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Letícia de Oliveira- PSICOLOGA  📚 Especialista em Analise do Comportamento. ☎️ Consultório: (12)30187434/ (12)981585067 ✏️ FanPage: Leticia de Oliveira- Psicoleticia

http://www.leticiadeoliveira.com.br/

Quantas vezes somos machucados?
Quantas vezes nos sentimos injustiçados?

Sim, todo mundo, em algum momento, se sentirá frustrado, e, muitas vezes, sentira vontade de responder, de se defender.

Mas será que sempre vale a pena?
Será que falar e tentar explicar sempre irá funcionar?

Não, nem sempre. O explicar funciona quando existe uma relação e quando existe, de ambos, a vontade da reconciliação.

O explicar não funciona quando o outro pensa diferente e quando precisa ter razão; o justificar não funciona quando o outro quer confusão e quando precisa se sentir importante, quando cria a confusão para ter atenção.

Que ironia...
Temos as nossas mãos, a qualquer tempo e momento, a oportunidade de nos comunicar.
Conseguimos conhecer pessoas sem sair de casa, e encontrar antigos amigos que não saberiamos nem como procurar.
Conseguimos dividir momentos, contar piadas.. conseguimos ver as pessoas e ao mesmo tempo sermos vistos. Conseguimos escrever ao invés de falar; conseguimos brincar, mas e como que toda essa facilidade nos fez mais solitários, nos fez nos afastar? ☑️A quantidade diminui a qualidade. Quanto mais opções a gente tem, menos intimidade acabamos criando. ☑️Ver o que o outro faz, ter acesso a todas as informações acaba aumentando os conflitos.
(Ex: sei que meu amigo fez um jantar e não me chamou). ☑️A facilidade do escrever faz a gente deixar de falar, deixar de ligar. Falar e ouvir vincula muito mais do que escrever e ler. ☑️Aumentamos o enfoque na nossa imagem, pois estamos assistindo, o tempo todo, a vida das pessoas. Temos mais medo de errar e, com isso, deixamos de arriscar. ☑️Fazer coisas ao mesmo tempo tira nossa atenção e nossa dedicação. Hoje conversamos com várias pessoas ao mesmo tempo sobre temas e relevâncias completamente diferentes. ☑️ usar o celular pode ser uma super esquiva de se expor, de escutar e de ter que, pessoalmente, se comunicar.
Será mesmo que a internet veio para aproximar ou será que ela veio para nos ocupar, nos entreter, e nos afastar?

Repost from @dicadramariana
A Fibromialgia se caracteriza por dor musculoesquelética crônica em diversas regiões do corpo associadas ao sono não reparador, fadiga, distúrbios do humor e até depressão.
A pessoa que apresenta Fibromialgia normalmente relata uma baixa qualidade de vida, já que as dores intensas atrapalham muito e são incapacitantes. Cada vez mais me deparo com pessoas com esse diagnóstico aqui na clínica!!! Inúmeros estudos têm relacionado esta situação com sobrepeso, obesidade e até com o consumo de certos alimentos, como a sensibilidade ao glúten.

Um estudo publicado na Contemporary Clinical Trials mostrou que pacientes que sofrem com sintomas da fibromialgia tendem, em sua grande maioria, apresentar sensibilidade ao glúten (e não doença Celíaca). Outro estudo avaliou a mudança na dieta de pacientes portadores de fibromialgia por 16 meses com a retirada do glúten da alimentação e apresentou melhoras importantes nos sintomas de 90% dos avaliados. Mais um estudo, publicado na Reumatología Clínica em 2015 mostrou que pacientes com fibromialgia tinham, em grande maioria, sensibilidade prévia ao glúten e alteração na saúde intestinal.
Além da retirada do glúten, a introdução de alimentos anti-inflamatórios pode ajudar muito a aliviar os sintomas como azeite, cúrcuma ou açafrão da terra, brócolis, abacate, coco, morangos, amora, framboesa, mirtilo, peixe, linhaça, couve, gengibre, canela, oleaginosas e cogumelos.

Suplementos antixoxidantes e anti-inflamatórios como ômega 3, vitamina E, vitamina D3, quercetina, resveratrol, vitamina A, vitamina K7, selênio e magnésio tem se mostrado eficiente na redução dos sintomas, mas só devem ser usados com orientação profissional.
#fibromialgia #sensibilidadeaogluten #gluten #dorescronicas #saude #bemestar #vidasaudavel #dicadramariana #nutrição #nutricionista #nutriçãointeligente #estudos #nãopara #qualidadedevida #clinicaintegradamfd

Esse mês tem entrevista minha para a @cosmopolitan.br 😉
Eu falei um pouco sobre a idéia de "alma gêmea", e até que ponto é saudável você se parecer com seu parceiro.

