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#ômega3nagestação

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Em diversos post falamos sobre a importância do ômega 3 para a saúde do bebê. Mas e a gestante? Também tem benefícios com o consumo adequado de fontes de ômega 3? Diversos estudos mostram que o ômega 3 é imprescindível para a saúde da gestante por ser um componente essencial para todas as células – e sua deficiência tem sido correlacionada com algumas alterações fisiológicas, incluindo problemas neurológicos. Um recente estudo realizado com gestantes mostrou positiva correlação entre baixas concentrações plasmáticas de ômega 3 (tanto EPA quanto DHA) e depressão pré-natal. Nestes casos, os autores também verificaram aumento de citocinas inflamatórias, que pode ser associado a redução da capacidade anti-inflamatória gerada pela deficiência deste nutriente (Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry; 2017. doi: 10.1016/j.pnpbp.2017.05.008). O sono também sofre influência dos níveis endógenos de Ômega-3, conforme estudo realizado com 135 gestantes (PLoS One; 11(2):e0148752,2016). Já uma meta-análise de 34 estudos randomizados demonstrou que o aumento no consumo de ômega 3 foi associado a redução nas concentrações de proteína C reativa – marcador inflamatório que pode refletir riscos para desfechos cardiovasculares, diabetes e obesidade (J Matern Fetal Neonatal Med; 29(15):2389-97,2016). Desta forma, é necessário garantir adequado consumo de ácidos graxos ômega-3 (tanto pela alimentação, quanto via suplementação) durante a gestação. Mas atenção: é importante considerar as características individuais, bem como as fontes dietéticas de ômega-3 seguras que podem ser consumidas durante a gestação. Então, já sabe – consulte seu nutricionista.
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Já está bem clara a importância do consumo de ácidos graxos ômega-3 durante a gestação – tanto para a saúde da mãe como do bebê. Várias pesquisas bem delineadas comprovam esses benefícios. Mais recentemente, foi demonstrado que a suplementação de ômega-3 durante a gestação (em estudo com 736 gestantes) pode reduzir o risco de alergias, asma e infecções do trato respiratório nas crianças. Para esta análise, os autores administraram 2,4g de ômega 3 (55% EPA e 37% DHA) por dia, durante o terceiro trimestre da gestação (com suspensão na última semana gestacional). Após o parto, as crianças foram acompanhadas até 3 anos de idade, para avaliação da ocorrência de afecções do trato respiratório (N Engl J Med; 375(26):2530-9, 2016). Outros pesquisadores identificaram que esse efeito se dá pelo efeito supressor de inflamação promovido pelo ômega-3 (Eur J Pharmacol; 2016; Pediatrics; 137(6): e20154443, 2016). Em animais, a suplementação de ômega-3 reduz a produção de muco em tecido pulmonar, reduzindo a liberação de citocinas inflamatórias, responsáveis pelos sintomas como bronconstrição (PLoS One; 11(9): e0163819,2016). Embora existam resultados positivos da suplementação de ômega-3 na gestação, devemos lembrar que a alimentação adequada e individualizada é essencial nesse período, influenciando diretamente os efeitos da suplementação - e que existem fontes alimentares de ômega-3. Consulte seu nutricionista para fazer os ajustes na sua alimentação, incluir alimentos fontes de ômega-3 e avaliar a real necessidade de suplementação.

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#vpnutriçãofuncional #vpcentrodenutriçãofuncional #ômega3 #gestação #ômega3nagestação #suplementação #alergias #asma

Já está bem clara a importância do consumo de ácidos graxos ômega-3 durante a gestação – tanto para a saúde da mãe como do bebê. Várias pesquisas bem delineadas comprovam esses benefícios. Mais recentemente, foi demonstrado que a suplementação de ômega-3 durante a gestação (em estudo com 736 gestantes) pode reduzir o risco de alergias, asma e infecções do trato respiratório nas crianças. Para esta análise, os autores administraram 2,4g de ômega 3 (55% EPA e 37% DHA) por dia, durante o terceiro trimestre da gestação (com suspensão na última semana gestacional). Após o parto, as crianças foram acompanhadas até 3 anos de idade, para avaliação da ocorrência de afecções do trato respiratório (N Engl J Med; 375(26):2530-9, 2016). Outros pesquisadores identificaram que esse efeito se dá pelo efeito supressor de inflamação promovido pelo ômega-3 (Eur J Pharmacol; 2016; Pediatrics; 137(6): e20154443, 2016). Em animais, a suplementação de ômega-3 reduz a produção de muco em tecido pulmonar, reduzindo a liberação de citocinas inflamatórias, responsáveis pelos sintomas como bronconstrição (PLoS One; 11(9): e0163819,2016). Embora existam resultados positivos da suplementação de ômega-3 na gestação, devemos lembrar que a alimentação adequada e individualizada é essencial nesse período, influenciando diretamente os efeitos da suplementação - e que existem fontes alimentares de ômega-3. Consulte seu nutricionista para fazer os ajustes na sua alimentação, incluir alimentos fontes de ômega-3 e avaliar a real necessidade de suplementação.
