publicop3 publicop3

2,611 게시물   79,660 팔로워   21 팔로우

P3 Público  Tag #p3top and get a chance to be featured ⚡️ Fight plastic with #P3_antiplastico

Esta é a mensagem de @madalena_martins_ no Instagram — às vezes, uma imagem vale mais do que mil palavras.
Em Agosto, não sejas plástico. Participa! Fotografa e denuncia com a etiqueta #P3_antiplastico ou mostra-nos bons exemplos. As imagens destacadas vão parar aqui: https://www.publico.pt/f389099

Procura-se um sítio escondido, longe da poluição visual das luzes artificiais. Uma praia. Estende-se a toalha na areia, ao relento, e pregam-se os olhos no céu. Há uma luta para não os piscar. Um microssegundo de escuridão é o que basta para perder uma “pinga” da “chuva de estrelas”. Quando se volta a abrir, no lugar do traço em queda já só se encontram milhares de pontinhos cintilantes. Em Portugal, a chuva de meteoros das Perseidas atingiu o pico na noite passada, 12 de Agosto, altura em que se pôde observar 100 meteoros por hora. Mas o fenómeno, um dos “mais espectaculares”, repete-se todos os anos, no mesmo mês de Verão. E os céus que cruza ficam como se vê nesta fotogaleria da agência Reuters, feita para românticos, astrónomos e todos os outros que nestas noites piscaram os olhos um pouco por todo o mundo.

Vê a galeria no P3 (link na bio)

“Eu e seis amigos apanhámos este lixo na Lagoa de Óbidos e na praia do Cortiço“, conta-nos Marta Simões por email.
Em Agosto, não sejas plástico. Participa! Fotografa e denuncia com a etiqueta #P3_antiplastico ou mostra-nos bons exemplos. As imagens destacadas vão parar aqui: https://www.publico.pt/f389099

Têm o mundo rural entranhado, mas abraçam muito mais do que um país longe do mar. As imagens de @jpmarnoto — resultado de dez anos de vivência e viagem por Trás-os-Montes — representam “uma certa ruralidade” em extinção que, diz o fotógrafo, já só habita na outra ponta da Europa, na Roménia. Mas, mais do que o retrato de uma região, são um registo “abstracto” reconhecível em diversas geografias. São a mostra de um mundo em mudança — e em conflito. Urbano versus rural. Progresso versus tradição. Não é essa uma narrativa universal?

Marnoto, produto urbano originário do Porto, tornou-se há uns anos cidadão transmontano. E desse privilégio de ser da casa fez nascer "Nove Meses de Inverno e Três de Inferno" , livro e documentário, trabalho de uma década e número incontável de frames e horas de filmagem. Agora, anda pelas aldeias portuguesas, projector e tela às costas, a mostrar o seu filme de duas horas. Uma continuação da viagem que quer também ter paragens em cidades do litoral e além fronteiras.
Lê o artigo completo no P3 (link na bio)

“O queijo fresco que vem na cuvete de plástico, dentro de um ‘tupperware‘ descartável de plástico, bem envolvido por película aderente, de plástico claro. No fim, tudo dentro de um saquinho...“ O alerta de @mvm_grn no Instagram.
Em Agosto, não sejas plástico. Participa! Fotografa e denuncia com a etiqueta #P3_antiplastico ou mostra-nos bons exemplos. As imagens destacadas vão parar aqui: https://www.publico.pt/f389099

As paredes em reboco branco denunciam-lhe a localização, mas é no chão de tijoleira de terracota que assenta a certeza da origem tradicional desta Casa na Fuseta. Foi a partir da ampliação de uma “casa popular” na freguesia pertencente a Olhão, no Algarve — e do respeito por uma figueira, romãzeira e alfarrobeira — que o estúdio Miguel Arruda Arquitectos Associados desenhou uma “escultura habitável”. O projecto é um dos 14 finalistas a concorrer ao prémio do festival de arquitectura mundial (@worldarchfest), na categoria de villa. “Das três árvores mencionadas, duas determinam o desenho sinusoidal [uma onda contínua] do corredor que liga a antiga construção à sua ampliação, constituída por dois volumes semicirculares”, lê-se, no resumo do projecto, enviado ao P3. No primeiro semicírculo ficam dois quartos e a casa-de-banho; enquanto a sala de estar e uma kitchenette ocupam outra metade de círculo.

