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P3 Público  Tag #p3top and get a chance to be featured ⚡️ Fight plastic with #P3_antiplastico

O regulamento do concurso permite aos fotógrafos edições criativas e, graças a elas, a imagem vencedora do concurso internacional Underwater Photographer of the Year (Fotógrafo Subaquático do Ano) foi tirada fora de água. O autor, @rodneybursiel, apanhou o momento em que uma cria de baleia saltava à superfície e criou a imagem vencedora invertendo a fotografia e dando a ilusão de que o animal estava debaixo de água.

A 14.ª edição deste concurso, organizado pela Scuba Diving Magazine, volta a premiar as melhores imagens subaquáticas (ou que pareçam, pelo menos), captadas no mar, rio, lagos ou piscinas. A ideia é pôr num frame a magia do desconhecido ou misterioso. Os critérios, explicam, são a beleza, criatividade e capacidade de inspirar das imagens e há várias categorias a concurso (grande angular, macro, conceptual e câmara compacta). Nas vencedoras — escolhidas entre mais de 2100 concorrentes — há peixes, incluindo uma versão do Nemo, estrelas do mar, veículos abandonados, mergulhadores. E imagens manipuladas que juntam polvos a garrafas ou uma menina na piscina que parece olhar-se ao espelho. Vai um mergulho?

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João Pedro Santos (@carceredoser) tinha um trabalho para fazer e uma “curiosidade” à espera de ser satisfeita. Queria ver como vivia a comunidade cigana que, quando ele era um menino de dez anos, foi obrigada a deixar Francelos. Quatro meses depois, o curso no Instituto Português de Fotografia, no Porto, já está concluído (“com sucesso”, aponta), mas a curiosidade inicial cresceu para uma “amizade profunda” pela comunidade que o “recebeu sem reservas”. E o projecto fotográfico “está longe de ter um fim”. João continua a visitar “quase diariamente” as pessoas que aqui retrata, agora como voluntário num projecto de inserção social direccionado às crianças e jovens do Bairro de Olival, em Vila Nova de Gaia. Descobriu a história, por acaso, numa reportagem publicada no PÚBLICO. Em 2001, a jornalista Ana Cristina Pereira escrevia: “Viviam, com as 27 famílias, em barracas de zinco erguidas num terreno contíguo à Avenida de Francelos. Foi por ordem do Tribunal de Justiça, e num clima de tensão fortemente favorecido pela presença de um gigantesco aparato policial, que se transferiram provisoriamente para a Serra do Pilar. E foi sob grandes protestos da população local que, em Setembro último, foram instalados ali, no Bairro de Olival.” De um trabalho fotojornalístico, sobre o passado e o presente, “passou a um trabalho documental para mostrar um futuro“. “Quero mostrar ao Diogo, daqui a uns anos, que ele se vestia assim.” Quer apoiar a Teresa, que lhe confessou querer ser cantora, para logo depois emendar: “Mas sei que não vou ser porque sou cigana.” E quer expor, através da fotografia, o mesmo que respondeu a um dos adultos, quando ele, “olhos nos olhos“, lhe perguntou: “João, és um ‘pajo’ [homem branco] no meio de ciganos. Estás aqui connosco há quatro meses. Diz-me, és capaz de falar mal de um cigano?”. Galeria completa no P3 (link na bio)

“Um saco de lixo. Não é propriamente um motivo instagramável. Pois não, mas é um reflexo do estado das nossas praias. Em dois dias seguidos, recolhi dois sacos de lixo de 20 litros iguais a este, na Praia do Magoito, em Sintra. O lixo — nomeadamente, o plástico — é uma praga que todos devemos de ajudar a erradicar.“ Eis a mensagem de @marcosfcmelo Em Agosto, não sejas plástico. Participa! Fotografa e denuncia com a etiqueta #P3_antiplastico no Instagram. As imagens destacadas vão parar aqui: https://www.publico.pt/f389099

Os olhares suspensos num corpo em queda livre. Os corpos dobrados, a avaliar a profundidade do rio Coura. Os corpos esticados, já entregues ao salto. O amigo que empurra o outro, numa transferência de coragem. O rapaz que carrega a rapariga ao colo. A rapariga que não larga o pescoço do rapaz até se afundar no rio. As gargalhadas do grupo que observa tudo deitado em bóias insufláveis, completamente seco. A subida até ao cimo de uma árvore, de uma prancha, de uns ombros. Os segundos de indecisão. “Atira-te!“ Os músculos a enrijecer no primeiro contacto com a água. Os palavrões, gritos de protesto contra a baixa temperatura da água. A subida ávida até à tona. E as braçadas rápidas até terra. “Olha, dá tempo para mais um mergulho?“ Fotografias de @jpaulopimenta (link na bio)

O rope skipping não enche estádios, não esgota bilhetes e ainda não é federado em Portugal. Quem pratica o desporto, fá-lo “por gosto” e diz que “não é só saltar à corda”. Os @molinhasteam, de Guimarães, já trouxeram para casa medalhas, taças e recordes mundiais e europeus.

