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enquantomeufilhodorme enquantomeufilhodorme

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Enquanto meu filho dorme  Enquanto meu filho dorme, eu me torno mãe. Hatanne, mãe do Guilherme 👶 ❤ Sobre maternidade, suas luzes e sombras. Belo Horizonte, MG

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Revendo prioridades 🕊

ADULTO NÃO TEM MEDO
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Sentados brincando, meu filho de 3 anos é o homem-aranha; eu sou o Coringa.

Ele me "ataca" e eu: -"Socorro, tô com medo." Ele para, me olha: "Não mamãe, vc é adulta, adulto não tem medo". Silêncio... "Socorro, o Homem-Aranha vai me pegar..." Segue a brincadeira. "Adulto não tem medo." Eu ñ soube o q dizer.

Em poucos segundos elaborei umas 5 respostas na minha cabeça, quase abri a boca, pensei mais um pouco e fiquei em silêncio.

Eu poderia desconstruir da cabecinha dele essa ideia com um discurso pronto de q adultos têm medo sim, q somos pessoas comuns, cheias de defeitos e fraquezas.

Mas ele tem três anos. Naqueles segundos q pensava a resposta, tb entendi q ele disse aquilo porque é em nós, adultos, q as crianças vêem e sentem a segurança de q precisam.

O mundo p eles é imenso e assustador quase o tempo todo. E q é olhando e se apoiando em nós q eles conseguem seguir.

Mãe, pai, avô, avó, professores, tios...nós sabemos tudo. Não temos medo de nada. Nós os protegemos. Somos praticamente imortais.

Eventualmente ele vai descobrir q isso ñ é verdade. Que sou apenas maior q ele em tamanho e q tenho, sim, mto medo.

Medos reais, sobre segurança, dinheiro e doenças. E medos q nós mães criamos e dentro de nós: medo de q algo aconteça com ele a cada esquina, de um tombo q quebre o dente, de q ele ñ seja feliz, de q ele sofra.

Filho, até do escuro eu tenho medo às vezes, acredita? Tenho medo de lagartixa, tenho medo de dentista, de avião.

Ser adulto é ser grande de tamanho mas querer caber, só às vezes, em algum colo; fechar os olhos e imaginar-se protegido.

É ter mto medo, mas ir em frente mesmo assim. É enfrentar, é ter coragem, é passar por cima, é ser um super-herói sem capa todos os dias.

Pq a necessidade obriga. Pq precisamos e pq nossos filhos precisam. Desse apoio, dessa base e porque ñ dizer, dessa ilusão.
De q conosco estão seguros, de q nada de mal pode acontecer perto da mamãe.
Filho, adulto tem medo. Mas vc ñ precisa saber disso agora; não hoje, ñ dessa forma.

A mamãe tem medo, mas não tanto q não possa sorrir pra vc querendo chorar, só pra dizer q vai ficar td bem.

Vá em frente, estou aqui e vai ficar tudo bem.

Na fila do céu eu fiquei só olhando, esperando a hora de descer 🌹

10 – Esqueça um pouco os livros e tudo que você leu sobre rotina. O CERTO é o que funciona dentro da SUA realidade. E pronto.

11 – Sua vida vai voltar à normalidade, dentro agora do contexto de mãe.

12 – Você vai SIM, dar conta. Todo mundo dá, porque você seria a diferente?

13 – Tome um BOM BANHO, todos os dias. Deixe o bebê com o pai ou a avó e tome um banho decente.

14 – Você vai voltar a se sentir bonita. Seu corpo vai voltar, sua pele vai melhorar. Mas não é agora. E não é o momento de pensar nisso. O momento é de priorizar outras coisas. Isso vai acontecer naturalmente.

15 – Cada bebê é único. Por isso, novamente, conheça seu bebê. Estes primeiros meses são de conexão entre você e seu filhote. Pegue dicas com outras mães e adapte ao que funciona para vocês. Jamais o compare.

16 – Você mudou, para sempre. Dê-se tempo para entender a “nova você”. Isso demora um pouco.

17 – Tudo bem sentir saudade da “você de antes” ou da sua vida de antes. Não se sinta mal por isso.

18 – O casamento vai balançar, mas os dois terão que ser mais unidos do que nunca para passar por isso. Vai parecer uma crise, mas é só uma fase de adaptação.

19 – O pai não ajuda, o pai CRIA JUNTO. Inclua seu marido na rotina, faça-o participar. Isso não é algo que eles façam voluntariamente, pois provavelmente se sentirão excluídos e um tanto acomodados também. Você não tem que segurar a onda sozinha. NUNCA.

