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Carolinie Figueiredo  *Atriz *Mãe de Dois *Educadora Parental formada pela Positive Discipline *Terapeuta Thetahealer *Sessão via Skype só marcar: carolinie@gmail.com

Todas nossas relações, crenças e comportamentos possuem duas raizes: o medo ou o amor. Vibrações distintas que sincronizam nossas conexões e encontros. .
Quando vibramos no medo estamos falando da sensação de falta, escassez, competitividade, separação, vitimização, sensação de injustiça, raiva, culpa, ciúmes, irritação, estar sob ataque e todas essas emoções de baixa vibração que ainda estão nos nossos sistemas e relações. O medo também vibra passado ou futuro. .
Quando falamos de amor puro estamos falando de conexão com a fonte, abundância, cooperação, perdão, gentileza, compaixão, compreensão, aceitação e principalmente auto-amor. É estar na inteireza do ser e no presente. Nossas crenças são vibrações que geram comportamentos, relações e hábitos. .
Pedimos clareza pra observar (sem julgamentos) aquilo que está pronto pra ir embora do nosso sistema e das nossas relações. É um trabalho de Auto-Consciência, de iluminar partes nossas que ainda estão na sombra mas que são, por isso mesmo, grande potenciais de crescimento espiritual e pessoal. .
Vamos juntas? Atendo mulheres do mundo inteiro e estou repleta de amor por aprender tanto com os ensinamentos de cada uma. .
Para ter mais informações é só me escrever pra carolinie@gmail.com . E você : já sabe identificar qual aspecto da sua vida ou qual relação ainda vibra no medo mas que gostaria de migrar pro amor incondicional e auto.amor? .
⭐️ arte: Hilma Af Klint (exposição na Pinacoteca SP). #marquealguemquepossagostar

Eu estou tão aliviada de estar me libertando dos julgamentos e repulsa ao meu corpo. E sei que caminhei muito para isso! O mais lindo nesse movimento é que quando uma "sobe" (se empodera, se assume) puxa todas as outras. O que posso dividir é que esse caminho de aceitação não é linear. Temos fases de aceitação e fases de cair em antigos padrões. O que precisamos trabalhar é a voz interna, aquilo que dizemos a nós mesma de uma maneira menos cruel e com mais acolhimento. Tem dias que olho essa foto e penso: to linda. Tem dias que olho só pro furo na minha perna e não enxergo mais nada. Tem dias que só enxergo meu braço e mesmo ele estando escondido eu odeio a maneira que ele é grande e sobra. Ainda me incomoda a maneira que me enxergo tão negativamente mas já estou mais consciente e descolada dessas vozes depreciadoras a mim. Também precisamos observar que a correção de Photoshop é muito alta e forte nas mídias tradicionais. Então eu mulher real com corpo real, ora odeio meus braços porque comparo com os braços artificialmente modificado das revistas. E o pior é que no fundo essa foto é linda. (Assim como eu 🙌🏿🙌🏽🙌🏿🍂) Estão protegidas minha barriga com dobrinhas, minhas estrias, meus furos a mais. Ainda é um bom ângulo e uma linda luz. E mesmo assim ela me incomoda. Precisamos mesmo de um detox de imagens modificadas. De imagens de perfeição. Precisamos mesmo chutar essa repressão com culto a forma perfeita. 70% das minhas fotos selfies é pra esconder meu corpo, porque eu acho ele muito grande que não cabe na tela. Cada uma que assume seu corpo no aqui e agora oferece liberdade pra todas outras. 2018 chegou chegando! E vem mais desconstrução (com amor) por aí . É como repetir diariamente a mim mesma: esse corpo vai me acompanhar até o último dia de vida: que seja leve, que seja abraçando a mim mesma e minhas escolhas. E que também tenha coragem pra modificar aquilo que porventura ainda me incomode a ponto de me paralisar. ❣️ E você: como está sua caminhada em busca de aceitação ?

