axe365 #jaimesodre #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

🎶🎤“Vem de Luanda, hit de Angola, aqui na Bahia já virou moda. Dança africana, pôr-te na roda: vixe maria! É coisa nova. Isso não é rap, isso não é samba. Essa mania vem de Luanda.”🎤🎶
Em 2006, o Fantasmão surge como algo completamente singular, que chegou com o objetivo de dar voz aos guetos e favelas. Uma banda de nome diferente, com uma identidade visual inusitada, usando mortalhas e metade do rosto pintado e um conceito musical único: o Groove Arrastado, que é uma música que une elementos do hip-hop, do samba do recôncavo, do rock, do candomblé, o groove do reggae e uma pegada forte na percussão. As letras falam, principalmente, sobre problemas sociais e a realidade vivida nos guetos. Outra grande novidade que o Fantasmão trouxe foi uma formação inovadora, em que não se usava cavaquinho e tinha um DJ como um dos músicos componentes da banda – e as dançarinas usavam vestidos brancos folgados com o cumprimento até a altura do tornozelo, bem diferente do que estávamos acostumados. A banda chegou trazendo Eddye nos vocais, conquistou o seu espaço, meteu o sucesso É Massa, já em 2007; mas foi em 2009 que comandou a folia do carnaval, tendo o hit Kuduro como música de trabalho, que o Fantasmão puxou a maior pipoca da festa naquele ano e recebeu indicações do Troféu Dodô e Osmar para as categorias Banda Revelação, Cantor Revelação e Melhor Banda de Pagode (preferimos nem fazer comentários sobre o fato da banda ter saído sem nenhum dos prêmios, depois do carnaval que fez). Depois Eddye deixou a banda, para seguir carreira solo como Edcity e a banda foi comandada pela dupla Tierri Coringa e Cássio, depois por Teddy Ferraz e, atualmente, a voz que canta a realidade de Salvador ao som do groove arrastado é o cantor Sandro Pires. Nesses 11 anos, muitos músicos passaram e deixaram contribuições importantes, que ajudaram a banda a evoluir e ficar mais madura. Fantasmão é massa, véi!🥁🥁👻👻👻👻🥁🥁
@bandaolodum #229 #axe365dias #axe365 #amusicadoolodum #olodum #bandareggae #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

#tbt do dia 17 de agosto de 2013 quando o @ragamofe teve a honra de receber a cantora @oficialsarajane levantando o @granfinosbh numa noite histórica. Foi DVD! 🙌 #ragamofe #ragamofeéumadelícia #sarajane #axe30anos #30anosdeaxe #granfinos #issoédvd #axe365 #axe365dias

🎶🥁“É lindo de se ver, é lindo vem apreciar! É lindo de se ver a banda reggae Olodum tocar. É um toque bonito, é tão infinito, que faz a gente balançar. Seu corpo não consegue ficar parado num só lugar”🎶🥁
Primeiro disco gravado depois da participação vitoriosa na música Obvious Child, do disco The Rhythm of the Saints, que rendeu um Grammy a Paul Simon e transformou o Olodum em um fenômeno mundial, “A Música do Olodum” foi lançado em 1992 e apresentou uma música com uma mistura maior de ritmos e uma roupagem mais pop – mas sem se afastar da força dos tambores, que são o núcleo da célula rítmica da banda. Nas vozes de Germano Meneghel, Lazinho, Pierre Onassis e Jauperi, e com o maestro Neguinho do Samba regendo a orquestra de tambores. Músicas como Berimbau, Nossa Gente (Avisa Lá), É Lindo de se Ver, Deusa do Amor, Vem Meu Amor e Samba Reggae colocaram o Olodum para tocar em todas as emissoras de rádio do Brasil, virar figura constante nos principais programas de TV e passar a ser grande vendedor de discos. O sucesso foi tanto que o grupo precisou criar uma segunda banda para dar conta da agenda de shows lotada. No ano de lançamento de “A Música do Olodum”, ainda movido pelo sucesso do disco de Paul Simon, o Olodum fez a maior tour de uma banda brasileira na Europa – merecendo registo especial a participação no carnaval de Nothing Hill Gate, na Inglaterra, que contou com a participação de cerca de 2 milhões de pessoas. Este ano o disco completa 25 anos, mas continua tão atual e vibrante quanto era no dia em que chegou às lojas. Como bem diz Roque Carvalho: O Olodum são os deuses igualando todo encanto, toda dança… o rataplam dos tambores gratificam!👏🏾🥁👏🏾🥁👏🏾🥁
@olodum_oficial @olodumoficial @jjrolodum2013 #229 #axe365dias #axe365 #olodum #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

