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P3 Público  Tag #p3top and get a chance to be featured ⚡️ Fight plastic with #P3_antiplastico

@inesmdecarvalho
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O lugar dela é na cozinha — porque ela é dietista Ou chef. Ela discute muito, faz muitas perguntas — porque é advogada. E sim, o trabalho dela são as crianças — porque é médica pediatra. E não porque é mulher. Estes lugares comuns, escritos a negrito, perdem força quando postos lado a lado com os retratos de arquitectas, advogadas, engenheiras, professoras, médicas, contabilistas. A campanha “Women Acknowledged“ (reconhecer as mulheres, em português) foi lançada por uma empresa sul-africana de serviços financeiros para reformular estereótipos antigos. A mensagem: no local de trabalho “são profissionais — e não mulheres“. ⠀
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A violência, a desigualdade económica, a intolerância racial e religiosa dão o mote ao projecto da fotojornalista Violeta dos Santos Moura O Espaço Entre Nós: Um Relato Pessoal Sobre Um País Quase Pacífico. Em entrevista ao P3, a autora definiu a colecção de mais de 20 imagens como “um artigo de opinião sob formato de fotografia”. “É um diário visual da sociedade portuguesa actual, não exaustivo e em contínua progressão, de como nos vamos tratando uns aos outros no terceiro país mais pacífico do mundo.”

Entre 2012 e 2018, @violetasantosmoura registou vários incidentes que considera representativos dos aspectos menos positivos da mentalidade e políticas que vigoram em Portugal, nomeadamente episódios de violência doméstica com registo de vítimas mortais, situações de racismo e homofobia de contornos criminais, exemplos de religiosidade inflexível que Violeta considera intrusivos da liberdade de acção dos cidadãos, situações de repressão policial e estatal “que se multiplicaram nos anos da crise”. A identidade portuguesa e o anacronismo de algumas das suas características estão também em evidência na série fotográfica da fotojornalista de Vila Real: a alusão à versão oficial da História do Império Português – que retrata positivamente a acção lusitana – e o retrato de situações de racismo institucional dirigido às comunidades imigrantes oriundas de ex-colónias nacionais estão articuladas de forma mordaz para nos lembrar que existe uma linha temporal contínua inalienável na raiz da identidade de cada grupo cultural.

O trabalho da transmontana está em exposição no Porto no Espaço Mira – que celebrou o quinto aniversário a 13 de Outubro – até 17 de Novembro.

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@ahri_thejack
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Há quatro novos murais nas paredes da Amadora, com o objectivo de nos lembrar que continuamos a ser “escravos do consumo“. Slaves ‘R’ Us, o projecto de Mauro Carmelino, está de volta para reforçar a crítica ao sistema das sociedades actuais, depois de quatro anos de pausa.

Mauro teve de dar prioridade ao trabalho nestes últimos anos: “É o que me dá dinheiro no final do mês”, justifica, entre risos. @mauro_carmelino trabalha na área da publicidade, algo que lhe permite usar o feitiço conta o feiticeiro, isto é, utilizar as ferramentas típicas da sociedade de consumo para a criticar. “Uso as técnicas do sistema para comunicar com as pessoas e para o criticar“, explica.

A ideia é demonstrar, através da pintura, que existem “caminhos alternativos”: “O universo está a desestruturar-se e a pintura serve para alertar as pessoas.” Mauro vê-se como uma espécie de “bobo da corte dos tempos modernos“, que procura “revelar a verdade com ironia”. A função é “manter viva a revolta” e, por isso, “uma das grandes preocupações é dialogar com a população”. “Arte urbana não é só para enfeitar a cidade”, defende.

Se antes dialogava com a população da Ajuda, agora está confinado à Amadora. Teve de mudar de casa, por culpa das elevadas rendas no centro de Lisboa — o sistema, lá está. Mais um motivo para continuar a pintar. Ainda assim, confessa que gostava de espalhar o Slaves ‘R’ Us pelo país. “Estou à espera dos convites.”

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Ao abrigo do alter-ego @lisboetaitaliano, André Andrade capta momentos de partilha com os fotografados. Amigos, namorados, estranhos ou amantes, sempre no limiar do desejo. Gerente de uma loja, tem a fotografia como hobbie, sobretudo a analógica — culpa das diferentes tonalidades da película. Não gosta de poses, prefere retratos à queima-roupa. No exterior, se possível, com luz, muita luz, natural, em particular a de Lisboa. “Gosto de envolver o homem na natureza“, assume. Não precisava. Já o tínhamos percebido no calendário que assinou em 2017 para a associação desportiva Boys Just Wanna Have Fun.