Pra gente chegar até aqui com um pouco mais de liberdade e independência MUITA mulher precisou desconstruir essas verdades acima. Ser livre é descobrir o que “Ser Uma Mulher de Verdade” significa pra mim, não pela perspectiva de agradar o marido ou a sociedade. Eu no caso sou uma mulher incrível e nem marido eu tenho há anos. 😂 Sou a primeira geração da minha família a desfazer casamento falido. A publicação é de 85 anos atrás, minha bisavó e minha avó (as duas vivas) ainda cresceram nesse meio atrelando ser boa a corresponder ao masculino. E você: o que é ser mulher de verdade ???? #Repost @feministasgm ・・・
"O guia da boa esposa"', revista Housekeeping Monthly, maio de 1955.

Para termos a liberdade,o direito de escolha e maneira de ajudar mulheres que ainda são escravas desse sistema, teve muita luta antes de nós!

Feminino Plural: Ao Encontro de Si - O encontro em formato de imersão é um olhar para a própria jornada percorrida até aqui e o encorajamento para continuar. .
Um tempo e espaço para relembrar quem somos além dos papéis sociais, despertando nossas pluralidades nos modos de ser e conviver com nosso feminino.
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Através de práticas, silenciamento, vivências, partilhas e danças vamos nos conectar aos arquétipos femininos e à nossa própria ancestralidade.
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Vamos explorar o fluxo interno e externo para equilibrar o que faz sentido. Exercitar nossa qualidade de presença. Experimentar o fortalecimento de estar entre mulheres e sentir a potência desta rede feminina. .
Quando? 24 - 26 de Agosto em SC.
Quanto? Vamos propor a co-responsabilização financeira: a proposta é adequar o valor de investimento à disponibilidade de cada uma: serão 3 valores: o "Social", o "Criador" e o "Abundante". Assim de acordo com sua auto-consciência, você indica qual valor é possível ❣️Carolinie está a serviço da expansão da auto-consciência e das transformações de padrões relacionais e geracionais, seja na criação de filhos ou no relacionamento consigo mesma. Facilita grupos presenciais e virtuais pra quem está em busca de uma nova forma de se conectar com o outro. É empreendedora e realiza encontros e imersões pelo Brasil. É formada pela Positive Discipline, terapeuta Thetahealer, atriz e mãe de dois. Apoia mulheres a ressignificarem suas próprias histórias, seja com a escrita curativa, a escuta empática, os atendimentos individuais, a Disciplina Positiva e o poderoso tambor xamânico. .
Carmela Bardini busca transpor modelos sociais de mãe, mulher e profissional. Educadora física e mestre em Educação, encontrou na dança circular um caminho potente para facilitar processos coletivos de meditação e conexão. Mãe de dois, se reconhece no campo da saúde, do lazer e da educação, voltados à educação. É formada em Pedagogia Waldorf e sua experiência de 10 anos atuando como focalizadora de Danças Circulares. ❣️Se você sente o chamado de estar conosco nessa potência envia mensagem pra 041 9132-8444 falar com Carmela/ link no meu perfil. Fotos Vivência Recife @andrealealfotografia .