🎶🎤”Eu fui embora meu amor chorou… Vou voltar! Eu vou nas asas de um passarinho, eu vou nos beijos de um beija-flor. Eu vou nas asas de um passarinho, eu vou nos beijos de um beija-flor. No tic-tic-tac do meu coração renascerá… no tic-tic-tac do meu coração renascerá.”🎤🎶
Alfredinho era um menino que, como tantos amiguinhos do Nordeste de Amaralina, sonhava jogar de futebol. Chegou a fazer parte das categorias de base do Bahia, onde foi goleiro. Lá que recebeu o apelido de Xexéu… na verdade, era o Xexéu 2, já que recebeu o apelido porque era a cara de um colega que se chamava de Xexéu. Um dia, num show de pagode, o cantor desceu do palco pra separar uma briga, ele subiu e começou a cantar. A galera gostou do menino de 12 anos que cantou com aquela voz bem empostada... ali começava sua história musical e ele deixava de ser o Xexéu 2 da base do Bahia para virar o Xexéu da música. Cantou na Raça Humana, Samba Reggae, Unido do Capim, Banda Ojuobá e teve uma passagem pelo Olodum. Em 92, foi convidado por Patrícia para fazer um teste na Timbalada. Entrou na banda e se destacou como cantor, dando voz a músicas como Beija-Flor, Namoro a Dois, Se Você se For, Toneladas de Desejo e Minha História, que viraram grandes clássicos do nosso carnaval. Xexéu foi um dos pioneiros na arte da requebrância masculina, na fase pós-Luiz Caldas... dois anos antes de Jacaré surgir no Gera Samba, já quebrava as cadeira ao som dos timbais. Também foi na Timbalada que Xexéu mostrou talento como compositor, tendo músicas gravadas pela própria banda e por artistas como Marina Lima, Emílio Santiago e Katinguelê. Em 1997 decidiu deixar a Timbalada, para alçar voo solo; ao contrário do que se fala, a sua saída foi amigável - tanto que o seu primeiro CD “O voo do beija-flor” foi gravado pela BMG com apoio de Brown. De 1999 pra cá, participou de projetos como a Bandaiana, Banda Tribal, Tribahia e a Banda Style Beach... Xexéu hoje mora em Fortaleza, onde toca a carreira que de 27 anos e recheada de músicas que fazem parte da história de muita gente! 👨🏾🖌️🕺🏾📃 💋🌸 🎤 🎶🎶
@xexeu_oficial @bandatimbalada #228 #axe365dias #axe365 #xexeu #timbalada #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

