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"Medo." "Enquanto escrevo esta entrevista sinto medo. Eu nem sequer consigo expôr o meu trabalho no meu país devido à censura. Aqui, um fotógrafo é considerado um criminoso. A fotografia de rua não constitui nenhum problema, excepto em Teerão. Aí a utilização de um telemóvel para fotografar torna-se imperativa; uma câmara fotográfica chama demasiado a atenção e existe o risco de detenção por parte da polícia." Falamos do Irão. Falamos de Farshid Tighehsaz, fotógrafo documental iraniano cujo trabalho "From Labyrinth" se debruça sobre "os evidentes sinais de depressão" da sua geração.
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Entrevista e fotografias de @farshidtighehsaz no P3

Mais de 33 mil fotografias. Foi este o resultado do concurso de fotografia "Território", promovido pelo P3 e pela @fujifilmxworld_pt e que termina com a distinção de 12 fotografias. João Dias @joaodias.photographer foi o vencedor (prémio: Fuji X-T20 + XC 15-50 mm), ficando os restantes lugares do pódio para António Tedim @antoniotedim (prémio: Instax mini 70) e João Martins @jmartinz2999 (Instax mini 9).

Mais de 33 mil fotografias. Foi este o resultado do concurso de fotografia "Território", promovido pelo P3 e pela @fujifilmxworld_pt e que termina com a distinção de 12 fotografias. João Dias @joaodias.photographer foi o vencedor (prémio: Fuji X-T20 + XC 15-50 mm), ficando os restantes lugares do pódio para António Tedim @antoniotedim (prémio: Instax mini 70) e João Martins @jmartinz2999 (Instax mini 9). Para além das fotografias premiadas, o júri seleccionou mais nove menções honrosas. Os 12 finalistas serão contactados em breve e convidados para uma aventura fotográfica a ter lugar no início do mês de Setembro.

Mais de 33 mil fotografias. Foi este o resultado do concurso de fotografia "Território", promovido pelo P3 e pela @fujifilmxworld_pt e que termina com a distinção de 12 fotografias. João Dias @joaodias.photographer foi o vencedor (prémio: Fuji X-T20 + XC 15-50 mm), ficando os restantes lugares do pódio para António Tedim @antoniotedim (prémio: Instax mini 70) e João Martins @jmartinz2999 (Instax mini 9). Para além das fotografias premiadas, o júri seleccionou mais nove menções honrosas. Os 12 finalistas serão contactados em breve e convidados para uma aventura fotográfica a ter lugar no início do mês de Setembro. Todas as informações sobre as fotografias seleccionadas estão já disponíveis no site do concurso em www.concursoterritorio.pt

Izzy e Ailbhe são irlandesas e irmãs — e sempre foram as melhores amigas. Izzy nasceu com uma malformação (espinha bífida) que a prende a uma cadeira de rodas. "Não quero que a minha cadeira pareça que foi construída num hospital, quero que se assemelhe a uma peça de moda", disse recentemente a uma entrevista à revista da Adobe. "Imaginem usar o mesmo par de sapatos todos os dias", desafia a publicação. Era mais ou menos isso que Izzy sentia antes de as duas irmãs terem criado a Izzy Wheels, marca que se dedica a personalizar tampos de rodas de cadeiras de rodas — um trabalho criativo de Ailbhe, a irmã mais velha com formação em Belas Artes e que já em pequena decorava a cadeira da irmã. "A nossa missão com a @izzywheels passa por desfazer as associações negativas com cadeiras de rodas e permitir às pessoas que as utilizam celebrar a sua individualidade. Queremos mostrar ao mundo que as cadeiras de rodas podem ser muito mais do que um dispositivo médico, elas podem ser uma peça de auto-expressão artística", pode ler-se no site. A Izzu Wheels quer transformar "algo puramente funcional" num "objecto amigável". "Ter rodas elegantes na cadeira que combinam com a tua roupa ou que mostram os teus interesses pode ser um bom pretexto para uma conversa".

A primeira fotografia foi partilhada em Maio e os azulejos retratados, já com falhas, são do Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra. Pedro Catarino e Mara Marreiro, amigos desde a escola secundária, foram em passeio até Coimbra e tiraram a fotografia que havia de marcar o arranque da conta @tilists (tiles + stylists), no Instagram. Pedro, estudante de arquitectura de 21 anos, sempre teve uma grande ligação aos azulejos. “A minha mãe fazia azulejos e fez todos os que havia em nossa casa”, conta ao P3. Os dois amigos algarvios costumavam reparar nos azulejos por que passavam e optaram por criar a conta para os documentar. “Como não é a única conta que existe do género, a mão é uma maneira de nos diferenciarmos, além de criar uma certa escala.” Pedro e Mara gerem a conta a quatro mãos: ele a partir de Lisboa, ela a partir de Portimão. Confessam que têm “um fraquinho” pela azulejaria decorativa e já inspiraram outras pessoas, que partilharam imagens para serem incluídas no projecto. Os gestores do Tilists comprometem-se a publicar as fotografias que lhes cheguem, desde que dentro do conceito, com os devidos créditos.