Interromper um padrão de comportamento é desafiador. O primeiro passo é tomar a consciência de que ele existe levando luz, observando. Curamos um padrão migrando do inconsciente / subconsciente pro consciente. Isso que entendi como despertar. É mais desafiador romper essa repetição de padrões dependendo de quanto tempo ele se apresenta no nosso sistema (há quantas gerações aquilo continua se repetindo como uma verdade). Eu por exemplo estou num momento forte repensando minhas escolhas na maternidade e como isso pode se alinhar com minha necessidade de me sentir feliz e realizada profissionalmente. Me sinto umas das primeiras da minha linhagem feminina a tomar escolhas diferentes daquelas que a sociedade impôs como sendo necessárias pra ser uma “boa mãe”.Um processo longo de desenrolar um novelo de lã emaranhado - o que é culpa? o que é desejo do meu coração?. Me sinto como uma bandeirante da minha geração, questionando a relação com o masculino e enfrentando as consciências que todas as mulheres têm atingido nesse momento de poder coletivo e pessoal. Achar um equilíbrio limpando e curando antigas amarras aquilo que esperam de uma mulher na relação com o masculino. Buscando um equilíbrio entre a liberdade e a dependência do outro. Me assumir como terapeuta pelo thetahealing no final de 2016 veio de um lugar de maturidade emocional e profissional de dizer: noooosssa como eu caminhei os últimos cinco anos em busca de mim mesma! como rompi padrões abrindo mão do que não era eu pra me encontrar! Como eu estou pronta pra apoiar outras mulheres nessas questões de se apropriar do próprio corpo com auto-estima e sem auto-engano! Não porque eu cheguei num lugar de perfeição mas porque recebi MUITA ajuda nesses últimos anos pra ter clareza de quem sou e daquilo que faz sentido pra mim. Se você sente esse chamado de se acolher, se conhecer e fazer as pazes com as próprias escolhas eu estou aqui e também posso te auxiliar. Mande e-mail pra carolinie@gmail.com pra receber informações sobre o Thetahealing e atendimento on-line. Você já tem clareza sobre quais padrões está pronta pra abandonar nesse momento? Deixa aqui nos comentários pra gente aprofundar!

Interromper um padrão de comportamento é desafiador. O primeiro passo é tomar a consciência de que ele existe levando luz, observando. Curamos um padrão migrando do inconsciente / subconsciente pro consciente. Isso que entendi como despertar. É mais desafiador romper essa repetição de padrões dependendo de quanto tempo ele se apresenta no nosso sistema (há quantas gerações aquilo continua se repetindo como uma verdade). Eu por exemplo estou num momento forte repensando minhas escolhas na maternidade e como isso pode se alinhar com minha necessidade de me sentir feliz e realizada profissionalmente. Me sinto umas das primeiras da minha linhagem feminina a tomar escolhas diferentes daquelas que a sociedade impôs como sendo necessárias pra ser uma “boa mãe”. Um processo longo de desenrolar um novelo de lã emaranhado - o que é culpa? o que é desejo do meu coração?. Me sinto como uma primeira bandeirante da minha geração a questionar a relação com o masculino e enfrentar as consciências que todas as mulheres têm atingido nesse momento de poder coletivo e pessoal. Achar um equilíbrio limpando e curando antigas amarras aquilo que esperam de uma mulher como “companheira / esposa”. Buscando um equilíbrio entre a liberdade e a dependência do outro. Me assumir como terapeuta pelo thetahealing no final de 2016 veio de um lugar de maturidade emocional e profissional de dizer: noooosssa como eu caminhei os últimos cinco anos em busca de mim mesma! como rompi padrões abrindo mão do que não era eu pra me encontrar! Como eu estou pronta pra apoiar outras mulheres nessas questões de se apropriar do próprio corpo com auto-estima e sem auto-engano! Não porque eu cheguei num lugar de perfeição mas porque recebi MUITA ajuda nesses últimos anos pra ter clareza de quem sou e daquilo que faz sentido pro meu coração. Se você sente esse chamado de se acolher, se conhecer e fazer as pazes com as próprias escolhas eu estou aqui e também posso te auxiliar. Mande e-mail pra carolinie@gmail.com pra receber informações sobre o Thetahealing e atendimento on-line. Você já tem clareza sobre quais padrões está pronta pra abandonar nesse momento? Deixa aqui nos comentários pra gente aprofundar!