Ramiro Musotto é o Carybé da música! Assim como o genial artista plástico, ele nasceu na Argentina, adotou a Bahia como sua casa e, em troca, nos presenteou com a grandiosidade da sua arte! Compositor, percussionista, produtor musical e estudioso do uso da eletrônica na música, Musotto foi fundamental para a forma como a música baiana se reinventou, com ajuda da riqueza percussiva que a nossa raiz africana carrega. Nascido em La Plata, Ramiro foi morar ainda criança em Bahia Blanca; durante a juventude, estudou percussão clássica e notação musical na Orquestra Sinfônica local e também se aventurou pelo free jazz, a música popular argentina e o rock. Chegou a Salvador em 1984 e nesse mesmo ano já se apresentou, junto com Carlinhos Brown e Tony Mola, na banda Salamandra – puxando o bloco Camaleão, fio... o homem já chegou mandando essa! Musotto foi um dos grandes responsáveis por criar a estrutura harmônica em que a percussão conversasse perfeitamente com instrumentos modernos como teclados, guitarras elétricas e baterias eletrônicas, e formassem o tecido rítmico-percussivo que conquistou o Brasil. Além de desenvolver e aprimorar as tecnologias de captação do som dos tambores dos blocos afro, Ramiro também foi fundamental no processo de gravação envolvendo tambores, ao ser pioneiro no uso de sampler de instrumentos percussivos. Músico, sonoplasta e arranjador dos estúdios WR, Musotto participou diretamente da gravação de discos e músicas que viraram verdadeiros capítulos especiais do axé. Mas ele foi além do axé e virou um dos músicos mais requisitados da música brasileira, gravando com nomes como Caetano, Gil, Mariza Monte, Martinho da Vila, Zeca Baleiro, Lenine, Lulu Santos, João Bosco e Paralamas. Extremamente criativo e talentoso, entre 93 e 94, Ramiro passou a trabalhar com a musicalidade do berimbau e fez um trabalho sensacional com o instrumento, como pode ser visto nos seus álbuns Sudaka e Civilização & Barbárie. Desde 2009 Musotto vive na melodia das canções que ajudou a fazer! Um grande axé para você, aí em cima, Ramiro!!✨✨🎶🎶🙏🏻🙏🏻
#227 #axe365dias #axe365 #ramiromusotto #musotto #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

🦇🎶“Gatinha põe o dente no pescoço do rapaz, na dança do vampiro você se satisfaz. (...) Levante a mão, entre no clima. Batendo palma... na levada do axé. Ô, oô, oô... que terror! Ô, oô, oô... na dança do vampiro.”🎶🦇
O Conde Draculino chegou botando todo mundo para levantar a mão e entrar no clima, em 1998. Foi o personagem que Durval criou para divulgar o CD Asa na Veia, ao Vivo! 11º álbum do Asa, o disco gravado no ao vivo no Circo Maluco Beleza, no Recife, veio recheado de sucessos. Só de danças, eram três: tinha a da manivela, a da tartaruga e a do vampiro, música tema do nosso amigo draculoso; mas o disco não ficava só nas danças (mesmo porque... não é um disco do Tchan, né minha gente?) – também tinha os sucessos Kriptonita, Dia dos Namorados, Porto Seguro, Baila que eu Vou, Amor Tropical, Calipso, Xô Satanás e uma versão irada de Dia Branco. O Conde Draculino ganhava a simpatia da galera e o Asa na Veia, ao Vivo virou um sucesso, vendendo mais de 100 mil cópias e conquistando o terceiro disco de ouro do Asa de Águia! Nós, aqui do Axé365 queremos aproveitar pra perguntar a vocês, nossos amores, se a dança da manivela vocês toparam… 👀 👀 respostas nos comentários! 🦇💿🎶🎶🎶❤️❤️❤️
@durvallelys @asadeaguia #226 #axe365dias #axe365 #condedraculino #asanaveia #durvallelys #asadeaguia #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

