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Siria tem oito anos e cresce em dois países, a Itália e a Polónia, entre a cidade e o campo, entre a tecnologia e a natureza. A sua mãe, a fotógrafa Kicia Randagia — uma das vencedoras do Zeiss Photography Awards — acredita que o seu modelo educacional terá um impacto futuro positivo na formação de Siria, disse ao P3, em entrevista. “Creio que fará com que cresça com uma mente mais aberta e se torne mais tolerante”, explicou. Kicia cresceu numa aldeia, na Polónia, e é lá que passa pelo menos dois meses por ano. “Gosto que Siria conheça a minha cultura e os lugares onde cresci”, justifica. “Na Polónia, tudo difere da vida cosmopolita, desde a língua à comida, aos costumes, à natureza, etc. Ver a minha filha mudar tão rapidamente e passar de menina da cidade — muito ligada às tecnologias — a menina do campo que gosta de andar descalça e viver entre os animais, que come vegetais crus e comida genuína e que brinca com qualquer coisa que encontra, é incrível. Mas também notei que ela continuava simplesmente a ser feliz assim que regressava a Roma, para a sua vida citadina, mesmo que o seu dia fosse preenchido por actividades completamente diferentes. Assim nasceu a ideia de criar esta série "Scelte" (palavra que significa 'escolhas').”
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​Para o fotógrafo Erberto Zani (@zanierberto), a realidade não poderia ser mais clara: "Estamos perante mais um genocídio dos tempos modernos", afirma, em comunicado do P3. O fluxo migratório dos rohingya não parece ter um fim à vista e mantém-se "sobre a indiferença do resto do mundo e o pesado silêncio do Prémio Nobel da Paz 1991, Aung San Suu Kyi", de nacionalidade birmanesa e distinguida em 1991.

Desde Outubro de 2016, mais de 600 mil membros da etnia rohingya alcançaram a fronteira da Birmânia com o Bangladesh. Escapam ao que descrevem como "acções violentas" por parte do exército birmanês: agressões, execuções, ocupação e usurpação de território e bens. "Apenas no dia 17 de Outubro de 2017, foram mais de 15 mil os rohingya que atravessaram a fronteira com o Bangladesh e pisaram os campos de arroz de Palangkhali", explica o fotodocumentarista italiano, sediado em Basileia, na Suíça, que esteve no local e registou a chegada. "Exaustos por terem passado dez dias a atravessar selva e montanha, sujeitos ao sol e às frias tempestades, eles esperaram pela sua vez, na lama, para ultrapassar o controlo fronteiriço, feito por militares do Bangladesh." Vê a galeria completa no P3 (link na bio)

Ajiith faz parte de uma equipa de atletas do Sul da Índia. Espera transformar o culturismo numa carreira e um dia competir a Mister Universo. Os costumes determinam que um indiano não deve despir-se em público e por isso acedeu a ser fotografado num dia de chuva, quando ninguém o veria.
A fotografia faz parte da série "Tight" — finalista no concurso internacional de fotografia Zeiss, promovido pela Zeiss em parceria com a World Photography Organisation —, que levou Mark Leaver (@mdleaver) ao sul da Índia para tentar perceber o que significa ser hoje um jovem naquele país. "À medida que a globalização transforma rapidamente a tradicional sociedade conservadora da Índia, o mundo engordurado do culturismo é a janela perfeita para ver essas mudanças sociais mais amplas na vida de jovens comuns. Mais do que qualquer outro desporto, o culturismo e seu crescimento explosivo são emblemáticos da Índia contemporânea e de sua nova classe média", descreveu ao P3 o autor do projecto.

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@joanafilipa2412

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Fica na Rua Visconde de Setúbal, no Porto, e quer ser uma casa para estudantes universitários, sobretudo os estrangeiros — de 11, para ser mais exacto. Com uma fachada novecentista, bem ao estilo portuense, o interior de quatro andares é novinho em folha, não tivesse ele sido remodelado pelo estúdio Alessandro Pepe Arquitecto, instalado no Porto. “A casa tem uma cozinha comum”, explica Alessandro Pepe ao P3, “que será a sala principal da casa”. “O resto é composto por nove quartos (sete simples e dois duplos), seis casas de banho e na cave há ainda um apartamento independente — que pode utilizar a cozinha também”. No exterior existe ainda um pátio, com uma zona interior comum e outra de lavandaria.