Desde 2016 eu viajo cidades encontrando mulheres que estão em busca de escuta empática e conexão com elas mesmas. Eu passei os últimos 5 anos buscando respostas sobre o que fazia sentido e o que estou fazendo aqui. Chegou a hora de dividir novas perguntas e algumas ferramentas poderosas já conquistadas!!!FEMININO PLURAL: Ao Encontro de SI. Uma busca profunda pra trazer clareza pro que faz sentido. Imagina: um final de semana de imersão num lugar de natureza exuberante, um precioso tempo pra se cuidar em todos aspectos. Vamos transitar entre silêncio e som, pausa e movimento, contração e expansão. Um convite a explorarmos o fluxo interno e externo para equilibrar o que faz sentido no aqui e agora; a exercitar nossa qualidade de presença pelas sensações, memórias e emoções; a experimentar o fortalecimento de estar entre mulheres e sentir a potência desta rede feminina. Através de práticas, silenciamento, vivências, partilhas, danças, vamos nos conectar aos arquétipos femininos e à nossa própria ancestralidade. O encontro é um olhar para a própria jornada percorrida até aqui e o encorajamento para continuar. Um tempo e espaço para relembrar quem somos além dos papéis sociais, despertando nossas pluralidades nos modos de ser e conviver.
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Quando? 24 - 26 de Agosto em SC
Quanto? Nossa proposta é baseada na co-responsabilização financeira para a viabilidade do encontro, a proposta é adequar o valor de investimento à disponibilidade de cada uma no momento. E assim, de acordo com sua auto-consciência, deve indicar qual valor é possível se adequar nesse momento. Com minha Guiança junto com @carmelabardini . .
Se você sente o chamado de estar conosco nessa potência rede de mulheres envia mensagem pra 041 9132-8444 falar com Carmela/ link no meu perfil com as informações! Foto: @car0l_castro vivência BH. ❣️

Quando sua irmã, sua maior rede de apoio, também mãe empreendedora monta uma loja online linda !!!! Sigam a @naveen.online pra ver que linda: entrega pra todo Brasil!!! 💚 não é lindo?

Somos feitos de luz e sombra, claro escuro, eu superior eu inferior. Estar encarnado na matéria é precisar despertar a consciência das polaridades, das dualidades. Mas desde pequenos aprendemos a receber amor somente pela nossa parte “boazinha”. Aquela que se comporta direito, que segue mamãe e papai. Os momentos de raiva, de fúria, de ataques emocionais... esses são jogados pra baixo do tapete e rotulados como “birrento, egoista, ruim”. Nesse momento nós recebemos comentários e julgamentos depreciativos: “você fica feia chorando, menina não faz isso, que coisa feia”. Além de reproduções de machismos de todas as partes “menino não chora, mocinha sabe se comportar...”. Daí vamos enfiando embaixo do tapete partes importantes de nós mesmas que precisam de luz e atenção. É nesse momento que viramos as costas pros nossos filhos ou reproduzimos algum tipo de violência emocional / física / negligência. Porque também não recebemos amor por quem somos na totalidade, na dualidade. Porque nossos pais também não, nem nossos avós... conversando com uma amiga e também educadora parental @michelli_lorenzi ela veio com a frase recém aprendida: suportar nossos filhos na totalidade, na luz e sombra. 😱 preciso abrir mais espaço em mim pra acolher meus filhos desse lugar e sabe porque? Porque estou aprendendo a me acolher na totalidade que sou também. A parte linda, que se cuida, que prospera e ajuda o outro. Mas também a que ainda comete deslizes, sabotagens e sente vontade de tacar fogo e sair correndo. Esse é o equilíbrio que posso oferecer a mim mesma: ME ACEITAR como eu estou, por completo, no aqui e agora. E assim com nossos filhos: assim com nossa criança interna. É nesse momento que a eu terapeuta da um abraço na eu educadora parental e as 2 (assistida e gravada pela eu atriz diz) seja você quem você pode ser pois todas as suas faces são da mesma potência! Isso faz sentido pra você ? Deixa aqui nos comentários como esse texto te moveu e em que pé está de acolher a si ou os filhos! E não esqueça de indicar esse texto pra quem possa se interessar. Obs - deixar somente um ❣️ garante que meus próximos textos também chegarão no seu feed mais vezes! ❣️