Agora tem uma exposição a quatro mãos com Rita Braz e o seu @q_revolt. Para ver no centro LGBT da ILGA, em Lisboa, até 27 de Outubro.

As jovens estudantes Majdoleen, Saja Samar e Aya nasceram e cresceram na Palestina, num ambiente “familiar e conservador”. Em 2014, a israelita Iris Hassid Segal deu início a uma série fotográfica de natureza documental – que se mantém em desenvolvimento – sobre as suas vidas na capital de Israel, Telavive. ⠀
O que significa, do ponto de vista identitário, ser jovem, mulher e palestiniana numa cidade judaica? Esta é a questão à qual a fotógrafa responde na sinopse do projecto “Kana-Tel Aviv-Nazareth“, presentemente em exposição em Braga, ao abrigo do Festival Internacional Encontros da Imagem (@eimagem). “Ser árabe em Telavive é uma experiência complicada. Por um lado, existem oportunidades de trabalho e de frequência universitária [para estes jovens]; ao mesmo tempo, falar árabe em público — e não hebreu — é razão bastante para receber olhares de desaprovação.” O mundo destas três jovens mulheres é, por isso, pautado por uma postura de constante diplomacia. “Vivem entre a tradição e a necessidade de independência, em busca de uma voz e expressão próprias, motivadas pela busca de uma afirmação pessoal entre dúvidas e preocupações sobre a sua identidade.” ⠀
O conflito israelo-árabe não impede estas jovens de desfrutar de todas as oportunidades que Telavive tem para oferecer. “Na verdade, elas tiram vantagem de todas as oportunidades que lhes são concedidas para atingir as suas metas pessoais. Estão, simplesmente, numa viagem de auto-descoberta; querem descobrir quem são e em quem se podem tornar.”

Iris não esconde a relação de proximidade que estabeleceu com as três jovens estudantes. “A nossa relação é baseada em confiança e colaboração”, explica. “Elas são as minhas guias e, como tal, co-dirigem as fotografias que construo.” Usa suporte analógico e médio formato para realizar as suas imagens, que serão brevemente convertidas em fotolivro.

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@joentropia
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Para Harrison Massie, fazer a transição de mulher para homem nunca foi uma questão de trocar um género pelo outro. Começou a sua jornada para “se sentir mais como ele próprio“ há sete anos. “Não tenho vergonha de dizer que já fui mulher”, diz à @Reuters o jovem, hoje com 29 anos, que vive em Saint Louis, Missuri. “Em última análise, é parte de quem sou e de como fui criado e adoro ter a perspectiva de ambos os géneros.”

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Por entre uma vasta área agrícola, repleta de milho, ergueram-se três paralelepípedos e um cilindro. É o escritório do arquitecto Nelson Resende, projectado pelo próprio, em Arada, Ovar, onde vive há uma década. ⠀
“O objectivo passava por criar um equilíbrio justo entre o que se pretende e o que não se pretende”, começa por dizer o arquitecto em conversa com o P3. Por um lado, Nelson queria que o edifício tivesse um estilo autónomo, para que não fosse absorvido pela paisagem envolvente. “É um ambiente rural, sofre várias mutações, quer devido às estações do ano, quer devido aos tipos de cultivo”, explica. A construção teria, por isso, de ter “um perfil afirmativo”, que não estivesse “dependente das áreas circundantes”. Por outro lado, o arquitecto não queria que o seu futuro escritório fosse um “elefante branco” que “chocasse” com a paisagem. Com este intuito, pintou-o de bege, de modo a aproveitar a luz de “um edifício que está destapado”.

“Acho que conseguimos atingir o ponto certo“, confessa. Se as formas geométricas asseguram um estilo equilibrado no exterior, a maneira como foram dispostas permite que quem percorra o interior tenha diferentes perspectivas do que se passa lá fora — é como se a paisagem se transfigurasse. “Quando nos deslocamos dentro do edifício sentimos um ambiente de mudança, é um edifício que vai tendo caras diferentes”, revela o arquitecto. Sempre com “dinamismo“, sem ficar “ali apaziguado”. ⠀
É a forma de Nelson Resende, que já trabalha no escritório novo, não se aborrecer do edifício. As fotografias da galeria são da autoria de @joaodmorgado.

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@dekatigor
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@silviamsommer
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