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✨Já abordei diversas vezes com vocês a importância do ômega 3 🐟para o desenvolvimento do bebê durante a gestação. Mas olhem que bacana esses estudos mostrando também benefícios para as gestantes! 👉🏻Ou seja, quando durante a gestação colocamos todos os nutrientes importantes para a formação do bebê também estamos cuidando e prevenindo vários sintomas e doenças nas mamães! 🤰🏻👶🏼💚
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Em diversos post falamos sobre a importância do ômega 3 para a saúde do bebê. Mas e a gestante? Também tem benefícios com o consumo adequado de fontes de ômega 3? Diversos estudos mostram que o ômega 3 é imprescindível para a saúde da gestante por ser um componente essencial para todas as células – e sua deficiência tem sido correlacionada com algumas alterações fisiológicas, incluindo problemas neurológicos. Um recente estudo realizado com gestantes mostrou positiva correlação entre baixas concentrações plasmáticas de ômega 3 (tanto EPA quanto DHA) e depressão pré-natal. Nestes casos, os autores também verificaram aumento de citocinas inflamatórias, que pode ser associado a redução da capacidade anti-inflamatória gerada pela deficiência deste nutriente (Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry; 2017. doi: 10.1016/j.pnpbp.2017.05.008). O sono também sofre influência dos níveis endógenos de Ômega-3, conforme estudo realizado com 135 gestantes (PLoS One; 11(2):e0148752,2016). Já uma meta-análise de 34 estudos randomizados demonstrou que o aumento no consumo de ômega 3 foi associado a redução nas concentrações de proteína C reativa – marcador inflamatório que pode refletir riscos para desfechos cardiovasculares, diabetes e obesidade (J Matern Fetal Neonatal Med; 29(15):2389-97,2016). Desta forma, é necessário garantir adequado consumo de ácidos graxos ômega-3 (tanto pela alimentação, quanto via suplementação) durante a gestação. Mas atenção: é importante considerar as características individuais, bem como as fontes dietéticas de ômega-3 seguras que podem ser consumidas durante a gestação. Então, já sabe – consulte seu nutricionista.
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Em diversos post falamos sobre a importância do ômega 3 para a saúde do bebê. Mas e a gestante? Também tem benefícios com o consumo adequado de fontes de ômega 3? Diversos estudos mostram que o ômega 3 é imprescindível para a saúde da gestante por ser um componente essencial para todas as células – e sua deficiência tem sido correlacionada com algumas alterações fisiológicas, incluindo problemas neurológicos. Um recente estudo realizado com gestantes mostrou positiva correlação entre baixas concentrações plasmáticas de ômega 3 (tanto EPA quanto DHA) e depressão pré-natal. Nestes casos, os autores também verificaram aumento de citocinas inflamatórias, que pode ser associado a redução da capacidade anti-inflamatória gerada pela deficiência deste nutriente (Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry; 2017. doi: 10.1016/j.pnpbp.2017.05.008). O sono também sofre influência dos níveis endógenos de Ômega-3, conforme estudo realizado com 135 gestantes (PLoS One; 11(2):e0148752,2016). Já uma meta-análise de 34 estudos randomizados demonstrou que o aumento no consumo de ômega 3 foi associado a redução nas concentrações de proteína C reativa – marcador inflamatório que pode refletir riscos para desfechos cardiovasculares, diabetes e obesidade (J Matern Fetal Neonatal Med; 29(15):2389-97,2016). Desta forma, é necessário garantir adequado consumo de ácidos graxos ômega-3 (tanto pela alimentação, quanto via suplementação) durante a gestação. Mas atenção: é importante considerar as características individuais, bem como as fontes dietéticas de ômega-3 seguras que podem ser consumidas durante a gestação. Então, já sabe – consulte seu nutricionista.