@jnunes_
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Congrats 😀 your photo is #p3top

O acordar dela é como o acordar de muitos de nós. "Demorado e doloroso q.b.". A estratégia repete-se tantas vezes como a repetição do toque do despertador. "Acordo sempre com sono por isso tenho o despertador programado para mais cedo para poder ficar na ronha e, depois sim, sair da cama", confessa ao P3 Ana Gil, designer e minimalista convicta ultimamente interessada no acordar dos outros. Porquê? A resposta está no seu próprio espelho. "Acordo despenteada, com a marca dos lençóis na bochecha, toda zombie ou sei lá mais o quê. É inevitável rir ao ver-me ao espelho. Aposto que não sou a única e por isso achei que seria curioso ver e partilhar o acordar dos outros, este momento tão natural a que ninguém escapa." É suposto o projecto @wakeupthoughts, que para já só dorme e acorda no Instagram, ser instantâneo e pouco retocado. Olhos fechados, entreabertos ou com remelas, cabelo desgrenhado, despenteado ou emaranhado, pessoas mais ou menos acordadas, mais ou menos a dormir, mais ou menos acompanhadas. Para empurrar o projecto para fora da cama, Ana Gil começou por enviar uma mensagem privada aos amigos. "A palavra foi-se espalhando com a ajuda dos participantes 'sonecas' e já tenho participações espontâneas", conta. A participação está aberta a qualquer pessoa que queira enviar uma selfie tirada ao acordar e que inclua os pensamentos do momento. Toca a acordar!

Fátima Carrión é uma artista e fotógrafa espanhola. Mãe de uma menina e, de momento, à espera do segundo filho, um menino, ilustra a sua barriga e dá ainda mais beleza à gravidez. Transformar barrigas em obras de arte coloridas é o objectivo desta mãe: "É super relaxante para a mãe e estimulante para o bebé", pode ler-se no blogue da artista. O @premamabodypaint é "uma experiência maravilhosa", tanto para a mãe como para o bebé. "Há bebés que seguem o pincel enquanto pinto", diz Fátima. Corujas, flores, arco-íris, unicórnios e anjos são apenas alguns exemplos das pinturas, realizadas a grávidas entre os seis e os oito meses de gestação. Luzes néon, na piscina ou na natureza.

Uma Volkswagen pão-de-forma com erva pelas jantes. Um Citroen 2cv a fitar o horizonte ou um DS estendido ao sol na praia. Uma Renault 4L — duas Renautl 4L, três Renault 4L... — simplesmente estacionada. E um Mercedes — o tal Mercedes — a posar para a fotografia. E minis e carochas e uma série de carros com cores e formas — sim, os carros já tiveram cores e formas — como se tivessem encontrado a saída da rotunda do Trafic, de Jacques Tati. "Todos temos gosto pelos clássicos", confessou ao P3 Célia Matos, que chegou a ser deixada na escola pelo pai que conduzia uma carrinha Vauxhall. "Tinha alguma vergonha", sorri. Hoje, a assistente social de 45 anos adoraria recuperá-la. Foi por essas e por outras que surgiu o Soul Car Collective, um grupo de IGers do qual @ccbmatos faz parte (mais @diogolage, @rodrymendonca, @lemleite, @martasagoncalves, @zeosor, @joaolc e @luislobao) e que funciona como um clube de carros clássicos. Aos domingos e às terças-feiras as fotos publicadas na conta são deles. Às quintas destacam fotos #soulcarcollective — e ainda têm a rubrica car quiz. Em Los Angeles, onde Célia está há sensivelmente 20 anos, "há clássicos estacionados em cada esquina". Por cá, podem até estar "enferrujados e maltratados", mas "todos têm uma história". Todos merecem viver. Cália não conduz — a carta de condução não quer nada com ela —, mas é apaixonada pelos "monstros de metal" e pelo seu design retro. A conta @soul_car_collective já tem 334 clássicos e no futuro gostaria de ter outras tantas histórias (dos fotografados ou das fotografias). "Vamos deixar rolar". Se vires por aí um clássico não o deixes abandonado. Fotografa-o.

É uma casa introvertida, onde a vida acontece Entre Dois Muros Brancos — eis o apropriado nome de baptismo deste projecto do Corpo Atelier, finalizado há pouco mais de dois meses em Vilamoura. Tudo porque pairava no terreno uma incerteza relativamente à presença de futuros vizinhos. "Foi concebida desta forma, mais virada para dentro, para estar protegida dos olhares exteriores, por isso está voltada para a paisagem a sul", explica o arquitecto Filipe Paixão ao telefone com o P3 a partir da, imaginamos nós, borda da fotogénica piscina. A casa de quatro quartos, erguida para o seu pai, é agora a nova morada da família. De lá sobressai, claro, a piscina, o "único elemento horizontal que sai das paredes e se projecta, como se fosse uma espécie de pontão ou passarela". Olhando para as fotografias de @ricardoliveiralvesphotography percebe-se por que razão o atelier se apropriou de uma descrição de Raul Brandão no livro Os Pescadores na memória descritiva do projecto: "Céu de um azul que desmaia — por baixo chapadas de cal. Reverberação de sol, e o azul mais azul, o branco mais branco. Cubos, linhas geométricas, luz animal que estremece e vibra como as asas de um cigarra." Quase parece ter sido escrito para aqui, não é? Depois de ter desenhado uma casa para Fernando Pessoa nos Açores, de ter passado pela Dinamarca e pelo Porto, Filipe abriu há três anos o seu próprio gabinete no Algarve. "Está a correr bem, muito melhor do que estava à espera", conta, falando de alguns dos projectos que tem em mãos, inclusive um "muito especial": a recuperação dentro das muralhas de Faro da casa onde morou Zeca Afonso.

Imagina tubos, serras, lixas e berbequins. Imagina que cortas os tubos e os unes com fita cola. Agora imagina uma tampa que tens de furar com o berbequim. Enquanto uns cortam, outros furam. Agora junta todas as partes. Eis a tua “pistola de água”. Imagina agora uma fonte humana, um chafariz improvisado. Um conjunto de pessoas, as suas novas e originais pistolas de água e o jardim de um castelo como cenário: a fonte humana. Foi desta forma que o workshop dos Put Put se desenvolveu no Castelo de Abrantes, durante o @canal180 Creative Camp. .
Reportagem e fotografias no P3

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