Fotografia de Attilio Fiumarella. Vê a galeria completa no P3 (link na bio)

São mulheres toxicodependentes e vivem num abrigo municipal, em Teerão, a capital da República Islâmica do Irão. "O governo criou este abrigo para as mulheres sem-abrigo, para prevenir que elas deambulem pelas ruas e durmam nos bancos frios dos parques", pode ler-se na sinopse do projecto Grape Garden Alley da jovem fotógrafa iraniana @TahminehMonzavi.

O dia-a-dia destas mulheres é marcado por uma luta contínua contra a adição e contra "outros tipos de tentação", refere a fotógrafa. "Senti-me tocada por aquela realidade, motivo por que decidi documentar todos os aspectos das vidas destas mulheres durante três anos." No abrigo, encontrou "todo o tipo de mulheres" e apercebeu-se que todas, sem excepção, "tinham já passado pelo inferno" na capital do Irão. "Apesar da tristeza que enfrentam diariamente, há mais cor nas suas roupas e nas suas vidas do que nas de mulheres normais", confessa. A escolha do preto e branco para o projecto pode parecer estranha, neste caso; "eu vejo o seu percurso a preto e branco, são elas as responsáveis por colorir a verdade nas suas vidas", justifica.

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À entrada, um aviso sério — e um pedaço de pele hiper-realista para todos os que sintam uma vontade incontrolável de tocar nas "pessoas". A partir daqui só estamos autorizados a ver os trabalhos tridimensionais que marcaram os últimos 50 anos da escultura hiper-realista, desde os americanos pioneiros, como George Segal, Duane Hanson e John DeAndrea, passando pelos maiores representantes internacionais do movimento (o espanhol Juan Muñoz, o italiano Maurizio Cattelan, a belga Berlinde de Bruyckere e os australianos Ron Mueck, Sam Jinks e Patricia Piccinini). Ver sem tocar. E pensar que aquelas "pessoas" são apenas réplicas humanas e que não vão, de repente, ganhar vida, abrir os olhos e mexer um músculo que seja.

Com 35 obras de 28 artistas, o Museu Kunsthal, em Roterdão, apresenta, pela primeira vez na Holanda, uma visão geral dos desenvolvimentos mundiais deste tipo de escultura nas últimas cinco décadas — já nos anos 60 e 70 estas representações da figura humana eram tão vivas e realistas quanto possível. Então, o desafio já era esse. Ficar frente a frente com estes trabalhos provoca reacções e, ao mesmo tempo, levanta questões sobre a manipulação e a identidade. Como nos vemos a nós mesmos e aos outros? No centro da exposição está A Girl (2006), peça de Ron Mueck, um bebé recém-nascido com cerca de cinco metros. À sua volta circulam os visitantes, curiosos, intrigados, atentos aos detalhes gigantescos e microscópicos. À sua volta, nascem, reproduzem-se, envelhecem e morrem os nossos semelhantes.

Fotografia de Luís Octávio Costa (@kitato). Vê a galeria no P3 (link na bio)

@jedediah_johnson começa por colocar nos lábios um batom vermelho vivo. De imediato, beija entusiasticamente a sua "presa”. Nos segundos seguintes, fotografa o rosto do “felizardo” ou “felizarda”, na esperança de fixar a sua resposta emocional. Essa diverge consoante o indivíduo: ora divertido, ora arrebatado, ora envergonhado, o sujeito tem gravado no rosto o trilho vermelho do beijo logrado — e esse é responsável pela expressão que vemos estampada nas imagens.

