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P3 Público  Tag #p3top and get a chance to be featured ⚡️ Fight plastic with #P3_antiplastico

“Volta a Portugal, final da etapa em Portalegre. Um desafio para todos: tentar implementar novas atitudes neste desporto.“ Eis a mensagem de Nuno Pimenta.

Em Agosto, não sejas plástico. Participa! Fotografa e denuncia com a etiqueta #P3_antiplastico ou mostra-nos bons exemplos. As imagens destacadas vão parar aqui: https://www.publico.pt/f389099

Era uma casa “muito engraçada“, mas neste caso tinha algum tecto, tinha mais do que nada. Referências musicais vintage à parte, a história do hostel Get Inn podia começar assim. Ali, junto ao Parque Morais, na Parede, Cascais, viveiro de moradias e chalés da alta burguesia dos anos 20, havia uma moradia em “muito mau estado“, já próxima da ruína, “irrecuperável e sem grande interesse“, mas que ainda mantinha uma “extraordinária cobertura“, explica o arquitecto Sérgio Antunes, co-fundador do gabinete @auroraarquitectos, que em parceria com o atelier Furo assina este projecto de reconversão.

Foi a cobertura, então, que decidiu o que se passaria no interior do hostel, aberto há menos de um ano: um jogo do galo tridimensional, feito em três pisos. “Foi muito determinado pela forma do telhado que dividia a planta em nove [módulos]“, descreve o arquitecto. Quatro volumes piramidais nos cantos escondem, no centro, uma escada amarela, que rasga todo o edifício até à clarabóia, até à luz. “É um espaço que se vê por todo o lado“, que “traz o sol para o meio do edifício“, mas que, diz Sérgio, quer fazer circular, não “permanecer“. Vê a galeria completa no P3 (link na bio). Fotografias de @domalomenos

“No meu país, algumas pessoas consideram a arquitectura do realismo socialista muito bonita; outras consideram-na um símbolo do domínio soviético na Polónia e acreditam que deveria ser demolida. Talvez acreditem que demolindo os símbolos do comunismo possam apagar a memória desse período e criar uma nova imagem da Polónia. Mas a memória não funciona assim.” A série fotográfica “Edifice“ do polaco Karol Pałka transporta-nos para uma era que “a maior parte dos polacos gostaria de esquecer”, escreveu o autor, em entrevista por email ao P3, referindo-se ao regime comunista que vigorou na Polónia entre 1944 e 1989. “Desenvolvi ‘Edifice‘ porque quero contar uma história sobre poder e sobre a sua impermanência”, explicou.

@karolpalka fotografou alguns dos edifícios que sobreviveram à queda do regime até aos dias de hoje como, por exemplo, o interior do Hotel Polana, uma estância de férias que era propriedade do Partido Comunista da Checoslováquia, e o edifício Nowa Huta Steelworks, “um excelente exemplar da estética do realismo socialista”, que foi visitado por Fidel Castro e Nikita Khrushchev, ex-primeiro-ministro da União Soviética. “Edifice“ não é um projecto de fotografia de arquitectura meramente estético; tem como objectivo encher cada imagem de História. “Este tipo de arquitectura merece ser recordado, apesar de ser fruto de uma era que se caracterizou pelo domínio de um só partido de todo o espectro social e político do país. O poder comunista construiu hotéis e resorts, nos anos 70, para materializar uma utopia que nunca chegou a germinar. Este tipo de arquitectura acabou por transformar-se apenas numa ferramenta de vigilância do Estado.” Vê a galeria completa em p3.publico.pt

