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Alessandra Garattoni  Carioca em SP & Mãe da MH Mulher de fRases: #quadradodaale 🤓@amobranding 👧🏻@meulookcomMH

http://ale.ag/

Quando comecei a escrever sobre branding - até então um mero interesse pessoal que eu sempre usei em causa própria -, em 2011, eu não tinha a menor ideia de que isso se tornaria de alguma forma o meu trabalho principal. Conforme a ideia foi tomando forma o primeiro pensamento foi o mais óbvio: prestar consultoria para pessoas físicas como eu. Mas enquanto o projeto era esse ele ficou ali empacado, parece que faltava algo.
Foi meio do nada que em 2014 resolvi fazer um workshop, uma ideia de comercializar o que eu já vinha fazendo de forma mais elaborada e incrementada: esta primeira turma, para 30 participantes, se formou em exatos 40 minutos, o empurrão que eu precisava para entender que havia esse mercado, essa necessidade, essa abertura para falar de branding com leigos que nem sabiam o quanto poderiam se beneficiar de pensar em seus negócios ou suas carreiras como uma marca - algo que há mais de três anos era bem menos comum do que é hoje.

De 2014 pra cá, pode ter certeza, eu re-questionei minha forma de trabalho a cada vez em que recebi a pergunta/demanda de atender individualmente, de prestar consultoria, de ajudar uma marca com meu serviço. Até porque, admito, meu ego super cruel frequentemente me aterroriza com aquela máxima do "quem sabe faz, quem não sabe ensina", que de fato tem sentido em tantos casos.
Tudo isso pra contar que hoje, assistindo aos Stories da musa @invertisa (meu vício diário!), minha ficha caiu quando ela, falando sobre si, explicou que a missão dela não era atender individual, mas sim COMPARTILHAR CONTEÚDO! É isso! É o meu caso. Já era com o ItGirls, segue sendo com o @amobranding. Pode parecer que mudei de negócios algumas vezes na vida, mas não: meu real propósito é escrever algo que possa ajudar, seja informando, inspirando ou incentivando, outras pessoas em uma escala que o atendimento individual jamais me permitiria. [continua nos comentários]
#EncontrosAmoBranding2017

No que você anda pensando?! #quadradodaale #frases #mariannewilliamson
p.s. a frase é do A Lei da Compensação Divina, livro da autora Marianne Williamson que fala muito sobre o "A Course in Miracles". Conheci por meio da minha musa-mor da vez @melissawoodhealth e já comprei também, é minha meta 2018 estudar uma lição por dia (são 365). Depois de Melissa, já vi várias outras pessoas citando o A Course in Miracles, ele é uma etapa bastante comum entre todos os "buscadores" da evolução espiritual. Por isso sempre digo e repito que devemos escolher com carinho e cuidado nossos influenciadores. Melissa tem sido uma grande inspiração para mim e me influenciar digitalmente por seus hábitos tem me trazido boas descobertas! Como Marianne e como A Course in Miracles (vi no Google que existe a versão em português, Um Curso em Milagres, mas a minha é em inglês e comprei na Amazon americana).

Um #tbt de um dia muito especial na minha história com a AG Branding l @amobranding: o Planeje, evento que nasceu em uma das minhas insônias criativas em 2015, é um formato voltado especificamente para quem quer planejar suas metas de ano novo com mais embasamento e motivação. Acho que de todas as apresentações que já fiz ou organizei essa é a que mais tem a minha cara (👆🏻 Maria Listinha, quem mais?)! Neste primeiro ano, chamei três amigas para palestrarem e em uma manhã de dezembro nos apresentamos para 70 mulheres. No fim de 2016 eu não repeti a dose - o ano foi tumultuado demais e acho que me faltavam forças até pra pensar em produzir o projeto. Mas ele nunca mais saiu da minha cabeça e agora em 2017, depois de ver quantas mudanças e evoluções pessoais consegui nos últimos 18 meses graças a muito PLANEJAMENTO, ele voltou a ser meu grande foco e sonho.

