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P3 Público  Tag #p3top and get a chance to be featured ⚡️ Fight plastic with #P3_antiplastico

Durante um período contínuo de 24 horas, o fotógrafo espanhol @martindelucas é o único habitante de um autoproclamado micro-estado de 100 metros quadrados cujas linhas limítrofes estão muito bem definidas e muito mal justificadas. São “estados ridículos, absurdos, (…) que nos convidam a reflectir sobre a natureza artificial e efémera de todas as fronteiras”, pode ler-se na sinopse do projecto Repúblicas Mínimas, vencedor do concurso Emergentes do Festival Internacional de Fotografia Encontros da Imagem. “As fronteiras são fruto do nosso medo e imaturidade enquanto espécie”, justifica Rúben no vídeo relativo ao projecto Stupid Borders, que é composto por várias séries fotográficas que visam questionar a ideia de nação. “Creio que um dia as fronteiras deixarão de existir e que as veremos como algo que fez parte do passado. Entretanto, decidi chamar a atenção para a nossa insensatez. Continuarei a criar repúblicas mínimas até que as fronteiras — ou eu — deixem de existir.”

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@leading_couceiro

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“We‘re having a heat wave!“, gritava Edith Bunker num dos episódios mais conhecidos de All in the Family (ou, em português, Uma Família às Direitas), série norte-americana criada por Norman Lear e que atravessou toda a década de 1970 e os anos 1980 portugueses. A onda de calor já lá vai — assim como a série que retratava a família de Archie Bunker —, o Verão começa a deixar saudades, mas em Lisboa, pelo menos na @ogaleria , ainda se prolonga a estação à boleia de Heatwave, a exposição que junta nas paredes as francesas Édith Carron e Laura Junger. Já há algum tempo que as duas ilustradoras, a viver em Berlim, trabalham a quatro mãos e agora apresentam-se pela primeira vez em Portugal. Mostram 50 obras, inclusive as dez ilustrações originais de 100 years of solitude, o novo fanzine de Laura. Até 10 de Novembro, há cascatas, hotéis, piscinas e turistas para ver na Calçada de Santo André., em Lisboa. Afinal, o Verão ainda veio para ficar: “We‘re having a heat wave!“

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Os mais distraídos que passem na estrada paralela ao Colégio Novo da Maia podem não reparar que o aspecto da passadeira que fica junto àquela instituição de ensino mudou. Com o intuito de aumentar a segurança rodoviária, a Avenida Monte Penedo, em Milheirós, na Maia, tem agora a primeira passadeira 3D de Portugal. O objectivo é criar uma ilusão de óptica aos condutores e, assim, fazer com que reduzam automaticamente a velocidade ao verem uma “passadeira flutuante”.

Fotografia de Nelson Garrido. Vê o texto completo no P3 (link na bio).

@lippesim

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Dois macacos-dourados-de-nariz-arrebitado — Rhinopithecus roxellana qinlingensis, uma espécie ameaçada — observam atentos uma briga entre outros dois macacos líderes. O retrato dos dois animais — O Casal Dourado — habitantes das montanhas Qinling, na China, valeu ao holandês @marselvanoosten, 51 anos, a distinção de Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano, entregue pelo Museu de História Natural de Londres. “Não estava à espera e isso explica o porquê de ter feito o pior discurso na história do concurso“, escreveu o fotógrado, no Instagram. Ao fim de vários dias a observá-los, conseguiu fotografar o macho de costas para conseguir mostrar tanto a pelagem comprida como a cara azul.

Segundo a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), existem menos de quatro mil exemplares da espécie endémica de uma pequena área da floresta das montanhas Qinling. “Grande parte das pessoas nunca viu estas criaturas e a sensibilização é um passo fundamental para a conservação de qualquer espécie. É por isto que acho tão importante mostrar estas imagens ao mundo“, disse.

O concurso internacional é aberto a fotógrafos profissionais e amadores de todo o mundo. O objectivo é alertar para a beleza e fragilidade da natureza selvagem. Podes fazer isso mesmo já a partir de 22 de Outubro, data de abertura das candidaturas para a edição de 2019.

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@ppheitor
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A artista chinesa Yushi Li, residente em Londres, marcou vários encontros através da plataforma de relacionamentos Tinder e retratou os seus protagonistas em “momentos de fragilidade”. ”Durante estes encontros ‘inusitados’, eu sou, em simultâneo, a pessoa que tenta invadir a esfera privada do outro e o objecto de desejo que participa na sua vulnerabilidade”, pode ler-se na descrição do projecto.

@yushilii, cujo corpo de trabalho se centra nas relações de género, desejo e poder, acredita ter conseguido fixar “uma certa precariedade na forma como estes homens posam” para as fotografias que, na sua opinião, revela um desconhecimento sobre como posar eroticamente sem perder traços de masculinidade. “Ao colocar estes homens em locais estereotipadamente femininos e domésticos — a cozinha —, tento apresentá-los como figuras não-masculinas e vulneráveis”, declara. “Através da minha objectiva, cada um destes homens transforma-se num objecto belo e adquirível.”

O trabalho da artista chinesa “My Tinder Boys“, agora em exposição no Festival Internacional de Fotografia @eimagem, em Braga, procura fazer reflectir na “distinção entre a montra virtual e a realidade numa era de rápidas mudanças sociais”.

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@inesmdecarvalho
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O lugar dela é na cozinha — porque ela é dietista Ou chef. Ela discute muito, faz muitas perguntas — porque é advogada. E sim, o trabalho dela são as crianças — porque é médica pediatra. E não porque é mulher. Estes lugares comuns, escritos a negrito, perdem força quando postos lado a lado com os retratos de arquitectas, advogadas, engenheiras, professoras, médicas, contabilistas. A campanha “Women Acknowledged“ (reconhecer as mulheres, em português) foi lançada por uma empresa sul-africana de serviços financeiros para reformular estereótipos antigos. A mensagem: no local de trabalho “são profissionais — e não mulheres“. ⠀
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A violência, a desigualdade económica, a intolerância racial e religiosa dão o mote ao projecto da fotojornalista Violeta dos Santos Moura O Espaço Entre Nós: Um Relato Pessoal Sobre Um País Quase Pacífico. Em entrevista ao P3, a autora definiu a colecção de mais de 20 imagens como “um artigo de opinião sob formato de fotografia”. “É um diário visual da sociedade portuguesa actual, não exaustivo e em contínua progressão, de como nos vamos tratando uns aos outros no terceiro país mais pacífico do mundo.”

Entre 2012 e 2018, @violetasantosmoura registou vários incidentes que considera representativos dos aspectos menos positivos da mentalidade e políticas que vigoram em Portugal, nomeadamente episódios de violência doméstica com registo de vítimas mortais, situações de racismo e homofobia de contornos criminais, exemplos de religiosidade inflexível que Violeta considera intrusivos da liberdade de acção dos cidadãos, situações de repressão policial e estatal “que se multiplicaram nos anos da crise”. A identidade portuguesa e o anacronismo de algumas das suas características estão também em evidência na série fotográfica da fotojornalista de Vila Real: a alusão à versão oficial da História do Império Português – que retrata positivamente a acção lusitana – e o retrato de situações de racismo institucional dirigido às comunidades imigrantes oriundas de ex-colónias nacionais estão articuladas de forma mordaz para nos lembrar que existe uma linha temporal contínua inalienável na raiz da identidade de cada grupo cultural.

O trabalho da transmontana está em exposição no Porto no Espaço Mira – que celebrou o quinto aniversário a 13 de Outubro – até 17 de Novembro.

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@ahri_thejack
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