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O Grande Encontro de Brechós®️  Na moda nada se cria, tudo se re-cria. Onde a moda começa e não termina. ◻️19a edição em breve! ◻️Brechós, bazares e pequenos produtores

Nosso melhor #tbt é você! —-
Roberta Pupo, com blusa estampada do GEB_O Grande Encontro de Brechós, por @alfinetandobrecho

Nosso melhor #tbt é você! —-
Carol Delgado, com blusa do GEB_O Grande Encontro de Brechós, por @bureau_vintage

Nosso melhor #tbt é você! —-
Gabriela Rossato, com calça branca do GEB_O Grande Encontro de Brechós

Tudo mudou definitivamente depois de 1950 e as primeiras Pool Partys. Talvez aqui possamos chamar a roupa de banho masculina de sunga, ou sungão de praia. E elas começavam a ser acompanhadas pela exuberância dos trajes femininos.
O crescimento pujante da classe média e a busca por lazer impulsionou muito a demandas pela sungas, calções e roupas de banho de uma forma geral. As pool partys ficaram populares e a preocupação com o visual do corpo também.
As cuecas estilo boxer e as camisas com estampas havaianas e muito coloridas reinavam absolutas nas festas nas piscinas e nas praias mais agitadas dos EUA. Os projetos realmente evoluíram para peças com riqueza de detalhes e cores vibrantes. Sungas estampadas marcavam alguns indivíduos de maior personalidade para a época.

Em 1970 a influência dos movimentos hippies na moda fez dos calções de banho aos shorts mais curtos, mas também as sungas de praia no estilo boxers, que definitivamente tinham entrado nos guarda roupas masculinos para ficar.
Se antes as sungas de praia eram peças esportivas e exclusivas para uso em piscinas e praias, agora elas começavam a acompanhar os homens até mesmo nas atividades ao ar livre e nos dias mais quentes.

Não obstante, a década de 1990 introduziu shorts de surf para o mercado, junto com a crescente popularidade do surfe como esporte. Muitos banhistas passaram a usar estas bermudas ao invés das sungas de praia, por ser considerada até meio cafona. Contudo, os pugilistas da Calvin Klein conquistaram o mundo e os lutadores de MMA indiretamente trouxeram novamente a moda dos sungões e das cuecas boxers.
Durante os anos 2000, uma maré brasileira invade todas as praias do mundo e a nossa moda praia torna popular a Sunga suit. A partir dai a história da sunga de praia passaria a conter modelos estampados, listrados, florais, básicos, e muitos outros, oferecendo liberdade de movimentos e até mesmo certa cobertura. A secagem rápida de tecidos como poliamida e nylon além do conforto se mostraram modernos e versáteis. Hoje é possível dar um mergulho e em pouco tempo depois entrar no carro ou ir a um restaurante.

Fonte: aberbeach.com.br
#modaéhistóriageb

O que hoje achamos mais moderno em matéria de roupa de praia masculina (sungas e afins) são releituras dos modelos usados desde a década de 50 até meados da década de 70, quando as sungas de praia estavam muito mais para calções de banho (as nossas bermudas “atuais”). Foi na década de 80 e meados da década de 90 que as sungas ganharam cortes nas coxas, bem como as cinturas mais baixas. Estes modelos mais “redesenhados” copiavam exatamente as peças dos nadadores. Foi por isso que a marca @speedo ficou amplamente conhecida, pois foi a responsável por repensar o traje de natação da época, aumentando a hidrodinâmica dos nadadores.
Foi então que ir a praia passou a ser um destino realmente desejável e o favorito para muitos. Pela primeira vez ostentar um bronzeado e a moda praia passou a explorar ainda mais o corpo masculino.
Designers inspirados pelo movimento Art Déco deram mais desenhos as cinturas das peças subindo-as um pouco mais. Foi em 1930 que o lastex, um fio de borracha sintética foi anunciado. Foi então que os trajes de banho masculinos jamais seriam os mesmos. Ainda na década de 1930 os dorsos a mostra seriam mais aceitos e os shorts de banho se tornaram definitivamente a roupa de banho padrão! A guerra justificou ainda mais essa diminuição das sungas, por conta da escassez de tecidos, em 1940, junto com um crescente interesse no físico e no fisiculturismo masculino.
Em 1950 estreava o filme “A Um Passo da Eternidade”, estrelado por Burt Lancaster que na época já era um dos maiores galãs de Hollywood. No filme, o personagem de Lancaster aparece numa cena icônica usando o que chamamos hoje de sungão.

