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Carol Arruda | Psi Infantil  Mãe aprendiz, coordenadora do caos, contadora de histórias reais. 📩infanciaematernagem@gmail.com 📍João Pessoa - PB 🔛Amazônia/Pará

Vou contar a história dessa foto, aconteceu agora pouco. Acordamos cedo, tomamos o café. Corri para arrumar Miguel, pois, íamos sair para resolver umas coisas fora de casa. Vesti sua roupa, escovei seus dentinhos, calcei um sapato, o coloquei na TV assistindo o desenho preferido do momento “Caillou” e fui me arrumar, estava tudo indo muito bem, certinho demais, sem caos... a casa estava toda trancada, mas ele achou uma porta apenas escorada, saiu pela área de serviço, foi para o jardim, tirou o short e o sapato, provavelmente não conseguiu tirar a blusa, e resolveu brincar no chuveiro. Simples assim. Foram apenas 10 minutos enquanto eu tomava um banho e procurava uma roupa pata vestir. Quando eu saí na varanda vi exatamente esta cena, e ele todo feliz ainda me chama para mostrar uma pipa sendo empinada entre a rua e nosso quintal. Como é que eu vou me chatear com algo tão lindo? Fiquei ali uns minutos, peguei a câmera e registrei o que já estava gravado em minha memória afetiva. Depois de 15 minutos recomeçamos tudo... e finalmente saímos, atrasados, mas, com o coração sorrindo!!! Lição que aprendi: talvez aquela cena nunca mais se repetisse, eu não iria estraga-lá por meia hora de atraso.

A melhor fase do seu filho é agora! Foi ontem, é hoje, será sempre! Que saibamos aproveitar 💙 porque o tempo não perdoa.

Um beijo e um lindo dia para vocês
Carol e Miguel
#PorUmaCriaçãoMaisLeve
#MãesComMenosCulpa
#VidaComMenosEstresse

Aos dois anos ele não bate o pé, nem grita e chora tentando esgotar nossa paciência ou testar nossa resistência. É que “aos dois anos” aquele bebê de riso fácil e caretinha faceira começa a perceber que é um sujeito de fato, que possui no mundo um lugar próprio e reivindica isso intensamente, constantemente, invariavelmente. E acredite, tudo isso não tem nada de terrível, é verdadeiramente incrível!

Aos dois anos as emoções ganham destaque na vida da criança, que busca se posicionar diante do outro e conquistar seu espaço com mais autonomia. Ela aprende que possui um “EU” e vai lutar por ele.
Desejam fazer o que nós adultos fazemos, mas, não conseguem compreender ainda que não podem, por este motivo expressam com veemência as consequências de suas emoções frustradas. Mas, nossos filhos sabem que somos capazes de amparar suas dores, que, somos nós os grandes responsáveis por ensiná-los a viver e sobreviver no mundo, então, eles nos imploram que os ensinemos a lidar com estas situações, enquanto jogam um brinquedo fora, gritam aos sete ventos, chutam e arrebentam com nossa paciência. Fazem isto por saberem que no fundo só quem os colocou no mundo suporta.
Continua achando isso terrível?
Vou dizer o que é terrível: é nossa dificuldade em acolher genuinamente as emoções dos nossos filhos. Terrível é nosso sentimento de culpa por não conseguir equilibrar o amor que temos no peito com nossa responsabilidade na hora de colocar limites. Terrível é quem inventou que aos dois anos as crianças são terríveis. Deveria ter inventando também uma fórmula mágica para educarmos.
É difícil, mas não é terrível!
Compreender e acolher as mudanças e as dificuldades da criança é o passo mais eficaz para transmitir lições de vida que farão parte de toda sua trajetória.
Aos dois anos, aos três anos, aos quatro, cinco ou seis... enquanto pensarmos, que, as mudanças de comportamento são coisas terríveis, e ficarmos usando dessa justificativa, elas serão sempre um obstáculo quando na verdade deveriam ser um avanço.
Educar não é fácil, não é mágica! É plantar todos os dias uma sementinha e cuidar para que ela cresça e floresça sem findar.

