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  🌠 leitora apaixonada 📖 resenhas, dicas, indicações ⛱ rio de janeiro

Você quer poesia? Você quer sinceridade? Você quer história emocionante? Porque é esse mix que você encontra em Outros Jeitos de Usar a Boca, da Rupi Kaur. O livro é dividido em 4 partes, cada uma com um conjunto de poemas sobre uma etapa de relacionamentos. Fala-se sobre repressão, dor, sofrimento, abuso, amor, esperança, luta, AMOR-PRÓPRIO. É uma grande obra, incentivando mulheres a se amarem e não se diminuirem por ninguém. "Não procure cura aos pés daqueles que te machucaram". A obra é a voz entalada na garganta de milhares de mulheres, é a promessa de que tudo ficará bem, é o tapa na cara de todos os imperativos e padrões que tentam nos encaixar. As ilustrações, de traços simples, contribuem para a composicão dos poemas, também simples, deixando-os mais expressivos. A leitura é rápida e te prende até a última página. Eu tenho o costume de marcar meus trechos favoritos, ou poemas favoritos, e acabei marcando vários. São aqueles trechos que gostamos de reler, de tempos em tempos, nas sessões nostalgia, mas acho que acabarei, de tempos em tempos, relendo o livro todo. QUE HINO RUPI KAUR!!!

Olá leitores, hoje eu vim falar de Simplesmente Acontece, livro da Cecelia Ahern (autora de PS Eu Te Amo). Primeiramente, temos que falar do impacto que eu tive ao perceber que o livro todo era escrito através de mensagens de texto, cartas e e-mails. Acho que eu não tinha percebido isso ao comprá-lo, o que foi realmente bom, porque não acho que teria o feito se tivesse visto antes. Foi uma experiência nova, então, e foi legal. Particularmente, eu ainda prefiro a escrita tradicional, com um narrador direitinho, mas vale a pena tentar novos estilos e ler de um tudo um pouco. Acho até que o livro é meio longo para a história ser toda em mensagens e fica, por vezes, cansativo. A história, porém, é MUITO BOA. É aquele romance fofo, que você fica torcendo o tempo inteiro pelo casal, mas diversos obstáculos interpolam-se no caminho. Só que nesse livro, a coisa dos obstáculos é levada MUITO a sério e de um jeito mais cômico/leve, fazendo você ficar quase irritado (em um bom sentido) de tantos desencontros. A protagonista, Rosie, é incrível e super engraçada. A história gira ao redor dela e de sua amizade com Alex, seu melhor amigo desde sempre. É divertido, empolgante e fofo. Recomendo para os romance lovers, tanto o livro quanto o filme.

Ps.: Ainda Amo Você é o segundo livro da trilogia Para Todos Os Garotos Que Já amei, da autora norte-americana Jenny Han (que estará na Bienal do Livro de 2017, no Rio de Janeiro). A nossa querida Lara Jean volta, com suas confusões e seu jeito meigo, apegado à família e com um ligeiro potencial para se meter em problemas amorosos. Estou com medo de falar muito e acabar revelando coisas do livro anterior para quem não leu (já postei resenha do primeiro aqui, se alguém quiser!) Então vou apenas dizer que agora Lara Jean tem uma nova "pedra no caminho" para driblar e questões do passado em aberto para lidar. Acho que eu gostaria de não ter deixado um gap tão grande entre a leitura do primeiro e do segundo, porque várias coisas eu já não lembrava completamente, mas aos poucos eu fui lembrando e gostei bastante. Quero logo ler o último livro, que já foi lançado há um tempo! Obs: se preparem porque vai vir filme dessa história e o elenco está demais, promete muito!!