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Em diversos post falamos sobre a importância do ômega 3 para a saúde do bebê. Mas e a gestante? Também tem benefícios com o consumo adequado de fontes de ômega 3? Diversos estudos mostram que o ômega 3 é imprescindível para a saúde da gestante por ser um componente essencial para todas as células – e sua deficiência tem sido correlacionada com algumas alterações fisiológicas, incluindo problemas neurológicos. Um recente estudo realizado com gestantes mostrou positiva correlação entre baixas concentrações plasmáticas de ômega 3 (tanto EPA quanto DHA) e depressão pré-natal. Nestes casos, os autores também verificaram aumento de citocinas inflamatórias, que pode ser associado a redução da capacidade anti-inflamatória gerada pela deficiência deste nutriente (Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry; 2017. doi: 10.1016/j.pnpbp.2017.05.008). O sono também sofre influência dos níveis endógenos de Ômega-3, conforme estudo realizado com 135 gestantes (PLoS One; 11(2):e0148752,2016). Já uma meta-análise de 34 estudos randomizados demonstrou que o aumento no consumo de ômega 3 foi associado a redução nas concentrações de proteína C reativa – marcador inflamatório que pode refletir riscos para desfechos cardiovasculares, diabetes e obesidade (J Matern Fetal Neonatal Med; 29(15):2389-97,2016). Desta forma, é necessário garantir adequado consumo de ácidos graxos ômega-3 (tanto pela alimentação, quanto via suplementação) durante a gestação. Mas atenção: é importante considerar as características individuais, bem como as fontes dietéticas de ômega-3 seguras que podem ser consumidas durante a gestação. Então, já sabe – consulte seu nutricionista.
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Em diversos post falamos sobre a importância do ômega 3 para a saúde do bebê. Mas e a gestante? Também tem benefícios com o consumo adequado de fontes de ômega 3? Diversos estudos mostram que o ômega 3 é imprescindível para a saúde da gestante por ser um componente essencial para todas as células – e sua deficiência tem sido correlacionada com algumas alterações fisiológicas, incluindo problemas neurológicos. Um recente estudo realizado com gestantes mostrou positiva correlação entre baixas concentrações plasmáticas de ômega 3 (tanto EPA quanto DHA) e depressão pré-natal. Nestes casos, os autores também verificaram aumento de citocinas inflamatórias, que pode ser associado a redução da capacidade anti-inflamatória gerada pela deficiência deste nutriente (Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry; 2017. doi: 10.1016/j.pnpbp.2017.05.008). O sono também sofre influência dos níveis endógenos de Ômega-3, conforme estudo realizado com 135 gestantes (PLoS One; 11(2):e0148752,2016). Já uma meta-análise de 34 estudos randomizados demonstrou que o aumento no consumo de ômega 3 foi associado a redução nas concentrações de proteína C reativa – marcador inflamatório que pode refletir riscos para desfechos cardiovasculares, diabetes e obesidade (J Matern Fetal Neonatal Med; 29(15):2389-97,2016). Desta forma, é necessário garantir adequado consumo de ácidos graxos ômega-3 (tanto pela alimentação, quanto via suplementação) durante a gestação. Mas atenção: é importante considerar as características individuais, bem como as fontes dietéticas de ômega-3 seguras que podem ser consumidas durante a gestação. Então, já sabe – consulte seu nutricionista.
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Em diversos post falamos sobre a importância do ômega 3 para a saúde do bebê. Mas e a gestante? Também tem benefícios com o consumo adequado de fontes de ômega 3? Diversos estudos mostram que o ômega 3 é imprescindível para a saúde da gestante por ser um componente essencial para todas as células – e sua deficiência tem sido correlacionada com algumas alterações fisiológicas, incluindo problemas neurológicos. Um recente estudo realizado com gestantes mostrou positiva correlação entre baixas concentrações plasmáticas de ômega 3 (tanto EPA quanto DHA) e depressão pré-natal. Nestes casos, os autores também verificaram aumento de citocinas inflamatórias, que pode ser associado a redução da capacidade anti-inflamatória gerada pela deficiência deste nutriente (Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry; 2017. doi: 10.1016/j.pnpbp.2017.05.008). O sono também sofre influência dos níveis endógenos de Ômega-3, conforme estudo realizado com 135 gestantes (PLoS One; 11(2):e0148752,2016). Já uma meta-análise de 34 estudos randomizados demonstrou que o aumento no consumo de ômega 3 foi associado a redução nas concentrações de proteína C reativa – marcador inflamatório que pode refletir riscos para desfechos cardiovasculares, diabetes e obesidade (J Matern Fetal Neonatal Med; 29(15):2389-97,2016). Desta forma, é necessário garantir adequado consumo de ácidos graxos ômega-3 (tanto pela alimentação, quanto via suplementação) durante a gestação. Mas atenção: é importante considerar as características individuais, bem como as fontes dietéticas de ômega-3 seguras que podem ser consumidas durante a gestação. Então, já sabe – consulte seu nutricionista.
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Olha aí a importância do consumo alimentos fonte de ômega 3. É recomendado não só na gestante, mas na população em geral! 😉
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