correndoporai correndoporai

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Correndo por ai  6x IRONMAN(🇧🇷🇦🇷) 1x 14bis(24km🏊🏻) 7x IRON 70.3 (🇧🇷🇵🇾🇦🇷🇺🇾) 8x 42k (🇵🇾🇧🇷🇦🇷🇳🇱) 2h58m53s Youtube⬇️

Imagens de amor para quem também não emendou o feriado. 😊❤️👵🏼
#Repost @processvideo ・・・
Grandma gives high-fives at marathon

A foto velha de quinta vai pro meu último treino de pista pré maratona.
Vendo aquele Tweet do cara que só queria correr e acabou indo em mil especialistas, lojas de tênis e relógios, gosto de lembrar que a corrida é um dos esportes mais simples. Todo profissional tem seu valor quando necessário, mas você não precisa de tudo que a internet quer te vender p/ correr.
Fico com a impressão que prestamos atenção mais naquele 1% de melhora prometido pelas diversas marcas do que no 99% que o “queimar o peito na pista” pode proporcionar.
Como algumas pessoas perguntaram (dessa vez é verdade 😂) , ai vai o que deu certo pra mim:
-treinos: tem gente que consegue treinar sozinha, eu não. Sou preguiçoso, e há treinos de tiro que eu mesmo nunca me proporia fazer rs. A @lutobar é quem me passa os treinos todo domingo e, como disse antes, pra esse ciclo foram 46. Fiz musculação tb e só.
- música: um dia o @miguelmoronee me deu bronca porque postei uma playlist do treino. Parei de treinar tiros com musica e foi a melhor decisão. Às vezes estamos sem saco e a música ajuda, mas pra mim já estava atrapalhando a ouvir o corpo. Meus treinos ficaram bem melhor!
- nutrição: Parei de comer carne e frango, mas ainda estou nos peixes. Não saberia dizer se isso mudou a performance ou não.
- fui pra maratona pesando 72,5kg, o que pra 1,66cm parece muito. Sem neura de comida, mas evitando industrializados quando dava. Se fizesse muita dieta eu ia correr infeliz.
- Na prova tomei o café que tinha disponível no hotel. Uma banana antes da largada, 1 gel no km 12, outro no 25, metade de uma banana no 30, coca-cola no 35 e Pepsi no 40. Com água e Gatorade quando tinha vontade. - relógio: usava o garmin pra ter ideia de intervalos e pace nos treinos. Pra prova fui com relógio só de cronômetro. Como haveria o pacer 3h, era só seguir ele!
- tênis: estou com o mesmo par há 2 Irons, 1 70.3 e 1 maratona, contando todos os treinos quase. Sei lá meu tipo de pisada. Ainda não furou!
- mental: lia sobre maratona e via vídeos de Amsterdam enquanto treinava na esteira.
Pode ser que eu perca uns mimos, mas alguém tem que dizer: a corrida é simples. Treine duro, coma bem, durma o qto puder! Seja feliz!

Foi tenso mas tamo até hoje ai na atividade, bb!

Bora treinar que domingo tem @tridayseries pela primeira vez em Brasilia! 🏊‍♀️🚴🏽‍♂️🏃🏼‍♀️
Esse fim de semana voltei a pedalar e correr na sequência. Deu pra lembrar que corrida no tri é um esporte muito diferente da corrida sozinha.
Lembro que quando fiz meu primeiro tri achei que ia chegar “arrasany” na parte da corrida, mas aprendi uma bela lição.
Com o tempo, fui pegando gosto por correr com a perna gasta pelo pedal também. Só preciso pedalar mais, porque, pra mim, é o que mais influencia no tempo final da corrida, mais até que os treinos de corrida.

Atenção pessoas que gostam de um bom debate.
Viram esse pedido de casamento na maratona de Nova Iorque?
A internet está dividida entre aqueles que acharam fofo e aqueles que puta que pariu mano a menina treinou meses pra esse objetivo pessoal, estava no Km 25, e vem você roubar o momento dela querendo ser o protagonista e ainda atrapalhou o pace, custava esperar acabar caceta, enfia o anel no c*?!
E ai, o que vocês acham?

Quem ta solteiro põe essa habilidade no tinder que será sucesso! Quero ser padrinho depois.

Hoje sim, hoje não, hoje sim!
Quando entrei no estádio olímpico não sabia se a chegada era após uma volta completa ou não. 400m é chão nessas horas né?
Meu relógio era só de cronômetro e sou ruim de matemática, dai deu um baita frio na barriga que talvez não desse o sub3.
Acho que essa foto expressa bem a montanha russa emocianal desse momento.
No final, acho que foram 200m de pista só.

E esse treino da campeã olímpica de águas abertas?! Mar, ondas, com camiseta, disputa e ainda puxada pelo técnico.
Essa é pra irmos nadar sem mimimi depois de ver.
Não mostre pro seu técnico de natação, são pessoas perigosas 😂. #Repost @svrouwendaal ・・・
When coach Thijs wants to walk the dogs! And thanks for the nice back scrub 😂🧜🏼‍♀️ (watch video to the end)

This was our strength session in open water. We had to do some elastic work, with t-shirt, in the waves what makes it even harder! 💪🏊‍♀️