20 – VAI PASSAR. Tenha essa frase como seu mantra diário. Acredite. VAI PASSAR.

Além de tudo, pessoas vão e vem da sua casa, interferindo num momento complicado, recluso, dando palpites irritantes e opiniões que você não pediu. Sim, é um momento de reclusão. Vocês dois precisam de PAZ.

Você até esquece que existe um mundo lá fora, onde as pessoas vão aos shoppings, almoçam, trabalham, cumprem prazos.

É isso: um confinamento regado a muito choro, inexperiência e insônia.

Você quase esquece quem você é. Ou era.

O marido, coitado, está mais perdido que você.

Como não enlouquecer?

Eu não tenho essa resposta.

O que posso e quero te dizer, de mãe para mãe, com todo o meu coração:
1 – Você não está sozinha. Estamos todas juntas, num pequeno barco em meio à tempestade chamado MATERNIDADE.

2 – Conheça e conforte seu bebê. Fique com ele no colo o tempo que você e ele quiserem. Ele precisa. É tudo novo, desconfortável e quase tudo dói. Você é a mamãe dele, ele só conhece você nesse mundo todo. Seu cheiro, sua voz, seu aconchego. Cansa. Muito. Mas dê à ele seu colinho, mamãe. Se está ruim para você, está pior pra ele, pode acreditar.

3 – Tenha paciência com a amamentação. Se precisar, procure ajuda profissional. Você vão se entender e chegar à um equilíbrio delicioso. Mas saiba também que não é para todas e cada uma tem seu limite. Se necessário, complemente sem remorso ou medo.

4- As cólicas provavelmente virão. Tudo que você poderá fazer é tentar aliviar esse desconforto e ter paciência até que esse período passe (pegue dicas com amigas, posso te ajudar com algumas se quiser). 5- Essa melancolia, tristeza e solidão que às vezes você sente é completamente normal. Também passa, mas você precisa querer. Precisa se ajudar.

6- Ouça seu coração e sua intuição mais do que qualquer outra pessoa ou opinião. Você não tem a experiência, mas o filho É SEU.

7- Se necessário, restrinja SIM as visitas. Seja chata, seja o q for, mas não sofra apenas para q as pessoas possam ver seu bebê.
8- A maioria das pessoas tem boa intenção, mesmo quando fazem comentários inadequados. Na medida do possível, releve.

9 – Escolha um pediatra de sua confiança e uma ou duas pessoas para escutar. Ou vc se perderá com tantas orientações

Continua no próximo post...

Meu pós-parto não foi fácil. O pós-parto nunca é fácil. Mas não pode falar, né? Tem que estar feliz.

Tem que ter lembrancinhas cheirosas para as visitas e um bebê rosado dormindo como um anjo. No berço, tá? Se for na sua cama tá errado.

Como eu gostaria que alguém tivesse me chacoalhado e me dito algumas verdades, apenas para não achar que eu era a errada da situação.

Então, hoje me dirijo hoje à você, recém-mãe... Eu poderia te dizer que é assim mesmo, que tudo vai melhorar, que essa fase vai passar.

Mas isso para você, agora, não ameniza em nada o caos no qual sua vida se transformou.

Amamentar não é intuitivo, dói, mãe e bebê parecem não se entender, é difícil...e ninguém te contou.
E ainda tem gente dizendo que seu leite é pouco, não sustenta. Ou se você precisar complementar com fórmula, também vai ter o exército do aleitamento para te crucificar.

O bebê chora, você chora junto. Você também precisa (muito) de colo, mas ninguém parece perceber nem que você está ali, quanto mais que precisa de colo. “Não fica triste que vai passar isso pro bebê”...você revira os olhos e desconfia que as redes de proteção nas janelas não sejam para as crianças.

Você vai ficar uns meses sem dormir, vai atingir um grau de cansaço que nem sabia que existia, vai virar um zumbi cuidador de bebê.

Não existe mais dia e noite, existe: bebê dormindo e bebê acordado.
Não existe horário no relógio, existem intervalos de mamadas.

Corpo estranho, cabelo preso, pijama o dia inteiro, peito dolorido pingando leite...e às três da tarde você lembra que nem os dentes você escovou ainda.

Meu bebê é lindo e saudável, eu deveria estar feliz! Que bicho estranho que eu sou por estar aqui depressiva, chorona e desesperada? Você não é um bicho, você é uma mãe. Mas uma mãe tão novinha em folha quanto seu pequeno bebê, que não sabe nada de nada e está aprendendo a pilotar o avião em pleno ar. (Continua no próximo post...)

Nada rima com mãe.