🌿🎗HALL DA FAMA - LUIZ CALDAS🎗🌿
Hoje é dia dos pais! Dia de um dos músicos mais ecléticos e talentosos do Brasil e, dizemos sem medo de estar exagerando (onde já se viu baiano ter medo de exagerar, né coisinho?), do mundo entrar no Hall da Fama do Axé365: Luiz Caldas. Responsável por revolucionar o jeito de fazer música de carnaval, levou o teclado, a bateria (agora, sim, o instrumento) e permitiu que se levasse para o trio o mesmo formato das bandas que tocavam em shows de palco. Cantor, compositor, multi-instrumentista, jovem e cheio de disposição, Luiz era a cereja do bolo da banda do Tapajós no final dos anos 70 e a ponta de lança dos estúdios WR no começo dos anos 80 – maiores potências musicais da Bahia, na época. Ele, que começou a cantar nos bailes aos 7 anos e seguiu até os 12, quando a adolescência deu aquela desarranjada na voz e, para continuar na música, virou guitarrista. Luiz só veio cantar de novo quase aos 17 anos, quando já era músico do trio Tapajós. Com pouca idade, mas uma extensão musical impressionante: ouvia e tocava de Tchaikovsky à Gonzagão, de Little Richards à Secos e Molhados. Música clássica, rock, jazz, blues, soul, forró, samba, reggae e merengue faziam parte do repertório que Luiz passava as horas vagas escutando. Foi essa mistura que deu a Luiz o traquejo pra encabeçar a criação de um movimento musical completamente novo na Bahia e ficar conhecido como “pai do axé music”! Em 84 veio o disco Magia, com o sucesso Fricote. Depois veio Ajayô, Haja Amor, Tieta, a Deixa Pra Lá, É Tão Bom... aí veio o tempo longe da mídia. Parado? Mas nem perto disso! Papai Luiz fez mais música do que nunca: foram quase 22 discos lançados entre 2010 e 2013. E desde o começo de 2014, ele lança um disco por mês - de um ritmo diferente e só com músicas inéditas. Já foram 64 discos lançados nessa brincadeira, com quase 700 músicas que ele compôs, cantou e gravou, muitas vezes, todos os instrumentos. Com um pai desses, bicho... o axé não podia ser menos do que é, né? ‍👨‍👧‍👦‍🎸🥁🎷🎻🎺🎹📯🎶🎵❤️❤️
@lcpcaldas #225 #axe365dias #axe365 #diadospais #luizcaldas #halldafama #axé #salvador #bahia #carnaval #ilustration

💿🎶“É ele que quando passa sacudindo a massa, o cabelo do corpo fica arrepiado meu bem. Fico apaixonado também! Só ele me descontrola da cabeça aos pés: o Ara Ketu pra mim é Dez! Pra mim é Dez!”🎶💿
O disco e a música Bom Demais fizeram um sucesso estrondoso entre 94 e 95, e colocaram o Ara Ketu no mapa das grandes bandas do Brasil! O desafio agora era trazer um trabalho novo tão bom quanto o disco anterior. Foi com esse objetivo que, no dia 15 de outubro de 1995, o Ara lançou Ara Ketu Dez – 6º disco da banda e que uma galera acha que é o melhor de todos! Mas também, pai... o disco chegou com meio mundo dessas música que chegam regaçando tudo: Avisa a Vizinha, Pra Levantar Poeira, Sempre Será, Olha o Ara Ketu Aí, Ara Ketu Dez e um pout porri de samba duro matador! Ara Ketu Dez vendeu mais de 450 mil cópias, consolidou o Ara e mostrou para o país que a banda que toca dobrado chegou!!👋🏾👋🏾💿💿❤️❤️❤️
@araketuoficial @ tatauoficial_ #224 #axe365dias #axe365 #araketudez #salvador #bahia #carnaval #axé #ilustration

🎶💃🏽“Toda moça tem um dengo, todo o dengo tem um dom de mulher… dom de mulher. Se você quiser me amar, te dou o meu coração de criança. Levarei você comigo sempre guardado na lembrança”💃🏽🎶
.

Débora Carla do Carmo Carneiro @deborabrasiloficial nasceu em Salvador, em novembro de 1970, foi a primeira dançarina do Gera Samba e, em 1994, deu os primeiros passinhos e, com aquele requebrado todo, ajudou a lançar um estilo que levou a banda a conquistar todo o Brasil e foi seguido por 10 em cada 10 bandas de pagode. Débora ficou até o começo de 1997, quando o contrato estava acabando e um problema no joelho já tornava muito dolorido acompanhar a rotina desgastante de banda que estava nos topos das paradas de sucesso. Mas não ficou muito tempo longe do mundo da música: voltou aos palcos, agora como vocalista da banda Dengo de Mulher... mas em 2004, ela voltou a se apresentar com O Tchan, na gravação do DVD de 10 anos da banda e participar dos shows Tchan 10 anos! .
Em 2007, decidiu se dedicar mais intensamente aos ensinamentos do Senhor e virou missionária! Atualmente, ela é cantora gospel, apresenta o programa Na Tela, exibido em um canal de TV de Vitória (ES) e dá aula de danças para um grupo de meninas. Agora, veja só como são as coisas: Nós não somos lá muuuuuuuuito supersticiosos, mas observamos que a cada 10 anos, alguma coisa marcante acontece na vida de Deb Brasil! Ela deixou o Tchan em 1997, virou missionária em 2007 e, em pleno 2017, olha ela aqui na página do Axé365!!! Olho em 2027, hein?! 💃🏽💃🏾💃🏽💃🏾🇧🇷🎶🎶🎶❤️❤️❤️
@deborabrasiloficial #223 #axe365dias #axe365 #deborabrasil #morenadotchan #salvador #bahia #carnaval #axé #ilustration #Repost @axe365dias with @insta.save.repost • • •