#PorCriançasSemRótulosEmocionais

Suas definições de mãe foram atualizadas: “não, mamãe!”... “vem, mamãe”... “sai, mamãe”... “abi, mamãe”... “sóta mamãe”... “dá, mamãe”... “é meu, mamãe”... limites, uma prova de amor arbitrária. Exercer autoridade com amor e acolhimento não é apenas desafiador, é difícil mesmo. A linha entre ser boa o suficiente e ludibriada facilmente é muito tênue 🤪😪😰 se você também está nessa “vibe” deixa seu ❤️ aqui nesse post 😂😂😂#EuTôRindoMasÉdeNervoso #OsDoisAnosSãoIncríveis #OsDoisAnosNãoSãoTerríveis #OsDoisAnosSãoMaravilhosos #EuSofro #MasMeDivirtoMuitoMais #AMelhorFaseDoSeuFilhoSempreÉAgora

Mesmo com a barriga solta, a celulite acenando pros lados, os peitos olhando para baixo, o culote apertando no short, eu prometi não me esconder mais por detrás de tantos padrões não alcançados. Em época de corpos magros, bronzeados e modelados, de bumbuns equilibristas, seios tocando o céu e barriga negativa até NO PÓS PARTO, eu não prometi emagrecer este ano, nem correr para academia. Não estou desesperada em busca de tratamento estético para gordura localizada nem de cremes para estrias. Prometi apenas mais aceitação comigo, prometi me olhar e me orgulhar mais de quem sou, olhar para minha aparência com o mesmo cuidado e carinho que olho para minha essência. Buscar mudanças traçando metas possíveis.
Quase não tenho fotos só minha. Quase nao tenho fotos na praia. Nem de biquíni. Sou escrava da saída de banho. Blusa de alcinha? Não consigo! Mas, eu pometi amar mais meu corpo e não me envergonhar.
Prometi para mim mesma que não iria mais sofrer tentando disfarçar minha barriga segurando a respiração.
Prometi amar e me orgulhar do corpo que tenho, o corpo que é meu, mesmo que ele não seja a escultura que o mundo virtual teceu. Um corpo que não é trabalhado na academia, mas que tem a marca do meu dia a dia. Um corpo intimamente negligenciado por não corresponder à estética proclamada. Um corpo de cuidado improvisado. Um corpo cheio de pulsões conflituosas. Um corpo e muitos dilemas pessoais, marcado pela genética e ditadura da beleza imposta.
Decidi perder a vergonha, me empoderar de fato. Decidi ser mais feliz com meu auto-retrato.
Sabe quantas vezes eu entro em uma loja para comprar roupas e não me encaixo? Sabe quantas vezes eu tiro foto e deleto? Sabe quantas vezes eu já tentei postar fotos minhas e desisto com medo das críticas com minha imagem? Sabe quantas vezes já comecei a fazer exercícios e dietas? Foram muitas. Mas, em todas estas tentativas eu buscava apenas me encaixar. Em nenhuma delas eu estava tentando me encontrar.
Mas este ano eu decidi que a busca seria diferente. E que eu não iria mais permitir me esconder superficialmente.

Corte de cabelo atualizado com sucesso. Nem parece que nasceu careca, olhem o tanto de cabelo que ele está!!! Cresce mais que grama adubada. Me pediram dicas do preparar as crianças, mais especificamente os meninos para não darem escândalos na hora do corte. Não existe mágica, tá gente?! As reações são muito individuais. E em geral eles não gostam da máquina. Tais escândalos são mais comuns do que vocês imaginam. Miguel aceita a tesoura, mas, é resistente ao corte com a máquina. Sempre que vamos ao salão eu preparo ele com alguma brincadeira, brincamos que estamos cortando o cabelo dos ursos e dos bonecos. Desenhamos e conto estorinhas. Ele também já viu o pai cortar. É bom levar em alguns salões com experiência e sensibilidade com crianças. Eu levei brinquedos e biscoitinhos, reparem que ele está mastigando. Se distraiu comendo e brincando enquanto o profissional fazia o corte com muita agilidade. Também fico elogiando o quanto ele está lindo com o cabelo cortado e ele acha graça kkk fica se olhando no espelho 😍😂 Se seu filho faz escândalo para cortar o cabelo, tente tranquilizar sobre o assunto, tratando com naturalidade. Nem tudo precisa ser problematizado. Basta agirmos com mais leveza e menos culpa. Mudar um pouco o foco do problema e mirar na solução.
Um beijo
Carol e Miguel
#MeuBabyMiguelCresceu

