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AugustoCruz  Médico do Hospital Evangélico de Campo Grande pós graduado em Geriatria e Gerontologia (MEC), CRM-MS 5430, marido, pai e praticante de Weightlifting

Retomo aqui o seguinte trecho que apresentei: será que ele faz mesmo mal a saúde como tem sido descrito? Não, não faz. Será que não há benefícios? Sim, há sim. O óleo de coco virgem (VCO) tem sido consumido em todo o mundo e alguns de seus benefícios foram avaliados e comprovados cientificamente. A ciência evolui, verdades tidas como absolutas hoje, são revistas. Hoje, o óleo de coco foi para a “berlinda”. Outrora quem ocupou esta posição por anos foi gordura saturada , já absolvida do banco dos réus.

Dito isso, para contextualizar alguns pontos sobre evolução do conhecimento científico – vamos voltar à bola da vez o “óleo de coco”. Quando é colocado em xeque por meio da nota oficial o potencial propriedade de agente antimicrobiano e imunomodulador, o próprio artigo utilizado para sustentar tal colocação diz o contrário, sendo apresentado o seguinte: “Cocos nucifera L., é uma árvore que é cultivada por suas múltiplas utilidades, principalmente por seus valores nutricionais e medicinais. É a única fonte de vários produtos naturais para o desenvolvimento de medicamentos contra várias doenças e também para o desenvolvimento de produtos industriais. As partes de seu fruto, como a semente de coco e água de coco macia têm inúmeras propriedades medicinais, tais como antibacteriano, antifúngico, antiviral, antiparasitário, antidermatofítico, antioxidante, hipoglicêmico, hepatoprotetor, imunoestimulante”.

Última serie da planilha de LPO Weightlifting backsquat com 95% da carga total (da minha carga), 1 rep com 180kg. @coach.augustoaime @drantoniocruzneto @drmarioantunes @sandrogr @gilson_l_cardoso @marcioflavio @guilhermedittmar @lipeausife @inaristow @cristaldo.alex @gabifabrip @deiwesnantes @thiagoaugustorivas

O óleo de coco tem sido o assunto em evidência e, também, motivo de mensagens de vocês para mim, com algumas dúvidas. Por isso, preparei esta série que será composta de 3 posts. Este é o primeiro, com uma breve introdução.
Li algumas matérias publicadas na imprensa em repercussão a mais uma nota oficial emitida sobre o óleo de coco e suas propriedades. Uma delas trazia no título “Febre do momento, óleo de coco não traz benefícios e ainda pode fazer mal” (*?!). (da Folha de S. Paulo). O óleo de coco é colocado como “uma febre do momento”, quando seu consumo existe há milhares de ano. E, este “tom afirmativo”, de que “não traz benefícios e ainda pode fazer mal”, pode gerar um desserviço à população.
Será que ele faz mesmo mal a saúde como tem sido descrito? Não, não faz. Será que não há benefícios? Sim, há sim. O óleo de coco virgem tem sido consumido em todo o mundo e alguns de seus benefícios foram avaliados cientificamente.
Afinal, o que é o óleo de coco? Existem dois tipos do óleo de coco. O 1º é produzido a partir do coco seco e, o segundo, com o coco fresco, sem o uso de altas temperaturas ou processos químicos em sua extração, o que já o torna diferenciado da maioria dos óleos vegetais e pode classificá-lo como benéfico. Além disso o coco é composto por triglicerídeos de cadeia média (ou ácidos graxos de cadeia média), especialmente o ácido láurico, que são gorduras saturadas benéficas a saúde! (vamos falar sobre)
Há uma comoção de se notificar sobre este ou aquele “suposto dano” do uso do óleo de coco. Pois bem. Será que um dia veremos esta mesma dedicação de um grupo em esclarecer a população quanto aos potenciais riscos do consumo constante e progressivo de ingredientes contidos em produtos industrializados? Dos malefícios de produtos como refrigerantes, açúcar branco refinado? Isso sem falar de óleos como “de girassol”, de “soja” ou o “canola”. Estes produtos (que são - pasmem - indicados por especialistas), que merecem alertas constantes e um forte trabalho de conscientização quanto aos seus danos ao organismo. Reflitam.