Esta é a mensagem de @madalena_martins_ no Instagram — às vezes, uma imagem vale mais do que mil palavras.
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Procura-se um sítio escondido, longe da poluição visual das luzes artificiais. Uma praia. Estende-se a toalha na areia, ao relento, e pregam-se os olhos no céu. Há uma luta para não os piscar. Um microssegundo de escuridão é o que basta para perder uma “pinga” da “chuva de estrelas”. Quando se volta a abrir, no lugar do traço em queda já só se encontram milhares de pontinhos cintilantes. Em Portugal, a chuva de meteoros das Perseidas atingiu o pico na noite passada, 12 de Agosto, altura em que se pôde observar 100 meteoros por hora. Mas o fenómeno, um dos “mais espectaculares”, repete-se todos os anos, no mesmo mês de Verão. E os céus que cruza ficam como se vê nesta fotogaleria da agência Reuters, feita para românticos, astrónomos e todos os outros que nestas noites piscaram os olhos um pouco por todo o mundo.

Vê a galeria no P3 (link na bio)

“Eu e seis amigos apanhámos este lixo na Lagoa de Óbidos e na praia do Cortiço“, conta-nos Marta Simões por email.
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Têm o mundo rural entranhado, mas abraçam muito mais do que um país longe do mar. As imagens de @jpmarnoto — resultado de dez anos de vivência e viagem por Trás-os-Montes — representam “uma certa ruralidade” em extinção que, diz o fotógrafo, já só habita na outra ponta da Europa, na Roménia. Mas, mais do que o retrato de uma região, são um registo “abstracto” reconhecível em diversas geografias. São a mostra de um mundo em mudança — e em conflito. Urbano versus rural. Progresso versus tradição. Não é essa uma narrativa universal?

Marnoto, produto urbano originário do Porto, tornou-se há uns anos cidadão transmontano. E desse privilégio de ser da casa fez nascer "Nove Meses de Inverno e Três de Inferno" , livro e documentário, trabalho de uma década e número incontável de frames e horas de filmagem. Agora, anda pelas aldeias portuguesas, projector e tela às costas, a mostrar o seu filme de duas horas. Uma continuação da viagem que quer também ter paragens em cidades do litoral e além fronteiras.
Lê o artigo completo no P3 (link na bio)

“O queijo fresco que vem na cuvete de plástico, dentro de um ‘tupperware‘ descartável de plástico, bem envolvido por película aderente, de plástico claro. No fim, tudo dentro de um saquinho...“ O alerta de @mvm_grn no Instagram.
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As paredes em reboco branco denunciam-lhe a localização, mas é no chão de tijoleira de terracota que assenta a certeza da origem tradicional desta Casa na Fuseta. Foi a partir da ampliação de uma “casa popular” na freguesia pertencente a Olhão, no Algarve — e do respeito por uma figueira, romãzeira e alfarrobeira — que o estúdio Miguel Arruda Arquitectos Associados desenhou uma “escultura habitável”. O projecto é um dos 14 finalistas a concorrer ao prémio do festival de arquitectura mundial (@worldarchfest), na categoria de villa. “Das três árvores mencionadas, duas determinam o desenho sinusoidal [uma onda contínua] do corredor que liga a antiga construção à sua ampliação, constituída por dois volumes semicirculares”, lê-se, no resumo do projecto, enviado ao P3. No primeiro semicírculo ficam dois quartos e a casa-de-banho; enquanto a sala de estar e uma kitchenette ocupam outra metade de círculo.

A terceira árvore, de grande porte, ditou a “implantação da piscina” à porta da sala, próximo de uma escadaria exterior, estreita, que dá acesso ao um terraço e à “cobertura verde” que transforma o telhado num jardim. Por lá, sinais da presença árabe, àquele terraço chama-se açoteia.
Além da Casa da Fuseta, há outros três projectos portugueses em competição no WAF: a Capela de Nossa Senhora de Fátima, em Idanha-A-Nova, assinada pelo Plano Humano Arquitectos e distinguida na sexta edição dos A+A Awards, promovidos pelo portal Architizer; o Metamorphosis, em Luanda, do estúdio Segmento Urbano; e a Douro Valley House, em Marco de Canaveses, da autoria do MJARC Arquitectos Associados.

