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Carol Arruda | Psicóloga  #Mãe aprendiz, contadora de histórias reais. Psicóloga materno infantil🐣 Criando com apego e disciplinando com afetividade 💙 Nosso livro 👇🏼📚

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Muitas pessoas me perguntavam se Miguel era autista. Hoje, aproximadamente 1 em cada 45 crianças estão no espectro. No vídeo ele faz algo muito difícil de ser observado em crianças com autismo: JOGO SIMBÓLICO! Desde muito cedo - ainda bebê - o simbolismo e a capacidade de imaginar e representar precisam estar presentes. Observem que estamos brincando de aparecer e desaparecer, note toda linguagem corporal envolvendo a expectativa e a descoberta em torno do que está acontecendo. Não é ausência de capacidade para entender que eu me abaixei, é na verdade a capacidade de imaginar que está sendo expressa - como a mamãe pode desaparecer e aparecer de repente!? Que mágica é essa? Entende a diferença? Então ele reage com surpresa a minha aparição, interagindo simbolicamente com minha presença por meio da imaginação. Por estes e outros motivos relacionados, eu sempre tive certeza, que, apesar dele não ter alcançado o marco da fala dentro do esperado, não havia nenhum sinal que sustentasse a hipótese de autismo. Pois, a linguagem simbólica e a comunicação, mediada por ações lúdicas sempre estiveram presentes de forma funcional. Entenda, não falo isso aliviada, todo problema é problema a ser superado. Por volta dos dois anos comecei a perceber uma questão-problema com a fala. Mas, quero alertar e ampliar a questão. Nem todo problema relacionado a fala é pilar para o autismo. Existem crianças autistas que são altamente verbais.
Mas, vamos falar sobre alguns Sinais de alerta que podem ser observados muito cedo:

1. Um bebê típico reage desde muito cedo quando a pessoa que está cuidando dele chama seu nome: ele se volta para a pessoa. Dos bebês que receberão o diagnóstico de autismo mais tarde, apenas 20% reagem quando ouvem seu nome ser chamado.
Continua nos comentários!

P.S.: no vídeo Miguel tinha 6 meses.

#MarqueUmaMãe
#PorCriançasSemRótulosEmocionais
#Maternidade

Hoje Miguel teve uma surpresa ao acordar, enfim nossa árvore de Natal 2018 😍... olha a carinha de felicidade de Miguel! Miah (nossa gatinha estava presa no quarto😹ainda estou condicionando ela, mas quase derrubou hoje em um salto mortal para pegar a estrela)! Fiz a árvore com as pelúcias dele, igual ano passado(quem lembra?), mudei apenas os laços!
No topo tem detalhe muito especial que fiz esse ano😍✨ passe para o lado que você consegue ver na próxima foto!

É Natal ✨💙 #NatalDeAmor

Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido,
aquele que ela mais amava.
E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu: "Nada é mais volúvel que um coração de mãe.
E, como mãe, lhe respondo: o filho predileto,
aquele a quem me dedico de corpo e alma...
É o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que estuda, até que aprenda.
O que está com frio, até que se agasalhe.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que os crie.
O que prometeu, até que se cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que cale.
E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
O que já me deixou... ...até que o reencontre...
(Texto incrível da eterna Erma Bombeck, que me emocionou profundamente, por ser mãe de filho único, e pelo desejo incerto de maternar outro). Ilustração @vskafandre
Um beijo
Carol @infanciaematernagem
#MãeAmaComaAlma
#Maternidade

Não é bom ser criança. Bom é viver a infância com o respeito que toda criança merece. Bom é acreditar em papai Noel até o dia que a consciência liberar a verdade incrível que habitou por anos o imaginário da infância!

A magia do Natal é real.
O imaginário é uma realidade com base na capacidade lúdica e simbólica de fantasiar.
Aqui também acreditamos que super heróis e princesas.
Que um beijinho mágico cura o dodói... Nós acreditamos em Papai Noel e em tudo que a fantasia nos permite acreditar! E vocês?