Fonte: aberbeach.com.br
#modaéhistóriageb

A moda é incrível. Nos permite revisitar a história do comportamento humano através dos anos, numa troca com o passado que nos põe a refletir sobre nossas atitudes, necessidades, revoluções e conquistas. Sendo assim, se falamos em moda praia feminina, chegou a hora de falarmos sobre a moda praia masculina!
Os banhos de mar, rio ou piscinas eram feitos sem o uso de peças de roupa. Mas, em 1737, a Corporação de Bath começara a proibir banhos sem peças de roupas para homens com mais de 10 anos, e em 1860, foram totalmente proibidos no Reino Unido. Foi a partir de então que a roupa de banho para homens começou a ser usada.
Até 1880 a criatividade era limitada. As roupa de banho eram cópias do que se conhecia também como “roupa de baixo”. Uma das características das roupas de banho masculinas além do tempo, independente da moda da época, sempre destacou a masculinidade com trajes sóbrios, quadradões. Como se pode ver em fotos, as roupas de banho masculina sempre tinham cores bem escuras, quase sempre pretas, para evitar que ficassem transparentes, já que os tecidos da época ainda carregavam este problema. Além disso, eram pesados, pois eram feitos de lã tricotada. Um traje “moderno” como era conhecido, fabricado pela Jantzen em 1880, chegava a pesar até 4 quilos!
Você consegue se imaginar usando isso?

Fonte: aberbeach.com.br
#modaéhistóriageb

No Brasil, o biquíni começou a ser usado no final dos anos 50. Primeiro, pelas bailarinas e depois pelas mulheres mais ousadas a aderir ao traje. Uma das aparições mais famosas nas areias daqui foi da atriz Leila Diniz, que ostentou sua gravidez de oito meses na praia de Ipanema usando um biquíni. A imagem se tornou símbolo da liberação feminina nos anos 70. •
E você, qual revolução seu biquíni e/ou maiô vão criar hoje?

Moda é história. Moda é vida.
GEB_O Grande Encontro de Brechós_2019

Fonte: beachdeluxe.com.br
#modaéhistóriageb

Criado em 1946 por Louis Réard – um engenheiro automotivo francês, que administrava a loja de lingerie da mãe, em Paris – apresentou duas peças pequenas de roupa, promovendo-as como “o menor maiô do mundo”. Ao mesmo tempo - e sem saber -, o designer de moda Jacques Haim estava trabalhando num design semelhante.
Mas foi Réard que chamou sua invenção de biquíni, por causa dos testes nucleares no atol de Bikini. Ele pensou que todos ficariam chocados com a exibição ousada de curvas e umbigos, e de fato ele estava certo.
Mas apesar de todos nós podermos comemorar a invenção do biquíni, o engenheiro automotivo e o designer de moda o estavam apenas redescobrindo. Na verdade, o maiô e o maiô de duas peças já eram usados no mundo greco-romano, no terceiro século antes de Cristo. O primeiro começou a se popularizar em 1905, por Annete Kellerman, a primeira mulher que tentou cruzar o Canal da Mancha a nado. Mas Kellerman foi detida por indecência, fato constatado pela esportista mostrar mais de 15 cm de perna (o que era proibido por lei na época), enquanto treinava. Nos anos 30, a quantidade de tecido começou a reduzir pouco a pouco nos maiôs, mas ainda assim a censura seguiu sendo férrea. Por isso, mesmo com a criação de Louis, o uso do biquíni só começou a ser aceito após os anos 60, o de começaria a ser desfilado por musas de Hollywood e recriado ano a ano.

Fontes: gizmodo.uol.com.br e mdig.com.br
#modaéhistóriageb

É sábado de sol e você já acordou pensando em qual biquíni ou maiô iria usar hoje, certo? Mas você sabia que a sua decisão vai muito além de escolher o modelo que você mais gosta? Pois é! Você está usando uma peça histórica, libertadora e cheia de atitude. Se liga nos próximos posts aqui no GEB para saber o porquê!
#modaéhistóriaGEB

São as perguntas de vocês que fazem cada edição acontecer! E graças a grande procura é que estamos a caminho da 19a edição 🥰.
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Retornaremos em até 7 dias com informações da próxima edição. Obrigada e até já.
#queroGEB

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