O Planeje 2018 ainda é so um embrião e eu nem sei ainda se ele vai existir (porque dessa vez eu to sonhando bem mais alto!), mas acredito de verdade que a gente tem que jogar no universo o que deseja - e trabalhar para isso, claro! Desta vez, divido meu sonho com minhas amigas queridas e talentosas do @pausaparaprosa, porque sonho em "joint-venture" tem mais forca e energia. Torçam por nós!
p.s. e esse foi meu milésimo post no instagram! Vou encarar como um marco que trará boa sorte! Mesmo tendo que refazer o post sem a música-tema (Unwritten) porque o instagram não permitiu publicar com ela! 😔

Apenas grata por cada implosão de castelos de cartas pessoais!
#gikovate #quadradodaale #frases

Eu nasci e cresci em uma região específica de uma cidade onde o contato com a natureza é algo tão óbvio e natural que a gente até esquece de vê-lo como um privilégio. A praia não era uma "programação", mas uma simples esticada depois da escola ou um ponto para andar, mergulhar e respirar quando se precisasse. No Rio, aliás, as saídas são bem ao ar livre, a gente marca de encontrar os amigos no Posto tal, na Lagoa, muito mais do que na casa de alguém. E daí que eu comecei a prestar atenção, desde que passei a seguir perfis de meditação-yoga-relaxamento, em como se valoriza estar em contato com a natureza.

Conto isso porque me impressionei com algo no dia em que essa foto foi tirada no parque: logo que chegamos, MH quis tirar os sapatos. Assim que ela pisou na grama, ela teve uma reação de alegria que não dá pra esquecer - misturava risos, prazer e "ai que gostoso pisar aqui" como se estivesse recebendo uma massagem no melhor spa da Tailândia! 😂 É preciso a gente ver a espontaneidade de uma criança de quatro anos para lembrar que aquilo é um privilégio e também uma necessidade pra alma!

Não é a toa que todo mundo que fala de bem estar e combate de stress cita o contato com a natureza como antídoto. Eu moro na cidade mais urbana do Brasil e se deixar aqui a gente esquece completamente dessa importância - e a gente deixa. Infelizmente deixa.

p.s. esse é o principal motivo pelo qual coloquei na minha lista de metas do fim do ano passar a me exercitar em parques de vez em quando. Fiz um post com várias opções de aulas outdoor lá no blog neste feriado, passa lá pra ver se você também está nesta intenção.

To me achando muito nessa matéria da atual edição da revista @constancezahn! Não (só) porque eu me gostei na foto, mas também porque passar no crivo da minha amiga mais esteta é uma honra; não (só) porque amei a produção que usei, mas também porque é uma edição especial comemorativa da revista e eu amo saber que acompanhei essa história deeeesde o comecinho; não (só) porque eu estou em ótimas companhias neste editorial, mas principalmente porque ele comemora dez anos da marca Constance Zahn colocando como madrinhas as blogueiras da velha guarda que, como ela, também começavam seus blogs em 2007! 👆🏻Mais uma vez obrigada pelo convite (e pela paciência com a não-modelo 😂) e todo o sucesso do mundo com a melhor holding de casamentos & festas do Brasil! ❤️ #revistaConstanceZahn

O vídeo de MH lutando contra a (não) coordenação motora para aprender a girar o bambolê é a mensagem de otimismo e persistência que ofereço a vocês nesse comecinho de semana! 😂😂😂

Pode apostar! Como é que a gente aprende a falar, a andar de bicicleta (essa não é o meu caso! 😳), a dirigir?! Repetindo, repetindo, repetindo! A real é que quando a gente quer algo DE VERDADE a gente insiste até conseguir. A frase é trecho de Os Quatro Compromissos, um dos livros da minha vida: taí uma leitura que muda nossas perspectivas e deixa a vida definitivamente mais leve.
#quadradodaale #frases #donmiguelruiz

O salão mais lindo do mundo abriu pertinho da minha casa! Eu já tava tão encantada com o espaço - e com o branding todo bem construído! - que se eu saísse de lá descabelada eu provavelmente ainda ia amar. Mas saí assim com essas ondas! 😍 Obrigada, @priscyteixeira, por me apresentar essa maravilha! Vou postar mais sobre o @thedryclub (um salão só de escova!) no blog logo, logo, mas para quem também está perto do Itaim recomendo super!

