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P3 Público  Administrator @amandaribeiro . Tag #p3top and get a chance to be featured ⚡️ .

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@vitor.esteves
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Gostam de virar o programa ao contrário, fazer uma curva onde se espera uma recta, arriscar. E, em parte por causa disso, costumam auto-denominar-se "atelier de arquitectura inocente": porque têm um lado "alucinado e descomplexado" que lhes permite escolher sempre um caminho por fazer a um caminho já feito. Mesmo que o segundo tenha provas dadas e o primeiro seja uma incógnita. É o @fala.atelier, um gabinete de arquitectura com sede na Rua da Fábrica, no Porto (mas com mudança programada para meados do ano), onde os desenhos dos projectos são ilustrações — algumas delas já expostas em museus. Filipe Magalhães sublinha que tais desenhos "não são uma obras de arte" (ainda que pareçam), mas sim "uma ferramenta de trabalho". | Vê a galeria no P3 (link na bio)

@goncalo_saraiva27 .
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Está sozinha no meio de um souto, envolvida no verde dos castanheiros que entram quase janelas adentro, mas a "Cloaked House" não é um refúgio no meio da natureza. Está demasiado “em comunhão com ela” para o ser, diz ao P3 Ernesto Pereira, o arquitecto responsável pelo projecto plantado num “terreno romântico” em Marco de Canaveses. Ao estúdio @3rernestopereira foi inicialmente pedida uma remodelação de outra casa. Mas, quando chegou ao local, o arquitecto que empresta o nome ao atelier de Vila Chã não resistiu à cascata que por lá corria e propôs uma nova construção. Depois de quatro meses de obras, levadas a cabo pelo estúdio, e de um investimento de 100 mil euros, germinou em Agosto de 2017 uma habitação para duas pessoas em vidro, já que não há vizinhos, suportada por uma estrutura leve de metal e madeira. “A casa ainda vai evoluir com a natureza”, promete o arquitecto de 34 anos. Culpa das árvores de folha caduca que deixam entrar a luz no Inverno e no Verão voltam para dar sombra e escondê-la, só ficando visível “quando estamos a dez metros dela”. | Vê a galeria no P3 (link na bio). Fotografia de @joaodmorgado

Eles tiveram a coragem necessária (e os recursos) para se despedirem dos seus empregos e se dedicarem inteiramente às viagens a bordo de autocaravanas. Disseram adeus à rede wi-fi ilimitada, ao conforto de uma casa de banho privada, de uma máquina de lavar a loiça e até de um sofá digno desse título, em virtude de uma autêntica experiência de estrada. Para estes nómadas urbanos, a aventura é compensatória e as imagens que partilham quotidianamente nas redes parecem comprovar isso mesmo: o contacto privilegiado com a natureza, as paisagens de cortar a respiração, a liberdade estão patentes nas fotografias que marcam no Instagram com a hashtag #projectvanlife, que, mais tarde, sob escrutínio curatorial, passam a integrar a conta oficial @project.vanlife, seguida por mais de 700 mil pessoas de todo o mundo. Eles conseguiram. E tu? Serias capaz de viver numa autocaravana? | Fotografia de @haydenseyes. Vê a galeria no P3

“Para quem gosta de comida, Nova Iorque é uma cidade incrível: a diversidade e a novidade fazem com que haja sempre alguma coisa interessante para fotografar. E comer!” A opinião é de Maria Midões, que se mudou para os Estados Unidos atrás de um estágio num estúdio de fotografia em Brooklyn. Isto foi há três anos, depois de “uma mudança radical” na vida pessoal da portuguesa. Após o estágio, a oportunidade de continuar na cidade a trabalhar em nome próprio surgiu e Maria não a desperdiçou. Tirou dois cursos e começou a explorar a área da fotografia de comida, que a “apaixonava cada vez mais”. “Sempre adorei cozinhar, tudo o que estava relacionado com a alimentação”, revela a fotógrafa freelance. No currículo da portuguesa, que adora fotografar e viajar, estão colaborações em formatos editoriais e livros de Portugal, Inglaterra, Estados Unidos e Austrália. As revistas Suitcase, Life and Thyme e Cristina são alguns dos títulos onde já publicou, sobretudo fotografia de comida. “Ser fotógrafa nunca foi o meu objectivo”, confessa, “mas a vida foi acontecendo” quando se mudou para Nova Iorque. O dia-a-dia de Maria pode ser acompanhado em @mariamidoes , onde conta com mais de 52 mil seguidores.

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"Testemunho Ou Chacado", o projecto distinguido pelo júri do concurso Novo Talento FNAC Fotografia de 2017 com uma menção honrosa, é uma viagem pelos "elementos fundamentais da cultura, história e território" da Arábia Saudita. "[As imagens] não são um julgamento fotográfico", salienta na sinopse do projecto o fotógrafo e arquitecto portuense Adriano Pimenta, "mas sim um testemunho de uma fé que esconde as suas contradições", "os seus erros e suas mudanças". Entre 2013 e 2017, Pimenta viveu em Riad, o principal centro financeiro da Arábia Saudita, onde trabalhou como consultor no projecto de construção da rede de transporte metropolitano da cidade, o que lhe permitiu fotografar ao longo desse período. "Estas imagens simbolizam uma vivência de alguém que aprendeu a observar através da sua máquina fotográfica a singularidade de uma nação, através dos elementos visíveis e invisíveis, que marcam a sua cultura, história e território." O fotógrafo, que trabalhou como arquitecto no gabinete de Souto de Moura durante mais de uma década, mantém uma conta de Instagram (@ajpimenta) onde vai partilhando a sua experiência de vida no Médio Oriente. Vê a galeria no P3 | Link na bio