#VivaAInfância
#CrescerSemPressa
#PapaiNoelExiste

“Não aguento mais estar em casa o dia inteiro”... Esteja presente com qualidade! Talvez esse seja um dos nossos maiores dilemas da vida materna. Passar o dia inteiro com meu filho em casa não significa que ele está recebendo integralmente e inteiramente minha atenção. Mesmo por que ele não precisa estar 24 horas conectado comigo, nós dois precisamos de espaços individuais - ele para construir sua própria individualidade e eu para preservar a minha. Mas, é preciso sim ter bons momentos de qualidade diária onde estejamos inteiramente integrados, conectados profundamente com o que realmente importa: nossas emoções, sentimentos e vida psíquica, interação de qualidade é olhar para o seu filho e permitir que ele seja visto! Se soubermos utilizar momentos para integrar e suprir a demanda afetiva deles, conseguimos transformar aquela horinha no final do dia em um momento único, marcante e essencial. Acredite: 45 minutos diários de interação genuína pode ser muito mais proveitoso do que 24 horas de permanência distraída ao lado de uma criança. Valorize o tempo juntos.

Escute o que seu filho tem a dizer e se permita compreender o contexto da narrativa infantil.
As crianças têm seu próprio jeito de ver, pensar e sentir, não podemos tentar substituí-los pelos nossos, precisamos nos conectar e compreender o que está além da sua fala, constituindo em via dupla uma comunicação sensível a toda expressividade verbal, simbólica, emocional e comportamental.

Para que uma criança se sinta bem é preciso que ela seja compreendida e respeitada, ter as etapas de sua infância preservadas e viver a alegria de crescer sem pressa compartilhando com seus pais a evolução de cada processo. Se, nosso mundo de gente grande imediatista não nos permite brincar, dançar, cantar, correr, pular,
gargalhar, viver e sentir alegria todos os dias, mude de mundo! Aprenda com seu filho, permitindo-se viver um pouco todos os dias no mundo interno dele.

Trecho adaptado do nosso livro @livroeusintotanto o livro das emoções para pais e filhos.
Compre o seu pelo site
www.muitoalemdamaternidade.com

Carol Arruda
Psicóloga infantil
CRP 14/5488-2
#PsicologiaDaInfância
#Maternidade

Com o olhar ele me diz todas as palavrinhas que guarda por não conseguir ainda pronunciá-las. Talvez o maior desafio da minha vida - de nossas vidas - seja preservar a afetividade e espontaneidade de uma comunicação que precisa ser automatizada para se efetivar. É mostrar que tem amor e carinho naquela palavra chata que precisa ser repetida 100 vezes por dia, e, que apesar de parecer irritante, é uma forma de ampliar todo significante do seu olhar. Um olhar que para mim diz tudo, mas, para um mundo sem mim, não diz tanto.

Aqui a gente vibra, se emociona e chora com o “aião” que lentamente e insistentemente se pronunciou “balão”... o lelé que foi modelado, repetido, e minusciosamente construído, para finalmente ser chamado de “PI-CO-LÉ” com todas as letras, vogais, consoantes, fonemas, sons e contextualizações.
É preciso toda empatia do universo para entender o que é viver do lado de cá.
Quando percebemos ou tomamos consciência de que precisamos ir além da mãe típica que sempre tentamos ser, para nos tornarmos co-terapeutas, passamos um tempo respirando fundo e engolindo o fôlego. É como se estivéssemos preparando uma reserva de sobrevida.

Leva um tempo para internalizar a noção de transformação urgente e imediata. Leva um tempo para entender que a necessidade de um novo olhar, mais profundo e forte o bastante para dissolver os rótulos.

E então a gente percebe que é preciso coragem para encarar e transformar a realidade.

Percebe que é preciso agilidade para correr contra e avançar sobre a força descomunal do tempo.

É preciso aprender a cair de jeitinho e levantar rápido.