E nessa mania de ser #MulherDeFrases, vi hoje uma que me tocou: "precisamos sair do EGO para o ECO". Ela vem do ativista indiano Satish Kumar, que prega que "estamos saindo da geração do EGO para entrarmos na geração do ECO". O elemento eco vem do grego oikos e significa “casa, lar, domicílio, meio ambiente”. É hora, portanto, de se reconectar com sua essência, com sua alma.
Ando realmente fascinada pelo estudo do ego. Acho que meu primeiro contato mais atento com essa ideia foi com um famoso vídeo da @yogalifestylebr em um programa que ela fez no ano passado em seu ótimo @yogin.app. Me identifiquei com muitos trechos e passei a perceber como o ego nos limita e fortalece crenças de que não podemos/devemos fazer algo. Mergulhei no estudo desse assunto (é o meu jeitinho! 🤓) e cada vez mais entendo o lado negativo de deixá-lo no comando.

Não é que o ego é um vilão, ao contrário, ele é importantíssimo. Usando o paralelo maravilhoso que Antonio Droghetti citou durante seu workshop Inteligência Espiritual no último fim de semana: o ego é o caseiro do seu sítio. Ele é importantíssimo para o funcionamento da coisa e tem um papel super valioso, mas é preciso lembrar que ele não é o dono! Você é quem precisa ter o controle final. Do seu sítio e da sua alma!
Todos os dias a gente faz e - principalmente - deixa de fazer um monte de coisas por conta de armadilhas do seu ego. E é assim que se afasta do seu propósito, dos seus valores, da sua essência. Confronte-o e faça o que precisa ser feito. Alimentar sua alma definitivamente é mais importante e recompensador do que alimentar sua vaidade.

Não precisei de mais do que algumas semanas (ou teriam sido dias?) para entender que o universo da maternidade é embalado em julgamentos. Em inevitáveis julgamentos. Não há como fugir deles. Mães julgam mães. Não-mães julgam (mais ainda) mães. Homens julgam mães. Aquelas que tiveram filhos há muito tempo, nossa, como julgam. E as que nem pretendem ter filhos um dia também trazem seus julgamentos do “se fosse comigo” na ponta da língua. E quer saber? Não é por mal. Eu já julguei, você já julgou. A gente julga por ter valores diferentes, a gente julga por instinto, a gente julga porque às vezes nem percebe que está julgando.
Você será julgada se marcar a cesárea; se esperar todo o tempo pelo parto normal; se mudar de ideia na sala de parto; se não abrir mão de ter o tipo de parto que planejava independente de qualquer circunstância. Você será julgada se escolher parir em casa, na água; no hospital com doula; com a presença apenas de renomados obstetras.
Você será julgada se não amamentar; se amamentar pouco tempo; se tiver problemas para amamentar e desistir; se tiver problemas e insistir; será julgada se amamentar até os três anos da criança. Com o filho maiorzinho, será julgada se liberar brigadeiro; também será julgada se proibir açúcar e industrializados sem espaço para negociação. E não, não são apenas os extremos que causam julgamento: bastará o biscoito no fim de semana para receber os dedos apontados.

Por isso, na impossibilidade de agradar a todos, agrade a você. A seus valores, a suas crenças, a seus instintos e, sobretudo, a seu filho. Porque se você for a melhor mãe que pode e sabe ser, você será feliz. E nada faz tão bem a uma criança como estar em um ambiente de felicidade!

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Este é um trecho do post "Mães, é Inevitável: Vocês Serão Julgadas!", que escrevi e publiquei no blog em julho/2016. Para ler na íntegra, acesse http://ale.ag/maes-voces-serao-julgadas/. #vidademae #maedemenina #mãeefilha

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