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"Grace nunca foi um bebé normal”, disse a sua mãe, Mayela Elizalde, ao Washington Post, em 2015. “Parecia ter problemas de audição e chorava intensamente e por períodos muito extensos.” Ao longo do tempo, as dificuldades de desenvolvimento da menina mexicana tornaram-se evidentes e aquilo que a mãe mais temia acabou por confirmar-se: Grace não era, nem seria nunca, uma menina como as outras. A síndrome (epiléptica) de Lennox-Gastaut não o permitiria. Aos oito anos, Grace sofria uma crise de epilepsia por hora. Nenhuma terapêutica resultou, excepto uma. Tinham conhecimento de casos semelhantes ao de Grace em que a resposta à toma do óleo canabinóide tinha sido benéfica. A jornada dos pais de Grace foi extensa, trabalhosa e esteve sempre envolta em polémica. E a fotógrafa brasileira @adrianazehbrauskas acompanhou-a.
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Vê o trabalho completo no P3 (link na bio)

2 Comments

  • 8w ago susabelo susabelo

    @picastelhano :(

  • 8w ago pedrofariavaz pedrofariavaz

    Acho que todos defendemos a legalização da cannabis para efeitos terapêuticos. Há drogas bem mais fortes que essa. Mas o ponto é outro - discutir se a cannabis pode ser ou não usada para fins recreativos. É este o ponto que tem de ser discutido. Queremos taxar algo que não é taxado? Queremos adicionar uma nova droga legal à sociedade? Achamos que a cannabis tem tanta legitimidade para ser consumida legalmente como o álcool? O que queremos nós afinal? Embora não seja este o caso mas usando-o, acho que a maior parte da malta se esconde na legalização da cannabis para fins terapêuticos quando, na realidade, quero-o efectivamente para fins recreativos.

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