José Vaz, 31 anos, diz que gosta de luzes néon “como quase toda a gente gosta de luzes néon”. “Pronto”, confessa-nos, “talvez tenha um bocadinho de fascínio a mais”. "É como se fossem os meus pokemon", ri-se. E, como coleccionador que se preze, abriu a colecção a trocas entre amigos: quem quiser, pode enviar-lhes fotografias dos néones por onde passou, em vários pontos de Portugal e com vários temas, para juntar ao feed da conta de Instagram @neonwatching. O ilustrador e animador, autor da série "Lelo e Zezinha", vive no Porto. Já andava a pensar no projecto há algum tempo, até que decidiu avançar quando viu “um sinal”, brinca. Ou melhor, vários, e escritos em luzes néon, claro, durante o festival Paredes de Coura (conforme mostram as primeiras fotografias da página, em Agosto de 2017). Isso e depois de passar muitas vezes pela Rua Passos Manuel, “a rua com mais néones do Porto”, diz. É isso que também se vê no site que criou, onde, através de um mapa interactivo, é possível descobrir a morada das luzes já fotografadas — e o próximo local para tirar uma fotografia cheia de cor, como as várias que surgem nesta fotogaleria, do Zez Vaz e dos amigos. Vê a galeria no P3. Link na bio

Existe, entre mar e montanha, entre Minho e Trás-os-Montes, "uma civilização dobrada sobre si mesma que se depara com o iminente desmantelamento dos pilares que a sustentam". Luís Preto, vencedor da última edição do prémio Talento FNAC Fotografia, anunciado a 8 de Janeiro de 2018, desenvolveu o projecto de longa duração "Maciço Antigo" explorando a dicotomia entre a estagnação e a mutação no contexto das pequenas povoações rurais portuguesas. O tema era um pouco óbvio para o geógrafo e técnico florestal português. "Nasci em Trás-os-Montes e vivo no Minho há 36 anos", contou ao P3, em entrevista telefónica. "Conheço bem os territórios que percorri e fotografei. Foi através de familiares que residem naqueles locais que pude estender a minha rede de contactos e fotografar mais livremente." A adopção da técnica analógica, motivada pela frequência do Laboratório de Criação e Experimentação em Fotografia (CICLO), no Porto, é recente e diz ter revolucionado a sua abordagem à fotografia. "Passei a ter um sentido crítico mais apurado sobre o meu trabalho e comecei a fotografar menos, mas ao longo de mais tempo e de forma mais cuidada." Recebeu o Prémio FNAC Fotografia com surpresa. "Quero aproveitar todas as oportunidades que possam surgir a partir deste destaque. Gostaria de publicar um fotolivro com as imagens do projecto e vou tentar reunir apoios que tornem esse objectivo possível." Inês Condeço, directora de comunicação da @fnacportugal, diz ter sido da maior relevância na decisão da atribuição deste prémio o facto deste portefólio ser "dedicado ao mundo rural português", salientando a "capacidade narrativa de excelência" do vencedor. Vê a galeria no P3. Link na bio

Quando Rui Mendes emigrou para Paris, em 1971, a fotografia ainda não fazia parte da vida dele. A fugir à Guerra Colonial, foi para França ter com os pais, em busca de uma vida melhor. E lá encontrou o sonho da imagem. Sem nunca se tornar profissional, fez milhares de fotografias. Em Paris, no Porto, nas viagens entre as duas cidades. Quando regressou definitivamente, em 1984, arrumou os negativos numa gaveta, pensando sempre que aquilo que fazia "não interessava a ninguém". Os filhos tentavam contrariá-lo. Mas foi Gracja Zegarowicz, polaca de 26 anos, namorada do filho Vasco, quem as resgatou finalmente do esquecimento. Agora, há uma conta de Instagram (@rui__mendes ) a levantar o véu a esta história. E um livro e uma exposição em construção.
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Gosta de ambientes extremos, sobretudo daqueles que estão ligados ao frio ou à neve; nesse sentido, a Gronelândia surgiu como um "destino lógico" para o fotógrafo e estudante de medicina brigantino @andreterrasalexandre . "Procurei viajar no Verão, para ver uma Gronelândia diferente da que geralmente vem à imaginação", disse ao P3, em entrevista. "O facto de o sol brilhar permanentemente no céu, durante o Verão, também contribuiu para a minha escolha, já que, a seguir à aurora boreal, o sol da meia noite vinha muito acima na minha lista de coisas para ver antes de morrer." Ao conjunto de imagens que realizou no país chamou Midnight Sun.
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A cada viagem que fazemos, há uma espécie de “contrato social” que nos coloca junto às lojas de recordações à procura de um íman com a Torre Eiffel ou da Ópera de Sydney em miniatura, para podermos oferecer quando regressarmos a casa. @maxwellillustration , um ilustrador australiano a viver em Londres, decidiu fazer pequenos retratos que bem podiam ser os souvenirs que trazemos de cada local de passagem em férias. Durante as viagens por Madrid, Berlim, Cracóvia, Viena ou mesmo na sua Londres, os edifícios emblemáticos são desenhados pelo ilustrador numa réplica em miniatura.
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