#openwater #swimming #trainingcamp #hardwork #seychelles #teamNL

Hoje abriram as inscrições pra maratona de Amsterdam. Pra quem ficou interessado, vou comentar o que achei.
A prova é menos badalada que as majors, claro, e isso influencia em alguns aspectos.
Ponto positivo:
- inscrição: não tem sorteio e nem índice e fiz quase 1 mês antes só. Pra quem não pode se planejar com a antecedência que as grandes exigem, isso ajuda muito. - logística: achei muito boa. Fui de bike pra prova, mas pelo que vi o transporte público funciona muito bem.
- começa às 9h30: nada de dormir mal, madrugar, tomar café correndo. Da pra acordar de boa e ainda ir varias vezes no banheiro do hotel antes de sair. - tempo bom: esse ano estava 13 graus, excelente pra tempo.
- percurso plano: não é 100%, no final tem pequenos desníveis, mas é muito rápido. Ótima pra tempo tb, pra quem tiver treinado.
- bom pra família: a largada e chegada no estádio ajuda nesse sentido, da pra ver bem sem aglomeração. E da pra acompanhar boa parte da maratona de bike sem atrapalhar os corredores.
- a chegada no estádio olímpico: pra mim foi o ponto alto. É indescritível! A minha foto não ajuda muito mas juro que é legal. - a cidade em si: Amsterdam é animal. Foi um banho de cultura, museu, lugares bonitos e passeios de bike que valeram a pena.
-Atletas de elite: parece besteira mas eu me amarro. Como a prova tem curvas cotovelo, você consegue ver a elite correndo e Amsterdam tem atraído gente mto boa. Ver o Bekele correndo foi a realização de um sonho.
-largada em ondas e pacers: tem em toda prova grande que se prese hj em dia ne, mas quero ressaltar que funcionou bem la. -zona rural: sempre vou gostar de provas com partes com cheiro de vaca.
Pontos negativos:
- preço de hotel: parece q esse ano coincidiu com um festival de DJ na cidade, mas os preços são absurdos e só descobri depois. - partes estreitas: alguns lugares do percurso são bem estreitos e foi difícil não esbarrar em alguém. Ultrapassar nessas partes é bem difícil. - vento: tem bastante, mas correndo em pelotão resolve. -torcida: apesar de haver muita, não é como algumas maratonas que tem torcida nos 42km.
Quem quiser ver mais, tem link no perfil com o vídeo que fizemos da prova. 🇳🇱

E esse atalho maroto ai?!
😱
Na verdade estava dentro das regras da @superleaguetriathlon . Tanto o Brownlee quando o Vicent Luis tinham ganhando a série da manhã e podiam usar 1 atalho desse quando quisessem. O inglês usou na primeira volta tentando abrir mais vantagem. O francês deixou pra usar no final e deu nisso ai.
No site de onde peguei o vídeo tem um monte de gente xingando o Vicent Luis achando que ele cortou caminho escondido, mas era a regra.
Minha opinião é que fica estranho visualmente, sei lá, mas acho fantástico o que a Super League vem realizando. São formatos bem diferentes e totalmente dinâmicos. Quem quiser ver mais tem todas as provas no youtube deles.
Repost @run_ix

Sobre Amsterdam:
Depois do Iron e do Capixaba de Ferro, decidi que era hora de caprichar num dos grandes objetivos da minha vida esportiva: conseguir sub3 nos 42k. Estava difícil compatibilizar a vida com o triathlon e calculei que treinar corrida daria um alívio no cotidiano durante esse 2º semestre e renovaria a inspiração pra treinar.
Na janela de férias do trabalho que eu tinha em outubro, as melhores provas eram Amsterdam ou Frankfurt, ambas igualmente planas e frias. Decidi por Amsterdam por ser logo no primeiro fds das férias; por achar a cidade mais interessante e, principalmente, pela largada e chegada ser no estádio olímpico (e isso foi realmente o ponto alto!). Depois que soube que o Bekele também correria fiquei ainda mais feliz.
Foram ao todo 46 treinos de corrida no período de 31/7 até a prova, em 21/10. Só perdi 1 treino, e acho que essa regularidade foi o maior mérito no processo.
O que lembro com mais carinho foram os treinos na pista de atletismo na UNB de manhã, que ajudaram a ganhar velocidade e resistência novamente. Os que mais me ajudaram psicologicamente no dia da prova foram os meio-longos que fiz na esteira. Se vc tem saco pra isso tem força pra aguentar os km finais rs.
Em quase todos os longões eu saí meio desanimado pra ser sincero, achando que não ia rolar. Nunca consegui sair inteiro e com o pace que achava que devia fazer e num deles fiz algo que nunca tinha feito, nem treinando pra Iron: parei logo no começo, sentei e pedi pra Iza me buscar de carro.
Cheguei pra prova com esse misto de treinos muito bons nos curtos e médios e achando que tinha ido mal nos longos.
Mas como diz o grande Ferrugem “tem que apostar a todo tempo”. E lá fui eu atrás do pacer das 3h. Fui seguindo o grupo até o km 37, quando o pessoal diminuiu pra pegar água e resolvi seguir porque se parasse já era. No final deu tudo certo, nunca tinha corrido 42 sem nem sequer olhar pro lado. Era vai ou racha.
Lições que eu tirei:
1) Confie no treinamento, ainda que alguns dias não saiam conforme o desejado.
2) Trabalhe em silêncio. Vc não precisa de pressão social no seu lazer.
3) Se sua mulher mandar vc parar de frescura e seguir o pace vc segue.

Vídeo da Maratona de Amsterdam. Com um suporte desse ❤️ 🇳🇱🕒 #tcsamsterdammarathon2018 #amsterdammarathon

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