Antes de se obrigar a suportar, se pergunte o quanto esse esforço irá te custar. 😉

Um repost que enche a gente de orgulho!! Parabéns pelo post e texto Dri!! Tenho muito honra em ter você na minha equipe!!! Repost @psico_adrianazeferino
Quando um adulto se depara com uma criança chorando, seja em uma brincadeira, seja em uma briga com um amigo, é comum dizer “Pare de chorar” ou “Não foi nada”, a fim de abreviar o sofrimento do pequeno e levá-lo de volta à brincadeira. No entanto, esse tipo de frase pode atuar como uma forma de silenciar os sentimentos.
“Mostre-lhe que você se importa com o que sente. Não julgue seus motivos como menores porque para você parecem menos graves. Para a criança, o que o fez chorar é uma razão importante”.
Em vez de recomendar que o pequeno deixe de chorar, diga:

1. Tudo bem se sentir triste.
2. Isso é bem difícil para você.
3. Estou aqui com você.
4. Me conte o que aconteceu.
5. Eu entendi.
6. Isso foi bem assustador, triste etc.
7. Eu vou te ajudar a resolver.
8. Estou te ouvindo.
9. Eu entendi que você precisa de espaço. Quero estar aqui para você. Estarei perto para que você possa me achar quando estiver pronto.
10. Não parece justo.

Nossa personalidade é influenciada pelo que herdamos geneticamente e pelo que nos ensinaram (seja através de nossos pais e/ou através do meio em que vivemos).
A vida vai, pouco a pouco, nos ensinando..
Ensinando primeiramente a engatinhar, a andar, ensinando que ganhamos coisas ao chorar, ensinando a comer, a pedir, a falar.
Mais tarde vamos aprendendo que precisamos estudar para depois brincar, e que precisamos respeitar o outro, para que algo possamos ganhar.
Mas a vida não para por ai.. vamos aprender como conquistar, como ganhar, como não fraquejar, e aos poucos, vamos desaprendendo a ser a gente, a arriscar, a recomeçar.
Aprendemos muito durante nossas vidas, mas desaprendemos muito também. Desaprendemos a fazer o novo, a observar o ambiente, a olhar para a gente... e vamos, pouco a pouco, ficando todos iguais, com os mesmos hábitos e os mesmos rituais.

Será que o que você aprendeu continua dando certo? Será que o que te ensinaram realmente faz bem? Será que não está na hora de você reavaliar e de se reinventar?

O que será que está acontecendo na nossa geração? Por que precisamos tanto ser fortes e ao mesmo tempo precisamos de tanta aprovação?

Como é difícil encontrar satisfação nos dia atuais..somos constantemente cobrados, somos a todo tempo comparados, e não podemos, em momento algum, sermos ajudados.

Temos medo de expor nossas fraquezas; exitamos assumir nossos sentimentos.
Passamos a acreditar que ser forte é não ter medo, não ter ansiedade, não sofrer.
Mas qual é o preço que estamos pagando por essa perfeição? Quais as consequências que temos que enfrentar frente a tanta vaidade, a tanta ostentação?

Estamos a cada dia mais solitários, a cada dia mais frágeis, a cada dia mais vulneráveis.
Estamos mais ansiosos, mais inseguros, e mais distantes daqueles que nos amam, daquilo que faz a gente realmente feliz e daquilo que faz, de fato, sentido em nossas vidas.

Se ficar triste chore; se der medo grite; se ficar inseguro peça ajuda; se tiver dúvida pergunte;
Se ficar angustiado peça colo; se ficar ansioso assuma (lutar contra a ansiedade nos deixa ainda mais ansiosos).
Somos todos humanos, e precisamos, de mais amor, de mais aceitação e de menos exposição.

Esse mês eu conversei com a "Revista + Saúde", e falei um pouco sobre padrões físicos e autoestima.

É sempre um prazer compartilhar um pouco do meu conhecimento com o @jornalovale e com a querida repórter @paulamariaprado.

Como é difícil ser julgado, punido e criticado. É difícil porque nos cobramos de sempre acertar, é difícil porque nos preocupamos com a opinião do outro, queremos sempre agradar.

A critica abala, nos faz, muitas vezes, reagir mal, atacar e até o que foi dito negar. Algumas vezes precisamos simplesmente ouvir, e aquele "conselho" abstrair; algumas vezes precisamos pensar, entender a visão do outro, aceitar que também somos falhos, e que sempre podemos evoluir, modificar.

🛑Cuidado com o seu falar; muitas vezes ele pode machucar ao invés de ajudar!!

Por que insistir em tentar aquela mesma estratégia que já lhe fez fracassar?
Por que repetir o mesmo comportamento quando esperamos um novo sentimento?

Todos nós temos, inconscientemente, uma pré-disposição a repetir comportamentos. Repetimos para evitar pensar, repetimos pelo medo de falhar, repetimos porque, de alguma maneira, somos reforçados pelo nosso meio, e levados a continuar.

E o que você pode fazer para mudar?

Você pode se conhecer, pode aprender a se analisar; pode tentar fazer diferente, mesmo com medo de não conseguir, mesmo com toda dificuldade do recomeçar.

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