🎶💃🏽“Toda moça tem um dengo, todo o dengo tem um dom de mulher… dom de mulher. Se você quiser me amar, te dou o meu coração de criança. Levarei você comigo sempre guardado na lembrança”💃🏽🎶
Débora Carla do Carmo Carneiro nasceu em Salvador, em novembro de 1970, foi a primeira dançarina do Gera Samba e, em 1994, deu os primeiros passinhos e, com aquele requebrado todo, ajudou a lançar um estilo que levou a banda a conquistar todo o Brasil e foi seguido por 10 em cada 10 bandas de pagode. Débora ficou até o começo de 1997, quando o contrato estava acabando e um problema no joelho já tornava muito dolorido acompanhar a rotina desgastante de banda que estava nos topos das paradas de sucesso. Mas não ficou muito tempo longe do mundo da música: voltou aos palcos, agora como vocalista da banda Dengo de Mulher... mas em 2004, ela voltou a se apresentar com O Tchan, na gravação do DVD de 10 anos da banda e participar dos shows Tchan 10 anos! Em 2007, decidiu se dedicar mais intensamente aos ensinamentos do Senhor e virou missionária! Atualmente, ela é cantora gospel, apresenta o programa Na Tela, exibido em um canal de TV de Vitória (ES) e dá aula de danças para um grupo de meninas. Agora, veja só como são as coisas: Nós não somos lá muuuuuuuuito supersticiosos, mas observamos que a cada 10 anos, alguma coisa marcante acontece na vida de Deb Brasil! Ela deixou o Tchan em 1997, virou missionária em 2007 e, em pleno 2017, olha ela aqui na página do Axé365!!! Olho em 2027, hein?! 💃🏽💃🏾💃🏽💃🏾🇧🇷🎶🎶🎶❤️❤️❤️
@deborabrasiloficial #223 #axe365dias #axe365 #deborabrasil #morenadotchan #salvador #bahia #carnaval #axé #ilustration

🎶“Agora eu quero sair todo dia. Vou deixar a alegria dizer sim ao meu viver! Dançar, tentar beijar a noite inteira. Nessa cidade festeira tudo pode acontecer... ai, ai, ai, ai, ai tô solteiro em Salvador! Cadê o meu amô-oô?”🎶
Muita gente não sabe, mas a banda A Zorra começou a sua trajetória no Rock in Rio. Isso mesmo! Em julho de 2001 o projeto “Quartas da Zorra” botou o Rock in Rio Café pra ferver, com a recém formada banda A Zorra recebendo convidados como o Chiclete com Banana, Gilmelândia, Tatau, Ricardo Chaves e Los Hermanos (aliás... saudades Rock in Rio Café e, principalmente, saudades dias de glória do Areoclube.)! Aí a banda decolou: apresentações em outras casas de Salvador, em cidades do interior da Bahia e em outros Estados. Em 2002, lançou o seu 1º CD, que contava com composições inéditas de Carlinhos Brown, Jorge Vercilo e de Tenilson Del Rey, além de regravações de sucessos como Cometa Mambembe, Primeiros Erros e Ajayô. Em 2003, lançou o seu segundo disco e dessa vez chegou pra valer: trouxe os sucessos Solteiro em Salvador, que foi uma das músicas mais executadas do carnaval de 2004, e Saudade Vai Bater, que tocou muito nas rádios e também foi bem executada no carnaval do ano seguinte. A banda completou 16 anos de carreira mês passado e já lançou 5 CDs e 1 DVD; na melhor festa do mundo, puxou o Nana Banana, o Acadêmicas e o bloco Skol. Além do carnaval de Salvador, a banda tá sempre agitando micaretas, carnavais fora de época, festivais de música como o Festival de Verão e o Axé Brasil. Como diria sua majestade, o gogó de ouro: Zoooorra!🎶z©##@ 😁😁 ❤️🎶🎶🎶
@azorra #222 #axe365dias #axe365 #azorra #bandaazorra #salvador #bahia #carnaval #axé #ilustration