Memórias de uma Moça Bem-Comportada é uma autobiografia da filósofa e ativista feminista Simone De Beauvoir. Ela conta sua infância, repleta de moral religiosa e subjugação da mulher na sociedade. Quando adolescente, seu pai anuncia, tristemente, que não teria o dote (dinheiro) para dar a um futuro casamento "bem arranjado", então ela teria que estudar. Mal sabia ele, contudo, que aquela mulher não poderia se submeter a homem nenhum e que ela viraria um ícone importantíssimo da intelectualidade. Simone ansiava por um casamento não arranjado, baseado no amor e respeito mútuo. Ela não queria um homem que fosse o seu chefe, mas que estivesse em pé de igualdade de intelecto com ela. A autora também fala bastante de sua melhor amiga, Zaza, que foi muito importante para sua trajetória. Mesmo longe as duas se comunicavam e trocavam experiências, eram as alunas mais avançadas e se entendiam. Zaza idealizava o amor e à Simone confessava seus sentimentos, e também suas infelicidades.
Simone cresceu como uma "moça bem-comportada", mas, na medida em que estudava e se interessava pelas questões do mundo e de si mesma, seu caminho é marcado por outras aventuras.
Eu, particularmente, adorei o livro e a escrita da Simone De Beauvoir, ainda mais por ter sido meu primeiro contato com a autora (espero que não seja o único). Acho que eu esperava algo que contasse toda a sua história de vida, considerando que é uma autobiografia, mas é um relato sincero de sua juventude na verdade. Muito bom!

Em Vidas Provisórias, do repórter brasileiro Edney Silvestre, acompanhamos duas histórias intercaladas. Por um lado, temos o brasileiro vítima da ditadura de 64, forçado ao exílio. De outro, a brasileira imigrante ilegal que está tentando uma repaginação em sua vida. Duas histórias duras e muito reais são apresentadas, fazendo você refletir sobre as situações adversas. Você fica tenso, você cobra das autoridades, você torce pelas personagens, você espera que a vida delas melhore, você fica indignado, enfim! É muito real e chocante.
Eu gostei do livro e indico super para amantes da nossa história, pela contextualização na época da Ditadura Militar. Ademais, o design do livro é muito lindinho, com várias partes em azul, muito bem elaborado!
PS: Eu comprei esse livro em uma mega promoção da Saraiva, acho que o livro saiu por cinco reais e alguns centavos, além de ter chegado na minha casa embrulhadinho direitinho em menos de uma semana, valeu muitíssimo! Recomendo que vocês, leitores, fiquem sempre de olho nessas megas promoções em sites de venda de livros, cadastrem seus e-mails para receber ofertas e essas coisas, porque às vezes a gente faz uns achados sensacionais. De qualquer maneira, eu to sempre olhando isso e assim que eu tiver informações valiosas eu passo para vocês através aqui da página, então fiquem de olho!! Enfim, boas leituras 🖤

Ensaio Sobre a Cegueira é um livro do escritor português José Saramago, que mostra um mundo onde alastrou-se uma terrível epidemia: "o mal branco". As pessoas, de repente, começam a ficar cegas, numa cegueira em que tudo é branco. Assim, Saramago vai traçando o perfil psicológico de diversas personagens, unidas pelo acaso, e vai mostrando a miséria humana frente a situações desesperadoras. A obra é um verdadeiro tratado sobre ética, soliedariedade, humanidade e empatia. Em diversos momentos, você se assusta com o que está lendo: tanto pelo o que está ocorrendo, como pela "realidade" da coisa. Explico-me melhor: você entende o que está lendo como algo possível, basta que nos ocorra o mesmo, ou semelhante. Não sei se essa impressão é dada pela literatura ou se essa percepção da podridão do ser humano eu já tinha comigo. O fato é que estamos diante de uma distopia tão realística, que te faz realmente refletir sobre o mundo em que vivemos e o mundo em que queremos viver. Isso me ocorreu, ao menos, mas se o autor da epígrafe do meu exemplar estiver correto "Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única." Então, entrem de cabeça aberta, e deixem-se ser conduzidos por essa preciosa obra. A escrita do Saramago é meio diferenciada, com diálogos não tão bem definidos, o que pode ser um pouco difícil a princípio, mas não se permitam desistir!! Vale muito a pena!

E para começar o mês, um livro lindinho passando na telinha de vocês: Persépolis, da Marjane Satrapi. Trata-se uma história em quadrinhos autobiográfico, no qual Marjane mostra um pouco a sociedade do Irã após a Revolução Iraniana. Num contexto de guerras, revolução e radicalização dos costumes islãs, Marjane é uma garota de mente mais aberta (em uma família de mentalidade mais aberta) e questiona a todo momento o que está acontecendo ao seu redor.
Eu adorei, tanto pela história quanto pelo fato de ser em quadrinhos, que eu, honestamente, não achava que pudesse conter histórias desse tipo. Em meus pré-conceitos, via as histórias em quadrinho apenas para crianças ou super herois. Foi muito interessante ter esse tipo de contato (assim como com Azul É A Cor Mais Quente, que eu tive oportunidade de ler também) e quebrar com aquelas noções. Isso me inspirou a estar sempre buscando novas ferramentas e com certeza dedicar um tempo maior na estantes de quadrinhos em livrarias.

