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P3 Público  Administrators @kitato @amandaribeiro . Tag #p3top and get a chance to be featured

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No início do ano, Gilberto Silva tomou uma decisão. Queria fazer voluntariado nos “giros de rua”, conhecer as histórias de quem vive sem um tecto e documentar essa experiência. A associação Integrar, em Coimbra, abriu-lhe as portas. E o engenheiro biomédico, investigador na Universidade de Coimbra, surpreendeu-se com aquelas vidas nas ruas suspensas. “Mais do que a refeição do dia, os sem-abrigo procuram nos voluntários um ser humano: alguém disponível para conversar e para os ouvir”, disse @gilbertomrsilva ao P3. Foi ao perceber como aqueles homens e mulheres era “ignorados” por quase todos que Gilberto lhes descobriu a necessidade maior. Uma palavra, ou duas. Compreensão. “E isto não é querer ser generoso para eles. É também sermos generosos para nós.” Ao entrar naquele mundo desconhecido conheceu gente que tem casa mas prefere viver na rua, “porque em casa a solidão é maior”. Fotografou-as. E ao imprimir as imagens para lhes mostrar os seus rostos, a reacção de surpresa: “Este sou eu? Estou mais velho…”, diziam-lhe. “O tempo passa mais rápido para quem não se olha ao espelho todos os dias. Na rua não são precisas só gorjetas, ou refeições”, escreve como quem faz um apelo. O investigador de 25 anos, apaixonado por fotografia, não podia ter ficado mais feliz ao ver as reacções dos portugueses na recente tragédia de Pedrógão Grande. “Somos um povo tipicamente acolhedor e solidário, é incontestável.” E é esse sentido gostava de ver mais nas cidades portuguesas — “num tempo em que está na moda ser-se voluntário fora do país, eu diria que há muito para descobrir, também por aqui.”
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Galeria no P3

@aazevedo
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Congrats 😀 your photo is #p3top

O jovem fotógrafo israelita Oded Wagenstein utiliza a fotografia como meio para se confrontar os seus próprios medos; o envelhecimento é um deles, razão por que desenvolveu, de forma quase inconsciente, o projecto de longo termo "The Void We Leave", em Cienfuegos, Cuba. @oded_wagen retratou a comunidade sénior que conheceu há quatro anos na ilha e todos os anos regressa para "encontrar apartamentos vazios" — cheios apenas dos objectos que deixaram para trás.
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Entrevista e galeria no P3

De quatro em quatro anos, em plena Procissão do Corpo de Deus, as ruas de Vila do Conde enchem-se de tapetes. Mas não são uns tapetes quaisquer — são compostos por flores. Esta tradição centenária arranca semanas antes, quando miúdos e gráudos começam a colher flores e a desfolhá-las. Depois, pétala a pétala, folha a folha, fazem-se tapeçarias com funchos, buchos, granjas e rosas, as principais plantas utilizadas, e desfiam-se histórias, canções, conhecimentos. "Os mais velhos ensinam os mais novos procurando passar a tradição, criam-se novos amigos, conhecem-se melhor os vizinhos, aproximam-se as gentes da cidade", conta Rita Carmo Martins, que fotografou os bastidores deste processo na sua cidade-natal. É que à medida que as flores são colhidas, são colocadas em caixas guardadas em caves, lojas, garagens, igrejas, "locais frescos e secos" de forma a conservar a sua "longevidade". Foi esta "paleta de cores" que a jovem fotografou, as "caixas de aguarelas" que dão cor aos tapetes. Na véspera do Corpo de Deus, é daqui que saem as cores, os desenhos, sem pincéis, só mãos. "Poucos vão à cama, os olhos cansados dos mais velhos supervisionam as mãos mais novas, que outrora foram as suas", conta Rita. No dia seguinte, as rua estarão coloridas, perfumadas e mais unidas.
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Galeria no P3

"Esta estranha obsessão com a aparência pode ser muito engraçada e incrivelmente triste ao mesmo tempo", disse em entrevista ao P3 a fotógrafa letã Evija Laivina, autora do projecto "Beauty Warriors", que consiste numa colecção de retratos de mulheres que demonstram acessórios de beleza pouco convencionais. @evija_laivina_ adquiriu todos os artigos através do Ebay; são quase todos provenientes da China e prometem corrigir instantaneamente todos os defeitos sem recurso a intervenção cirúrgica. "Descobri que existem coisas muito interessantes: bandas anti-duplo queixo, corrector de pálpebras ou de sorriso, modeladores de nariz, máscaras anti-rugas..."
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Entrevista e galeria no P3

Uma sapatilha esburacada e uma expressão de ternura. Quando Maria Davison viu a fotografia que tirara à cadelinha recém-adoptada Yzma junto à dona, a amiga Margarida Cardoso, soube que presenciara algo de "especial": "Acho que é tudo, o facto de se ver o sapato roto com aquele olhar muito doce". O mesmo terá pensado o júri do concurso Dog Photographer Of The Year, promovido pela organização inglesa Kennel Club, que todos os anos escolhe o melhor fotógrafo de cães do ano. Os vencedores de 2016 foram agora anunciados, e, entre as mais de 10 mil imagens a concurso, destacou-se a da jovem portuguesa de 27 anos, que venceu na categoria Man's Best Friend e na competição geral. Natural de Carcavelos, Maria licenciou-se em Artes Plásticas, mas depressa se desviou para a Fotografia. Em Outubro, como assumida "crazy dog (and cat!) lady", iniciou o @basti.sbasti , um projecto de fotografia de animais sediado em Lisboa — e quem sabe se esta distinção não lhe irá abrir mais portas. Entretanto, entre outras coisas, vai frequentar um curso na escola da Nikon, outro orientado pela fotógrafo especializado em cães Andy Biggar e vai ver a sua fotografia transformada numa pintura a óleo por Sara Abbott.

