[PR] Gain and Get More Likes and Followers on Instagram.

publicop3 publicop3

2302 posts   71943 followers   19 followings

P3 Público  Administrator @amandaribeiro . Tag #p3top and get a chance to be featured

http://p3.publico.pt/

Chama-se "The Shipwreck of Bienvenu" (algo como O Naufrágio das Boas-vindas, em tradução livre) e é um mural de 47 metros, criado pela dupla francesa Ella & Pitr (@ellapitr) na parede de uma barragem abandonada no meio do verde de La Valla-en-Gier, em Saint-Étienne, França. A pintura, em grande escala, revitalizou a parede da barragem, construída em 1959. Uma equipa de cinco pessoas suspensas por cordas foi responsável pela ilustração, que levou duas semanas a concluir. A mensagem dos artistas é clara: "Após uma longa viagem no seu pequeno barco, ele chegou finalmente ao lugar que desejava — graças a uma pequena imagem do local sonhado. Descansa agora, a questionar-se sobre o que vai acontecer a seguir". Galeria completa no P3

O P3 faz seis anos! Parabéns a todos nós ✨ .
Queremos continuar a dar voz aos jovens talentos. Tens um projecto criativo que merece atenção? Conheces alguém que nós também devemos conhecer? Achas que a tua opinião devia ser lida? Fala connosco em p3@publico.pt
.
Ilustração de Cherry Boniu

@JoaoDelicado não escolhe “propriamente o que fazer ou desenhar”. As ideias surgem-lhe na cabeça a um ritmo frenético e a solução é ter sempre post-its por perto “para as apanhar a todas”. Passou pelo curso de Design de Comunicação e foi aí que descobriu o seu caminho, através da influência da professora de desenho. “Sempre estive muito ligado à música e na sequência disso, até por necessidade, comecei a fazer algumas coisas na área”, explicou ao P3 em declarações enviadas através do Instagram, referindo que a ajuda da professora foi essencial na descoberta do estilo em que se sentia mais confortável. “Depois, foi só deixar fluir”, assegura. Com 34 anos, o designer de Portalegre vende os seus trabalhos online, mas esse “nunca foi, nem é, o principal objectivo”, tanto que não comercializa impressões, “só originais”. Tem vendido para o estrangeiro e para Portugal, o que lhe permite investir mais na ilustração. No entanto, os autocolantes são um caso à parte. Não tinha intenção de os vender. Espalhava-os pela cidade, só que eles desapareciam. “A malta começou a dizer que eu os devia vender, então coloquei-os na loja online”, afirma, garantindo que, mesmo assim, vai continuar a deixá-los na rua. Para os levarem "para casa ou para onde quiserem”. Para já, os autocolantes estão por onde ele passou, como o Festival Paredes de Coura, o Bons Sons, em Tomar, e Portalegre, onde vive. “Aí está a piada da coisa. Vou deixando rasto. Qualquer sítio serve. Caixas de electricidade, casas de banho, sinais de trânsito…” O designer, que tem “um emprego cliché de escritório das 8h às 17h”, que lhe ocupa grande parte do dia mas lhe dá muita inspiração, vê na ilustração uma forma de se “exprimir acima de tudo, tal como na música”. Os seus desenhos, sem o intuito de transmitirem uma mensagem específica, são abertas à “interpretação de quem as observa”.

@eurico1983
.
Congrats 😀 your photo is #p3top

Apesar da associação imediata que se faz entre "precariedade laboral" e "call centers" indianos ou filipinos, José Sarmento Matos (@josesmatos) garantiu ao P3, em entrevista, que, em muitos casos, "as condições de trabalho e remuneração dos operadores de "call center" [dessas paragens] são muito superiores" às praticadas em Portugal. Os três meses que passou, entre Fevereiro e Junho de 2016, a documentar o quotidiano dos operadores de centros de atendimento ao cliente em Bombaim e Manila não lhe deixam margem para dúvida. "Fotografei dentro de edifícios filipinos que podiam estar no centro de Manhattan: arranha-céus imponentes, novos, com excelentes condições logísticas e tecnológicas", assegura o fotógrafo. O projecto "How Can I Help You?" conheceu publicação no @nytimes, na revistas @newsweek e @wired e no Süddeutsche Zeitung (@SZ), o que catapultou irreversivelmente a carreira do jovem fotógrafo português, que já passou pelo @publico.pt. Esta quinta-feira, 21 de Setembro, a partir das 19h00, 20 imagens das séries "How Can I Help You?", "Nowhere in Manilla" e "Commuting in Mumbai" estarão em exposição no Espaço Santa Catarina, em Lisboa. A venda das fotografias reverterá em favor da continuidade do projecto, que José pretende expandir para os Estados Unidos, Reino Unido, Panamá, Marrocos, Nigéria e/ou Quénia. Galeria no P3

Quem entra tem de vestir um fato completo, daqueles que lembram filmes de ficção científica, e permanecer numa câmara, onde jactos de ar são libertados, durante 15 segundos. Após perto de 15 minutos de preparação, estamos, por fim, na sala limpa do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), em Braga. O ideal é que seja libertado o menor número possível de partículas, para que as amostras em uso não sejam comprometidas. Investigadores, funcionários de manutenção e limpeza e convidados vestem o fato espacial próprio, com botas, carapuço e máscara facial — além das luvas e dos óculos de protecção. “A maior fonte de contaminação da sala limpa são as pessoas”, continua. Há regras estritas de segurança e a presença nos laboratórios exige uma formação prévia: andar depressa ou correr está fora de questão, bem como “berrar ou assustar” quem está concentrado em processos de fabricação que podem “ser perigosos”. São mil metros quadrados de um "ambiente controlado", permanentemente a 20.3 graus celsius, e onde algumas das salas têm uma iluminação amarelada. A culpa é da litografia (do grego "escrever com luz"), técnica utilizada para a produção de alguns dos nano-dispositivos. "Estamos a bloquear os ultravioletas e os azuis. O amarelo é uma parte muito pouco energética da luz e não interage com as nossas amostras", justifica Pedro Salomé, que lidera esta visita guiada. Células solares para o revestimento de edifícios sustentáveis e bio-sensores que monitorizam a presença de toxinas na água são aqui desenvolvidos. Tudo medido ao milímetro. Acompanha a visita guiada no P3. Fotografia de @jpaulopimenta