É preciso conhecer e saber compreender as diferenças, respeitá-las e reaproxima-las.

É preciso estar inteira na entrega.
Doação.

Mãe que também é co-terapeuta.

Conhece alguém que também vive essa realidade? Dê-lhe um abraço.
Carol
#ApraxiaDaFalaNaInfância
#VivendoUmaVidaInteira
#Maternidade

Nossa amamentação do início em 2015, pelo meio em 2016, e nosso longo final, que começou em 2017 e foi concluído em 2018.
E de todas as etapas, a mais desafiadora e prazeirosa foi justamente esse longo final, que durou quase um ano.
Quem amamentou por mais de dois anos sabe do que eu estou falando, conhece a odisseia que é amamentar uma criança que já tem alguma autonomia, que anda, fala, vem caminhando até você é diz “mamãe me dá o mamazinho”... “mamãe eu qué mamá pá dumi”... é diferente, é divertido e também é difícil continuar amamentando neste ponto: até quando?

O romântico desmame natural e espontâneo, é conflituoso.
Atravessa nosso desejo, nosso cansaço, nossa meia liberdade, o fim de uma forma só nossa de se relacionar, a mudança de um hábito, a transformação de uma rotina, a ruptura imperativa e necessária da unidade mãe e filho.
Então você se torna um trampolim, o vento que sopra e impulsiona o içar das velas.

Depois de todo drama, você se restabelece, e percebe que seu lugar de amor não muda. Só cresce e se fortalece.

Por mais que alguns insistam em dizer que amamentar é natural, que faz parte de um instinto feminino - próprio da maternagem.
Eu te digo: amamentar é subjetividade pura, desmamar é subjetividade em dose dupla.

Carol Arruda 📝
#EnquantoEuAmamento
#Amamentação
#AmamentaçãoProlongada
#DesmameGentil
#CartasAumaMãeDePrimeiraViagem
#Maternidade

Uma fenda dolorosa se abre. Então você se perde, vem um sentimento de estranheza, parece que de repente tudo ficou nublado. Surge uma raiva de si mesma, em seguida um vazio - que se alimenta de remorço e clama por uma recompensa. É a culpa invadindo.

A gente se culpa. Se culpa pelo colapso emocional do pós parto. Se culpa por eles chorarem quando colocamos no berço e apenas se acalmarem em nosso colo. A gente se culpa por deixarmos dormindo sozinho no quarto e por decidir levá-los para dormir na cama, ao nosso lado. A gente se culpa por não ter amamentado mais tempo ou por estar amamentando há “tanto tempo”... Se culpa porque nosso filho não se alimentou o suficiente, e preferiu biscoito no lugar da comida fresquinha que a gente preparou a manhã toda na cozinha.

Mãe se culpa por tudo mesmo!

Se culpa por nunca conseguir organizar os brinquedos espalhados pela casa.
Se culpa por desejar tomar banho em silêncio sem ter que sair correndo, e por querer ficar um pouco sozinha.
Se culpa pela imagem corporal incompreendida e pela cobrança para voltar a ser como era antes. Se culpa porque planejou tudo, mas nada saiu como foi planejado e por viver correndo para cumprir horários e quase sempre chegar com atraso. A gente se culpa por ter perdido a paciência e gritado, e então a gente chora, e às vezes desaba... por se sentir cansada, e mesmo assim, ter que acordar durante a madrugada.

A gente se culpa por não ter previsto aquela febre inesperada. Por não ter pego a virose no lugar dele, e por não conseguir tirar todas as suas dores com um beijinho mágico.

A gente se culpa porque queria passar mais tempo brincando, e menos tempo trabalhando. A gente se culpa por sair de casa cedo, se despedir enquanto ele ainda dorme e voltar ao final do dia cheia dores e exausta. A gente também se culpa por ter escolhido largar tudo e ficar integralmente em casa. Porque somos pressionadas a seguir regras que não são nossas e julgadas por quem não tem nada a ver com o que acontece na intimidade da nossa casa.