💿🎶“Vem morena, me namorar, quero ficar ao seu lado. Bem juntinho, bem gostoso, na delícia desse gozo. Teu suor tem gosto de mar, vem comigo navegar… “🎶💿
Em 1989 a Banda Beijo lançou Sem Repressão, o seu segundo disco. Depois de ter ganhado projeção em todo país com o sucesso “Beijo na Boca”, a banda liderada por um platinado, promissor e ainda magrinho cantor de voz macia e uma energia inesgotável veio trazendo os hits Gosto de Mar, Salvador pra Você, Vem me dar um Beijo, e um maravilhoso pout-porri dos Paralamas do Sucesso! O disco ajudou a consolidar a Banda Beijo como um dos expoentes da, então, nova música baiana e mostrar que aquele beijo era muito mais do que um amor de carnaval! 💋💋💿🎶🎶
@bandabeijo @netinhooficialbrasileiro #221 #axe365dias #axe365 #bandabeijo #semrepressao #netinho #salvador #bahia #carnaval #axé #ilustration

🎶🎤“... e me faltou coragem pra ir de encontro a você. Ai que sacanagem! Eu preciso te ver. Mas me faltou coragem pra ir de encontro a você. Na próxima vez que eu te ver, eu te queixo: vou matar meu desejo. Na próxima vez que eu te ver, eu te beijo! Saciar meu amor...”🎤🎶
André começou a se enveredar pelo mundo da música ainda no colégio. Tocava e cantava nos corredores do Marista, participava de festivais e mostra intercolegiais, já no começo dos anos 80. Suas primeiras apresentações profissionais foram, como acontece com quase todo músico, em barzinhos. Em 87 foi convidado para cantar na banda que o pessoal do Bloco Beijo estava montando para tocar regularmente (e não apenas no carnaval, como era comum acontecer com as bandas dos blocos). O novo grupo já tinha até sido batizado: Banda Beijo! Ele aceitou e passou alguns meses de muito aprendizado, como ele mesmo já disse. Em 1991 foi chamado para cantar em alguns bares da Ilha de San Martin, no Caribe, e é lógico que ele aceitou, né mores? Foi quando recebeu a proposta de refazer a lendária Banda Pinel e puxar o bloco Pinel no carnaval de Salvador... lógico que aceitou também, né kiridos? Com as manha que pegou na Banda Beijo, em San Martin (onde, dizem as más línguas, é um ótimo lugar pra pegar outras coisas, além e experiência) e na Banda Pinel, André resolve formar uma banda independente, onde pudesse fazer a música do seu jeito. Foi aí que surgiu a Banda di Maçã, onde tocou e cantou de 1994 a 1999 e lançou 6 CDs com sucessos como Te Querer e Desejo de Amar! Em 2002, André lançou o seu primeiro álbum solo e segue fazendo shows e animando blocos em carnavais e micaretas por todo o Brasil! O Lellis pode até ser escrito diferente do outro... mas isso aí é pedigree musical!🍎🍏🎶🎶🎶❤️❤️
@andretlelis #220 #axe365dias @axe365 #andrelellis #salvador #bahia #carnaval #axé #ilustration