“Precisa estimular mais” ... “é mimado”... “precisa ir para a escola”... “se convivesse com outras crianças ajudaria”... “tem que forçar mais ele”... “você faz tudo por ele” ... “é super protegido” ... Ou então você escuta o oposto: “é super estimulado”... “não recebe atenção dos pais”... “passa o dia na creche”... “vive por conta”... “É muito cedo... vamos aguardar o tempo”... Mas, vamos lá, muita calma! Quando é hora de buscar ajuda profissional? Quando você sentir que precisa! Quando você tiver dúvidas. Seja para esclarecer algo, receber orientações ou para investigar possíveis dificuldades.
O desenvolvimento infantil “normal” acontece em um processo crescente, mas não em linha reta. Os avanços e descobertas apesar de universais (toda criança vive), São subjetivos. Todos os dias você observará pequenas ou grandes evoluções no seu filho, seja na aquisição de novas habilidades ou no aprimoramento de aprendizagens já adquiridas. Se com um ano de idade o bebê sinaliza “tchau” ao comando da mãe (“faz tchau para vovó”), aos dois anos e meio esse bebê provavelmente se tornou uma criança e faz sinal de “tchau” espontaneamente ao se despedir das pessoas e dos lugares. É basicamente assim que as informações e ações são aprendidas, aprimoradas e desenvolvidas. Diariamente, semanalmente ou mensalmente você perceberá novos repertórios comportamentais, novas expressões emocionais e linguísticas. Caso contrário é ALERTA!!! As crianças aprendem diariamente no convívio, no dia a dia, aprendem observando, aprendem interagindo.
Se você percebe que seu filho com idade proximal aos 2 anos não avança e não aprimora as informações do ambiente transformando em novas aprendizagens, que ele não usa sinais para comunicar o que deseja, não consegue expressar nem verbal ou gestual o que ele sente, não faz trocas afetivas funcionais e adequadas (capazes de serem compreendidas), não interage socialmente com com outras pessoas. E não usa de expressão verbal (vocalizando ou falando). NÃO ESPERE MAIS NEM UM MINUTO! Se informe, busque orientação.
Procure pediatras, psicólogos e fonoaudiólogos para coordenar uma avaliação correta.

Continuo no próximo post...

Socorro que eu tô quase pirando com essa história de “é meu é meu é meeeeuuuu”... #EitaFaseLindaAndMaravilhosa #OsDoisAnosSãoIncríveis

“Cada criança tem seu tempo”... eu acredito muito nesta frase. Demorei um pouco para falar mais sobre esse assunto, precisava desse tempo também. Geramos, damos à luz, maternamos nossos filhos mergulhadas em um oceano infinito dúvidas, expectativas, comparações, êxito e frustrações.

Nao sou mãe das mais ansiosas, nunca dei muita “bola” para os pontinhos marcados no gráfico da curva. Certamente, minha profissão e o contato que tive com inúmeras crianças e famílias em atendimento clínico me ajudam a entender e fazer associações mais realistas sobre o assunto e observar as situações dentro de uma perspectiva subjetiva e diversa. Eu acredito demais que esse “tempo” próprio e especialmente único precisa sim ser respeitado, MAS, não podemos esperar tempo demais! Precisamos estar atentos aos Marcos do desenvolvimento, mesmo considerando o fato de que cada criança tem seu próprio espaço subjetivo para alcançar e aprender habilidades sejam específicas ou universais, esse tempo tem um prazo para, um limite aceitável e identificar a diferença entre “o tempo da criança” e um possível atraso no desenvolvimento é a chave de ouro para intervir o quanto antes e garantir.

Respeitar que o desenvolvimento infantil siga seu curso espontâneo, sem expor a criança à intervenções e estímulos desnecessários, é tão importante quanto buscar orientação especializada para ajudar a criança a percorrer esse curso minimizando as consequências de atrasos, colaborando com o enfrentamento de dificuldades e intervindo cedo em possíveis distúrbios, síndromes e transtornos da infância.
Esse post é para abrir um assunto que muitas mães tem me perguntando nos últimos meses: fala! Não cabe aqui, mas continuarei no próximo post! Eu estou confiante, esperançosa e quero que vocês se sintam assim também!!! #DesenvolvimentoInfantil
#PsiclogiaInfantil

Caretinha de 2015 e caretinha de 2018! Quem lembra dessa fotinho? #CaretinhaQueAMamãeAma

Se meu erro é amar demais, sou feliz por receber como penalidade a tua paz. Se meu colo é teu vício, tua calma é meu princípio.
Se eu não te ensinei a dormir sozinho, foi porque escolhi ouvir teu suspiro em meu peito ao invés de assistir teu choro no berço.
Se minha cama te acolhe, meu sono de abraça.
Se te acalentar te deixa mal acostumado como todos sempre falaram, para mim o que realmente faz sentido é que te conforta.