A gente se culpa porque ama. Amanhã, eu prometo, serei melhor!

Carol Arruda 📝 #CartasAumaMãeDePrimeiraViagem

Ilustração @jocortezl

Quando você exibe fragilidades, se expõe ao julgamento daqueles que te observam através das próprias entrelinhas. Mas, também percorre por caminhos de ressignificação. Maternar exige um desnude íntimo para que sigamos amadurecendo e entendendo que, quando uma mãe permite a si mesma errar, ela está permitindo que seus filhos sejam mais humanos, desde que eles consigam lidar com seus erros cotidianos e transformá-los em amadurecimento, enquanto constroem sua própria história.

A maternagem idealizada, livre de falhas e blindada contra imperfeições é dolorosa e pesada demais. A mãe que nossos filhos precisam é aquela que é boa o suficiente (ou suficientemente boa - como disse Winnicott). Imperfeita, e possível. Uma mãe suficientemente boa é aquela que está ao alcance físico e simbólico do seu filho, enquanto a mãe ideal estará presente na frustração.

Nossos braços não merecem carregar problemas implantados pela expectativa em atender o que o outro pensa. Não se permita cultivar essa irrealidade.
Para ser uma mãe suficientemente boa precisamos saber reconhecer nossos limites e aceitá-los. Aliás, compreender nossos limites emocionais, físicos e até mesmo sociais, é um processo desafiador.

Mas, eu sei que aí dentro você carrega no peito a coragem que precisa para vencer suas batalhas diárias e não se esconder por detrás delas.
E assim, seu filho dirá todos os dias que você é para ele, a melhor mãe do mundo! Aquela mãe suficientemente boa, que ele tanto ama e aprende a admirar.

Carol 💙
Ilustração linda e sensível da @jocortezl
#Maternidade
#MãesReais
#VivendoUmaVidaInteira
#ContandoHistóriasReais
#CartasAumaMãeDePrimeiraViagem

Tentamos criar nosso filho com base em equidade, e participação ativa nas atividades e decisões, que o amadurecimento dele consegue alcançar.
Eu lavo suas roupinhas e ele as estende no varal, do jeito dele.
Eu preparo a massa do bolinho preferido e ele me ajuda a encher as forminhas.

Miguel participa de quase todos os contextos do nosso dia a dia.
Separa o feijão, descasca ovos e cenoura.
Lava seu pratinho depois das refeições. Pega a vassoura e nos acompanha fazendo toda limpeza da casa.

É como se tudo fosse uma grande brincadeira, e é! O olhar que a criança tem sobre o mundo é lúdico, espontâneo e divertido. Tudo começa em casa, é na convivência em família e nas práticas internas do lar onde a criança está sendo criada, que ela levará para o mundo suas contribuições como pessoa e cidadão.
Miguel faz judô (esporte de menino, né?), mas chega em casa fazendo passes do balé, que aprendeu ao observar as meninas dançando pela janela da sala.

Assiste filmes de princesas, e de heróis.

Brinca de carrinhos, esconde esconde e também de boneca. Herdou do pai um grande Dinossauro e uma coleção de carrinhos, mas, também se encantou com uma boneca indígena feita de retalhos que foi minha.

É assim, na diversidade e na variedade de situações lúdicas e respeitosas, que representam a realidade do ambiente em que vive, que ele constrói seu próprio mundo interno e o transforma.
Não espere que o mundo mude sozinho!
Seja você a mudança que espera para o mundo.

#EmpoderandoMeninos
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Hoje eu saí da cozinha. Sexta feira é o dia que preparo as principais refeições de casa para a semana inteira. Mas, como eu sou a CEO dessa empresa que eu chamo de lar, resolvi mudar as regras, cuidei de mim. Não sei fazer selfie, mas curtam aí por favor porque demorei mais para passar o batom do que para pintar o cabelo dentro do meu banheiro 😆😆😆 #GirlsJustWannaBeCEO
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#MãePsicóloga
#MãeCozinheira
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