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Maria Ana Ferro  "Quem educa são as personagens verdadeiras e não as figuras ideais (...)" João dos Santos Livro A Mãe já vai 💏👱👼👱🐕 📍Link para o blog 👇

http://www.amaejavai.com/2017/12/deixa-la-ele-e-rapaz.html?m=1

Em Setembro tremi um bocadinho. Sabia que ficar com a Luísa em casa não me deixaria tempo para "as minhas coisas". As minhas coisas são por regra na sesta dela que não é por aí além. Decidi(mos) trocar a escola por mais ajuda em casa e eu sou neste momento, e talvez pela primeira vez, 100% deles. Falta-me trabalho, tempo para mim, espaço e às vezes ar.
Mas ainda não me arrependi apesar de tudo. Tenho o mais importante.
O resto que há de vir nunca virá tarde. "Isto" já é meu.

Rio de folhas.
Boa semana. ❤

Mas como mãe? A mãe um dia não tem bebé nenhum na barriga e depois já tem! Como?
Primeiro mentimos e depois de respirar fundo (mas tudo muito rápido) resolvemos ser honestos na medida da sua idade. São conversas difíceis mas que merecem verdade. Por mais que (nos) custe. Fomos normais. Dissemos o que estava preparada para ouvir, nem mais nem menos.
Senti orgulho de nós como pais mas também de mim que não sou propriamente a mais desenvolta nestes assuntos.
Fui normal. E é só isso que ela quer de mim.
Prometo sê-lo sempre por ti miúda, que mereces tudo.

Não sei como é que vou lidar com o facto de para a semana não haver feriado. 🙈😅 (e esta moda das cartas dos Star Wars que descobriram ontem e não largam ignorando o facto de eu ser a maior ignorante da coisa?)

Esta era a casa.
Acordava a meio da noite para ir à casa de banho e fazia o corredor todo a correr com medo. Era tão grande. Tudo era grande ali. A minha (bis)avó era escritora. Dedicou parte da sua vida às crianças e criou os Parques Infantis. Foi tradutora e considerada na altura uma poetiza feliz quando a poesia era escura e triste (tenho pena que nunca me tenha lido). Dizia-me que eu guinchava como um macaco quando eu guinchava como um macaco. Subia para a sua cama onde estava paralisada só no corpo e ela chamava-nos de "os seus cobertores". Recebia no seu quarto que era a sua sala outros poetas fadistas e pessoas da cultura e foi assim que vivi uns anos que hoje me parecem tão poucos.
Fiquei com um cofre que era seu. Onde guardava restos de tecidos e rendas e com um vestido de um menino Jesus que emoldurei e amo. Não guardo mais coisas mas guardo tudo e tanta coisa desta sorte de a ter tido. Morreu aos 94. Viveu para sempre. Fazia hoje anos, numa data tão especial.

Todas as mulheres se queixam que os homens fazem muito menos em casa (sim, há sempre alguém que tem aquele marido incrível que faz tudo e aquele filho super prestável), todas se queixam que não têm a nossa capacidade para encaixar mil e uma tarefas num minuto, todas se queixam que podia ficar um ano uma sanduíche com fiambre no quarto que não davam por nada, o suporte de papel higiénico sem papel, as mesmas tolhas, os mesmos lençóis, todas se queixam que para eles uma gripe é fatal. (...)
Ser rapaz passou a ser uma condição que os impede de qualquer coisa. De se concentrarem, de ajudarem, de encontrarem coisas.
Deixa lá, ele é rapaz.
Mais no blogue. 👆 (Nesta fotografia 2 dos rapazes da minha vida. São os meus amores. O meu filho que espero fazer crescer bem, cheio de confiança em si mesmo para arregaçar as mangas. E o meu marido. Que vive com elas arregaçadas.
Amo-vos.)

Hoje, na escola do Zé Maria era "dia de fazer decorações de Natal com os pais" e eu não fazia ideia (apesar do e-mail). Cheguei atrasada e disfarcei. Ele ficou espantado por ver tantos pais ali e eu fiz um ar "como se já soubesse".
Em contagem decrescente fiz o Pai Natal mais básico que o universo projectou e deixei-o feliz.
E depois pensei na quantidade de dias que temos que decorar, estar. Levar tampas para a escola, levar uma camisola verde, 5 folhas secas, 4 micas. Tirando os dias de educação física alternados, o dia do Pai da Mãe o Magusto a festa de Natal e os - quase - diários TPC's. Não há cérebro que resista.

Até amanhã!

Sunny days. Winter time. Forever love.

Sabem quando se fazem coisas para remediar o dia e o cansaço e eles acham que fizemos tudo a pensar neles e estão absolutamente agradecidos como se tivessemos planeado a coisa? É a história deste jantar. E das crianças. 🙌

Fui para a escola aos 3 anos.
Até lá não sei bem como a minha mãe se governou. Estive nessa escola até aos 8 e mudei-me de Lisboa para o Estoril e para uma nova escola até aos 13, idade com que regressámos a Lisboa, no meu 7o ano. Fiz o 7o num liceu na Graça. O 8o, 9o e 10o no Filipa de Lencastre e depois de chumbar e com vergonha dos meus amigos que avançaram pedi à minha mãe que me mudasse para o Liceu Passos Manuel onde fiz o 10o, 11o e 12o. O primeiro namorado. A poesia. A possibilidade de ver diferente e de escolher. Alguma rebeldia à medida de uma miúda insegura e muito poucas certezas. Ainda saltitei depois disso e entrei na Faculdade de Letras em Estudos Africanos onde estive 1 ano e meio e depois para o IADE onde fiz toda a faculdade.
Não tenho aqueles amigos de sempre. Nem aquelas histórias de liceu. Culpa de ninguém, foi como teve que ser. Mas sinto essa falta. E vivo (muito) essa falta. Às vezes falta-me gente mesmo tendo conhecido tanta.

25 dias (ou quase) de vamos. Vamos dormir na sala, ver as luzes de Natal, fazer biscoitos para o Pai Natal, construir bonecos de neve, inventar uma história para ler à noite, ligar a alguém de quem temos saudades, fazer colagens e mais. Nos entretantos há afias, dinossauros, ampulhetas
São os dias em que vamos (vou!) descansar. 😴🌲 Obrigada @eye_love_fashion pela dica. Salvaste a minha falta de criatividade este ano. ❤
Faltam uns verdes mas amanhã tratamos disso.

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