E se eu não resisti me aninhar ao acordar, é porque teu cheirinho bom sempre me faz sonhar.

Se meu calor te aquece do frio, e meus abraços te ampara no mundo aqui fora, é porque de agora em diante você faz parte de mim constante.

Se todos os dias te peço perdão, é porque não nasci pronta para isso. Sigo aprendendo entre erros e acertos, e mesmo com todos os meus tropeços eu tenho certeza que não poderia ser mãe melhor.
Aprendi que o meu ideal é ser uma mãe possível. Suficientemente boa, sempre ao teu alcance.

E ao final de um dia comum e cansativo, tudo que realmente importa é a paz que só você me traz.

É o amor que me transforma.

É o limite, enfim superado!
Então, com o coração cheio de afeto, eu te olho e tudo faz sentido, tudo se renova, como se nunca houvesse um antes.

Carol 💙

Um texto meu antigo, mas o sentimento e as emoções estão sempre aqui comigo.

Hoje é sexta feira e eu estava aqui lembrando como eram minhas sextas antes da chegada de Miguel. Lembro que eu saía bem mais cedo do trabalho, pois, usava parte da tarde para ir ao salão arrumar os cabelos e as unhas, depois passava em um supermercado e comprava um vinho e petiscos, chegava em casa organizava um cantinho gostoso na sala e esperava Bruno chegar do trabalho, enquanto me atualizava dos primeiros episódios de Greys Anatomy. Engraçado, hoje eu sentei incontáveis vezes, mas, não fiquei mais de 5 minutos parada. Acordei com o eco “mamãe mamãe mamãe mamãe”... já corri para preparar o café... “mamãe mamãe mamãe”... sentei, levantei, sentei, levantei... “mamãe mamãe mamãe”... organizei o “pós” café da manhã e já parti direto para os preparativos do almoço... “mamãe mamãe mamãe”... brinquei de corrida de carrinhos, pintei o sete no jardim, banho de sol, banho de mangueira... “mamãe mamãe mamãe”... hora do almoço e comecei com aquele senta e levanta de sempre, até o prato esfriar... “mamãe mamãe mamãe”... fui colocar Miguel para dormir, ainnn que vontade de deitar e dormir junto, mas, um monte de coisas me esperava. Brinquedos espalhados pela casa, cozinha gritando me implorando para limpa-la... acabei tudo enquanto ele dormia. Olhei para casa organizada, a sala vazia (entenda arrumada). Eu precisava tomar banho, mas fiz um café e finalmente sentei sem ninguém para me chamar. Com aquela visão paralisada, então, lembrei de quando eu não tinha filho em casa, do silêncio enfadonho que habitava minha sala, dos móveis imóveis, intocados por mãos pequeninas, paredes limpas sem marcas de mini dedinhos. Sofá limpinho sem vestígios de pequenos pezinhos. Lembrei que eu chegava em casa, entrava sozinha e ficava sonhando com barulhinhos agudos ecoando pelos cômodos, com os gritinhos felizes, delirava quando imaginava alguém pequenino me chamando de “mamãe mamãe mamãe” correndo de uma ponta à outra da casa.
E mesmo com o banho adiado, o sono atrasado, o esmalte descascado, não troco essa vida por nada!
Mesmo com cabelo amarrado em um coque improvisado e as temporadas de Grey’s Anatomy nunca mais atualizadas, não troco por nada...
Carol 💙

É sexta feira e a gente tá como? Fazendo bagunça no jardim. Eu reclamo da rotina, mas o que seria de mim sem ela? Como eu sobreviveria sem previsibilidade? Eu tava era arrancando cabelo e jogando pedra na lua!!! A foto eu mesma fiz com o @gekkopod_brasil e o controle que tá escondido na minha mão! Massa né?! Tem programação de sexta por aí?

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