Fotografias de @fernandogguerra. Galeria no P3 (link na bio).

A madrilena @bambinomuere começou a fotografar o projecto “Candy Beach“ há pouco tempo, embora veraneie em Benidorm há mais de 20 anos. As imagens que realizou na estância balnear retratam “personagens únicas do quotidiano” das praias do sul de Espanha, captam “o real e o imperfeito” que se passeia pelos areais alicantinos. “Gosto, acima de tudo, de sentir que o que está diante de mim é verdadeiro”, explicou a fotógrafa ao P3. “Muita gente critica Benidorm, sem nunca ter estado cá, por não estar na lista das praias chiques. Concordo que Benidorm desafia muitas vezes as leis da estética, mas isso para mim é ideal porque dá à cidade uma personalidade tremenda. Há muitíssima autenticidade em Benidorm.” Bambi trabalha em contacto com o mundo da moda, onde reina a artificialidade, o adereço, onde é respeitado religiosamente o padrão de beleza vigente. “É justamente o oposto que me atrai”, explicou. Prefere o kitsch de Benidorm. A espanhola poderia ser uma espécie de Bruce Gilden das praias. “Gilden é um dos grandes fotógrafos. Retrata pessoas que ninguém quer ver e coloca-as em primeiro plano, pertíssimo, olhando o espectador directamente nos olhos. É um provocador. Apesar do abismo que nos separa, para mim um rosto ou um corpo perfeito não me dizem rigorosamente nada. É como uma mensagem vazia. Acho muito mais interessante mostrar o que há do outro lado.” Porquê Bambi No Muere como nome artístico? “Desde pequena que em casa me chamavam Bambi. Eu cresci com a certeza de que o Bambi morria na história da Disney, mesmo sem nunca ter visto o filme. Toda a gente me dizia que era uma história muito triste. Quando descobri que afinal o Bambi não morria foi muito divertido. Lembrei-me desse momento quando o Instagram me pediu um nome de utilizador.” Bambi No Muere foi distinguida em 2017 pela Lens Culture com o prémio Talento Emergente.

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“Se todos limparmos um bocadinho à volta da nossa toalha, a praia já fica melhor para todos.“ Eis o conselho de @alice_gama.

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Scroll, scroll, scroll, milhentas fotografias captadas a partir de uma tenda, umas quantas pessoas em cima de jipes, outras tantas na ponta de uma canoa. Muitas casinhas vermelhas no meio da montanha. Muitos aventureiros solitários em pontes suspensas. Ou bem no meio de estradas desertas. Se alguma vez ao desfiares o feed do Instagram sentiste uma certa sensação de déjà vu… é porque realmente já viste aquela imagem nalgum lado.
Desde Junho que o perfil @insta_repeat se dedica a dar conta destas déjà vu vibes no Instagram — para gáudio de já quase 110 mil seguidores. E prova que, afinal, as imagens de alguns dos mais populares igers do mundo podem não ser assim tão originais e criativas. A descrição, sarcástica, diz tudo: “Vaguear. Deambular. Replicar.“ E vai para além do uso, e abuso, do filtro Orange & Teal.
Por detrás da conta está uma realizadora e artista de 27 anos. E pouco mais se sabe: prefere manter-se no anonimato. Ao blogue Photoshelter conta que foi a “abundância de imagens de canoas“ que fez germinar esta ideia. Onde é que ela quer chegar? “Há muito mimetismo nos média, não apenas no Instagram. O objectivo do Insta Repeat é criticar a originalidade da criação nos média através da lente (trocadilho intencional) deste ‘género‘ de contas de fotografia no Instagram.“ Aquelas de viagens e de aventura que abusam de etiquetas como #liveauthentic e #exploretocreate, que, diz a jovem, têm tanto de “irónico“ quanto de “interessante“. Pelo menos enquanto palco de trabalho.

Vê o texto completo e a galeria no P3 (link na bio)

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