A terceira árvore, de grande porte, ditou a “implantação da piscina” à porta da sala, próximo de uma escadaria exterior, estreita, que dá acesso ao um terraço e à “cobertura verde” que transforma o telhado num jardim. Por lá, sinais da presença árabe, àquele terraço chama-se açoteia.
Além da Casa da Fuseta, há outros três projectos portugueses em competição no WAF: a Capela de Nossa Senhora de Fátima, em Idanha-A-Nova, assinada pelo Plano Humano Arquitectos e distinguida na sexta edição dos A+A Awards, promovidos pelo portal Architizer; o Metamorphosis, em Luanda, do estúdio Segmento Urbano; e a Douro Valley House, em Marco de Canaveses, da autoria do MJARC Arquitectos Associados.

Fotografias de @fernandogguerra. Galeria no P3 (link na bio).

A madrilena @bambinomuere começou a fotografar o projecto “Candy Beach“ há pouco tempo, embora veraneie em Benidorm há mais de 20 anos. As imagens que realizou na estância balnear retratam “personagens únicas do quotidiano” das praias do sul de Espanha, captam “o real e o imperfeito” que se passeia pelos areais alicantinos. “Gosto, acima de tudo, de sentir que o que está diante de mim é verdadeiro”, explicou a fotógrafa ao P3. “Muita gente critica Benidorm, sem nunca ter estado cá, por não estar na lista das praias chiques. Concordo que Benidorm desafia muitas vezes as leis da estética, mas isso para mim é ideal porque dá à cidade uma personalidade tremenda. Há muitíssima autenticidade em Benidorm.” Bambi trabalha em contacto com o mundo da moda, onde reina a artificialidade, o adereço, onde é respeitado religiosamente o padrão de beleza vigente. “É justamente o oposto que me atrai”, explicou. Prefere o kitsch de Benidorm. A espanhola poderia ser uma espécie de Bruce Gilden das praias. “Gilden é um dos grandes fotógrafos. Retrata pessoas que ninguém quer ver e coloca-as em primeiro plano, pertíssimo, olhando o espectador directamente nos olhos. É um provocador. Apesar do abismo que nos separa, para mim um rosto ou um corpo perfeito não me dizem rigorosamente nada. É como uma mensagem vazia. Acho muito mais interessante mostrar o que há do outro lado.” Porquê Bambi No Muere como nome artístico? “Desde pequena que em casa me chamavam Bambi. Eu cresci com a certeza de que o Bambi morria na história da Disney, mesmo sem nunca ter visto o filme. Toda a gente me dizia que era uma história muito triste. Quando descobri que afinal o Bambi não morria foi muito divertido. Lembrei-me desse momento quando o Instagram me pediu um nome de utilizador.” Bambi No Muere foi distinguida em 2017 pela Lens Culture com o prémio Talento Emergente.

Vê a galeria no P3 (link na bio)

“Se todos limparmos um bocadinho à volta da nossa toalha, a praia já fica melhor para todos.“ Eis o conselho de @alice_gama.

Em Agosto, não sejas plástico. Participa! Fotografa e denuncia com a etiqueta #P3_antiplastico ou mostra-nos bons exemplos. As imagens destacadas vão parar aqui: https://www.publico.pt/f389099

Scroll, scroll, scroll, milhentas fotografias captadas a partir de uma tenda, umas quantas pessoas em cima de jipes, outras tantas na ponta de uma canoa. Muitas casinhas vermelhas no meio da montanha. Muitos aventureiros solitários em pontes suspensas. Ou bem no meio de estradas desertas. Se alguma vez ao desfiares o feed do Instagram sentiste uma certa sensação de déjà vu… é porque realmente já viste aquela imagem nalgum lado.
Desde Junho que o perfil @insta_repeat se dedica a dar conta destas déjà vu vibes no Instagram — para gáudio de já quase 110 mil seguidores. E prova que, afinal, as imagens de alguns dos mais populares igers do mundo podem não ser assim tão originais e criativas. A descrição, sarcástica, diz tudo: “Vaguear. Deambular. Replicar.“ E vai para além do uso, e abuso, do filtro Orange & Teal.
Por detrás da conta está uma realizadora e artista de 27 anos. E pouco mais se sabe: prefere manter-se no anonimato. Ao blogue Photoshelter conta que foi a “abundância de imagens de canoas“ que fez germinar esta ideia. Onde é que ela quer chegar? “Há muito mimetismo nos média, não apenas no Instagram. O objectivo do Insta Repeat é criticar a originalidade da criação nos média através da lente (trocadilho intencional) deste ‘género‘ de contas de fotografia no Instagram.“ Aquelas de viagens e de aventura que abusam de etiquetas como #liveauthentic e #exploretocreate, que, diz a jovem, têm tanto de “irónico“ quanto de “interessante“. Pelo menos enquanto palco de trabalho.