Frente a frente com “46 mulheres norte-americanas que estão a mudar o mundo”, escolhidas para o projecto multimédia "Firsts", da revista @Time, @luisadorr apontou-lhes um telemóvel. A brasileira, de 28 anos, foi contratada para retratar “algumas das mulheres mais poderosas e influentes do mundo” depois de ter sido descoberta “por acaso”, quando a editora de fotografia da revista navegava pelo feed do Instagram. Kira Pollack, conta a fotógrafa por email ao P3, gostou da “estética” das suas imagens, todas capturadas com iPhone. “Não é possível ter o mesmo resultado com a câmara, eu fotografo diferente, a pessoa reage diferente”, diz a jovem. Com o smartphone, Luisa “movimenta-se mais rápido”, sente-se “mais leve” e isso facilita o processo criativo. “É como se fotografasse com a minha mão”, justifica. Essa velocidade, diz, foi fundamental para este trabalho: algumas das mulheres dispensaram uns meros dois minutos para os retratos. Foi o caso de Aretha Franklin, a primeira mulher a “entrar no Rock and Roll Hall of Fame” e aquela que Luisa estava mais nervosa por fotografar. “Fotografar com o telefone não significa que seja mais fácil. Precisas de pensar na fotografia da mesma forma, compor e trabalhar com a luz que tens”, defende — “seja ela qual for”. Todas estas mulheres “estão habituadas a serem fotografadas”, mas ficaram “nervosas” e “desconfortáveis” com a ideia de usar algo que, se calhar, até traziam no bolso. “Muitas ficaram chocadas”, comenta, esperavam alguém com mais “experiência, assistentes ou lentes”. “Outras adoraram, acharam cool” e, no final, todas gostaram do resultado, garante. Dos 46 retratos de "Firsts", 12 são capa de edição desta semana da revista norte-americana. Lê o artigo completo no P3

Há uma criança de 20 metros na fronteira entre o México e os EUA. Obra de @JR para lançar o debate sobre a imigração nos Estados Unidos, como explicou o artista francês ao The New York Times: "Algumas pessoas sonham com mundos fantásticos, eu sonho com muros. Fico a pensar nesta criança, preocupada com o que lhe vai acontecer. Em que é que ela pensa? Quando se tem um ano não se vêem fronteiras nem se racionaliza de que lado se está melhor." Texto completo no P3

A casa vive para dentro, como um gruta. Ali, no pátio central, tudo é intimista, privacidade, sossego. Cores brancas nas paredes, o verde da relva, a piscina azul. No centro histórico da Vila de Ansião desenhou-se uma casa que mistura “duas arquitecturas distantes, não só separadas pelo tempo, mas também pela diferença na forma de edificação.” Há a casa de “valor histórico”, a delimitar a frente do terreno, cores da terra. E a fachada clean, branca, contemporânea. A ideia, explica-se numa descrição da arquitectura da obra, entregue ao atelier Bruno Dias Arquitectura, foi “estabelecer uma simbiose entre as duas, através do respeito que mantêm pelo existente”. E, dizem, essa relação “surge de uma forma tão natural, que nos faz pensar que uma nunca existiria uma sem a outra”. A casa de Ansião mesclou “cores e materiais mais quentes no interior”, para conseguir um “maior conforto espacial”, com “materiais pré-existentes” no exterior: “São destacadas as linhas originais da casa e mantém-se a mesma linguagem no novo volume, conferindo assim um carácter unitário e uniforme a toda intervenção.” Galeria no P3

Quase pronto

Há um novo @vhils em #Estarreja

A viagem da fotógrafa austríaca Christine Turnauer começou na zona noroeste da Índia, em 2015, e terminou em Montenegro no ano seguinte. Os rostos e as vivências das comunidades ciganas que se fixaram no território que separa esses dois pontos geográficos são o tema central do fotolivro The Dignity of the Gipsies, editado este mês com o carimbo da editora Hatje Cantz. "A minha linguagem é puramente visual (…). Não sou socióloga, jornalista ou antropóloga. Tento apenas compreender o que vivencio e captar o momento", descreveu Turnauer, em comunicado enviado ao P3 por e-mail. "A Europa de Leste é a região histórica onde a maioria das comunidades de etnia cigana se concentra. Há alguns séculos estabeleceram-se na região dos Balcãs. Os seus antepassados migraram, há mais de mil anos, desde o subcontinente indiano [região peninsular do Sul da Ásia onde se situam os estados da Índia, Paquistão, Bangladesh, Nepal e Butão] até à Europa. A sua cultura étnica cresceu e desenvolveu-se tendo por base um longo e complexo processo de constante interacção com a cultura dos povos que os rodeavam. A heterogeneidade da cultura cigana actual deve-se ao facto de as comunidade se encontrarem dispersas por diferentes países, em contacto com outras culturas e respectivos backgrounds históricos." Galeria no P3

Most Popular Instagram Hashtags