O fotógrafo norte-americano sempre sentiu uma intensa ansiedade associada ao beijo. The Makeout Project surgiu em resposta a essa fobia. “As pessoas dizem que é nojento e que faço isto apenas para obter satisfação momentânea”, confessa ao The Guardian, “o que não é inteiramente falso”, revela, bem-humorado. “Pensei, um dia, que é muito interessante a marca de batom que permanece após um beijo; é poderosa e comunicante. E, claro, conhecia também muitas pessoas que não me importaria de beijar.” Começou, então, por beijar pessoas que já conhecia. Depois, estranhos. A todos, pergunta se o pode fazer primeiro. Já fez mais de 100 retratos e promete prosseguir. “Ainda há muita demografia por explorar. Quero beijar pessoas muito idosas. Quero beijar toda a gente. Adoro caras e quero fotografar todas. Se gostar da tua cara, vou querer beijá-la e tirar uma fotografia.” Vê a galeria e o texto no P3 (link na bio)

Esta sexta-feira, 13 de Abril, assinala-se o Dia Internacional do Beijo.

Todos os anos, no domingo de Pascoela, os pastores do sopé da Serra da Estrela, na freguesia de Covas, pagam uma promessa religiosa a São Geraldo e conduzem o seu gado caprino por entre os caminhos campestres e urbanos da região. "É um dia de união e trabalho em torno da arte que herdaram", descreve, em comunicado, o fotógrafo Tiago Cerveira. Dois dos pastores que este ano participaram neste desfile tradicional são particularmente jovens. "Ainda não chegaram aos 25 anos de idade e já encabeçam o seu rebanho. Ostentam o cajado, as vestes, o cão pastor, a loiça, as borlas e, acima de tudo, o gado. Ostentam o orgulho de ser pastor." Este ano, a 8 de Abril de 2018, marcaram presença apenas cinco rebanhos. "O malvado fogo de 15 de Outubro levou milhares de animais, a alimentação, os currais", justifica o @tcerveira. "Levou acima de tudo a alegria e a vontade de rumar. Rumar dezenas de quilómetros para pagar a promessa." A reportagem fotográfica foi captada no âmbito da rodagem de um documentário em vídeo sobre a região, que será publicado durante o presente ano.
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À terceira digressão europeia, apaixonaram-se irremediavelmente pelo manto branco da Polónia. Na sala Supersonic, em França, debaixo do nevão que fechou Paris, estrearam-se “numa grande cidade europeia”. Ouviram-se, pela primeira vez, em Itália: ecoaram por Terni, Trento, Montecarotto, St. Margherita Ligure, Noale, Ravena. Depois do concerto em Praga, meteram-se no carro e, passando o volante entre os quatro, só pararam em Sevilha, 24 horas depois.

Os @the.lemon.lovers partiram do Porto, no início de Fevereiro, com "Watching the Dancers" (2016) na mala da carrinha — e só voltaram quando todos os 31 concertos estavam dados. É a terceira vez que a história se repete: Victor Butuc pousa as baquetas e agarra no telefone, email e em tabelas de Excel que deixam pouco espaço para improvisação. Os outros fazem o que já costumam: seguem-lhe a batida. “Esta não é a melhor maneira de conhecer as cidades”, admite. “Mas é uma excelente forma de ficar a conhecer as pessoas”, acrescenta João Pedro Silva, a outra metade da formação original da banda portuense, que existe desde 2012 (a eles juntam-se agora Pedro Gomes e Diogo Sarabando). São estes os quatro músicos presentes nas polaroids que contam (em parte) a história da tour e, por outro lado, levantam o véu do álbum que irá ser gravado este ano.

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@globetotrot
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Hermon e Heroda são gémeas idênticas e, inexplicavelmente, perderam a audição ao mesmo tempo, quando tinham sete anos. Polly e Sophie são gémeas monozigóticas que têm impressões digitais praticamente iguais, o que indicia um código genético quase 100% idêntico. Chloe e Leah juram sentir a dor uma da outra e partilhar uma espécie de canal telepático. "Existe algo de desconcertante no fenómeno dos gémeos idênticos", declarou o fotógrafo norte-americano @peterzelewski em comunicado dirigido ao P3. O fascínio que sente levou-o a desenvolver a série de fotografias "Alike But Not Alike", que se centra nas diferenças e similitudes dos gémeos idênticos e no estranho laço que partilham.
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