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Prof. Esp. Diogo Gelpke  ⛔Pós-graduado Musculação-UFRJ⛔Membro da @corfarthrofitness⛔ Laboratório de pesquisa em Biodinâmica do Exercício-UCB⛔Prevention of injury in sport.

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Por @diogogelpke
A artrite reumatóide (AR) é uma doença inflamatória sistêmica que pode acometer órgãos e articulações. O paciente com (AR) apresenta redução na expectativa de vida devido ao risco aumentado por eventos cardiovasculares, à frequência de infarto agudo do miocárdio está aumentada em até quatro (4) vezes nesse público e aterosclerose acelerada.
A síndrome Metabólica (SM) tem sido avaliada com o objetivo de predizer os riscos de doenças cardiovasculares. Há várias tentativas de definir a (SM) Todas as definições incluem a mensuração da pressão arterial sistêmica, triglicerídeos, high-density lipoprotein cholesterol (HDL-C) e glicemia de jejum.
Em 2002, o primeiro estudo que avaliou a hipótese do aumento da prevalência de fatores de risco cardiovascular (RCV) inter-relacionados determinando a presença de SM em AR,
teve como grupo-controle pacientes com osteoartrite (OA). Os autores observaram que mais pacientes com AR apresentaram resistência à insulina (RI) e baixos níveis de HDL em comparação com os casos de OA, e ambos estiveram associados diretamente aos níveis de proteína C reativa. Além deste achado, a presença de RI, baixo HDL, hipertrigliceridemia e hipertensão estiveram associados entre si no grupo reumatóide, o que não foi verificado em pacientes com AO.

A prevalência de SM nesta população de pacientes ainda não apontam conclusões definitivas, muito embora sua presença esteja diretamente associada com piores parâmetros prognósticos e de atividade de doença.
Referências:

Dessein PH, Stanwix AE, Joffe BI. Cardiovascular risk in rheumatoid arthritis versus osteoarthritis: acute phase response related decreased
insulin sensitivity and high-density lipoprotein cholesterol as well as clustering of metabolic syndrome features in rheumatoid arthritis. Arthritis Res 2002; 4(5):R5.

Artrite reumatóide e síndrome metabólica Viviane Roseli da Cunha, Claiton Viegas Brenol,
Joao Carlos Tavares Brenol, Ricardo Machado Xavier: Rev Bras Reumatol 2011;51(3):2608.

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Por isso não tema, pois estou com você;
não tenha medo, pois sou o seu Deus.
Eu o fortalecerei e o ajudarei;
eu o segurarei
com a minha mão direita vitoriosa.
Isaías 41:10

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#Repost @juliacengel
Com os avanços da ciência na área da genética, parece que o famoso “teste genético” para saber as aptidões físicas é o que há de mais moderno e individualizado para determinar as suas prescrições de treinamento e alimentação. Mas será mesmo? Será que devo me basear 100% na informação fornecida pelo meu DNA?

Acredito que não. Isso porque o teste “lê” a sua sequencia de bases nitrogenadas do DNA, apontando um favorecimento para algum tipo de fibra muscular e aptidão/facilidade para determinada atividade/treinamento.

Um dos problemas é que estes testes não levam em consideração a Epigenética. Esta é a ciência que estuda tanto as mudanças herdadas, como as adquiridas ao longo da vida. As modificações epigenéticas podem alterar as funções dos genes, tanto inibindo como estimulando sua atividade, mas que não alteram as sequencias de bases nucleotídicas do DNA.

Ou seja, nós podemos modificar muita coisa em nosso organismo desde que nascemos até a idade atual, dependendo do ambiente, dos esportes praticados, do tipo de treinamento feito junto com determinado tipo de alimentação. Estes “novos dados” terão, certamente, mudado (metilado/ acetilado entre outras alterações epigenéticas) o seu gene de forma que a informação do DNA já não é mais tão fidedigna assim! Ou seja, o resultado lido no exame não levará em consideração essas mudanças ocorridas na sua epigenética.

E, pasmem, a contrário do que pensávamos, essas mudanças que sofremos com o ambiente e de acordo com as atividades que praticamos, podem sim ser passadas para as futuras gerações! Ou seja, treine muito, case um um homem (mulher) atleta e seu filho provavelmente será bem sucedido nos esportes. Rs.

Brincadeiras à parte, ainda podemos avançar com a nutrição em cima da biologia molecular. Dependendo do tipo de alimentação antes/ após um treino, podemos direcionar mutilações importantes no DNA que favorecem, por exemplo, a via de síntese de massa muscular ou de aumento de mitocôndrias. Há muitas formas de trabalhar a alimentação de acordo com o treino para favorecer a performance em determinado esporte... Há muita ciência para ser trabalhada!
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