Vê o texto completo e a galeria no P3 (link na bio)

E que tal evitar os cabides de plástico? “Pensem em usar materiais alternativos e sustentáveis, por exemplo, o bambu, a madeira ou o metal.“ Eis o conselho de @stephania429 no Instagram.

Em Agosto, não sejas plástico. Participa! Fotografa e denuncia com a etiqueta #P3_antiplastico no Instagram ou mostra-nos bons exemplos. As imagens destacadas vão parar aqui: https://www.publico.pt/f389099

O fotógrafo italiano @tomasoclavarino interessa-se por temas controversos, pouco documentados, difíceis de traduzir em imagem. Por esse motivo, decidiu debruçar-se sobre o tema da pedofilia em contexto eclesiástico, em Itália. A influência do Vaticano sobre Roma, que o fotógrafo diz “contaminar todas as camadas da sociedade italiana”, faz com que o assunto tenha pouca presença nos meios de comunicação do país – uma tendência que gostaria de quebrar com a publicação do projecto “Confiteor (I Confess)“ nos meios de comunicação social e,depois, em formato foto-livro. Dezenas de casos e testemunhos de vítimas de actos de pedofilia perpetrados por membros do clero estarão compilados num documento que pretende causar desassossego no seio da sociedade italiana e no imo do Vaticano.

Vê o trabalho completo em p3.publico.pt

Enquanto crescia, em San Juan, Porto Rico, Gabi Pérez-Silver não associava o comportamento “ultrajante” do pai a nenhum tipo de doença mental. “Pensei que ele era apenas difícil e teimoso, como a sua mãe”, contou ao P3, em entrevista por email. “Só quando ele foi diagnosticado [com doença bipolar] é que entendi que o comportamento não era intencional e que, em grande parte, resultava de impulsos que ele próprio não podia controlar. Ou seja… Ele apercebia-se quando estava fora de controlo, mas não conseguia controlar-se.”
.
@gbiprz descreve a relação com o pai como “um comprimido difícil de engolir”. O seu comportamento errático, instável, “afastou toda a gente da sua vida”, motivo pelo qual, enquanto crescia, a fotógrafa se tornou “uma espécie de colete salva-vidas” para o pai. “Ele ligava-me obsessivamente enquanto eu estava em aulas”, refere. Frequentava, nessa altura, o ensino secundário. “Por vezes tinha mais de 20 chamadas não atendidas dele. Esgueirava-me até à casa de banho para ouvir as mensagens de voz que me deixava, que continham geralmente palavras de desespero e ameaças de suicídio.” Gabi sabia que não havia muito que pudesse fazer para ajudá-lo, mas pensava: “Se eu não o ajudar, ninguém o fará.” A pressão, disse, “era enorme“. “Sobretudo naquela idade.”
.
Gabi assumiu o compromisso de acompanhar de perto o pai e de estudar a sua doença mental, ao mesmo tempo que registava o quotidiano com a câmara fotográfica. A autora do projecto Our Mind; a Weapon assistiu a “uma degradação progressiva” do estado de saúde mental do progenitor, que acabou por perder contacto com todos os membros da família. “Tornou-se quase impossível para ele interagir com outros seres humanos sem ficar extremamente frustrado ou ansioso”, explica a porto-riquenha. “Ele falava frequentemente em colocar fim à vida. Sentia-se um refém do seu corpo e, sobretudo, da sua mente.” Vê o texto e a galeria no P3 (link na bio)

가장 인기있는 인스타그램 해시 태그