Sabe, tem o pai.

Tem o marido super parceiro, que divide as obrigações com você; divide as dificuldades; alguns dividem inclusive a carga mental.

Paizão, que brinca, briga, educa, cria junto.

Mas ele não é a mãe.

E é isso que ontem, tarde da noite, depois de 3 anos e meio de maternidade, eu entendi.

Saber eu já sabia, aquela coisa de mãe é mãe, pai é pai.

A gente sabe.

Mas ontem eu compreendi no sentido mais amplo que se pode compreender.

O dia havia sido exaustivo, eu só queria que meu filho dormisse com o pai para eu poder comer, tomar meu banho e dormir. Fim de domingo.

Ele mamou e apareceu na cozinha. “Tô com fome mamãe.” “Filho, você comeu bolo, sopa e mamou. Tem certeza de que está com fome?” “Sim, vou sentar aqui com você”. Suspirei... “Filhinho, você não está com fome. Vamos lá pra cama, vou deitar com você.” Fui até o quarto, olhei para meu marido já quase dormindo: “Só pedi para você fazê-lo dormir” “Não adianta, ele quer você”. Deitamos juntos, ele ainda agitado. Rezamos. Agradeceu até as escadas da escola. “Pronto filho, agora vamos dormir mesmo”. Rolou um pouco, se encaixou em mim...e dormiu.

Ele não estava com fome, ele ama o pai...mas ele queria a mãe.

Eu estava exausta, já disse né?

E tive vontade de chorar.

Ele queria a mim: minha voz, meu cheiro, meu jeito. Queria meu formato para ele se encaixar.

Mãe é isso, é encaixe.

É ninho. (Continua nos comentários)

Para você que, como eu, não quer criar um sobrevivente.
Mas uma pessoa saudável, esclarecida e bem resolvida para tomar suas próprias decisões.
Se a criança encontra no lar e nas figuras do pai e da mãe; respeito por ela, amor e refúgio suficientes para errar e voltar, ela será, então, livre.
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Educar de verdade dá trabalho.
Se tá fácil; tá errado.

#criaçãosaudavel #criaçãocomrespeito

Via @materniarte

Você está nesse mundo para ser VOCÊ.
Não se distraia 👊

Cada criança é única e cada criança tem seu tempo.

Cada mãe também.

Tempo de deixar nascer aquela que nasce junto com o bebê, de se perder, de desesperar, de se reencontrar... .
Tem choro que dura mais; tem sorriso que custa a chegar. Tem amor que não surge imediatamente.

Normalmente a maternidade que idealizamos cai por terra logo no parto...então, é ali que vemos que tudo vai de fato mudar. “Tem coisas que ninguém te conta”. Hoje eu acho que nos contam sim, mas a gente não ouve. Acha que com a gente será diferente. Que é exagero.

É tão avassalador que a gente vai pra um universo paralelo e depois volta.

E a vida ali mudou.

Cada mãe vai voltar a se cuidar no seu tempo e de forma diferente.

Umas vão até se acostumar com aquela barriguinha que, veja bem, gerou uma vida. Ou mais de uma.

E tudo bem; ninguém tem que cobrar que ela volte a ser o que era.

Porque nem se ela quisesse ela conseguiria; ela não é mais aquela, com todos os ônus e bônus.

Cada mãe vai entender no seu tempo qual a melhor forma de educar; quais os princípios quer seguir.

E vai entender que não adianta olhar a vizinha; o que funciona lá não funciona aqui.

Umas vão deixar o filho dormir junto com elas por mais tempo; outras o deixarão no próprio quarto desde o primeiro dia.

Umas vão deixar ir na excursão da escolinha, ou sozinhos numa festinha, aos 3. Outras aos 5. Outras mais.

Sabe, cada mãe tem seu tempo.

Cada mãe tem seu número.

Quero só um filho, dois? Quero casa cheia?

Existem mulheres inclusive para quem esse número é zero. E elas também tem seus porquês, tem seus outros amores.

Tem mãe que precisa estar com a cria o dia inteiro para se sentir bem; outras precisam trabalhar (por gosto ou necessidade; ou os dois) e se sentem bem com o tempo dividido e com o tempo dedicado.

O tempo de cada mãe dura a vida inteira.

Conforme os filhos crescem e ela entende que eles não têm que ser iguais aos outros, ela vê que ela também não.

Sua maternidade, suas regras, sua verdade.

Seu tempo. .
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#maternidade #sermãe #mães #filhos #amordemãe #maternar

Né?! 😂😂😂 .
Via Tudo Sobre Minha Mãe
@tudosobreminhamae

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