Olá, seguidores! Acabei de concluir a leitura desse livro e tenho algumas coisinhas a dizer.
Achei a linguagem do dia a dia e a presença de assuntos bem atuais e presentes na vida dos jovens brasileiros ao longo da trama algo bastante positivo. Acho que isso atende bem a proposta de levar esse tipo de leitura para esse público leitor que cada vez mais tem vontade de entrar em contato com a literatura, principalmente essa mais nova.
Dante, personagem principal, e seus amigos, motivados por um problema financeiro, são levados a realizar coisas que provavelmente nunca antes haviam imaginado. Isso acaba fazendo com que a vida de todos vire de cabeça para baixo.
Por outro lado, achei que o autor passou um pouquinho dos limites na questão da bizarrice, da morbidez. Li outros livros dele como "Dias Perfeitos" e "Suicidas" e gostei muito. Acontece que esse achei um pouco além. Não sei se estou transmitindo exatamente o que estou querendo dizer... Mas se a intenção do autor foi mesmo deixar os leitores horrorizados (tive até que parar de ler em alguns momentos), parabéns, o objetivo foi alcançado.
Não sei se recomendaria esse livro para qualquer leitor, mas acho que aqueles que estão curiosos para saber do que realmente se trata tudo isso vale arriscar começar a ler para ver se gosta. 😊

"Intimista e envolvente, A simples beleza do inesperado é o livro mais autobiográfico de Gleiser, um tributo à natureza, um ensaio sobre a conexão entre o homem e o planeta Terra, e uma exploração do significado de existência - dos átomos ao cosmos, passando pelas trutas."
É um livro extremamente interessante, que mistura física, astronomia, filosofia e pesca. Parece improvável, mas Marcelo Gleiser mostra que não (que, na verdade, faz todo sentido). Amei e super recomendo! Dentre as muitas frases que eu destaquei ao longo da leitura, escolhi citar uma aqui: "...o sentido da vida é viver em busca de sentido. É no ato da busca, na experiência do novo e do inesperado, que damos sentido à nossa existência."

Uma história contada por três mulheres.
Todas ligadas a um mesmo contexto que, até o final da trama, envolve o leitor na tentativa de descobrir o que realmente aconteceu.
Suspense, brincadeira com o psicológico, casos extraconjugais e os efeitos do álcool são as principais bases do que forma esse livro surpreendente.
Confesso que não vi o filme, portanto não sei dizer se é bom ou se está bem fiel ao que acontece no livro. (Quem já viu pode deixar a opinião nos comentários). Gostei muito do enredo de A garota no trem e li tudo em aproximadamente cinco dias. A leitura prende bastante e deixa aquele gostinho de querer saber o que acontece no próximo capítulo. Tudo o que começamos achando no início é desconstruído completamente no final. 😉😉

Quando você só leu o primeiro capítulo mas já está muito empolgada com a leitura 💛 (anúncios, mensagens, indicações e parcerias só falar na inbox que estamos respondendo o máximo que podemos!)

Terminei esses dias de ler Escola de Equitação Para Moças, da Anton Disclafane. Comprei o livro em uma das mega promoções da Saraiva e não me arrependi.
O livro fala sobre Thea, uma menina que, após ter sido pivô de um grave acidente, é enviada para um acampamento de equitação, onde as meninas aprendem a ser damas e a montar cavalos. O livro traz uma mistura de presente e passado, desejo e condenação social, que nos faz refletir sobre o papel que a mulher desempenhava antes de ter seus direitos: ser uma dama, casar e seguir seu marido para sempre. Tendo como plano de fundo a Grande Depressão econômica de 1929, Thea está em um mundo que a considera menos importante do que seu irmão gêmeo e ainda marginaliza seus desejos de adolescente. Ela luta, então, para se desamarrar do julgamento dos familiares, enquanto lida com paixões antigas e novas na escola de equitação.

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