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A série “Mariposas Revueltas“, do fotógrafo de Bilbau Alvaro Arroyo, traça o retrato do universo imaginário das irmãs Nora e Nahia, respectivamente com cinco e dez anos. “Num domingo de manhã aproximei-me da sala de estar e encontrei-as estendidas sobre uma almofada conversando entre si, como se estivessem dentro de um conto”, conta o espanhol na memória descritiva do projecto. Na noite anterior, recorda o fotógrafo, deparara-se com Nora a folhear um famoso livro sobre “um coelho branco que corria atrás de um relógio com pernas”. Sem interromper o momento das irmãs, Alvaro fez a primeira fotografia — a primeira de muitas que se seguiriam sobre o mundo interior de Nora e Nahia, um país das maravilhas recheado de cor-de-rosa, varinhas de condão e bolas de sabão.

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A fotógrafa de Almada Berta BB Couto (@b.brave.the.wanderer) passou três meses no Nepal, onde se deparou com “um problema de género” que se encontra enraizado no seio de várias comunidades. O projecto que desenvolveu nesse contexto, intitulado “To Be a Woman in a Man’s“ World, documenta várias figuras femininas cuja vivência é fortemente marcada pela cultura patriarcal vigente no país. “Estas mulheres são o reflexo de uma sociedade que ainda despreza os direitos da mulher”, descreveu ao P3, em declarações por escrito. “Elas são tratadas como elementos inferiores, não merecedoras de uma opção de vida além daquela a estão destinadas: cuidar da família e dos seus lares.” São, enquanto menores de idade, forçadas a abandonar o sistema de ensino, a casar e a constituir família.

Vê a galeria completa e o texto no P3 (link na bio)

São artesãos — do plástico. Reciclam-no, com máquinas que construíram eles mesmos, e transformam o material mais controverso do momento nos objectos que quiserem. Numa das oficinas do projecto global @realpreciousplastic, no Porto, João e Tom querem incentivar outros a criar as suas próprias unidades de reciclagem locais.

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“Volta a Portugal, final da etapa em Portalegre. Um desafio para todos: tentar implementar novas atitudes neste desporto.“ Eis a mensagem de Nuno Pimenta.

Em Agosto, não sejas plástico. Participa! Fotografa e denuncia com a etiqueta #P3_antiplastico ou mostra-nos bons exemplos. As imagens destacadas vão parar aqui: https://www.publico.pt/f389099

Era uma casa “muito engraçada“, mas neste caso tinha algum tecto, tinha mais do que nada. Referências musicais vintage à parte, a história do hostel Get Inn podia começar assim. Ali, junto ao Parque Morais, na Parede, Cascais, viveiro de moradias e chalés da alta burguesia dos anos 20, havia uma moradia em “muito mau estado“, já próxima da ruína, “irrecuperável e sem grande interesse“, mas que ainda mantinha uma “extraordinária cobertura“, explica o arquitecto Sérgio Antunes, co-fundador do gabinete @auroraarquitectos, que em parceria com o atelier Furo assina este projecto de reconversão.

Foi a cobertura, então, que decidiu o que se passaria no interior do hostel, aberto há menos de um ano: um jogo do galo tridimensional, feito em três pisos. “Foi muito determinado pela forma do telhado que dividia a planta em nove [módulos]“, descreve o arquitecto. Quatro volumes piramidais nos cantos escondem, no centro, uma escada amarela, que rasga todo o edifício até à clarabóia, até à luz. “É um espaço que se vê por todo o lado“, que “traz o sol para o meio do edifício“, mas que, diz Sérgio, quer fazer circular, não “permanecer“. Vê a galeria completa no P3 (link na bio). Fotografias de @domalomenos

“No meu país, algumas pessoas consideram a arquitectura do realismo socialista muito bonita; outras consideram-na um símbolo do domínio soviético na Polónia e acreditam que deveria ser demolida. Talvez acreditem que demolindo os símbolos do comunismo possam apagar a memória desse período e criar uma nova imagem da Polónia. Mas a memória não funciona assim.” A série fotográfica “Edifice“ do polaco Karol Pałka transporta-nos para uma era que “a maior parte dos polacos gostaria de esquecer”, escreveu o autor, em entrevista por email ao P3, referindo-se ao regime comunista que vigorou na Polónia entre 1944 e 1989. “Desenvolvi ‘Edifice‘ porque quero contar uma história sobre poder e sobre a sua impermanência”, explicou.

@karolpalka fotografou alguns dos edifícios que sobreviveram à queda do regime até aos dias de hoje como, por exemplo, o interior do Hotel Polana, uma estância de férias que era propriedade do Partido Comunista da Checoslováquia, e o edifício Nowa Huta Steelworks, “um excelente exemplar da estética do realismo socialista”, que foi visitado por Fidel Castro e Nikita Khrushchev, ex-primeiro-ministro da União Soviética. “Edifice“ não é um projecto de fotografia de arquitectura meramente estético; tem como objectivo encher cada imagem de História. “Este tipo de arquitectura merece ser recordado, apesar de ser fruto de uma era que se caracterizou pelo domínio de um só partido de todo o espectro social e político do país. O poder comunista construiu hotéis e resorts, nos anos 70, para materializar uma utopia que nunca chegou a germinar. Este tipo de arquitectura acabou por transformar-se apenas numa ferramenta de vigilância do Estado.” Vê a galeria completa em p3.publico.pt

Esta é a mensagem de @madalena_martins_ no Instagram — às vezes, uma imagem vale mais do que mil palavras.
Em Agosto, não sejas plástico. Participa! Fotografa e denuncia com a etiqueta #P3_antiplastico ou mostra-nos bons exemplos. As imagens destacadas vão parar aqui: https://www.publico.pt/f389099

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