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Lucas santtana 

Josué e seu amor por 🍔sp🍔

Quem teve o prazer de conhecer e conviver um pouco com Hélio Eichbauer entendeu o seu amor e a sua sabedoria. Uma biblioteca viva que gostava de ensinar a quem passasse por perto. Uma luz que merece ser lembrada sempre. Obrigado pela imensa contribuição para a cultura brasileira 🙏🏼❤️🙏🏼

Está disponível em todas as plataformas de streaming a trilha sonora que compus com @fabiopincz para o filme #algumacoisaassim. Dia 26 estréia nos cinemas. 🙌🏽🎬🎥

#tbt 2012 em Londres, no estúdio do Andy Ramsay do Stereolab, gravando numa faixa da banda americana Deerhoof.

Parabéns ao @catracalivre pela iniciativa no meio jornalístico de assumir publicamente uma posição contrária à essa candidatura nefasta. Aguardamos que os demais meios de comunicação que apoiaram esse golpe reconheçam em que lugar chegamos e o quão pior pode ficar com a presença de um candidato que defende ideias racistas, facistas, misóginas e faz apologia a tortura.

E só cresce! 💚 obrigado pelo presente @snchzn!

Limpeza 🍀 Axé!

Essa semana vi dois documentários impactantes, um em casa e outro na rua. Ambos imperdíveis. Primeiro, e com um delay imperdoável, vi Elena, da cineasta Petra Costa. Quando assisti o filme já sabia do que se tratava e mesmo assim fui surpreendido pela maneira como ela contou a história de sua irmã, uma pessoa que o tempo todo está e não está, estava e permanece, tanto para ela e sua mãe quanto para o espectador.
Grande parte do filme é contado pelas imagens de arquivo, que também são filmes, totalmente despretensiosos, mas completamente narrativos. Filmes sobre alguém que queria ser atriz e portanto literalmente já se relacionava com a câmera. Filmes sobre a irmã casula que tempos depois também seria atriz mas atrás das câmeras é que contaria sobre esses filmes dentro de um filme. Interessante parte da história se passar nos E.U.A, onde desde a criação das primeiras câmeras amadoras, todas as famílias tiveram o hábito de filmar a sua própria história, ao passo que aqui no Brasil, só com o advento das câmeras de celular é que isso vem sendo possível. São esses celulares que flagram parte da narrativa de Auto de resistência, documentário de Natasha Neri e Lula Carvalho. É inclusive graças as filmagens amadoras desses celulares que em 2% dos casos as imagens servem como prova nos tribunais, frente a chacina de jovens negros nas favelas e subúrbios do Rio feitas por policiais, como se estivessem num jogo de GTA ao vivo. 16.000 jovens foram mortos por policiais nos últimos 20 anos no estado do Rio, 98% dos casos foram arquivados. E só não 100% deles graças as mães, que se uniram para exigir justiça, frente a um tipo de judiciário que estamos acompanhando diariamente e que também foi muito bem documentado por Maria Augusta Ramos no seu filme Juízo de 2008.  O suicídio e as violências interpessoais são responsáveis por um número grande de mortes de adolescentes no Brasil. Ambos os filmes, em universos diferentes, abordam essa perda brutal, essa dor e essa busca. Elena numa reflexão particular mas que não é solitária, Auto de resistência numa reflexão pública que nos deixa um sentimento de ódio e impotência.

Meus primos Léo, Rogério e Raquel. Meu irmão Beto e meu padrinho Yves, inaugurando o “estádio” da família no saudoso Sítio do Riacho Amarelo. Nessa época meus dois irmãos gaúchos e gremistas ainda nem tinham nascido. #tbt

🐲

Tropykaos, filme de @daniellisboa, eleito melhor filme no último Festival de Tiradentes estréia nos cinemas do Rio dia 5 de Julho. Tive o prazer de fazer a trilha sonora a 4 mãos com @gilmonte. 🙌🏽🎥🔥

O JOVEM E O VELHO: Vendo Mbappe jogar hoje lembrei do jovem Ronaldo Fenômeno no Barcelona. Só a juventude possibilita arrancadas como as de hoje contra a Argentina. Lindo ver esse menino jogando, uma potência em explosão. Uma seleção francesa com nomes como Mbappe, Pogbá, Matuidi, Umitti, nenhum deles nomes franceses, todos eles negros. É a recolononização que tanto falou Milton Santos, a recoloração. Claro que a França, assim como o Brasil, é um país racista, mas o geógrafo já se referia ao que hoje virou até uma palavra da moda: representatividade.....Admirável também a declaração do técnico do Uruguai Oscar Tabárez, cobrando o governo do seu país para que 6% do PIB seja investido em educação. Como disse Lula: “as ideias não morrem”, impossível não lembrar do grande Mojica e do conselho de Nelson Rodrigues para os jovens: “envelheçam!”. Quem acha que copa do mundo é apenas futebol, esporte, esse sim é um alienado. Viva a Copa no Zé!

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