@Regrann from @axe365dias - 🎶🎤“Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu. Quem já botou pra rachar e aprendeu que é do outro lado, do lado. De lá do lado, que é lá do lado de lá!”🎤🎶
🌿🎗HALL DA FAMA - CAETANO VELOSO🎗🌿
Hoje é aniversário do menino Caetano Emanuel Viana Teles Veloso. Garoto de personalidade forte, intelecto e musicalidade bem desenvolvidos e voz macia, que acha tudo muito lindo... ou não. Ele que, depois de mais de 50 anos de carreira, continua com a mesma energia e criatividade de quando ia atrás do trio elétrico, abrindo caminho na base do cotovelo para se olhar, se beijar e se molhar de chuva, suor e cerveja! Ele que conheceu e se apaixonou pelo carnaval de Salvador em 1968, mas foi preso, junto com Gil, no final daquele mesmo ano, sendo liberados só depois do carnaval para, no meio do ano serem exilados para Londres. Antes de ir gravou “Atrás do trio elétrico” e, já em Londres, compôs e gravou “Chuva, suor e cerveja”. 5 anos depois, lançou o sucesso “Um frevo novo”, com o verso que marcou época, apesar de muita gente ter entendido errado e considerado um convite à violência “Mete o cotovelo e vai abrindo caminho...”. Mais tarde vieram “Luz de Tieta”, que foi uma das músicas mais executadas no carnaval de 2012 – que homenageou Jorge Amado –, e “Nossa Gente”, que virou um grande sucesso do Olodum, nas vozes de Pierre Onassis e Jauperi. Eleito pela revista Rolling Stone como o 4º maior artista de todos os tempos da música brasileira, Caetano é coisa nossa! Com a malemolência tão própria dos baianos e a autoridade que só quem estaciona o carro no Leblon em plena quinta-feira pode ter… Feliz aniversário Caê! Seja muito bem-vindo ao nosso Hall da Fama! Não é o panteão dos maiores artistas da história da música brasileira, mas é limpinho. Êêta, êta, êta, êtaa... Caetano deixou nosso Hall mais porreta, êta, êta!🎶🎶❤️❤️❤️❤️
@caetanoveloso #219 #axe365dias #axe365 #caetanoveloso #caetano #halldafama #salvador #bahia #carnaval #axé #ilustration - #regrann

🎶🎤“Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu. Quem já botou pra rachar e aprendeu que é do outro lado, do lado. De lá do lado, que é lá do lado de lá!”🎤🎶
🌿🎗HALL DA FAMA - CAETANO VELOSO🎗🌿
Hoje é aniversário do menino Caetano Emanuel Viana Teles Veloso. Garoto de personalidade forte, intelecto e musicalidade bem desenvolvidos e voz macia, que acha tudo muito lindo... ou não. Ele que, depois de mais de 50 anos de carreira, continua com a mesma energia e criatividade de quando ia atrás do trio elétrico, abrindo caminho na base do cotovelo para se olhar, se beijar e se molhar de chuva, suor e cerveja! Ele que conheceu e se apaixonou pelo carnaval de Salvador em 1968, mas foi preso, junto com Gil, no final daquele mesmo ano, sendo liberados só depois do carnaval para, no meio do ano serem exilados para Londres. Antes de ir gravou “Atrás do trio elétrico” e, já em Londres, compôs e gravou “Chuva, suor e cerveja”. 5 anos depois, lançou o sucesso “Um frevo novo”, com o verso que marcou época, apesar de muita gente ter entendido errado e considerado um convite à violência “Mete o cotovelo e vai abrindo caminho...”. Mais tarde vieram “Luz de Tieta”, que foi uma das músicas mais executadas no carnaval de 2012 – que homenageou Jorge Amado –, e “Nossa Gente”, que virou um grande sucesso do Olodum, nas vozes de Pierre Onassis e Jauperi. Eleito pela revista Rolling Stone como o 4º maior artista de todos os tempos da música brasileira, Caetano é coisa nossa! Com a malemolência tão própria dos baianos e a autoridade que só quem estaciona o carro no Leblon em plena quinta-feira pode ter… Feliz aniversário Caê! Seja muito bem-vindo ao nosso Hall da Fama! Não é o panteão dos maiores artistas da história da música brasileira, mas é limpinho. Êêta, êta, êta, êtaa... Caetano deixou nosso Hall mais porreta, êta, êta!🎶🎶❤️❤️❤️❤️
@caetanoveloso #219 #axe365dias #axe365 #caetanoveloso #caetano #halldafama #salvador #bahia #carnaval #axé #ilustration

Most Popular Instagram Hashtags