Ela é corajosa e fala coisas que penso há um tempo mas não me atrevo a dizer. Olha que necessário esse texto sobre nascimento #Repost @sfelippo ・A cesariana é uma cirurgia importantíssima que salva vidas todos os dias, mas ela nao é pra ser feita em todas as pacientes, de uma maneira desnecessária, fora do trabalho de parto. E é muito difícil ir contra o discurso autoritativo do médico. Quem sou eu pra contestar? É o que pensamos ainda jovens, imaturas, despreparadas, sem apoio, numa sociedade em que existe um condicionamento cultural dominante de que a mulher nao tem o poder de parir por si própria. Resolvi fazer esse post pra tentar chegar ao máximo de mulheres possível. Acabei de assistir ao documentário “Renascimento do parto” aos prantos.Parava no meio pra dividir minha angústia com a Carol, mas nada do que ela falava cessava minha mágoa e frustração por, sendo uma mulher saudável, jovem, ter sido induzida a fazer duas cesáreas completamente desnecessárias. Achava que essa minha culpa ja tinha sido resolvida mas não. Talvez ela nunca me deixe. Hoje repenso se tenho raiva de mim por ter feito escolhas erradas ou do médico, mas fui eu que escolhi. E sempre nos nossos papos, eu e Carol, conversamos sobre isso. Eu digo(na verdade para tentar minimizar essa culpa) que temos o direito de escolher como queremos parir. E o que a Carol sempre questiona comigo é: Será que escolheríamos a cesárea se tivermos as informações, a dose de auto estima e empoderamento para sabermos conduzir como nossos filhos vem ao mundo? Foi devastador lhe dar novamente com essa sombra. Então meu único intuito agora com esse post é: Mães, futuras mães, sejam DONAS do seu parto. Violências obstétricas se tornaram naturais. Eu mal vi minhas meninas quando nasceram. Hoje aos 39 anos, tendo toda essa informação nas mãos, dói. Procurem saber dos mitos, existem MUITOS, procurem apoio de doulas, de amigos que te incentivem. Nós temos o poder e a capacidade de gerar e parir, nós conseguimos. espero que esse cenário de 52% de cesárias no Brasil mude... - conte pra mim como foi a história do nascimento do seu filho ?

Nós mulheres, desde pequenas, convivemos com a pressão de se enquadrar nos padrões estéticos e comportamentais. Crescemos com a sensação de desajuste, culpa e isso se repete pelas próximas gerações. .

Antigamente quando eu olhava meu corpo no espelho a primeira coisa que surgia eram comentários depreciativos e julgamentos de todos os tipos. Sabe aquela voz cruel e julgadora que temos internamente ? Quais são as formas de estar em equilíbrio com meu corpo? Hoje tenho certeza que essa busca começa pelos pequenos detalhes. .

Quando me vejo no espelho e antigas vozes vem me relembrando padrões antigos só as observo sem me identificar com elas. Troco as palavras duras e cruéis por acolhimento e aceitação. É como dar um abraço em mim mesma. .

Esses pequenos detalhes tem feito a diferença para estar em paz comigo mesma. Colei no banheiro cartazes que me dizem: maravilhosa! Levanta a cabeça! Seja você mesma! Estou praticando o auto-cuidado como algo primordial. .

@eqlibri lançou a campanha Reflexos onde mostra mulheres ressignificando sua relação com os próprios corpos. Você já assistiu ? Fiquei muito emocionada em perceber que é necessário olhar pra gente mesma com admiração, encorajamento e aceitação. E você: como está sua relação consigo mesma? Como tem feito pra se acolher e se abraçar sendo quem você é ? Deixe aqui nos comentários sua experiência e vamos conversar sobre isso que é meu assunto favorito! ❤#LivrePraCurtir #eQlibri #publi #SomosTodasLivres

Pra comemorar o eclipse solar e a lua nova de hoje à noite: hora de abraçar nossas sombras - as partes que deixamos escondidas embaixo do tapete esperando receber luz. Um segredo: eu AMO ficar linda assim. Já não sou apegada a estar assim todos os dias mas quando lembro dessa mulher poderosa e também arrumada maquiada e de cabelo feito... isso vira puro poder!!!! Make linda incrivelmente natural e potente @daaydan . Cabelo também da @daaydan corte e cor @eupedronascimento Espaço @squasso_oficial . Vamos combinar de exercitar o autocuidado essa noite? Se você tirasse algo que está escondido embaixo do tapete o que seria ? 🤔 conta aí nos comentários que estou curiosa 😬😋😎🖤

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