Pneus em paredes, um coelho reciclado ou um barco rabelo em pedaços são apenas algumas das obras patentes na primeira edição do Gaia Todo Um Mundo — um festival que tem como temática as alterações climáticas. A área de arte urbana, com a curadoria de Miguel Januário e Lara Seixo Rodrigues, conta com artistas com um “vasto historial de trabalhos na área do ambiente”. Tendo sempre como base o desenvolvimento sustentável, são várias as obras patentes no Centro Histórico de Vila Nova de Gaia, algumas permanentes, outras passageiras, até porque “a street art tem sempre a efemeridade como inimiga”. Os artistas, nacionais e internacinais — Cumul Collective, Bordalo II, Isaak Cordal, Pascal Ferreira, Pastel, Mariana, a Miserável, Marco Mendes, Nicolau e o próprio Miguel Januário — pintam paredes e escadas, ilustram vazios, fazem esculturas, sobem gruas, criticam e manifestam-se. “Precisámos desta linguagem cá, destes recursos, da borracha, do lixo excedente que é, de algum modo, o que causa a subida das águas, das temperaturas. Precisámos de ter consciência”, justifica Miguel Januário, em conversa com o P3. .

Fotografias de Adriano Miranda no P3

Portugal está a arder. Porquê?
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Photo from "everyday traveler" Stefan Markiewicz @documenting

Há uma simetria impressionante nestas imagens — e isso é parte importante da homenagem que Thibaud Poirer quis fazer a estes templos culturais que são as bibliotecas. Todas diferentes, todas iguais no fim último de glorificar e divulgar os livros. O fotógrafo, já conhecido pelo seu talento em captar o interior de edifícios, percorreu diversas geografias em busca das bibliotecas mais bonitas do mundo. E seleccionou dois exemplares portugueses para a sua restrita lista na série Libraries: a Biblioteca Joanina, em Coimbra, e o Palácio Nacional de Mafra. As imagens de @tibman são também um hino à Arquitectura. Através delas percebe-se a marca que cada arquitecto deixa no espaço, os cuidados de minucia que tem em conta, como o equilíbrio entre a luz natural e artificial para uma melhor leitura, a promoção do sentido comunitário e, em sentido contrário, de um lado solitário que as bibliotecas permitem. Entre as imagens, há exemplos como a famosa Sorbonne, em Paris, a Grimm Zentrum Library, na Alemanha, ou a Biblioteca Casanatense, em Itália. Thibaud Poirer vive actualmente em Paris, mas passou boa parte da vida a experienciar culturas e vivências em diversos países. .
Galeria no P3

"A Matter of Taste" é uma questão de bom gosto — de Fulvio Bonavia, que antes de se dedicar à fotografia desenhava e ilustrava posters de filmes —, uma selecção de alimentos transformados em elementos de alta costura. Pulseiras de gomas, malas e carteiras de bróculos, queijo e frutos silvestres, um capacete de melancia, um cinto de arenques ou um par de sapatos de beringela. Muitas destas criações foram entregues a clientes como Pirelli, Montblanc, Sony e Adidas. O site Luerzer's Archive chegou a nomear o italiano @fulviobonavia como um dos 200 melhores fotógrafos de publicidade no mundo. Em 2010 foi seleccionado como o fotógrafo do ano nos Mobius Awards. .
Galeria no P3

O processo de aprendizagem pode demorar anos. Ser um "fazedor de globos" — daqueles construídos à mão — não é para todos. Paciência, atenção ao detalhe, talento. A Bellerby and Co., empresa sediada em Londres e uma das últimas a fazer globos de forma tradicional, anda em busca de um aprendiz, noticia a Business Insider. Aqui @globemakers é possível espreitar os bastidores fascinantes da oficina criada nos anos 80 por Peter Bellerby, depois de uma busca inglória por um globo para oferecer ao pai no seu 80º aniversário. "Decidi tentar fazer um, depois de perceber que não havia globos de qualidade e que nenhum tinha mapas actuais e correctos (além daqueles de produtos de plástico, geralmente mal feitos e desactualizados)", conta numa entrevista dada em 2016 ao site Fashion Times. A intenção não era transformar o passatempo numa empresa. Mas acabou por acontecer. A equipa não é grande — até porque, já dissemos, a especialização é exigente. Além dos globos, a Bellerby and Co. tem vindo a criar outros produtos. Sempre com o mundo como inspiração

Morremos cada vez mais tarde e há cada vez mais gente a atingir um século de vida. O fotógrafo Marcus Garcia anda há mais de doze meses a fazer retratos de homens e mulheres com cem ou mais anos. "Os Centenários" vão dar origem a um livro, uma exposição e um ciclo de conferências. Haverá um segredo para a longevidade? .
Reportagem e fotos no P3

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