Abraçar é uma terapia e das fortes! É medicinal, acalma. Pesquisas demonstram que abraçar (e rir também) é extremamente efetivo para ajudar na cura de doenças (como a pressão arterial), solidão, depressão e ansiedade – e ainda ajuda a melhorar nossa memória!
E você ja abraçou hoje??

Como observamos nas partes 1 e 2, no intestino, a glutamina tem sido considerada um nutriente benéfico, que fornece combustível para o metabolismo, regulando a proliferação celular, reparando e mantendo as funções da barreira intestinal.

Mas, o que isso tem a ver com a gratidão? Quanto mais fechado o intestino - menos bactérias vão permear – quanto mais bactérias permeiam aumenta o risco de irritação. O intestino inflamado pode levar a irritação e mau humor.
A saúde de nossa microbiota intestinal pode impactar no sistema nervoso central (SNC). Algumas bactérias de nossa flora intestinal (ou ausência delas), podem impactar em nossos neurotransmissores, como o GABA, que é o principal neurotransmissor inibidor do SNC e está significativamente envolvido na regulação de muitos processos fisiológicos e psicológicos. Alterações na expressão do receptor GABA central estão implicadas no aparecimento de ansiedade e depressão, que podem estar correlacionadas com distúrbios intestinais funcionais. Um intestino com uma barreira protetiva forte, ajudará com GABA e contribuirá com a melhora do humor também.

São 4 os pilares para uma vida saudável: alimentação e intestino saudável, sono, prática de exercícios e, equilíbrio corpo, mente e espírito! Um está intimamente ligado ao outro, sendo vital sua integração.

Bom dia Campo Grande. 😎😎👊🏻👊🏻👍🏻👍🏻💪🏻💪🏻🤨

Bom dia amigos!! Campo Grande com esse friozinho, não pra ficar dormindo kkkkkkk

Importante!! Assistam.

[PARTE 2]
Para você que já leu a PARTE 1 de nossa série, vamos continuar. Devemos ter bem claro que sua aplicabilidade deve ser direcionada em conformidade com o contexto orgânico de cada indivíduo (que leva em conta hábitos como alimentação, condição intestinal, atividades físicas praticadas ou determinada circunstância clínica que possa demandar o amino). Fato é que os aminoácidos desempenham papeis importantes em múltiplas frentes. Regulam a expressão gênica, as vias metabólicas, contribuem com o desenvolvimento humano e, também, podem fortalecer a imunidade. Além disso, estudos apontam os aminoácidos não-essenciais, como a glutamina, como principal combustível metabólico para o intestino delgado. Achados científicos tem demonstrado que a glutamina na dieta pode atuar em prol da integridade da mucosa intestinal. Ou seja, no intestino, age em prol do crescimento celular e auxiliar na absorção e transporte de nutrientes, bem como no aumento da permeabilidade intestinal.

Tem a função de nutrir os enterócitos (células do intestino), garantindo que a mucosa do trato gastrintestinal fique fortalecida e assim evite a entrada de bactérias e macromoleculas para a corrente sanguínea.
Uma mucosa gastrintestinal íntegra contribui com a absorção e aproveitamento de nutrientes. A glutamina ainda é precursora de glutationa, um antioxidante que pode proteger o organismo contra a produção de radicais livres.

Dai você me pergunta: “Dr. Posso tomar glutamina?” Vamos entender alguns pontos essenciais antes de responder com uma assertiva (Sim/Não). Primeiro, suplementação é complemento alimentar quando necessário e de acordo com a individualidade. A regra é comida de verdade como fonte de saúde.
A glutamina é um amino considerado seguro e seus benefícios são bem descritos nesse contexto que apresentamos. Idealmente e sempre se deve reconhecer qual o seu contexto individual. Portanto, o mais importante é conversar com seu nutri (de preferência funcional) e compreender seu organismo e especificidades. Mas, o que isso tudo tem a ver com gratidão? Veremos no próximo post.

Kkkkkkkkkkk

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